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O Sporting sempre teve uma academia recheada de grandes valores, no entanto sempre foi reconhecida essencialmente pelos extremos que produziu.

Nos últimos tempos isso mudou, e já há muito que não vemos sair da nossa escola um daqueles jogadores rápidos com a bola nos pés, obcecados pela linha de fundo e cruzamento de excelência. Isso deve-se ao facto de o futebol ter mudado e continuar a mudar, dando preferência a jogo apoiado, muitas vezes em esquemas de 4-3-3 (culpa da escassez jogadores de qualidade para as posições “9” e “10”) que pedem os “extremos” a vir para o meio e mesmo em apoio defensivo. O Sporting não é excepção e tem vindo, também, a abandonar o 4-4-2 puro, que pedia esse tipo de jogador.

Poderão dizer-me que tivemos recentemente Iuri Medeiros e Matheus Pereira, mas pessoalmente não os considero jogadores com as características ideais para esta posição.

Assim, irei abordar e escalonar alguns dos que chegaram a jogar como extremos puros. No entanto, até estes em alguns momentos das suas carreiras, com o passar do tempo, abandonaram essas posições, passando a jogar em zonas mais centrais do campo, que exigem menos “correrias”.

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