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Em contagem decrescente para as dez vitórias que faltam para o tão desejado título, o Sporting CP e Rúben Amorim foram acusados de fraude pela Comissão de Instrutores da Liga de Futebol Profissional, na sequência de uma queixa apresentada junto do Conselho de Disciplina da FPF em Março de 2020 (!) pela Associação Nacional de Treinadores de Futebol (ANTF) na qual manifestava “repúdio” e “indignação” pela contratação do jovem técnico sem ter habilitação para o cargo.

Provavelmente, nessa altura não terá sido dada muita importância a uma queixa vinda de uma associação anacrónica, pois ninguém acreditaria, muito menos os rivais, que, um ano depois, o Sporting CP estaria na frente do campeonato com nove pontos de vantagem sobre o segundo classificado. Mas hoje, já deve dar jeito a um CD da FPF que declaradamente se hostilizou perante o Sporting CP.

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A Associação presidida por José Pereira e que conta nos seus órgãos sociais com figuras como Domingos Paciência, Prof. Neca, Toni, entre outros, sentiu a necessidade de atacar novamente o Sporting CP para dizer ao Mundo que existe. Mas, convidada a pronunciar-se sobre este processo, remeteu-se cobardemente ao silêncio enquanto o mesmo tem duração.

Não é a primeira ocasião em que esta Associação, em vez de defender os verdadeiros interesses da classe dos treinadores, vem a público tentar imiscuir-se em assuntos do Sporting CP. Quando Silas foi contratado sem ter o nível quatro da UEFA, esta associação emitiu um comunicado dando nota do seu “horror” causado por essa contratação. Com a apresentação de Rúben Amorim no comando técnico dos Leões, não se ficou pelos comentários públicos e avançou mesmo com uma queixa junto do CD da FPF.

Como já muitos sportinguistas disseram na comunicação social e nas redes sociais, esta atitude mesquinha da ANTF é um exercício de um corporativismo bafiento por parte de um magote de sujeitos que dizem ser treinadores de futebol. Mas é mais! Isto é uma perfeita demonstração do ressabiamento e da inveja por parte de gente anacrónica e ultrapassada sem qualquer margem para conseguir colocação em clubes de primeira ou segunda divisão em face do aparecimento de novas gerações de treinadores com mais qualidade.

A “indignação” e o “repúdio” que deram nota na queixa apresentada só pode dever-se ao facto de o jovem Rúben Amorim, num hiato de dois anos, já ter alcançado mais do que qualquer dirigente da ANTF. Basta a ver a figura do seu presidente: alguém conhece o percurso profissional de José Pereira seja com que nível for?!

O mais engraçado é que o acusado de fraude foi eleito pelos seus colegas de profissão como treinador do mês.

No final de contas, a ANTF deve servir para muitos tratar da vida e, agora, presta-se ainda a atacar o Sporting CP. Com efeito, enquanto Rúben Amorim foi treinador do SC Braga, esta associação nunca veio a público manifestar “horrores”, nem tão-pouco em relação a outros treinadores que, sem disporem do nível IV, militaram em clubes da Primeira Liga.

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