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SC Braga 4-0 SC Covilhã: Quatro foguetes e Feliz 2017!!

Ano novo, vida nova. Foi esta a sensação que prevaleceu durante o jogo no municipal de Braga. Começar o novo ano a vencer é bom para qualquer equipa, mas para o Braga era essencial. A segunda jornada da Taça da Liga correu bem aos Guerreiros do Minho que venceram por quatro bolas a zero o Sporting da Covilhã. Depois de uma derrota na primeira ronda frente ao Rio Ave, era imperativo vencer este segundo encontro para poder continuar a acreditar e ser possível passar à próxima fase. Nada decidido, tudo em aberto. Surpresas foi o que mais houve até então, portanto, continuar a acreditar e a trabalhar é o caminho. Contas feitas, o Braga vai em primeiro lugar com três pontos, em igualdade pontual com o Rio Ave que só amanhã defrontará o Marítimo. Já o Covilhã, ocupa o último lugar da tabela a par dos madeirenses mas com mais um jogo.

Começava a partida no municipal de Braga e os de fora mostravam vontade de se impor. Praticavam um futebol simples e rápido tentando aproveitar o nervosismo dos arsenalistas. Jogar novamente por estas terras dava alento aos serranos, que à pouco mais de duas semanas venceram neste mesmo estádio num jogo referente à Taça de Portugal, que ditou a saída do vencedor em título desta prova. Voltando ao jogo e à Taça da Liga, tinham passado vinte minutos e a bola poucas vezes atravessava todo o terreno. Muita disputa e «batalha» com uma ou outra saída em velocidade do Braga, apoquentavam a baliza dos de fora. Tanta água correu que haveria mesmo de furar. Alan desmarca-se bem na área do Covilhã e tenta assistir Rui Fonte, que se atrapalhou com a bola e acabou por deixar para Horta facturar. Estava feito o primeiro da partida. Um a zero para o Braga e estávamos com vinte e seis minutos decorridos. A partir do golo, a equipa soltou-se mais e procurou ganhar ritmo, com várias incursões pelas linhas à procura de espaço para correr e pegar no jogo. A mudança no plano poderia ter corrido mal quando o relaxamento tomou conta dos bracarenses, não se livrando de um susto na cara do golo que Djavan soube cortar. Faltou fôlego mas passou o perigo. Até final do primeiro tempo viu-se um Covilhã atrevido e com vontade de voltar a gelar a Pedreira. A defesa bracarense não deixou e tratava bem a bola quando era preciso sair a jogar. Um a zero ao intervalo, resultado justo pelo que se ia passando.

A hora de iniciar a segunda parte aproximava-se e os jogadores da casa entravam em campo com uma postura diferente. Era notório que Jorge Simão havia puxado umas «orelhas», pois sabe que a equipa é capaz de mais. O intervalo deu frutos e o Braga entrou com o pé no acelerador. Procurava o segundo sem hesitar para poder tranquilizar a equipa e os adeptos. Um remate com selo de golo por parte de um homem do Covilhã quase que fazia cair o muro da Pedreira. Tal não aconteceu e o Braga embalou para a vitória. Djavan correu que fartou e Ricardo Horta enamorou a bola. Rui Fonte esteve incansável e Vukcevic impôs respeito. Tiba começa a justificar a permanência no plantel. Já havia saudades em ver estas pequenas coisas.

No que ao resultado diz respeito, o marcador viria a mudar de aspecto nas capicuas. Rui Fonte aos cinquenta e cinco e Rodrigo Pinho, que tinha acabado de entrar, faz o terceiro aos sessenta e seis numa jogada deliciosa. Alan pé de lã encontra Tiba na área, que passa tenso para Rodrigo facturar. Três a zero e o jogo começava a dar sinais de estar perto do fim. Independentemente de tudo isto, o Braga soube gerir o tempo e aproveitar as debilidades do Covilhã, que rodou algumas unidades no seu onze e chegou a criar perigo lá na frente. Jogo controlado pelos arsenalistas de início ao fim que  viriam a fazer outro ainda antes do apito final. Horta foi guloso e chutou para o fundo das redes. Quatro a zero e o Braga está provisoriamente no primeiro lugar do Grupo C.

Para terminar, gostaria de desejar a todos um Dois mil e dezassete cheio de alegrias.

O Pedro tem 22 anos, é arqueólogo de formação e jornalista desportivo por inspiração. Teve oportunidade de praticar vários desportos, o que proporcionou esta paixão. Frequenta o mestrado em História e é minhoto. Gosta muito dos seus amigos e por isso tenta preservá-los. Também gosta de teatro e é ator amador. Frequentou formações no 'Cenjor' e no 'Palavras Ditas' porque gosta de enriquecer a vida profissional. Um dia espera ser relator de futebol.                                                                                                                                                 O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

O Pedro tem 22 anos, é arqueólogo de formação e jornalista desportivo por inspiração. Teve oportunidade de praticar vários desportos, o que proporcionou esta paixão. Frequenta o mestrado em História e é minhoto. Gosta muito dos seus amigos e por isso tenta preservá-los. Também gosta de teatro e é ator amador. Frequentou formações no 'Cenjor' e no 'Palavras Ditas' porque gosta de enriquecer a vida profissional. Um dia espera ser relator de futebol.                                                                                                                                                 O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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