A informação está a ser avançada pelo jornalista Alfredo Pedullà, que dá conta de que a decisão de reintegrar o central nos treinos da equipa principal foi tomada pela direção rossoneri. Esta semana, o defesa inglês voltará a trabalhar sob as ordens de Ruben Amorim.
Fikayo Tomori tem 28 anos e é internacional inglês por seis ocasiões. Na última época, o defesa central fez 36 jogos pelo clube italiano, nos quais registou três assistências.
É praticamente uma lei no futebol que um emblema que alcança a promoção a um principal escalão terá de reforçar o seu plantel com várias peças. Em muitos casos, chegam mais de uma dezena de jogadores a uma equipa recém-promovida, com o objetivo do clube a passar pela manutenção e a tranquilidade, mantendo essa base de atletas para os anos seguintes. Na Premier League assistimos a autênticas revoluções para sobreviver, ainda que as despromoções ao Championship sejam acompanhadas de uma almofada financeira como não existe em outro país.
Em Espanha, Deportivo de A Coruña, Racing Santander e Málaga lograram o ascenso, prometendo a edição de 2026/27 da La Liga ser uma das melhores dos últimos anos, recheada de históricos. Numa primeira análise, verificamos que os clubes do norte foram bem mais ativos no mercado em comparação com os andaluzes, que optaram por manter a base. A turma do La Rosaleda não tem as armas financeiras de outros conjuntos e viveu recentemente uma crise que os levou a um escalão não profissional, procurando não repetir os erros do passado. Ainda que sejam um dos principais candidatos a estar na zona de descida, possuem outro tipo de armas para alcançar a manutenção, como a força dos seus adeptos e a sua cantera, recheada de talentos.
Fonte: Deportivo de A Coruña
No entanto, foquemo-nos no histórico galego, que depois de anos de penúria, visitando campos humildes da Primera RFEF, contando com jogadores que jamais se esperava que poderiam luzir a camisola azul e branca do Deportivo de A Coruña, regressou a um lugar que por história lhe pertence. O Riazor foi palco de uma festa em maio de 2026 e Juan Carlos Escotet e restante direção prometeram montar um plantel ambicioso, para ir além da manutenção:
«Esta cidade jamais, jamais esquecerá esta equipa. Mas este campeonato não termina aqui. Agora vamos ainda tentar ser campeões da La Liga 2. E, no ano que vem, chegar à Europa», referiu o banqueiro, que não conseguira ser promovido com o título no bolso.
A tarimba estava alta e o limite salarial dava a oportunidade de se montar um elenco com nomes de peso(. Ao Deportivo de A Coruña foi-lhe permitido investir devido à boa gestão realizada nos últimos anos, sem um all-in pela promoção, sem o estabelecimento de cláusulas de compra obrigatórias (mas com um aumento de capital realizado ainda em 2026). A consequência: um lugar de topo no limite salarial. A norma da La Liga é clara: a quantidade de dinheiro investida em X contratação, terá de ser repartida entre os anos de contrato do atleta adquirido de uma forma proporcional. Não há como enganar.
Fernando Soriano desde o dia da promoção sabia que tinha margem para montar um plantel que pudesse ir além de uma época tímida. 2026/27 não se trata de sobreviver, mas sim de surpreender. Todavia, o diretor desportivo teria de remar para o mesmo lado que o treinador, Antonio Hidalgo. A Galiza vive um bom momento no desporto-rei. O Celta de Vigo alcançou uma vaga nas provas europeias, com Claudio Giráldez sendo decisivo no projeto desportivo. A equipa B da formação dos Balaídos foi promovida à La Liga 2. Mais a norte, o Deportivo de A Coruña (que realizou uma pequena mudança no seu nome, incentivando à regionalização) procura seguir as mesmas pisadas. Conseguir ter o seu conjunto na Primera RFEF pode ser importante para o longo prazo.
Fonte: Deportivo de A Coruña
Contudo, a estrutura olhou para o curto prazo no verão de 2026 e montou um elenco de outra estirpe, um dos melhores da La Liga, pelo menos no papel. Foram 26 milhões de euros investidos, com uma receita de somente 500 mil euros. 10 peças entraram no Riazor pela porta grande, algumas bem conhecidas, outras por conhecer. O primeiro grande nome a assinar pelo Deportivo de A Coruña foi Léo Román. Os galegos não tiveram qualquer problema em investir nove milhões de euros para o contratar ao Mallorca. O espanhol mostrou as suas valências na La Liga, pese embora a despromoção dos insulares. Em Espanha é obrigatório contar com um guarda-redes experiente e um avançado que marque mais de uma dezena de golos para se chegar ao sucesso. Se na baliza o problema estava resolvido, a frente de ataque passou a ser ocupada por um nome sonante. Pierre-Emerick Aubameyang aceitou regressar à La Liga, convencido pelo projeto desportivo apresentado. O gabonês de 37 anos foi comprado ao Marselha por um milhão e meio de euros e traz a experiência que faltava à posição. Um nome de luxo, que já está a produzir resultados.
Para acompanhar o avançado e Yeremay Hernández, Fernando Soriano optou por contratar mais um atleta bem conhecido, ainda que não tenha chegado ao patamar que se esperava. Adama Traoré finalizou o seu vínculo com o West Ham United e regressou ao país natal. Uma dianteira que promete causar estragos.
O Deportivo de A Coruña também trouxe jovens com possibilidades de crescer e serem revendidos:
Jonathan Asp Jensen: 6 milhões de euros ao Bayern Munique
Bright Ede: 6 milhões de euros ao Motor Lublin
Lorenzo Amatucci: 2,5 milhões de euros à Fiorentina (depois de uma grande época cedido ao Las Palmas)
Teun Gijselhart: 1 milhão de euros ao De Graafschap
Fonte: Deportivo de A Coruña
A equipa da Galiza precisava deste tipo de elementos para os roles secundários, uma vez que outros atletas abandonaram o projeto. Para a defesa, chegaram mais dois nomes que há alguns anos seria impossível de imaginar que representariam o clube. Angeliño regressou a casa, emprestado pela AS Roma, José María Giménez foi cedido pelo Atlético Madrid mesmo no apito final da janela de transferências. Contudo, o uruguaio não chegou sozinho.
Marc Casadó foi a última grande contratação do Deportivo de A Coruña, cedido pelo Barcelona. O internacional espanhol passou o verão a ser apontado ao Médio Oriente e à Turquia, com alguns rumores a colocarem o atleta na rota do Benfica. Decidiu ficar mais perto de casa, seduzido por um projeto com pernas para andar. A cláusula de opção de compra de 30 milhões de euros assusta. Em caso de sucesso não existirá receio de a ativar, com a quase certeza de que é possível uma revenda por um valor bem mais elevado.
A geração nascida entre os 80 e os 90 cresceu e desenvolveu a sua paixão pelo futebol habituada a um Deportivo de A Coruña em busca do topo da La Liga e impressionando nas competições internacionais. Não faz falta recordar o histórico. Mauro Silva, Juan Carlos Valerón, Diego Tristán, Fran, Djalminha, Manuel Pablo (hoje em dia treinador dos B’s), Bebeto… foram dezenas de craques. Era o Super Dépor, uma daquelas equipas que fica na memória e será recordada para a eternidade. É quase impossível que esses tempos regressem. A La Liga era mais equilibrada, todos os plantéis possuíam pelo menos um craque. Hoje em dia a hegemonia é do Barcelona e do Real Madrid. O Atlético Madrid está um patamar abaixo. A partir daí, a luta é intensa, com sucessos e dissabores.
Fonte: Deportivo de A Coruña
O Deportivo de A Coruña sabe o que fez neste mercado. Tem a perfeita noção de que criou expectativas nos adeptos e não as quer defraudar. A massa associativa procura o regresso do Super Dépor e o primeiro passo foi dado. Uma dupla de centrais composta por Lucas Noubi e José María Giménez seria impensável há dois ou três anos atrás. Nomes consolidados como Miguel Loureiro ou Riki Rodríguez serem suplentes é um luxo. Marc Casadó, Diego Villares, Mario Soriano ou Lorenzo Amatucci são opções com muito estatuto para o meio campo. Uma frente de ataque cujas alternativas são Luismi Cruz, David Mella e Bil Nsongo não está ao alcance de qualquer um. Trata-se de um clube recém-promovido, recordo. Poderia ser um elenco construído em duas ou três janelas por um emblema do patamar da Real Sociedad ou do Celta de Vigo.
Não é ousado afirmar que o Deportivo de A Coruña dispõe de um plantel acima de Valência ou Sevilha, que vivem profundas crises institucionais. Os galegos procuram regressar em força e na teoria fizeram tudo na perfeição. A grande crítica? A falta de espaço para jogadores da formação. Será pouco provável que alguma jóia consiga surpreender. Yeremay Hernández (fortemente apontado ao Sporting e ao Hull City) já é um clássico. Diego Mella somará alguns minutos, mas não tantos como eventualmente mereceria. Dani Barcia perdeu relevância. Noé Carrillo pode surpreender, mas Antonio Hidalgo terá de arriscar, ainda que conte com peças de outro traquejo para o meio campo. Este fenómeno é uma consequência do que foi proposto: o triunfo no imediato.
O Deportivo de A Coruña conseguiu captar a atenção dos adeptos do futebol com o mercado que realizou. Se se espera que Racing Santander (que também merece um teórico notável pela janela de transferências) e Málaga lutem pela manutenção, a exigência no Riazor é outra. Juan Carlos Escotet, Fernando Soriano e Antonio Hidalgo não têm medo dos desafios que se adivinham. Após anos dececionantes, nos quais o regresso ao profissionalismo parecia um salto demasiado difícil de dar, as bases estão montadas para um ano de ilusão. Para alguns, esta revolução pode ser considerada uma loucura. Para outros, algo necessário. Retiremos as ilações nos próximos meses.
O fecho da transferência de João Palhinha para o Benfica é um daqueles movimentos de mercado que alteram a correlação de forças no futebol nacional. Com um investimento a rondar os 14 milhões de euros fixos e um contrato de topo até 2030, a estrutura encarnada garantiu o perfil exato que faltava para equilibrar a ideia de jogo de Marco Silva. Não se trata de uma aposta de futuro, mas sim da chegada de um jogador consagrado, internacional português com rodagem de topo na Premier League e Bundesliga, pronto para assumir a titularidade e blindar o corredor central.
O impacto de Palhinha na Luz começa naquilo que o plantel atual pura e simplesmente não tem: autoridade física, raio de ação sem bola e agressividade nos duelos. O meio-campo do Benfica tem pecado por alguma brandura nas transições defensivas. Se elementos como Enzo Barrenechea asseguram uma circulação fluida e transporte apoiado, faltava um elemento de choque puro que travasse os contra-ataques adversários logo à nascença. Palhinha é o protótipo do número seis destruidor, um autêntico tampão que lidera nos desarmes, nas interceções e na recuperação em terrenos adiantados, impedindo que a equipa se parta quando perde a posse.
Esta presença recuada vai libertar por completo os criativos encarnados. Quando se tem um médio com esta capacidade de cobertura nas costas, jogadores como Georgiy Sudakov, Rafa Silva ou os próprios defesas laterais podem arriscar no último terço sem o receio constante de ficarem descompensados. Além disso, a sua estampa atlética (cerca de 1,90 m) confere um ganho imediato nas bolas paradas: não apenas a fechar o espaço aéreo na própria área, mas também como ameaça ofensiva ao segundo poste, onde tem faro de golo e capacidade de finalização de cabeça.
Desfazer o mito da incapacidade com bola é outro ponto essencial. Palhinha não é um organizador de jogo clássico nem um construtor de toques curtos requintados, mas está longe de ser limitado com os pés. Os anos em Inglaterra apuraram-lhe a tomada de decisão sob pressão e deram-lhe critério no passe longo e na variação de flanco. O seu futebol com bola é simples e pragmático: desarma, entrega no homem livre e deixa a responsabilidade da criação para quem tem outro talento com o esférico nos pés.
Por fim, a questão da rivalidade e do passado em Alvalade acaba por ser uma nota de rodapé no plano desportivo. O regresso a Portugal (impulsionado por razões familiares e pelo reencontro com Marco Silva, o técnico que melhor o potenciou no Fulham), aconteceu porque o Benfica foi o único clube a avançar de forma concreta quando a porta de Inglaterra se fechou. Com 31 anos, Palhinha traz a maturidade, a raça e a liderança de balneário que costumam fazer a diferença nas contas de um campeonato. O Benfica ganha a sua referência mais imponente para o setor intermediário desde os tempos de Nemanja Matic ou Ljubomir Fejsa.
João Palhinha fez a sua estreia oficial pelo SL Benfica 🦅
O Famalicão oficializou a contratação de Patricio Salas. Avançado mexicano chega do Club América por empréstimo.
Patricio Salas é oficialmente jogador do Famalicão. Em nota publicada no site, o emblema da Primeira Liga informou que chegou a acordo com o Club América para a transferência do avançado mexicano, num negócio, segundo a imprensa nacional, por empréstimo com opção de compra.
«Estou muito entusiasmado e com muita vontade de iniciar este novo desafio. Vir para a Europa é o maior passo na minha ainda curta carreira e fazê-lo ao serviço de um clube tão ambicioso é um enorme motivo de orgulho e, simultaneamente, de muita responsabilidade», afirmou em declarações citadas no site do Famalicão.
«O clube está em constante crescimento. Oferece condições de topo, o plantel é composto por jogadores jovens e, como tal, sinto que irei crescer muito ao longo da temporada», também referiu Patricio Salas entre as declarações.
A Fiorentina cedeu Moise Kean ao Como 1907 com obrigação de compra e Robert Sánchez foi emprestado pelo Chelsea até ao final da temporada.
O Como 1907 de Cesc Fàbregas garantiu dois reforços de peso no último dia do mercado de transferências da Serie A. Para a frente de ataque, Moise Kean chega por empréstimo até ao final da temporada, com um custo inicial de 10 milhões de euros, juntando ainda uma obrigação de compra de 25 milhões de euros, mais cinco milhões em variáveis.
O avançado italiano cumpria a terceira temporada ao serviço da Fiorentina, tendo a sua época de destaque na estreia em Florença, com 25 golos e três assistências em 44 jogos.
Para a baliza, Robert Sánchez chega num empréstimo do Chelsea até junho de 2027, perdendo o lugar em Londres para Emiliano Martínez depois de um arranque de temporada em que não convenceu Xabi Alonso. O guarda-redes espanhol cumpriu três épocas completas em Stamford Bridge, após deixar o Brighton por 23 milhões de euros no verão de 2023.
O Sunderland oficializou as contratações de Kevin Danso, Malick Fofana e de Juan Riquelme Angulo Caicedo. Eis os detalhes.
Kevin Danso, Malick Fofana e Juan Riquelme Angulo Caicedo estão oficialmente no Sunderland. No caso do primeiro, o defesa-central de 27 anos foi emprestado pelo Tottenham até ao final da temporada e terá assim nova experiência na Premier League.
Quanto a Malick Fofana, que deixou o Lyon de Paulo Fonseca e rumou à Premier League, trata-se de uma transferência a rondar os 30 milhões de euros + cinco milhões de euros em variáveis. A informação é garantida pelo The Athletic, que indica ter um contrato de cinco anos com o Sunderland.
Já Juan Riquelme Angulo Caicedo foi contratado ao Independiente del Valle por uma verba próxima dos 5,8 milhões de euros e o jovem de 18 anos assinou um contrato válido de cinco anos. A informação é garantida pela Sky Sports.
We are delighted to confirm the signing of Kevin Danso on a season-long loan from Tottenham Hotspur! ✍️🇦🇹 pic.twitter.com/h3vxyc6jFh
✍️ Sunderland AFC is delighted to announce the signing of young striker Juan Riquelme Angulo Caicedo.
The 18-year-old Ecuadorian joins from Independiente del Valle in his homeland, signing a long-term deal at the Stadium of Light! 🇪🇨 pic.twitter.com/ROmJmbz05u
O mercado de transferências já fechou nas principais ligas europeias. No último dia, houve alguns negócios que colapsaram.
Além das muitas transferências oficializadas no último dia do mercado de verão, já fechado nas top-5 europeias, houve também negócios que não se realizaram.
Entre estes, o grande destaque passa pela Premier League, com o Chelsea e o Everton a serem alguns dos clubes mais penalizados. Em sentido contrário, houve dois jogadores que acabaram por não sair do AS Mónaco.
Eis cinco negócios que colapsaram no último dia do mercado:
Manu Koné (AS Roma – Chelsea): o médio era a prioridade dos blues para reforçar o meio-campo, depois da saída de Enzo Fernández, mas Gian Piero Gasperini e os giallorossi travaram a sua saída.
Lamine Camara (AS Mónaco – Chelsea): o negócio foi dado como fechado pela imprensa internacional. À última hora, os monegascos colocaram novos entraves aos blues, levando a transferência a cair. O emblema inglês ficou muito desiludido com a postura do conjunto do Principado, avançam ainda múltiplas fontes estrangeiras.
Folarin Balogun (AS Mónaco – Everton): por razões diferentes, o negócio do jogador do AS Mónaco para a Premier League também caiu. O negócio teve vários avanços e recuos, com o Everton a identificar problemas físicos em testes médicos e a exigir uma redução do preço. Os monegascos acabaram por aceitar, mas na altura das decisões, o próprio avançado recusou o negócio.
Joshua Zirkzee (Manchester United – Everton): a meio das negociações com Folarin Balogun, quando tudo parecia estar perdido, os toffees avançaram pelo avançado neerlandês. Foram os red devils quem travou o negócio.
Nicolás Tagliafico (Lyon – Juventus ou Atlético Madrid): o lateral argentino estava a negociar uma saída do clube fracês neste mercado, com interessados de peso. Ainda assim, e apesar das negociações no último dia, nenhuma transferência ficou acordada.
Gustavo Puerta tinha inicialmente recusado a proposta do Olympiacos por dar preferência ao projeto das águias, mas o empresário grego Evangelos Marinakis contornou a situação com uma manobra financeira audaciosa: chegou a acordo verbal com o Racing Santander para cobrir a totalidade da cláusula de rescisão através do Nottingham Forest.
Ao ser adquirido a título definitivo pelos ingleses, Puerta acabou por aceitar o plano traçado pelo empresário, sendo cedido de imediato ao Olympiacos por empréstimo para poder disputar a Liga Europa. Este modelo de negócio estratégico é em tudo semelhante ao que o grupo de Marinakis utilizou recentemente para garantir o português Gustavo Sá.
O Liverpool oficializou a contratação de Lucca Brughmans, guarda-redes belga de 18 anos. Pacote a rondar os 35 milhões de euros.
Lucca Brughmans é oficialmente jogador do Liverpool. Em nota publicada pelos reds, é informado que o guarda-redes de 18 anos, já apresentado, vai regressar ao Genk e continuar com o clube belga até ao final da temporada 2026/27, porém já assinou um contrato de longo prazo.
«Estou muito feliz e grato. É um grande passo e uma oportunidade incrível. Sinto-me orgulhoso, entusiasmado e ansioso pelo que o futuro me reserva neste clube histórico, com o sonho de, um dia, vestir a camisola e jogar em Anfield», afirmou em declarações citadas no site oficial do Liverpool.
Segundo Fabrizio Romano, trata-se de um negócio com um pacote de 35 milhões de euros. Lucca Brughmans é um guarda-redes belga de 18 anos que tem 2 metros e conta com 18 internacionalizações jovens. Neste início de época, leva quatro partidas pelo Genk.
We have agreed a deal to sign goalkeeper Lucca Brughmans from KRC Genk 🔴
The 18-year-old has put pen to paper on a long-term contract with the Reds and will now return to Genk for the duration of the 2026-27 season 🧤 pic.twitter.com/9p5z60gE6w
No último dia de mercado, o Fulham anunciou as contratações dos médios Hugo Larsson e Manuel Ángel e do defesa-central David Affengruber.
Com a saída de Marco Silva para o Benfica e a chegada de Álvaro Arbeloa, veio uma grande revolução no plantel do Fulham. Já com vários reforços no plantel, os cottagers oficializaram as contratações de três novos jogadores no último dia de mercado, por um total de 38 milhões de euros.
Hugo Larsson chega proveniente do Eintracht Frankfurt, num empréstimo com obrigação de compra de 21,8 milhões de euros. O médio sueco formado no Malmo foi peça importante do emblema alemão nas últimas três temporadas, somando 34 presenças em 2025/26, nas quais registou dois golos e três assistências.
Fonte: Fulham
Por 12 milhões de euros, David Affengruber reforça o eixo defensivo do Fulham até 2030, com opção para a extensão de mais um ano de contrato. O defesa-central austríaco foi apontado a vários destinos, depois de se destacar ao serviço do Elche nas duas últimas temporadas, registando um total de 89 jogos.
Fonte: Fulham
Por fim, Manuel Ángel torna-se o terceiro jogador a seguir Álvaro Arbeloa desde o Real Madrid até Craven Cottage, juntando-se a Gonzalo García e Cesar Palacios a troco de 4,6 milhões de euros. O jovem de 22 anos foi treinado pelo técnico espanhol na equipa B dos merengues, recebendo ainda a oportunidade de se estrear pela equipa principal, acumulando sete presenças em 2025/26.