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Mourinhos vs. Guardiolas T2/EP3: João Pereira e o sonho de treinador no tempo certo

No Mourinhos vs. Guardiolas desta semana, tivemos a presença de João Pereira, treinador adjunto da seleção moçambicana. No programa abordou-se a sua curta experiência e também o contexto que se vive no Futebol em Moçambique.

O jovem adjunto confidenciou-nos as experiências que teve nos estágios no Real Bétis Balompié, no Entraicht Frankfurt FAG e no Manchester City FC onde aprendeu bastante. Mas relembrou: «com estes estágios posso dizer que sou um “ladrão de ideias”, mas com eles quero construir a minha própria verdade». João Pereira elogiou também Luís Freire, anterior convidado do Mourinhos vs. Guardiolas e treinador do CD Nacional.

No programa, o adjunto de 28 anos relembrou ainda o momento em que teve oportunidade de estar à frente de uma equipa sénior de Futsal, que o preparou da melhor forma para ter o seu percurso atual. Não esqueceu também da experiência nas camadas do FC Porto e o contato que teve com os jovens jogadores como Tomás Esteves, Romário Baró ou Vítor Ferreira.

Quanto a dar o salto para tomar as rédeas de uma equipa como timoneiro principal, a resposta foi clara: «Sim, quero ser treinador principal, mas quando sentir-me preparado para isso e como quero estar preparado. Se me sinto preparado para sê-lo? Sim, mas não como eu quero».

 

Artigo revisto por Joana Mendes

O 11 de jovens jogadores com mais minutos no campeonato

Esta semana fui à procura dos jogadores mais jovens a atuar no campeonato português, com a premissa de que tenham somado pelo menos 1000 minutos nas 24 jornadas até agora disputadas. Assim, escalei um XI disposto em 4-3-3. São 11 jogadores de oito clubes da Primeira Liga e que vos apresento de seguida:

O puzzle de van der Breggen

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Pelo meio das notícias sobre como se poderá reiniciar a atividade ciclística após a paragem forçada pela pandemia, uma outra não pode deixar de captar as atenções dos amantes da modalidade, Anna van der Breggen anunciou que terminará carreira em 2021.

A campeã olímpica de fundo, no Rio 2016, já ganhou praticamente tudo. Triunfou em Mundiais e Europeus, no Giro Rosa, na Ronde van Vlaanderen, na Liège-Bastogne-Liège, na La Course… E convém também mencionar o impressionante feito de cinco vitórias consecutivas na La Flèche Wallonne (e a contar). Talvez comecem a faltar objetivos.

O que surpreende é fazê-lo em tão tenra idade, uma vez que conta somente 30 primaveras, ou seja, está ainda no ponto alto da carreira. Veja-se como a sua rival e campeã do mundo van Vleuten, aos 37, continua a ser uma das dominadoras do ciclismo ou a estrela da pista Kirsten Wild, que, também com 37, está a considerar correr mais uma época para poder lutar por mais ouros Olímpicos.

Contudo, não é novo algum desgaste de Breggen com o Ciclismo de estrada, basta lembrar como em 2019 abdicou de grande parte da temporada de clássicas para se juntar à colega Annika Langvad e disputar (e, claro, vencer) a Cape Epic, a principal prova por etapas do BTT.

Ainda assim, o término da carreira como atleta de forma tão madrugadora não seria o cenário mais esperado. Sendo verdade que o regime de vida de uma ciclista de alta competição é extremo e, para alguém que já pouco mais tem para almejar alcançar no desporto, pode ser compreensível que não esteja na disponibilidade de continuar mesmo no apogeu da sua vida, não se pode negar que a sua opção de seguir carreira ligada ao Ciclismo – passará a ser Diretora Desportiva – lhe continuará a trazer muitos dos sacrifícios de agora, como as muitas viagens e os longos períodos fora de casa.

Uma retirada do desporto tão cedo causa sempre algum espanto e, apesar de podermos especular sobre algumas das razões, fica sempre uma parte do puzzle por completar para perceber o porquê desta decisão. De todo o modo, uma coisa é certa: Anna van der Breggen vai deixar saudades.

Foto de Capa: Flèche Wallonne

Artigo revisto por Joana Mendes

Que jogos devo rever nesta quarentena? Sporting CP 2-2 SC Braga (3-1 g.p.)

Nestes tempos de quarentena, e com o futebol português em stand-by, resta-nos recordar os melhores momentos que já passamos, provocados pelo desporto rei. O jogo que vos vou relembrar é um daqueles que bate com força no coração, tal é a nostalgia que este representa. As duas equipas entram no relvado, no dia 31 de maio de 2015. Sporting Clube de Portugal e Sporting Clube de Braga estão frente a frente na disputa da “prova rainha”.

É um domingo solarengo. Uma tarde perfeita para a festa da Taça de Portugal. Quando falamos nesta ocasião, todos os adeptos do futebol português sabem que o termo não é só utilizado para o jogo dentro das quatro linhas. Antes de estes saberem como é que vai ser decidido o vencedor do encontro, já os fanáticos das duas equipas praticam os conhecidos “penaltis” nas roulottes. Já eu, em casa, sento-me na sala com o meu pai, naquela que seria uma tarde para recordar para sempre.

O jogo começa, digamos, da pior forma possível para a formação de Alvalade. A equipa do Braga, que desde cedo assumiu as transições rápidas como a principal arma para o jogo, apanha o Sporting CP desprevenido. Djavan passa por Paulo Oliveira e acaba derrubado por Cédric na grande área. O lateral direito leonino é expulso ao minuto 14 e Éder concretiza o primeiro golo da partida. Numa tentativa de reagir ao golo e à inferioridade numérica da sua equipa, Marco Silva tira João Mário do miolo do meio campo e lança Miguel Lopes para manter a linha de quatro jogadores na defesa.

O Sporting mostra-se mais perigoso. Porém, utilizando mais uma vez a estratégia definida por Sérgio Conceição, os bracarenses aproveitam as transições de forma letal. Após um erro infantil do recém-entrado Miguel Lopes, Rafa concretiza a segunda oportunidade de golo, após um contra-ataque velocíssimo. 25 minutos da primeira parte e o Sporting via as suas aspirações a caírem. Apesar de ainda haver muito jogo pela frente, recuperar uma desvantagem de dois golos, com menos um jogador do que o adversário, não é tarefa fácil.

Tanto eu como o meu pai encontramo-nos sentados no sofá, em silêncio, à espera que algo mude, dali para a frente. A angústia e desilusão pairam nos nossos rostos. Porém, o verde simboliza a esperança, e ambos já sabemos que ser do Sporting CP nunca foi fácil.

A segunda parte inicia-se ainda com o mesmo resultado. Desta vez, o SC Braga é protagonista das oportunidades mais perigosas. Marco Silva tira Carrillo, que não conseguiu desequilibrar como era costume e Miguel Lopes (sim, o jogo dele foi tão mau que entrou e saiu) para a entrada de Carlos Mané e de Fredy Montero. O Sporting não conseguia ser tão perigoso como no primeiro tempo, e o treinador fez o chamado all-in.

Foi então que, após Slimani e Nani terem ameaçado a baliza de Kritsyuk, os leões reduzem no marcador. O relógio aponta para o minuto 84. O argelino aproveita uma má saída do guardião bracarense, e, através de um pontapé colocadíssimo de fora da área, faz o tão esperado golo leonino. Dou um pulo de alegria. Já o meu pai não tem qualquer tipo de reação, tal era o seu estado.

Quando já passa do tempo regulamentar, e em Braga já se diz “a taça é mesmo nossa”, Fredy Montero põe um travão na confiança excessiva daqueles que assistem ao jogo no norte do país, e empata a partida. Após uma investida longa de Paulo Oliveira, o avançado colombiano proporciona-nos uma receção com toda a classe, e um golo… Caricato (com alguma sorte à mistura). Como de costume, e levados pela emoção de um golo do Sporting, eu e o meu pai abraçámo-nos, eufóricos como sempre.

Montero empata a partida e leva o jogo para prolongamento
Fonte: FPF

Naquele que foi um prolongamento sem muita história, o vencedor da Taça de Portugal viria mesmo a ser decidido nas grandes penalidades. Do lado do SC Braga, Alan é o único a concretizar. Adrien, Nani e Slimani fazem “três em três”.

Salvador Agra aproxima-se para cobrar o penalti. Eu, de joelhos no chão da sala, nem queria ver o desfecho do lance. Agra aproxima-se da marca dos 11 metros, pontapeia a bola e… Acerta em cheio no poste. Quando olho para a televisão e vejo Rui Patrício, coxo, e a correr em direção dos colegas de equipa, finalmente senti aquilo que não havia vivenciado durante mais de 120 minutos: alívio.

O Sporting CP conquistou, desta forma, a 16ª Taça de Portugal da sua história. Eu e o meu pai, tal como milhares de sportinguistas radiantes com esta conquista, deslocámo-nos a Alvalade, naquele que foi um dos dias mais memoráveis que um verdadeiro leão pode ter.

XI Sporting CP: Rui Patrício; Cédric (expulso, 14’), Paulo Oliveira, Ewerton, Jefferson; William Carvalho, Adrien, João Mário (Miguel Lopes, 21’) (Montero, 74’); Carrillo (Carlos Mané, 54’), Nani e Slimani.

XI SC Braga: Kritsyuk, Baiano, Aderllan Santos, André Pinto, Djavan (Sasso 82’); Mauro, Ruben Micael (Alan, 61’), Luiz Carlos; Pardo (Salvador Agra, 75’), Rafa e Éder.

Foto de Capa: FPF

Artigo revisto por Joana Mendes

5 jogadores que gostariam de regressar ao SL Benfica

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Para alguns jogadores, um clube de futebol é apenas um clube de futebol, o seu trabalho. Para outros, é o seu trabalho e um dos amores das suas vidas. São vários os jogadores que já passaram pelos quadros do SL Benfica que já assumiram publicamente o desejo de voltar a envergar o vermelho e branco caraterístico do glorioso.

Ainda assim, esta lista torna-se ainda mais especial, uma vez que todos os jogadores são “Made in Seixal”, ou seja, o Benfica foi como uma segunda casa. E é como diz o ditado popular: um bom filho a casa torna.

BnR TV: Patrícia Mamona, Sara Moreira e Irina Rodrigues falam sobre a atualidade em tempos de COVID-19

Nesta quinta-feira, tivemos mais um BnR TV dedicado apenas às Modalidades e o Atletismo esteve em destaque com três nomes importantes no contexto feminino: Patrícia Mamona, Sara Moreira e Irina Rodrigues. Um programa no qual atletas do Sporting CP falaram sobre os mais diversos temas de forma descontraída.

A pandemia de COVID-19 alterou os planos das três atletas e falou-se de como é que a competição poderia voltar. A vida de um atleta profissional também foi discutida ao longo deste programa, principalmente o facto de as atletas terem dificuldade em conciliar a vida profissional de atleta com a vida pessoal, ou o que estes abdicam ao longo da carreira. As novas marcas (muito exageradas) para os Jogos Olímpicos também não acabaram esquecidas, sobre as quais houve opiniões díspares das três atletas.

Falou-se ainda do sonho de Sara Moreira de se tornar treinadora, das dificuldades de conciliar a vida de atletas e a vida académica por parte de Irina Rodrigues e a opção de Patrícia Mamona de ficar em Portugal para ser atleta e abdicar de ir com a família para Inglaterra.

Com Mário Cagica, Marco Ferreira, Pedro Pires, Patrícia Mamona, Sara Moreira e Irina Rodrigues.

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Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Francisco dos Santos, o primeiro jogador português a ir para o estrangeiro

No longínquo ano de 1907, quis o destino que um jovem português, estudante de Belas-Artes em Roma, ao passear o seu fox terrier no parque dos Gamos, se cruzasse com a equipa de futebol da SS Lazio, que ali se encontrava a treinar. Diz-se que a bola fugiu dos italianos e foi parar aos pés do artista, que a dominou com uma mestria que surpreendeu os romanos. Ninguém diria ser um momento histórico para o futebol português, mas em boa verdade foi: o jovem foi imediatamente convidado para se juntar à equipa, tornando-se assim no primeiro futebolista português a actuar fora do país. Francisco dos Santos, o estudante português e jogador da Lazio por acidente, tem uma daquelas histórias de vida que dava um filme. Mas o filme começa ainda antes.

Nascido a 22 de Outubro de 1878 em Paiões, freguesia de Rio de Mouro, no concelho de Sintra, fica órfão ainda em tenra idade, o que o leva a entrar para a Casa Pia de Lisboa, onde descobre duas paixões: o futebol e a escultura. A instituição permite-lhe potenciar ambas: matriculou-se na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa e fez parte da equipa que a 22 de Janeiro de 1898 venceu o Carcavelos Clube, à data, a equipa mais forte da capital. Em 1903, ganha uma bolsa de estudo para estagiar em Paris, no ano seguinte, está na origem do Grupo Sport Lisboa (que viria a dar origem ao SL Benfica), envergando a camisola vermelha e branca nesse ano.

Segue depois para Roma, para completar os seus estudos e junta-se à equipa da Lazio, na qual chega a capitão de equipa, graças à sua qualidade e à sua força: num jogo disputado em Pisa, Francisco dos Santos chocou com um adversário, fracturando duas costelas, mas mesmo assim recusou-se a abandonar o campo e terminou o jogo. Era o líder da equipa, o maestro; com ele, a Lazio ganha todos os torneios inter-regionais, que chegavam a ter três jogos por dia, valendo-lhe um elogio no Gazzetta dello Sport, que fez questão de o lembrar como “o mais irrequieto e mexido, um pequeno grande homem de 55 quilos”.

A admiração dos italianos não pára por aqui, já que no livro Storia della Lazio, Francisco é descrito como “o que salta mais alto que todos, é o primeiro a correr, o último a mostrar-se cansado e a render-se…. Um fenómeno…”. No seguimento do primeiro “Derby della Capitale” entre Lazio e Roma (vencido por 5-3 pela equipa do português), a Gazzetta dello Sport escreveu: “Em evidência estiveram o jovem Saraceni e o veterano Dos Santos, que com os seus 55 quilos foi impressionante, dos melhores em campo…”.

Escreveu uma bonita história em Roma, mas após o término da sua bolsa de estudos, volta a Portugal em 1909, para ingressar no Sporting CP e tornar-se escultor por conta própria. Além de ter dividido o campo com nomes maiores nos leões, como Stromp. Na sequência da Implantação da República em 1910, foi o autor do busto oficial da República (actualmente exposto na Câmara Municipal de Lisboa) e ainda ajudou a fundar a Associação de Futebol de Lisboa. Cinco anos mais tarde, juntamente com António Couto, ganha o concurso para esculpir a estátua do Marquês de Pombal; sim, essa estátua que estão a pensar, que repousa numa rotunda, na Praça do Marquês, de onde o Benfica festeja os títulos, tal como Sporting e a Selecção Nacional. Quem diria que uma das estátuas mais emblemáticas da cidade de Lisboa e do mundo do desporto foi um projecto de dois antigos jogadores dos eternos rivais da capital? Francisco veio a falecer inesperadamente em 1930, quatro anos antes da inauguração desta obra tão ligada ao futebol, quanto foi a sua vida.

Para mim, Francisco dos Santos tem uma história bonita. Este baixote de 1.60m, com um bigode farfalhudo bem à Asterix, que derrotou o clube mais forte de Lisboa, ajudou a fundar o SL Benfica, conquistou o futebol italiano, além de ter jogado no Sporting e, quando se julgava que já não tinha mais nada para dar ao futebol, eis que nos surpreendeu uma vez mais, oferecendo-nos o lugar onde muitos dos caminhos futebolísticos de Portugal vão dar: o Marquês de Pombal.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Tal pai, tal filho #3: Bol Bol

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Bol Bol é um dos jogadores mais distintos e conhecidos da NBA, não só pela sua estatura notória e grande capacidade técnica, como pelo seu reconhecível último nome. Com isto, Bol é filho do reconhecido sudanês Manute Bol, um dos jogadores mais altos a passar pela NBA, com cerca de 2,31 metros.

Manute, passou dez anos na Liga e encerrou a sua carreira com 1999 pontos, 2647 ressaltos, e 2086 desarmes de lançamento, tendo uma inclusão na NBA All defensive team, em 1989. Bol (pai) foi um jogador irreverente, que desafiou o estilo mais convencional e físico dos postes dos anos 80/90, tendo nos triplos uma das principais armas ofensivas. Manute Bol infelizmente faleceu em 2010, com uma doença renal.

PERCURSO DE BOL BOL

Bol foi escolhido pelos Miami Heat, mas “enviado” de seguida para os Denver Nuggets
Fonte: Denver Nuggets

Nascido a 16 de Novembro de 1999, o norte-americano (com descendência sudanesa) efetuou vários câmbios entre escolas desde que se tornou freshman pela Blue Valley Northwest High School. A partir daqui, Bol representou os Bishop Miege, a Mater Dei e terminou o seu percurso enquanto jogador de High School pela Findlay Prep.

O jovem atleta, terminou com médias de 20.4 pontos, 8.2 ressaltos e 2.4 desarmes de lançamento por jogo neste seu último ano pela Findlay Prep, tornando-o unanimemente no quarto melhor jogador da sua classe (apenas atrás de Zion Williamson, RJ Barret e Cam Reddish).

Seguiu-se a faculdade, onde Bol Bol representaria a Universidade de Oregon, podendo comprovar o seu talento na NCAA. Aqui, o jovem solidificou as perpetivas dos scouts e demonstrou-se pronto para o próximo nível. Apesar disto, uma lesão no pé esquerdo encerraria a sua temporada precocemente, fazendo cair de forma drástica o seu valor no Draft de 2019.

Como tal, e mesmo com as reticências dos observadores norte-americanos, Bol admitiu estar pronto para a NBA e candidatou-se ao Draft de 2019, onde foi escolhido como a 44.ª escolha. Todavia, o seu talento, potencial e o facto de o poste norte-americano ser propício a lesões, deixaria as direções das equipas norte-americanas muito subjetivas, fazendo o jovem cair de uma potencial escolha de lotaria para uma escolha de segunda ronda. Para além disso, no NBA Combine o jovem atleta apresentou um peso extremamente baixo, demonstrando-se franzino perante o olhar dos scouts norte-americanos.

Atualmente, Bol é jogador dos Denver Nuggets, não obstante tenha competido no início da temporada com a equipa dos Windy City Bulls na G-League, de modo a arrecadar minutos e a recuperar o seu estado físico e motivacional para entrar pronto na NBA.

As 20 maiores traições do Futebol Português (Parte I)

Hoje falamo-vos de algumas das maiores traições do Futebol Português. O nosso campeonato não lida bem com trocas de jogadores entre clubes rivais. Ao contrário do que historicamente se foi verificando em campeonatos como Itália ou Inglaterra, um jogador que em Portugal troca o seu clube por um rival direto, fica quase que imediatamente riscado pela massa adepta do anterior clube, normalmente rotulado de vendido ou traidor.

Existiram alguns exemplos claros do que acabei de mencionar, com transferências sempre envoltas de enorme polémica e contestação. Por esse motivo, decidi elencar algumas das principais “trocas” de emblema em Portugal, que na maior parte dos casos tornou os atletas figuras odiadas por uma massa adepta que normalmente os aplaudia e venerava.

Os 5 jogadores a observar na reta final da Liga Alemã

O recomeço da Liga Alemã está marcado para este sábado, dia 16 de Maio, e vem acabar com um “jejum de futebol” nas cinco principais ligas europeias, que nos fez sofrer a todos durante os dois últimos meses. Para além do prazer que será voltar a ver futebol de um dos melhores campeonatos do mundo em tempo real e, para alguns, acompanhar equipas que habitualmente apoiam, há muitos jogadores de grande qualidade que voltarão a demonstrar tudo o que valem nos estádios alemães.

Alertando para o facto de jogadores de grande nome não estarem nesta lista, de modo a que possam ser referidos futebolistas que não costumam ter tanto destaque, aqui deixo cinco atletas que sugiro que mantenham debaixo de olho durante as nove jornadas que faltam disputar na Liga Alemã.