Sou fã de wrestling feminino desde que o meu interesse pela modalidade começou mais afincadamente, em 2009.
Numa altura em que a WWE começa, aos poucos, a dar destaque ao talento feminino (merecido), é a altura ideal para homenagear as lutadoras que, durante este espaço de tempo, mais me prenderam, não só pela personagem, mas também pelo talento ou feitos conquistados. Quais as vossas escolhas?
É chegada a hora de, no circuito ATP, se voltarem as atenções para os torneios a disputar em pó de tijolo e, para os portugueses amantes da modalidade, a questão que impera sempre será: o que poderá fazer João Sousa? A questão ganha particular relevo se atendermos ao facto de o “Conquistador” ter conseguido recentemente, em solo norte-americano, regressar aos bons resultados.
João Sousa é o pior inimigo de si mesmo. Quando as coisas lhe correm mal o vimaranense fica frustrado, expressa essa mesma frustração e começa a travar uma luta interior que, não raras vezes, culmina em erros atrás erros com consequente repercussão nos resultados. Após um longo período no qual sempre pareceu incapaz de escapar desta espiral descendente, para alguns João Sousa era já dado como incapaz de regressar ao seu melhor nível. Porém, Indian Wells e Miami provaram que o “Conquistador” está vivo e que ainda pode dar muitas alegrias aos portugueses.
Quando as coisas começavam a correr melhor em piso rápido…é chegada a hora de começar a pisar terra batida, e se há conjugação que suscita sempre dúvidas é essa: João Sousa e terra batida. Três das finais de torneios ATP 250 alcançadas por João Sousa, em Bastad, Genebra e Umag, foram precisamente em pó de tijolo, mas estamos a falar do mesmo tenista que, no Estoril Open, há já vários anos tem tido prestações verdadeiramente desapontantes. Se por um lado o “fenómeno Estoril Open” pode ter outras variáveis influenciadoras dos resultados, como a pressão psicológica adicional que é colocada em João Sousa por “jogar em casa”, por outro lado é também evidente que os desempenhos do tenista português em terra batida não são sinónimo, seguramente, de consistência.
Conseguirá João Sousa repetir os desempenhos de Indian Wells e Miami em terra batida? Fonte: Estoril Open
Apesar das dúvidas, seria muito pessimista pensar, neste momento, que João Sousa irá desapontar no pó de tijolo. Há menos de um mês o “Conquistador” tornou-se o primeiro tenista português a atingir os oitavos de final de um Masters 1000 em piso rápido e, como tal, a confiança está certamente em alta. Sabendo da influência que a componente emocional tem no jogo de João Sousa é seguro que este está hoje em muito melhores condições de ter bons resultados do que num passado recente.
A futurologia é, na melhor das hipóteses, uma pseudociência. Assim sendo, a sensatez diz-nos que nada é melhor do que esperar para ver e, quando falamos de João Sousa, essa torna-se (ainda mais) a melhor opção. Confiança no melhor tenista português de sempre todos temos; resta agora que também ele não se esqueça de confiar em si mesmo, já que esse é meio caminho andado para que venha a ter bons resultados na época de terra batida.
O ABC deslocou-se ao Dragão Caixa na terceira jornada da Fase Final do Andebol 1, em mais um jogo decisivo para a conquista do campeonato que parece “cair” cada vez mais para os lados de Alvalade.
Hugo Rocha teve uma oportunidade excelente para colocar o FC Porto em vantagem, mas falhou um livre de 7 metros logo no primeiro minuto do jogo. Sendo assim Morales aproveitou e colocou o Porto em vantagem logo no ataque seguinte. Ambas as equipas apresentaram defesas 6×0 e dificultaram os ataques contrários, resultando em pouco golos.
A desconcentração inicial das duas equipas também ajudou para esse facto. Era expectável um ABC mais tímido depois da derrota pesada frente ao Sporting, mas tal não aconteceu e os minutos iniciais da partida foram equilibrados. A certa altura a equipa da casa conseguiu construir uma vantagem de três golos, que iria passar para uma vantagem mínima nos minutos finais da primeira parte. Logo, o resultado no final da primeira parte era 12-11.
Este resultado dava condições à equipa forasteira manter a esperança na conquista de pontos neste jogo. No entanto, os azuis e brancos voltaram a construir uma vantagem de três golos no começo da primeira parte. Vantagem esta, que mantiveram até meados da segunda parte, altura em que o ABC empatou 19-19, graças a um parcial de 0-3 entre o 18-14 e o 18-17. A partir deste momento qualquer equipa podia vencer o jogo. No último lance da partida o ABC vencia 23-24, mas o Porto conseguiu empatar a partida a 24-24.
Com este resultado o FC Porto e o ABC mantêm o 3.º e 4.º posto, mas a sua diferença pontual para o Sporting aumenta para quatro e nove pontos, respetivamente.
O ABC uniu-se e demonstrou que é um outsider a ter em conta para destino do título Fonte: Ricardo Rosado
Equipas Iniciais:
FC Porto: Laurentino, Victor Alvarez, António Areia, Daymaro Salina, Morales, Miguel Martins e Diogo Branquinho
ABC: Humberto Gomes, Hugo Rocha, Nuno Silva, Hugo Rosário, Dario Andrade, Belmiro Alves e Carlos Martins
Não pense, caro leitor, que o nível de agressividade no jogo extrapolou o aceitável. A verdade é que estivemos perante um jogo muito equilibrado, muito intenso, com muitas faltas, muitas perdas de tempo, muito batalhado no meio campo e zero golos. A juntar a estes fatores ainda surgiu a agravante do tempo que deixou o terreno muito escorregadio, acabando por tornar o jogo mais trapalhão ainda. Um duelo entre candidatos que deixou algo a desejar pela pouca qualidade que o jogo apresentou, mas que no fim sorriu ao CD Santa Clara que continua nos lugares de subida.
A primeira parte, à semelhança de todo o jogo, foi muito equilibrada. Santa Clara e Arouca demoraram muito tempo a entrar no jogo, optando por uma estratégia mais cautelosa, à procura daquilo que o jogo pudesse dar. A verdade é que foram quase nulos os lances de perigo neste primeiro tempo. O Santa Clara procurava assumir o jogo, jogando um futebol mais apoiado mas sem grande sucesso, devido às sucessivas perdas de bola no meio campo adversário e devido ao pouco esclarecimento da equipa açoriana. Já o Arouca tentava ganhar as segundas bolas, conseguindo quase sempre mostrar mais agressividade na procura pela posse de bola. Ainda assim, não surgiram oportunidades de perigo, nem para um lado, nem para o outro.
Nenhuma das equipas conseguiu combater o nulo
A segunda parte começou praticamente da mesma forma que começou a primeira. Ainda assim, nota para um Santa Clara que entrou nestes minutos iniciais com mais iniciativa e com mais vontade de chegar próximo da baliza de Bracalli. Depois da boa entrada da equipa da casa nestes minutos iniciais, o jogo voltou a ficar morno. Já próximo dos vinte minutos finais da partida, o Arouca começou a pegar mais no jogo. A equipa visitante somou lances de bola parada consecutivos e conseguiu encostar o Santa Clara ao seu meio terreno. Já próximo do final surge a melhor oportunidade do jogo. Barnes aparece isolado na cara de Marco Pereira que lhe negou um golo com uma mancha sensacional.
O jogo acabou num nulo, sem golos e acaba por fazer justiça àquilo que as duas equipas fizeram em campo. O Arouca acaba por conquistar um ponto fora de casa e o Santa Clara, com o empate, mantém-se nos lugares de subida. Valeu a segunda parte com maior intensidade.
Onzes Iniciais e substituições
CD Santa Clara: Marco Pereira, Accioly (SC), Pacheco (C), Minhoca, Igor Rocha, Thiago Santana, João Reis, João Pedro (subst.), R. Saldanha (subst), Vitor Alves, Fernando, Marcelo (subst. João pedro), Clemente (subst Thiago Santana), Osama Rashid (subst R. Saldanha).
FC Arouca: Rafael Bracali (C), João Amorim, Deyvison, Benny, Vitor Costa, Roberto (SC) (subst), Palocevic, Jefre Varga (subst), Bukia (subst), Ericson, Bruno Alves, Barnes (subst Bukia), Areias (subst Roberto), Ohemeng (subst Jefre).
A equipa da capital francesa é, neste momento, tricampeã nacional e uma das mais poderosas equipas do mundo. Apesar de toda esta força, ainda não conseguiram atingir o seu principal objetivo, a conquista da Champions League.
Na época passada ficaram apenas a meros segundos do grande sonho. Este ano o objetivo mantém-se intacto e esse fator tem sido fulcral para a ascensão de duas equipas francesas, tanto no Campeonato como a nível europeu, o HBC Nantes e o Montpellier.
O Montpellier assume à 19ª jornada a liderança do Campeonato Francês e acabou de eliminar o Barcelona nos oitavos do final da Liga dos Campeões e irá defrontar o SG Flensburg nos Quartos de Final. Na época passada também chegou a esta fase, mas foi eliminado pelo Veszprem.
A época tem sido, até ao momento, muito positiva para a equipa francesa Fonte: Montpellier HB
No entanto, o principal objetivo da equipa será a conquista do campeonato, onde apenas tem dois pontos de vantagem sobre o PSG. As prestações de jogadores como Valentin Porte, Diego Simonet, Melvyn Richardson, Nikola Portner, Michael Guigou, Vincent Gérard e Ludovic Fabregas serão a base para a conquista do campeonato e quem sabe uma chegada à Final4 da Champions League 15 anos depois.
O HBC Nantes é uma equipa de tem evoluído gradualmente ao longo dos últimos anos, tendo ficado a apenas três pontos da conquista do título na época passada. Este ano está um pouco mais longe do primeiro lugar, mas a prestação na Liga dos Campeões tem sido excelente.
O Nantes está a viver uma época de sonho Fonte: Nantes HB
Inserido no grupo A, ficou em terceiro lugar, apenas atrás do Barcelona e do Vardar, contando que esta é apenas a segunda participação na prova. As hipóteses de chegar às meias finas são elevadas, já que a equipa francesa é claramente favorita em relação ao Skjern. A experiência de atletas como Lazarov, Klein, Olivier Nyokas, Cyril Dumoulin ajudarão, certamente, esta equipa a atingir os seus objetivos.
Vem aí o “clássico” do título! A cinco jornadas do fim, a margem de erro já não existe e as duas equipas chegam a este confronto a dependerem apenas de si próprias. Para o FC Porto é imperial pontuar em Lisboa, para manter acesa a esperança na reconquista de um título que tem vindo a fugir há quatro anos. O histórico recente é favorável aos dragões e até há jogadores na actual equipa que já foram à Luz marcar e vencer. Ainda assim apenas é certo que, até ao apito final, tudo pode acontecer.
Aquele que poderá bem ser o jogo que decide o desfecho do campeonato está aí à porta, e como tal decidi dar o pontapé de saída no clássico, destacando alguns jogadores que poderão ser peças fulcrais tanto de um lado como do outro.
Uma equipa italiana defrontava um colosso do futebol espanhol e tentava, na segunda mão da eliminatória, recuperar um défice de três golos. Será que a Juventus se iria inspirar no feito da Roma e, em pleno Santiago Bernabéu, deixar o Real Madrid de fora da Liga dos Campeões?
A “Velha Senhora”, que hoje não contava com Paulo Dybala (expulso na primeira mão), entrou no jogo determinada a dar um desgosto aos blancos: ainda o relógio não marcava um minuto e meio de jogo e Mario Mandzukic já tinha colocado a Juventus em vantagem. Marcelo, a dormir no flanco esquerdo, é ultrapassado por Douglas Costa, que descobre Khedira; o alemão cruza e o croata aparece no segundo poste para dar uso aos seus 190 cm de altura e cabecear para o fundo das redes.
Os jogadores do Real Madrid, claramente, não estavam à espera de um início destes. A Juventus não mostrou qualquer respeito e procurou o golo agressivamente desde cedo. Aos três minutos, nova oportunidade de golo, mas o remate de Higuaín é bloqueado.
Após uns dez minutos iniciais francamente maus da parte da equipa de Zidane, os espanhóis pareceram recuperar alguma da sua confiança. Procuravam abrandar o ritmo do jogo, para atenuar o ímpeto inicial da Juve. Aos 14 minutos, Isco vê o seu golo anulado por fora de jogo – como mostram as repetições, o médio está no limiar da posição irregular.
Logo aos 17 minutos, Massimiliano Allegri é obrigado a substituir Mattia De Sciglio, que sai lesionado e dá lugar a Lichsteiner. Os bianchoneri haviam perdido a agressividade inicial, porém o Real Madrid estava longe de estar tão confortável como esperava.
Os blancos continuaram a tentar baixar o ritmo de jogo, face a alguma resistência dos italianos. Os madrilenos vão crescendo na partida e, aos 34 minutos, Isco tem uma grande oportunidade de golo após um contra-ataque rápido (à boa maneira do Real Madrid). Gianluigi Buffon volta a fazer-nos esquecer a sua idade e faz uma excelente defesa.
Quando o jogo parecia ter adormecido até ao intervalo, Lichsteiner cruza do flanco direito (onde Marcelo volta a conceder demasiado espaço) e Mandzukic está novamente no segundo poste, supera Daniel Carvajal e cabeceia para o fundo das redes de Keylor Navas: aos 37 minutos, está feito o 2-0.
Ainda antes do fim da primeira metade, Varane cabeceia à barra, após cruzamento num livre de Toni Kroos. Apesar disto, foi patente o impacto que o segundo golo teve na equipa da casa.
No regresso aos balneários, a Juventus encontrava-se a um golo de igualar a eliminatória e com 45 minutos para o fazer. O Real Madrid simplesmente não se encontrava.
Ao intervalo, Zidane tirou Casemiro e Bale para pôr em jogo Lucas Vázquez e Marco Asensio.
Os espanhóis entraram na segunda parte mais seguros. Pareciam ter ganho confiança e uma ideia de jogo, levando Buffon a mostrar serviço várias vezes.
Mas, aos 60 minutos, o impensável acontece pela segunda vez esta semana: Douglas Costa, que passara a noite a causar problemas à defensiva madrilena, faz um cruzamento que Navas parecia capaz de agarrar facilmente; porém, o guardião costa-riquenho deixa o esférico cair e Matuidi estava no sítio certo à hora certa para encostar e fazer o 3-0, empatando a eliminatória.
Novamente, o Real Madrid acusou o golo da Juventus, perdendo a confiança que ganhara nos 15 minutos que antecederam o tento de Matuidi. Quando já só tinha mais uma substituição por fazer, Zidane decide tirar Luka Modric e lançar Mateo Kovacic. Benzema, que começara a partida no banco, não iria a jogo.
Os minutos foram avançando e o discernimento dos jogadores foi baixando: as bolas eram disputadas até à última mas o rigor tático era pouco.
A partir dos 80 minutos, o Real Madrid toma as rédeas da partida, relegando a “Velha Senhora” para uma posição defensiva. Nada de novo para os italianos, que souberam absorver a pressão dos madrilenos com uma eficácia que poucos conseguem ter. Já se adivinhava o prolongamento.
Porém, aos 90+2 mins, a 30 segundos do final, o impensável volta a acontecer: Cristiano Ronaldo aparece no segundo poste após um cruzamento, cabeceia para a pequena área, onde aparecia Lucas Vázquez. O extremo espanhol parece ser empurrado por Benatia e o árbitro não hesita: assinala penálti e expulsa Buffon por protestos.
O caos estava instalado e só aos 98 minutos é que CR7 foi autorizado a bater a bola, colocada a onze metros da baliza. Como tantas outras vezes, esteve lá quando foi preciso e bate Szczesny. Está feito o 3-1 e consumada a derrota mais saborosa da história do Real Madrid, que segue para as meias finais da Liga dos Campeões.
Uma noite que começou por ser de sonho para os adeptos da Juventus acabou por se tornar num pesadelo para “Gigi”. Eles nunca teriam pensado sair desiludidos do Bernabéu após um resultado como o de hoje; Buffon nunca teria pensado despedir-se da competição que tanto ambicionava ganhar desta forma.
O futebol é um desporto bonito! Esse mesmo, aquele que se joga dentro das quatro linhas, com 11 contra 11 jogadores, passes “de letra”, pontapés de bicicleta, arrancadas e dribles alucinantes, …o futebol “à antiga”. Foi por esse que, um dia, nos apaixonamos e não mais conseguimos resistir a um amor que foi crescendo gradualmente. Falar de arbitragens é colocar em segundo plano o que de mais belo tem o jogo, mas há momentos nos quais a paciência se esgota e, quando assim é, o melhor mesmo é libertar aquilo que nos vai na alma.
Sejamos claros: se o FC Porto não for campeão o melhor que pode fazer é analisar, internamente, o que falhou. Essa é a forma mais sensata de lidar com os fracassos e é talvez a única que pode conduzir a sucessos futuros. Não foi qualquer árbitro que, fazendo uso da linguagem popular, “roubou” ao FC Porto os pontos de vantagem que este tinha sobre os mais diretos adversários e, assim sendo, o dedo tem necessariamente que ser apontado à equipa e à incapacidade que teve para, nos momentos em que a pressão aumentou, manter a qualidade exibicional e, consequentemente, a senda de bons resultados.
Porém, e não entrando em lógicas absurdas ao jeito de “Liga da Verdade”, uma coisa é certa: há situações inexplicáveis e, para qualquer adepto de boa fé, incompreensíveis. A última destas situações ocorreu no passado fim de semana quando, já próximo do final do embate entre o Vitória FC e o SL Benfica, Salvio viu uma piscina na grande área dos sadinos e decidiu mergulhar “ao retardador”. O lance é semelhante ao que envolveu Dybala no jogo da primeira mão dos quartos de final da Liga dos Campeões entre a Juventus FC e o Real Madrid CF. Qual foi a única diferença? A decisão tomada pelo árbitro.
Independentemente das polémicas, o foco de todos os atletas deve manter-se em vencer os próximos jogos Fonte: FC Porto
Errar é humano e “crucificar” um árbitro por um erro é, no mínimo, reprovável. O que choca é o facto de um erro cometido em tempo real ser corroborado pelo vídeo-árbitro, sistema que veio trazer mais justiça ao futebol mas relativamente ao qual, estando associados erros graves como este, começa a gerar-se uma maré de suspeição. Não é concebível que, analisando o lance em causa na televisão, não se perceba que há efetivamente um toque em Salvio, mas que o hiato temporal entre esse toque e a queda do jogador deixa bem claro que a intensidade deste não era suficiente para derrubar o argentino.
Ponto final nas polémicas. O futebol é um desporto demasiado bonito para que se perca demasiado tempo a falar sobre as mesmas e a criar discursos incendiários que fazem com que não seja seguro para uma criança ir assistir a um desporto que é também uma arte. Daqui em diante, para todos, há cinco finais a disputar e a mensagem, interna e externamente, deve ser precisamente essa: todos os intervenientes, entenda-se, dirigentes, treinadores, futebolistas e árbitros devem ser responsáveis, trabalhar seriamente e dar o seu melhor. Se assim for, no final, que ganhe o melhor e, preferencialmente, que o melhor seja o FC Porto.
Todos os canais de informação desportiva ficaram “entupidos” nesta semana pelo caso polémico em Alvalade com o seu Presidente, mas nem por isso deixou-se de haver casos polémicos na arbitragem, confira-os já a seguir.