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Imprensa francesa destaca nega de Francesco Farioli ao Chelsea: «Foi muito claro»

Francesco Farioli garantiu que continua no FC Porto apesar do interesse do Chelsea. Nega aos blues teve eco na imprensa francesa.

Depois da vitória do FC Porto sobre o Estrela da Amadora, Francesco Farioli foi questionado sobre o interesse do Chelsea e foi muito claro quanto à intenção em continuar nos dragões.

«Pode garantir que fica depois do interesse do Chelsea? Sim, absolutamente», respondeu o treinador do FC Porto. A notícia teve eco na imprensa francesa, nomeadamente no Footmercato, que dá conta da vontade do antigo treinador do Nice e do Ajax em continuar nos dragões.

Recorde-se que, este fim-de-semana, foi noticiado o interesse do Chelsea em Francesco Farioli.

Eis o que diz o Footmercato:

«Nomeado treinador interino do Chelsea após a demissão de Liam Rosenior, Calum McFarlane não deverá, no entanto, permanecer por muito tempo no banco dos Blues. Nos bastidores, já estão a ser analisadas várias opções para o suceder, entre as quais se destaca com destaque o nome de Francesco Farioli, atualmente no FC Porto.

No entanto, o antigo treinador do OGC Nice e do Ajax de Amesterdão foi muito claro após a vitória da sua equipa fora de casa contra a Estrela da Amadora (1-2), este domingo, no campeonato: uma saída não está nos planos. “Sou o treinador do FC Porto e estou muito feliz por estar aqui. Pode garantir aos adeptos do Porto que, mesmo que receba uma oferta aliciante do Chelsea, ficará no Porto? Sim, absolutamente”, afirmou ele em conferência de imprensa».

Benfica silencia Sporting num dérbi épico e pinta Gondomar de encarnado

A CRÓNICA: ENTRADA DEMOLIDORA, EXPULSÃO E SUPERAÇÃO ENCARNADA DITAM TAÇA DE PORTUGAL PARA AS ÁGUIAS

O Multiusos de Gondomar foi o palco perfeito para o melhor dérbi do mundo. Com lotação esgotada e um ambiente absolutamente ensurdecedor, SL Benfica e Sporting CP protagonizaram uma final de taça digna de Prova Rainha. A vitória sorriu para o Benfica que bateu o Sporting por 5-6.

A partida começou num ritmo vertiginoso. Aos três minutos, Carlos Monteiro abriu o marcador após assistência de Higor (0-1), levando a falange de adeptos benfiquistas à loucura. O Sporting respondeu, chegando a atirar ao poste por intermédio de Pauleta, mas o Benfica mostrava-se letal nos erros adversários. Numa recuperação a meio-campo, Kutchy arrancou com velocidade e fez o 0-2 com uma verdadeira bomba.

O Sporting reduziu por Rocha na recarga a uma defesa de Léo Gugiel (1-2), mas as águias continuavam letais: Jacaré ampliou para 1-3 de cabeça (após reposição lateral) e, já no minuto final da primeira parte, Zicky Té reduziu para 2-3 com uma finalização cheia de classe após segurar André Coelho.

Se a primeira parte foi frenética, a segunda foi de loucos. O Benfica entrou, novamente, de forma explosiva. Em três minutos, os encarnados dilataram para 2-5, com tentos de Lúcio Rocha (encostando ao segundo poste) e de Carlos Monteiro, que ganhou em velocidade ao seu marcador e bisou na partida. Os leões responderam quase de imediato por Diogo Santos (3-5) , mas Pany Varela fez o 3-6 na recarga de uma bola parada. Merlim viria a reduzir para 4-6 num livre direto logo de seguida.

O momento de maior tensão ocorreu na reta final. A equipa de Cassiano Klein atingiu o limite de faltas e Higor foi expulso, deixando o Benfica reduzido a quatro elementos. O Sporting dispôs de dois livres de 10 metros para relançar o jogo, mas Tomás Paçó esbarrou numa defesa de André Pereira e Bruno Pinto permitiu uma defesa estrondosa outra vez do guardião benfiquista, que acabara de entrar para a baliza encarnada.

A muralha defensiva do Benfica aguentou o período em inferioridade e segurou a vantagem. Já nos últimos segundos, contra o 5×4 sportinguista, os leões ainda reduziram para 5-6 por Bruno Pinto, mas a reação foi tardia e a festa encarnada estava confirmada em Gondomar.

A FIGURA:

Carlos Monteiro no Benfica x Sporting
Fonte: Duarte Rêgo/Bola na Rede

Carlos Monteiro (SL Benfica): Foi o abre-latas do Benfica neste dérbi. Inaugurou o marcador logo aos 3 minutos e, a abrir a segunda parte, bisou numa jogada tremenda em que exibiu uma impressionante velocidade, ultrapassando o seu marcador direto. Foi fundamental no ímpeto ofensivo e na vantagem confortável que os encarnados souberam construir.

O FORA DE JOGO:

Bernardo Paçó Sporting
Fonte: Rui Pereira/Bola na Rede

Bernardo Paçó (Sporting CP): Numa partida de alto rendimento e onde a sua equipa consentiu seis golos, o guarda-redes leonino sentiu dificuldades perante a eficácia mortífera do ataque encarnado na primeira metade e no arranque do segundo tempo. Não conseguiu impor a solidez necessária e acabou preterido em fases cruciais da partida para a aposta no guarda-redes avançado.

ANÁLISE SPORTING CP

A turma de Nuno Dias acusou a entrada demolidora do Benfica nas duas partes. Apesar da tradicional resiliência e de ter chegado ao golo por Rocha, Zicky, Diogo Santos, Merlim e Bruno Pinto, a equipa cometeu alguns erros defensivos atípicos na primeira fase de construção que foram cobrados de forma letal pelos encarnados. Além disso, o desperdício dos dois livres de 10 metros e o não aproveitamento da superioridade numérica de dois minutos acabaram por ser o “canto do cisne” das aspirações leoninas para revalidar o troféu.

5 Inicial do Sporting CP: Bernardo Paçó (GR), Tomás Paçó, Wesley, Alex Merlim e Rocha.

ANÁLISE SL BENFICA

As águias entraram “com a faca nos dentes”. A transição rápida e a pressão provocaram o erro e ditaram a construção da vantagem inicial. Após chegarem aos 2-5, a equipa sofreu defensivamente com o risco leonino, mas revelou um espírito de sacrifício tremendo. O momento de ouro foi a resistência heroica de mais de dois minutos com apenas quatro jogadores em campo, impulsionada por defesas cruciais de Léo Gugiel e, especialmente, de André Pereira. Uma demonstração de superação que valeu mais uma Taça de Portugal para o museu Cosme Damião.

5 Inicial do SL Benfica: Léo Gugiel (GR), André Coelho, Higor, Kutchy e Carlos Monteiro.

Eis as contas do FC Porto para ser campeão já no próximo sábado

O FC Porto pode sagrar-se campeão no sábado e já só depende de si. Ainda assim, há cenários a ter em conta.

O empate entre o AVS SAD e o Sporting abre o caminho ao FC Porto, que venceu o Estrela da Amadora, rumo ao título. Dragões só dependem de si para vencer o campeonato já este sábado, a três jornadas do fim.

As contas do lado do FC Porto são muito simples de fazer: vencendo o Alverca no sábado, o FC Porto é campeão nacional. No entanto, os dragões até podem entrar em campo já campeões.

Só no sábado é que o FC Porto poderá festejar. Ainda assim, caso o Sporting não vença o Tondela (quarta-feira, 29 de abril, 20h15) e o Benfica não vença o Famalicão (sábado, 2 de maio, 18h), os dragões entrarão em campo já campeões. Só se ambos os cenários se sucederem é que o FC Porto festejará… no aquecimento para o jogo.

Rui Borges responde ao Bola na Rede: «Na segunda parte quisemos centralizar um pouco mais o Debast e puxar o Kochorashvili mais para a esquerda»

Sporting empatou com o AVS SAD (1-1) na 31.ª jornada da Primeira Liga. Rui Borges respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.

Rui Borges analisou o empate entre AVS SAD e Sporting (1-1) no encontro referente à 31.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve presente na Vila das Aves, e, no final do encontro, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador dos leões.

Lê também a questão colocada a João Henriques, treinador do AVS SAD.

Bola na Rede: O AFS foi fechando o corredor central ao longo do encontro e o Sporting procurou explorar os corredores laterais, em especial o direito. Ainda assim, pergunto-lhe se faltou alguma velocidade na variação de flanco, sobretudo na primeira parte, e que papel tiveram o Zeno Debast e Kochorashvili, no início da segunda parte, para tornar essa variação mais eficaz?

Rui Borges: Sim, disseste bem, analisaste bem. Na primeira parte, a nossa variação foi muito lenta. O AVS estava com um bloco muito baixo, até entrámos muito bem no jogo, mas o ritmo foi baixando e nós entrámos nesse jogo de bola muito lenta, quando a bola tinha de andar mais rápido. Na segunda parte, quisemos centralizar um pouco mais o Debast e puxar o Kochorashvili mais para a esquerda, porque o AVS tinha algumas dificuldades e o Tunde não marcava muito pelas costas, mas sim pela frente do nosso lateral e criar superioridades à esquerda. Foi isso que aconteceu na segunda parte. À direita, com a nossa dinâmica, tentámos depois acelerar mais com a entrada do Geny, dar mais frescura e aceleração. Conseguimos, criámos situações de golo, mas não finalizámos. É muito por aí.

José Mourinho e o Benfica têm 3 opções para o futuro

O fim da época acentuou as questões sobre o futuro de José Mourinho no Benfica. Há três opções em cima da mesa.

Ainda não há uma decisão definitiva sobre o futuro de José Mourinho no Benfica. Nos 10 dias seguintes ao último jogo dos encarnados na época, a cláusula no contrato do técnico permitirá a Rui Costa e a José Mourinho uma saída a custo reduzido.

No entanto, ainda não há uma decisão tomada. José Mourinho já afirmou publicamente que tem o objetivo de continuar no Benfica e que, inclusive, já teve reuniões no sentido de preparar a próxima temporada. Porém, de acordo com o jornal A Bola, há neste momento três cenários em cima da mesa.

  1. Rui Costa decide que José Mourinho não continuará no Benfica e as águias pagarão ao treinador a cláusula de rescisão de três milhões de euros.
  2. José Mourinho prefere optar por outro caminho e paga ao Benfica a cláusula de rescisão do mesmo valor.
  3. José Mourinho e o Benfica continuam juntos e o técnico renova contrato com os encarnados.

Fora de opções está, neste momento, seguir com José Mourinho sem renovar contrato. O técnico tem vínculo com os encarnados até ao final da próxima temporada, 2027.

José Mourinho
Fonte: Ana Beles / Bola na Rede

João Henriques responde ao Bola na Rede: «Nos corredores, o Sporting coloca muito mais gente no corredor direito do que no corredor esquerdo»

O AVS SAD empatou com o Sporting (1-1) na 31.ª jornada da Primeira Liga. João Henriques respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.

João Henriques analisou o empate entre AVS SAD e Sporting (1-1) no encontro referente à 31.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve presente na Vila das Aves, e, no final do encontro, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador dos avenses.

Lê também a questão colocada a Rui Borges, treinador do Sporting.

Bola na Rede: O Sporting procurou muito os corredores laterais ao longo do jogo para explorar a relação entre extremo e lateral. Pergunto-lhe de que forma tentou condicionar o jogo exterior do Sporting? E qual foi o plano estratégico da equipa no processo ofensivo?

João Henriques: Sim, nós sabíamos que o Sporting era muito forte naquilo que conseguiu, na segunda parte, fazer com mais frequência por dentro. Para condicionar isso, tentámos colocar mais gente por dentro. Nos corredores, o Sporting coloca muito mais gente no corredor direito do que no corredor esquerdo, com a dupla abertura de lateral e ala, envolvendo ainda Trincão, mais um médio desse lado e o central que conduz, e nós tínhamos isso bem preparado. Era com a entrada do Rony na linha de quatro para ficarmos protegidos por dentro e por fora e impedir que houvesse essas situações. No golo do Sporting, infelizmente, por um ressalto, conseguiram conquistar esse espaço e conseguiram-no mais algumas vezes pela qualidade dos jogadores do Sporting. Tem dinâmicas muito interessantes. Do lado esquerdo, com menos gente, mas sempre com o Pedro Gonçalves por dentro e o lateral na largura, com o médio a encaixar entre o lateral e o central para fazerem três, e nós igualávamos com 3×3 nessa situação. Fomos tentando impedir que entrassem por esses espaços. Obviamente que o Sporting depois foi por cima, com mais passes longos, a rematar de fora da área, tentou de todas as maneiras e, na maioria das vezes, fomos muito competentes. Quando não o fomos, tivemos o Adriel nas boas defesas que fez. Obviamente que queríamos as transições. Sabíamos que a exposição do lateral esquerdo abriria espaço por trás dele. Sabíamos também que o Pedro Lima estaria entrelinhas, muitas vezes com capacidade de condução para depois libertar nos alas. Nós estávamos muito condicionados no banco. Tínhamos dois guarda-redes, um deles júnior, e depois cinco jogadores disponíveis, foram os cinco jogadores que entraram. As questões da fadiga e dos jogadores indisponíveis do lado do Sporting estavam um bocado equivalentes às nossas. Tínhamos o Tomané de fora, sem alternativa, por castigo, e todas as outras ausências por lesão. Tivemos de alterar um pouco o modelo de jogo face ao que tínhamos no banco, para terminarmos num 5-4-1, para tentar impedir que o Sporting conseguisse fazer o segundo golo e tentar as transições. E por pouco não conseguimos fazer o golo.

Mau momento: Sporting só venceu 1 dos últimos 6 jogos em todas as competições

O Sporting vive a pior fase da temporada. Leões somam apenas uma vitória nas últimas seis partidas disputadas.

O empate diante do AVS SAD acentuou a fase mais delicada do Sporting na temporada. Os leões atravessam um período de menor fulgor e, nos últimos seis jogos, apenas venceram um.

Nesta sequência há um jogo que, apesar de não ter sido ganho, é de boa memória para o Sporting, nomeadamente o empate diante do FC Porto que permitiu o apuramento na Taça de Portugal, mas está também a eliminação da Champions League e os tropeços no campeonato.

Eis os últimos seis jogos do Sporting:

  • AVS SAD 1-1 Sporting (26/04, Primeira Liga)
  • FC Porto 0-0 Sporting (22/04, Taça de Portugal)
  • Sporting 1-2 Benfica (19/04, Primeira Liga)
  • Arsenal 0-0 Sporting (15/04, Champions League)
  • Estrela da Amadora 0-1 Sporting (11/04, Primeira Liga)
  • Sporting 0-1 Arsenal (07/04, Champions League)

Antes desta sequência, o Sporting vinha numa senda de três triunfos consecutivos, nos quais se incluiu a goleada sobre o Bodo/Glimt na Champions League.

Rui Borges Sporting
Fonte: João Freitas / Bola na Rede

Aston Villa mais longe de ajudar Portugal e o 2º lugar da Primeira Liga a chegar diretamente à Champions League

Só há uma hipótese para o segundo lugar da Primeira Liga chegar diretamente à Champions League. Ainda assim, momento do Aston Villa não está a ajudar.

dois cenários nos quais Portugal pode levar duas equipas de forma direta à fase de liga da Champions League. A mais direta é com o Braga a vencer a Europa League, garantindo diretamente o acesso à prova. A segunda, que permitirá ao segundo classificado da Primeira Liga chegar à fase de liga diretamente, depende do Aston Villa.

Para tal, é obrigatório que o Aston Villa cumpra duas condições: ganhe a Europa League – onde está nas meias-finais – e termine a Premier League no quarto lugar. Embora o quinto lugar também garanta o apuramento direto, em virtude do top-2 de Inglaterra no Ranking UEFA desta época, a vaga que esta posição abriria não seria para o clube com maior Ranking UEFA nos playoffs, mas para o sexto lugar da Premier League.

Deste modo, para que este cenário se concretize, é preciso esperar que o Aston Villa termine no top-4. Com a derrota diante do Fulham na última jornada, os villains desceram ao quinto lugar com 58 pontos, em igualdade pontual com Liverpool e Manchester United (um jogo a menos).

Aston Villa
Fonte: Aston Villa

Rui Borges admite sobrecarga e explica mudanças na equipa: «Era impossível não haver essa gestão»

Rui Borges analisou o empate entre o Sporting e o AVS SAD. O treinador leonino explicou mudanças no onze leonino.

Rui Borges fez a análise do empate entre o Sporting e o AVS SAD por 1-1 na 31.ª jornada da Primeira Liga. O técnico falou na gestão física da equipa e na sobrecarga.

«Temos tido muitos jogos de exigência alta e a sobrecarga existe. Hoje era impossível não mexer na equipa, até por aquilo que fomos falando nestes dias com os jogadores. Era impossível não haver essa gestão. Têm dado tudo, a equipa deu tudo. Não fomos capazes de conseguir ganhar o jogo, mas é o que é. Nós sabíamos que íamos pagar de alguma forma, mas acreditávamos, com confiança total, de que com a vontade e entrega do grupo íamos conseguir ultrapassar. Tivemos dois resultados menos bem conseguidos para o campeonato, também devido a isso. Nesta fase era necessário termos o plantel na nossa máxima força e temos algumas baixas, o que levou a que, nestes jogos de exigência máxima, houvesse essa sobrecarga em alguns jogadores. Mas estou totalmente confiante e orgulhoso daquilo que têm feito. Não podem dar mais, deram tudo pela equipa e têm dado tudo. É claro que não estão como estavam no início ou como deviam estar, mas acima de tudo estão ligados e comprometidos», vincou Rui Borges.

Lê a análise de Rui Borges no final do jogo.

Rui Borges desvaloriza luta pelo título: «Já não dependemos de nós para o segundo lugar sequer»

Rui Borges analisou o empate entre o Sporting e o AVS SAD. O treinador leonino falou na luta pelo título.

Rui Borges fez a análise do empate entre o Sporting e o AVS SAD por 1-1 na 31.ª jornada da Primeira Liga. O técnico falou nas contas para o título… e para o segundo lugar.

«Não é atirar a toalha ao chão, mas uma coisa é certa: já não dependemos de nós para o segundo lugar sequer, é tão simples quanto isso. É focarmo-nos naquilo que temos de fazer para, em primeiro lugar, ficar em segundo. Não adianta estar a pensar. Claramente o FC Porto fica com a vida facilitada para conseguir o título e a nós resta-nos também estar aqui, olhar e sermos sérios até ao fim. Tentarmos fazer a nossa parte para chegarmos ao fim e conseguirmos o objetivo do segundo lugar», destacou Rui Borges.

Lê a análise de Rui Borges no final do jogo.