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Rui Borges analisa empate entre o Sporting e o AVS SAD e reitera: «É o manto verde a funcionar»

Rui Borges analisou o empate entre o Sporting e o AVS SAD. O treinador leonino deixou novas críticas à arbitragem.

Rui Borges fez a análise do empate entre o Sporting e o AVS SAD por 1-1 na 31.ª jornada da Primeira Liga. O técnico analisou o jogo e foi perguntado pela arbitragem.

«Acho que fizemos um jogo razoavelmente bom para sairmos daqui com a vitória. Tivemos várias oportunidades de golo, faltou foi acertar na baliza. Criámos várias oportunidades e não as concretizámos. O AVS SAD acaba por ser feliz num lance que acontece cada vez mais no futebol. Fomos prejudicados nesse sentido. Por isso, não há muito a fazer, é simples. É perceber que não fomos capazes de finalizar da melhor forma as oportunidades que tivemos e saímos penalizados», começou Rui Borges, que foi perguntado sobre a arbitragem.

«Irritações com o árbitro? É o manto verde a funcionar, simples», reiterou o treinador do Sporting.

Lê a análise de Rui Borges no final do jogo.

Boston Celtics de Neemias Queta voltam a vencer Philadelphia 76ers e estão a um jogo das meias-finais da Conferencê Este da NBA

Os Boston Celtics derrotaram os Philadelphia 76ers e colocaram a eliminatória em 3-1. Neemias Queta somou mais uma boa exibição.

Os Boston Celtics estão a uma vitória das meias-finais da Conferência Este na NBA. Triunfo por 128-96 sobre os Philadelphia 76ers mete eliminatória em 3-1, a um triunfo do desfecho.

Neemias Queta esteve em campo durante 17 minutos e somou nove pontos, oito ressaltos, uma assistência e um desarme de lançamento. O poste português voltou a ser fundamental no triunfo do seu conjunto.

Confirmando o triunfo em falta (a série fica fechada em quatro vitórias), os Boston Celtics defrontarão o vencedor da eliminatória entre os New York Knicks e os Atlanta Hawks (2-2).

Continua a acompanhar o trajeto de Neemias Queta na NBA.

Nápoles esteve pela 3ª vez num jogo do Benfica e quer levar jogador da Luz para Itália no verão

O Nápoles mandou um olheiro para o Benfica x Moreirense para ver Richard Ríos. Médio encarnado é alvo dos italianos.

O Benfica x Moreirense foi observado com atenção por um olheiro do Nápoles. De acordo com Nico Schira, um representante dos italianos esteve no jogo para Richard Ríos.

Esta foi, segundo a mesma fonte, a terceira vez que um olheiro do Nápoles observou presencialmente Richard Ríos. O médio colombiano é alvo do clube italiano para a próxima época, tendo o Benfica já definiu o preço desejado: 45 milhões de euros.

Richard Ríos tem 25 anos e chegou ao Benfica no último verão. Na primeira época na Luz, o médio soma seis golos e seis assistências em 43 jogos pelas águias.

Podcast Sair a Jogar #23 – A possível dança de treinadores

SAIR A JOGAR, O TEU PODCAST DE FUTEBOL INTERNACIONAL!

O “Sair a Jogar” desta semana analisa o mercado de treinadores. Em conversa, as possíveis mudanças para a próxima época, projetos em fim de ciclo e o que isso pode significar para o futuro dos clubes

«Vejo a possibilidade da saída de Guardiola, mas não sei se a opção por Maresca é assim tão óbvia», foi referido no podcast. Concordas?

O programa totalmente dedicado ao Futebol Internacional e conta com as participações do Ailton Ricardo Pereira e do Diogo Soares Loureiro.

Fica com a vigésima-terceira edição deste podcast, que está disponível no Spotify, bem como em todas as plataformas habituais.

Para veres todos os podcasts do Bola na Rede, clicar aqui.

23.º PROGRAMA – SAIR A JOGAR

Os podcasts do Bola na Rede estão disponíveis nas mais diferentes plataformas e procuram dar-te um pouco de tudo sobre o mundo do desporto em geral. Atualmente, temos para te oferecer os seguintes conteúdos:

Ouve já os nossos podcasts nas plataformas habituais:

Sporting pergunta por Jesús Fortea e é um dos 4 clubes atento ao lateral do Real Madrid

O Real Madrid pode deixar Jesús Fortea deixar o clube neste verão. O Sporting foi um dos clubes que já demonstrou interesse no lateral.

O Real Madrid considera deixar sair Jesús Fortea neste mercado e, entre os quatro clubes que já perguntaram pelo lateral direito, encontra-se o Sporting. A informação está a ser avançada por Matteo Moretto, que dá conta de que o futuro do jogador não está decidido, tratando-se apenas de uma fase de contactos.

Além do Sporting, também o Bayer Leverkusen, o Ajax e o Como 1907, clube que tem sido associado de forma insistente ao jovem lateral direito, são os clubes que já perguntaram por Jesús Fortea.

Jesús Fortea tem 19 anos e esta época dividiu o tempo entre os sub-19, pelos quais conquistou a Youth League, e a equipa B do Real Madrid, pela qual fez 17 jogos com duas assistências.

Palmeiras de Abel Ferreira e Flamengo de Leonardo Jardim vencem e seguem nos dois primeiros lugares do Brasileirão

O Palmeiras de Abel Ferreira e o Flamengo de Leonardo Jardim venceram na 13.ª jornada do Brasileirão. Dois clubes nos dois primeiros lugares.

Deu vitória para Palmeiras e Flamengo a 13.ª jornada do Brasileirão. Quer o emblema de Abel Ferreira, quer o emblema de Leonardo Jardim, à semelhança do Grémio de Luís Castro, venceram.

O Palmeiras foi a casa do RB Bragantino vencer por 1-0. Flaco López (21′) marcou o único golo da partida ainda na primeira parte e o resultado não mais se alterou.

Mais dilatada foi a vitória do Flamengo na visita ao terreno do Atlético Mineiro, consagrada com um triunfo por 4-0. Pedro (8′), Gonzalo Plata (31′), Giorgian de Arrascaeta (45+1′) e Pedro novamente (84′) selaram a goleada.

Com estes resultados, o Palmeiras segue líder com 32 pontos e o Flamengo vem logo atrás com 26 pontos e um jogo em atraso. O pódio do Brasileirão é fechado pelo Fluminense, que bateu a Chapecoense por 2-1 e tem os mesmos pontos que o rival do Rio de Janeiro.

Oxford United cai à League One e completa lote de equipas despromovidas no Championship

O Oxford United viu ser confirmada a sua despromoção à League One, após uma época difícil no Championship, marcada pela instabilidade.

O Oxford United foi despromovido à League One, depois de duas épocas no Championship. A equipa inglesa tem 47 pontos, a uma jornada do fim, e viu ficar matematicamente impossível a sua manutenção, numa época marcada pela instabilidade no comando técnico e dificuldades em garantir consistência de resultados.

Gary Rowett começou a temporada, mas acabou por sair após um registo de apenas quatro vitórias em 22 jogos. Matt Bloomfield assumiu depois o comando da equipa, conseguindo melhorar o desempenho, com cinco vitórias em 18 jogos. Apesar de ter tornado a equipa mais sólida defensivamente, não foi suficiente para evitar a descida de divisão.

A descida do Oxford aconteceu juntamente com o Leicester City, que terminou no 23º lugar com 43 pontos, e com o Sheffield Wednesday, o último classificado com apenas três pontos.

Um campeão anunciado | FC Porto

O FC Porto está a menos de nada de se sagrar campeão. Não haverá, no final da época, assim tantas exibições memoráveis dos dragões. Por outro lado, também não haverá, no final da época, nenhuma exibição que marcará de tal forma negativamente a época que seja lembrada de maneira determinante. Nesta consistência, explica-se a principal força dos dragões.

Não houve, em 2025/26, nenhuma equipa tão regular, consistente e competente em todos os momentos como o FC Porto. A exibição na 31.ª jornada, na vitória pela margem mínima diante do Estrela da Amadora, é mais um dos vários triunfos que pode ser usado para explicar a superioridade azul e branca nesta época, talvez não tão sobranceira como a evidenciada por campeões noutros anos, mas evidente de tal maneira que, a três jornadas do fim, o clube de Francesco Farioli se pode sagrar campeão.

Victor Froholdt FC Porto
Fonte: Mário Pinto / Bola na Rede

Contra o Estrela da Amadora há, acima de tudo, uma primeira parte dominante e repleta de méritos individuais e coletivos. O Estrela da Amadora montou um 4-4-2 defensivo que, depois de uns primeiros momentos de estudo, rapidamente se desmoronou. Robinho ia para a direita bater de frente com Alberto Costa, Ianis Stoica e Rodrigo Pinho dividiam-se entre os centrais e Pablo Rosario e Marcus Abraham encaixava em Jakub Kiwior. Teoricamente, os encaixes limitavam a construção do FC Porto, mas, na prática, havia duas soluções para os dragões conseguirem sair a jogar desde trás.

Em primeiro lugar, Pablo Rosario voltou a aparecer nos momentos certos. Não será o nome mais valorizado do mercado de verão do FC Porto nem da época azul e branca, mas o crescimento em 2025/26 é por demais evidente. Mais do que a polivalência, também ela assinalável, o médio é capaz de dotar os dragões de criatividade a partir de trás no passe. Procura sempre levar a equipa para a frente, descobre linhas de passe que quebrem linhas e força a última linha adversária com facilidade. Soube fugir à marcação do Estrela e, de frente para o jogo, meter o FC Porto mais perto da área adversária.

Oskar Pietuszewski FC Porto Estrela da Amadora
Fonte: Mário Pinto / Bola na Rede

Mais coletiva foi a forma como o FC Porto conseguiu, à esquerda, criar perigo. Por características individuais, Jakub Kiwior é um lateral esquerdo que funciona melhor mais baixo em campo, sem responsabilidade de incorporar os ataques – embora também o tenha feito uma ou outra vez – e conseguiu atrair Marcus Abraham, mais alto até para o Estrela ter uma opção para a transição. Entre o posicionamento base e alguma passividade aqui ou ali do ponto de vista defensivo, esta característica permitia a Oskar Pietuszewski, quase sempre, encarar o defesa adversário, Max Scholze.

A partir daí, não foi preciso muito para ver o polaco começar a desfilar por tudo o que era terreno. Posto em constantes 1X1, Oskar Pietuszewski começou a driblar e a conquistar metros, superando o alemão (um lateral, por sinal, bastante consistente defensivamente) e chegando a posições de definição. Quando escapava ao duelo individual, procurava vir mais dentro, em zonas de ninguém, para definir em terrenos mais centrais, a pé trocado. Aos 17 anos, é um diamante em bruto com um potencial poucas vezes visto e com uma capacidade de definição já consolidada. Ainda tem arestas a limar e a desenvolver, naturalmente, mas foi o principal fator de desequilíbrio do FC Porto no jogo. A forma recusa a inibição e abraça o jogo, com uma intimidade desproporcional à idade, evidencia o tipo de extremo que o polaco é. Chegou como um nome complicado de dizer e terminará a época a um patamar distante ao pensado originalmente. Não só de futuro se escreve Pietuszewski, mas também de um presente bem evidente aos olhos.

Importa também destacar a forma como Deniz Gul quebrou um longo jejum. Há quatro meses que o turco procurava regressar aos golos, uma busca mais incessante com o papel reforçado na equipa após a lesão de Samu Aghehowa. Na Reboleira, tanta fome até permitiu repetir o festejo e a música que abraça o turco como um lugar de conforto. A repetição do seu nome ao ritmo certo surge como um sussurro apertado. Aliás, se no momento do penálti – cuja vontade em bater só permitiria um desfecho – os gritos de “Deniz, Deniz Gul” só surgiram depois da explosão do golo, certamente nos ouvidos do avançado já ecoavam como um incentivo.

Deniz Gul FC Porto
Fonte: Mário Pinto / Bola na Rede

Há histórias engraças na vida. Se em tantos jogos, talvez o no Estádio da Luz o mais evidente, faltou o golo a Deniz Gul, desta feita foi precisamente o inverso. Já houve exibições bem mais conseguidas do turco do ponto de vista associativo e combinativo do que a da Reboleira; ainda assim, por muito que sejam assinaláveis todas as mais-valias de um avançado, este estará sempre julgado e condenado pelo golo. E, esta tarde, Deniz Gul teve o golo.

Haverá outras exibições a reter, principalmente dos primeiros 45 minutos: Alberto Costa vem em crescendo e conseguiu fugir a Robinho e Ianis Stoica – já depois da alteração na disposição das peças na pressão – e funcionou com maior acerto no passe; foram poucos os duelos perdidos por Jan Bednarek e Thiago Silva; Gabri Veiga foi conseguindo aparecer e, quando o fez, o FC Porto cresceu, ao lado de um Victor Froholdt cujos pulmões de alcance infinito que nem precisou de se desmembrar em cinco para dominar o meio-campo.

É certo que a segunda parte do Estrela da Amadora foi mais atrevida. Jefferson Encada ajudou a conter todo o ímpeto de Oskar Pietuszewski, dando músculo ao que o cérebro estava incapaz de travar, Paulo Moreira reteve mais tempo a bola na posse do Estrela da Amadora e Jovane Cabral, nas costas de Rodrigo Pinho, foi dando ordem e sentido ao ataque do Tricolor da Reboleira.

Bruno Langa Pepê Estrela da Amadora FC Porto
Fonte: Mário Pinto / Bola na Rede

Com Jovane Cabral a prender atenções, as coberturas passaram a ficar mais distantes e os extremos do FC Porto foram mais vezes acionados no 1X1. Por aí se explicam as situações de cruzamento e de finalização que o clube da Reboleira teve ao longo do jogo. Em muitos jogos se falou de sorte no clube azul e branco e de azar no adversário. Sendo esta uma componente inevitável no jogo, é justo dizer que o FC Porto permitiu muito menos situações de golo que os rivais. Se há menos oportunidades, também haverá menos golos. E menos haverá se Diogo Costa estiver na baliza.

Depois do 2-1, surgiu a alteração-chave no jogo. Até então, o banco pouco tinha oferecido a Francesco Farioli e, numa última análise, o FC Porto ficou pior do que melhor. Seko Fofana, nome incontornável na segunda metade da época azul e branca, foi a peça-chave. Passou para a posição mais recuada do meio-campo e, ao invés dos momentos de condução, de transporte, de definição no último terço, deu calma e pausa ao jogo. Pela capacidade atlética por demais evidente, tem nos atributos técnicos e mentais características demasiado subvalorizadas. Guardou a bola, fez o FC Porto defender com bola e, depois do sufoco, permitiu aos azuis e brancos respirar. Só serão precisos mais 90 minutos de sofrimento q.b ao FC Porto antes do título que só a matemática teima em dizer que ainda não está nas mãos azuis e brancas.

Francesco Farioli FC Porto
Fonte: Mário Pinto / Bola na Rede

BnR na Conferência de Imprensa

Bola na Rede: O Pietuszewski tem um jogo de grande impacto, principalmente na primeira parte, quer por fora, quer por dentro e conquista o penálti por exemplo. Do ponto de vista tático e individual, onde considera que o extremo mais tem evoluído e em que é que a presença do Kiwior nas suas costas mais o pode ajudar a crescer?

Francesco Farioli: O Oksar teve um impacto muito grande. Pela ação no penálti, mas também… Eu não contei, mas seria interessante ver o número de dribles. O poder que ele trás para campo a cada momento é importante. É um grande jogador, que está a desenvolver-se muito rápido e com o espírito certo. Vamos continuar a trabalhar. É definitivamente um jogador que será importante para o presente do FC Porto e também para o futuro.

Bola na Rede: Ao intervalo faz três alterações e no meio-campo inverte o triângulo. O que pretendia com estas alterações ao intervalo e em que é que a entrada do Jovane para o vértice do triângulo mais ajudou a melhorar a performance ofensiva do Estrela na segunda parte?

João Nuno: Alteraram essencialmente as características dos jogadores, a nossa forma de jogar manteve-se muito semelhante. Começámos com o Ianis e o Pinho na frente, um deles a ir aos centrais e o outro ao Rosario, com o Robinho a fechar por dentro porque sabíamos que o Alberto ia entrar muitas vezes por dentro e que o Kiwior, no outro lado, não ia subir tanto e ia permitir ao Marcus estar pronto para sair em transições. Mais do que o plano e a alteração, foram as características dos jogadores. O Jovane consegue-nos segurar a bola num momento em que o FC Porto vem pressionar, e consegue sair. Nesse momento começámos a conseguir também atacar e jogar. Tivemos oportunidades claras, três bolas ao poste, bolas com a baliza aberta e que conseguimos falhar. É difícil neste momento não fazermos golos destes, mas acho que a segunda parte foi de uma grande atitude e uma demonstração da qualidade que temos aqui no Estrela.

Corrida ao título: O que falta jogar a FC Porto, Sporting e Benfica na Primeira Liga?

Numa altura em que o FC Porto se aproxima do título da Primeira Liga, Sporting e Benfica ainda sonham com a conquista do troféu.

A três jornadas do final da temporada 2025/26, o FC Porto lidera a classificação da Primeira Liga com 82 pontos, seguido pelos rivais Benfica (75 pontos) e Sporting (72). Na 31.ª jornada, os dragões bateram o Estrela da Amadora, os encarnados golearam o Moreirense e os leões empataram na visita ao AVS SAD.

Importante relembrar que o FC Porto pode ser sagrado campeão na próxima jornada, após o empate do Sporting em casa do AVS SAD, que deu também a vantagem ao Benfica para o segundo lugar.

Acompanha tudo sobre o campeonato português.

Eis os quatro jogos que faltam ao FC Porto:

  • Alverca (casa)
  • AVS SAD (fora)
  • Santa Clara (casa)
FC Porto Jogadores
Fonte: Luís Batista Ferreira / Bola na Rede

Eis os quatro jogos que faltam ao Benfica:

  • Famalicão (fora)
  • Braga (casa)
  • Estoril Praia (fora)
Jogadores do Benfica
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Eis os cinco jogos que faltam ao Sporting:

  • Tondela (casa)*
  • Vitória SC (casa)
  • Rio Ave (fora)
  • Gil Vicente (casa)

*Jogo em atraso. Data indicativa para a realização do jogo.

Jogadores Sporting
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

João Henriques: «A tabela mente em relação à capacidade destes jogadores»

João Henriques analisou o desfecho do duelo da 31.ª jornada da Primeira Liga. O AVS SAD recebeu o Sporting na Vila das Aves.

João Henriques fez a análise ao AVS SAD x Sporting da 31.ª jornada da Primeira Liga, que terminou empatado a uma bola. No final da partida, o treinador mostrou-se satisfeito com o desempenho da sua equipa:

«Foi uma vitória com muita competência. Fizemos 90 minutos em que o adversário teve mais posse, assumimos isso. Um jogo em que o adversário teve mais golos esperados, falamos do melhor ataque da prova. Contudo, ter 1,6 golos esperados mostra o que viemos fazer aqui hoje. Foi uma questão de eficácia, mas tenho que parabenizar os jogadores. Fizemos o que prometemos: ser uma equipa competitiva, mostrámos isso também para a Taça de Portugal. A tabela mente em relação à capacidade destes jogadores. O AVS Sad tinha cinco jogadores disponíveis no banco para jogar, não tínhamos solução. Tivemos que criar para nos adaptar. O Sporting estava fatigado mentalmente. Nós também não estávamos numa posição fácil. A grande oportunidade é do Perea que podia dar outro sabor. O Sporting é uma equipa que luta pelo título, mas nós mostrámos que somos dignos da Primeira Liga. Esta equipa esteve sempre à altura e vamos mostrar esta imagem até final».

AVS SAD x Sporting
Fonte: João Freitas / Bola na Rede