O Sporting está disposto a apresentar uma oferta de 15 milhões de euros por Issa Doumbia, jogador que representa o Veneza.
Issa Doumbia é alvo do Sporting para o mercado de transferências de verão e o emblema de Alvalade está disposto a apresenta uma proposta de 15 milhões de euros ao Veneza, atingindo assim o valor pedido pelo conjunto italiano. A informação está a ser avançada pelo jornal A Bola.
Os leões vão passar por uma pequena revolução no meio campo, já que Hidemasa Morita e Morten Hjulmand vão sair de Alvalade. Issa Doumbia, que também é alvo do Benfica, é visto como o sucessor do japonês. Esta época soma 35 encontros, com oito golos e quatro assistências.
A mesma fonte indica que Sergi Altimira e Yeremay Hernández continuam a ser alvos dos leões, ainda que não exista qualquer oferta em cima da mesa.
Nuno Santos está recuperado e deve fazer parte dos convocados do Sporting para a partida contra o AVS SAD.
Nuno Santos prepara-se para ser a grande novidade para o encontro entre o Sporting e o AVS SAD, relativo à 31.ª jornada da Primeira Liga. A informação está a ser avançada pelo jornal A Bola, que indica que o ala esquerdo se encontra recuperado da mais recente lesão.
O português tem 31 anos e entrou pela última vez em campo no dia 22 de março, na vitória contra o Alverca. Nuno Santos esteve mais de um ano parado. Esta época soma seis encontros, com uma assistência.
O Sporting não vai poder contar com Maxi Araújo para a partida contra o AVS SAD, podendo Nuno Santos lutar com Ricardo Mangas por um lugar no onze titular.
Martim Fernandes vai regressar aos convocados do FC Porto na partida contra o Estrela da Amadora, para a Primeira Liga.
Martim Fernandes prepara-se para regressar à lista de convocados do FC Porto, para o encontro frente ao Estrela da Amadora, relativo à 31.ª jornada da Primeira Liga. O jogador esteve lesionado e ficou fora da ficha de jogo da partida contra o Sporting, mas somente por precaução.
O lateral até estava a ser apontado ao lugar à esquerda, mas a vaga acabou por ficar por Jakub Kiwior, enquanto que Alberto Costa se apresentou pela direita, como habitual.
Martim Fernandes tem 20 anos e está época leva 31 encontros, com um golo marcado e duas assistências. O seu contrato é válido até 2030.
André Sabino, Diretor Geral para o Futebol do Torreense, refletiu sobre a passagem à final da Taça de Portugal, mostrando confiança no projeto do clube.
Em declaraões à Agência Lusa, o Diretor Geral para o Futebol do Torreense, André Sabino, reagiu à passagem histórica à final da Taça de Portugal, após a vitória sobre o Fafe. O dirigente começou por reforçar que estes são os resultados de um plano a longo prazo:
«É um trabalho que começou há algum tempo. É o coroar. Temos trabalhado todos os dias, época após época, e o crescimento do clube também tem sido evidente. É um momento histórico e que o clube também desejava e ansiava».
De seguida, referiu que «não é mais do que uma qualificação para uma final», mas reconheceu que se trata de uma «excelente oportunidade para os jogadores se mostrarem e valorizar-se o trabalho que tem sido feito».
André Sabino sublinhou que o foco agora está na subida à Primeira Liga:
«Temos de festejar, mas focar no passo seguinte, que é o campeonato. O jogo do Jamor, lá mais à frente, logo vamos pensar nele».
Falou também sobre o apoio dos adeptos do Torreense:
«A massa humana que esteve aqui presente é representativa daquilo que é a grandeza do clube. Houve momentos do jogo em que realmente nos apoiaram e empurraram, nós também temos vindo a puxar por eles ao longo do percurso, e acho que esta comunhão também nos ajudou a conseguir este feito histórico que, sobretudo, é para eles. Que festejem».
Por fim, descreveu a forma com o projeto tem levado o clube ao sucesso, prometendo novos feitos no futuro:
«A diversidade demonstra que não é só uma pessoa e que é um trabalho de várias que, com uma ideia comum e uma comunhão do que é a nossa ambição, rigor e exigência, têm ajudado a levar o clube para outros patamares. Este trajeto é muito meritório para todos. Desde o futebol feminino, do futsal, da Liga Revelação… e do futebol profissional. O Torreense pode prometer que não quer ficar por aqui».
«Competir na final com o sonho de tentar jogar o jogo para ganhar. Sou defensor de que todos os jogos são para ganhar. Sabemos que as armas são completamente diferentes, é um poderio completamente diferente, mas temos de saber jogar esse jogo com as nossas armas. Mas não vamos passear ao Jamor. Era impensável há uns meses estar a estudar a equipa do Sporting. Vamos fazer os possíveis para tentar ter um jogo equilibrado».
O Sporting x Torrense será disputado no dia 24 de maio, no Estádio Nacional do Jamor, com apito inicial marcado para as 17h.
Foi um Carnaval diferente em Torres Vedras o de 2026. Com o país mergulhado num rastro de destruição sem precedentes na memória coletiva deste século, as celebrações foram adiadas e a festa que deixa a cidade do Oeste longos dias sem dormir foi adiada. As celebrações de algo que pretende relembrar o Carnaval, mas que, inevitavelmente, nunca o será estão para breve, mas antes dessas, a cidade teve outra festa: a da Taça. Culpa do Torreense, claro, que numa quinta-feira à rua chamou o fogo-de-artifício, os cânticos e as buzinadelas à rua para uma celebração de um feito tão histórico como a chegada ao Jamor. Como diz o ditado, é Taça de Portugal, ninguém leva a mal.
Independentemente do desfecho, o jogo daria à Prova-Rainha um finalista que explica o carinho e, de certa forma, o carácter nobre e real da competição. Torreense da Segunda Liga e Fafe da Liga 3 disputavam o bilhete para o Jamor, esse palco emblemático onde não existe David que não ouse sonhar com um Golias, onde não há grandes nem pequenos e onde a festa assume sempre o papel de protagonista. Calhou, desta feita ao Torreense. Era o melhor clube no papel e, com as fichas apostadas na segunda mão, comprovou o favoritismo com uma vitória contra um Fafe resiliente, capaz de defender bem e de levar o jogo até horas tardias.
Há, no Torreense, uma noção de projeto que se estende a todos os parâmetros. Na última época, por exemplo, o conjunto de Torres Vedras foi ao Jamor vencer o Benfica no feminino. Também há um ano, Luís Tralhão festejou em Famalicão a conquista da Liga Revelação, não ousando sequer sonhar no que o esperaria um ano depois. Quando assim o é e os pés e a cabeça estão assentes na terra e focados no próximo passo, tudo é uma consequência e não uma obra do acaso. Dentro de campo, foi isso que aconteceu.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Antes dos feitos do Torreense, os mais importantes dado o resultado e a historicidade do momento, com o regresso à final da Taça de Portugal precisamente 70 anos depois de uma presença inédita, há que salientar os méritos do Fafe. Não há, também, grande aleatoriedade num clube capaz de superar três adversários da Primeira Liga na mesma campanha e que ousou sonhar com a chegada ao Jamor. A moldura humana preencheu toda uma bancada e foi recompensada pelo espírito da equipa, evidente na forma como os jogadores se compactaram em campo. Defensivamente, o 4-3-3 dava lugar a um 5-4-1 bem organizado. Filipe Cardoso, capitão da equipa, recuava para a linha defensiva, permitindo maior segurança e coberturas à equipa. Foi uma exibição, até onde deu, bastante competente dos defesas do Fafe, fortes e contundentes nos duelos e com capacidade para não deixar ao Torreense espaços a explorar. Sem bola, entre a clarividência e procura de Carlos Daniel na condução e a batalha constante de João Santos com os defesas, nomeadamente com Mohamed Ali-Diadié, foram dando aberturas em transição, insuficientes ainda assim para levar sorrisos maiores para o Norte de Portugal.
A vitória sorriu ao Torreense que, em campo, fez o suficiente para a alcançar. O golo aos 84 minutos, com um remate pleno de intenção e de sentido estético de David Bruno, provando que a violência também pode ser bela se for bem aplicada resolveu as contas da eliminatória. Depois do golo de uma vida, quando levou Cabo Verde ao Mundial 2026, Stopira ainda teve tempo para, de penálti, dilatar a vantagem, quando os descontos já iam bem longos. Não deixa de ser uma das histórias mais bonitas da época, a do veterano central. Para lá do simbolismo do roteiro, há garantias táticas e estratégicas, já comuns a toda a temporada, que abrem horizontes ao Torreense.
Entre estas, nenhuma tão evidente como a dinâmica forte à esquerda. É certo que os momentos-chave do jogo – quer o golo de David Bruno, quer a grande penalidade conquistada por Musa Drammeh – surgem à direita, mas foi o lado esquerdo quem mais em evidência esteve. De resto, e para comprovar esta afirmação, até o priemiro golo surge por este corredor, pelo mais consistente e deslumbrante dos jogadores do Torreense: Javi Vázquez.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
O Torreense luta pela promoção à Primeira Liga e o lateral esquerdo espanhol tem ambições naturais e mais condizentes à sua real capacidade em dar o salto. É um lateral com múltiplos recursos ofensivos e uma veia inspirada quando se trata de cruzar. Toma boas decisões no último terço e junta a capacidade de perceber onde colocar a bola à habilidade para a deixar no sítio certo redondinha. Não se inibe ainda de jogar por dentro nem de combinar com os colegas e está confortável com a bola sob o seu controlo. A dupla com Dani Jean é uma das fortalezas do Torreense. O extremo do Haiti, com naturais esperanças em estar presente no Mundial 2026, complementa a regularidade do espanhol. Não se inibe de partir para cima do adversário e conjuga a irreverência nas intenções com a potencia física nas ações. Não receia o choque, procura a velocidade e tem capacidade técnica para driblar e conduzir em velocidade.
Nesta dinâmica, não é possível esquecer, acima de tudo, os movimentos de apoio dos médios, particularmente de Alejandro Alfaro, o mais polido tecnicamente. Num meio-campo a funcionar em três alturas e com três funções distintas – Léo Silva mais posicional e focado no equilíbrio, Alfaro mais móvel e procurando circular em torno da bola e André Simões a procurar jogar mais próximo do avançado, com ruturas e pisando a área – o espanhol conseguiu criar situações de vantagem para o Torreense aproveitar. No seu jogo de aproximações à esquerda e ruturas, mesmo sem o espaço que o torna mais determinante, Kévin Zohi procurou combinações com Dani Jean que levassem a equipa de Luís Tralhão para a área.
Quer na primeira, quer na segunda, o lado esquerdo destacou-se. A maior diferença, em benefício com o Torreense, entre as duas partes tem duas justificações simples. A primeira, toca em nomes como o próprio David Bruno, mas, principalmente, Luis Quintero. Com o lado direito também mais envolvido, multiplicaram-se as ameaças em campo. O pé esquerdo do colombiano tem um requinte que não é assim tão comum numa Segunda Liga. Depois, e mais determinante, a altura das recuperações do Torreense. A segunda parte foi jogada no meio-campo adversário e houve mais investidas travadas por essas bandas. Consequência disso, o Torreense montou o cerco à baliza do Fafe, ganhou mais tempo de bola no pé e cresceu no jogo. Não tanto como cresceu depois do apito final, numa festa bonita de registar e, certamente, de celebrar para as gentes de uma terra que tanto sofreu neste ano.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Daqui a um mês, haverá nova festa antes do jogo. Depois do jogo, será mais complicado, mas o futebol são 11 contra 11. Não havendo a Alemanha, será o Sporting um rival que permita contrariar a lógica? Só o retângulo e o que lá dentro for feito conseguirá responder.
BnR na Conferência de Imprensa
Bola na Rede: Do ponto de vista tático, quais considera terem sido as chaves da vitória e pedia um comentário à exibição da ala esquerda do Torreense, muito envolvida no jogo, particularmente nos momentos de maior superioridade na primeira e na segunda parte?
Luís Tralhão: Em termos estratégicos e no que preparámos para o jogo, acabou por não ser uma surpresa a maneira como o Fafe se iria apresentar. Já se tinha apresentado desta forma na primeira mão. Defendem num bloco muito compacto, muito junto, fecham muito o jogo interior. Também não nos deram muito espaço na profundidade. Sabem perfeitamente que somos uma equipa que gosta de atacar a profundidade e temos jogadores rápidos. Nesse sentido, tiraram-nos essas armas e tivemos de fazer um jogo mais pausado e mais equilibrado, variar entre jogo interior e exterior e às vezes colocar uma bola na profundidade. Na primeira parte não conseguimos fazer isso com a velocidade que gostávamos, também por muito mérito do Fafe. Sabíamos que eles iam sair rápido em transição e eles assim o fizeram. Tiveram uma ou duas ocasiões durante o jogo e podiam ter marcado. É o dilema de uma equipa que gosta de dominar o jogo e sabe que a qualquer momento pode deixar de ter o jogo controlado, porque pode levar um contra-ataque e numa transição uma bola dar golo. Do ponto de vista tático, na segunda parte fomos mais intensos e recuperámos mais vezes e mais rápido a bola mais à frente, o que nos permitiu estarmos mais perto da baliza. Relativamente ao lado esquerdo, quem nos tem acompanhado sabe perfeitamente que o Javi [Vázquez] e o Dani [Jean] têm um entendimento quase de olhos fechados, não só esta época, mas que já vem da época passada. O envolvimento do ponta de lança e do médio daqueles lado também foi bem conseguido para pô-los em condições de fazer as combinações que eles fazem.
Mário Ferreira, treinador do Fafe, não deu conferência de imprensa.
«Os recrutadores do PSG estiveram presentes nos jogos do Lokomotiv. Eles estavam no jogo hoje. (…) Não houve qualquer oferta».
O jovem internacional russo tem continuado a impressionar a serviço do Lokomotiv Moscovo, acumulando já 17 golos, aos quais junta oito assistências num total de 31 jogos.
O Benfica recebe o Moreirense num encontro da 31.ª jornada da Primeira Liga. Encarnados procuram manter o segundo lugar da tabela.
Na 31.ª jornada da Primeira Liga, o Benfica enfrenta o Moreirense, num jogo importante para as contas do pódio. As formações comandadas por José Mourinho e Vasco Botelho da Costa defrontam-se no Estádio da Luz.
O jogo realiza-se este sábado, dia 25 de abril, a partir das 18h e tem transmissão televisiva na Benfica TV. O duelo será arbitrado por Iancu Vasilica.
À entrada para a jornada, o Benfica ocupa a segunda posição da tabela da Primeira Liga com 72 pontos, com um ponto de diferença e um jogo a mais que o Sporting. O Moreirense parte da oitava posição com 39 pontos, tendo assim uma oportunidade de saltar uma posição e ultrapassar o Vitória SC.
Em declarações à Eurosport, o presidente do Nantes, Waldemar Kita, deixou fortes críticas a Luís Castro, que orientou o clube francês no início da temporada.
Waldemar Kita, presidente do Nantes, não guarda boas memórias da experiência de Luís Castro no emblema francês. Em declarações à Eurosport, o dirigente deixou fortes críticas ao treinador português, atualmente ao comando do Levante, referindo que vai «vai levar dois clubes à despromoção no mesmo ano»:
«O maior erro que cometi foi a contratação de Luís Castro. Conversámos muito e eu devia ter prestado mais atenção. Este treinador vai levar dois clubes à despromoção no mesmo ano (Nantes e Levante)».
De seguida, referiu que Luis Castro não passa de um formador, revelando que pensou no despedimento logo desde os amigáveis na pré-temporada:
«Não devia ter contratado um treinador sem experiência. Já o disse e voltei a repetir. Nunca tínhamos contratado um treinador proveniente da Ligue 2. Este tipo está fora do seu lugar, é um formador. Não pode ter sucesso. Hoje, levanto a voz no clube e todos me dizem que tenho razão. Depois dos jogos de amigáveis, já dizia que era preciso despedi-lo».
«Cristiano é o melhor jogador da história do futebol mundial e, ao mesmo tempo, o melhor exemplo fora do campo. É o modelo que devemos transmitir. Normalmente, converso com os meus jogadores e digo-lhes: ‘Queres ser como o Cristiano Ronaldo ou o Messi também fora do campo, ou queres ser como outro?’. Não vou dar nomes, mas aí está a diferença».
O empresário admitiu que deixa alguns conselhos aos seus agenciados:
«Administra o teu património, compra uma casa, ajuda a tua família… Mas não te ponhas a abrir restaurantes. A não ser que sejas o Cristiano, que está num altar. Porque ele já é um catedrático dentro e fora do campo».
Jorge Mendes explicou a razão para que alguns atletas não atinjam o potencial que lhes era esperado:
«Muitos jogadores perdem-se porque não têm o contexto adequado. Estão um ou dois anos sem jogar e parece que não são bons, mas o problema não é o talento, é a oportunidade».