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Pedro Gonçalves está perto do HCP Grândola

Após uma experiência falhada no ano de estreia na primeira divisão do hóquei em patins nacional, o Grândola já esta a preparar a temporada de 2018/2019. Segundo o que o Bola na Rede conseguiu apurar, o conjunto do distrito de Setúbal quer voltar a subir à divisão de elite e, para tal, vai apostar forte, sendo que a aposta vai começar pelo banco, pois pretende contratar a equipa técnica do Parede FC, liderada por Pedro Gonçalves.

O técnico, que orienta a equipa da linha desde 2015/2016, subiu o clube da terceira para a segunda divisão, tendo realizado campeonatos bastante tranquilos, alcançado um 7.º e um 4.º posto, assim como feito boas prestações na Taça de Portugal. Em destaque estão as campanhas até aos quartos de final em 2015/2016 e 2016/2017, onde acabou por ser eliminado pelo SL Benfica e pela AE Física, respetivamente.

Apesar do forte interesse e da proposta do Grândola, o Bola na Rede também sabe que os responsáveis da equipa do concelho de Cascais querem renovar o contrato com Pedro Gonçalves, peça importantíssima no renascimento do hóquei em patins no clube, e reforçar a aposta na modalidade, com o objetivo de atacar a luta pela subida de divisão. Contudo, segundo as informações recolhidas pelo Bola na Rede, o desfecho mais provável é mesmo a saída do jovem técnico de 26 anos.

Neste momento ainda não são conhecidas muitas movimentações de jogadores na segunda divisão da zona sul, mas o Bola na Rede sabe que o Parede já assegurou uma contratação para a próxima época. Hugo Santos, avançado de trinta anos, representou o Grândola nas últimas duas temporadas e é o primeiro reforço do Parede para a temporada de 2018/2019.

O futuro de Pedro Gonçalves no Parede FC está em dúvida
Fonte: Parede FC

A confirmar-se esta mudanças de ares, será interessante saber que capítulos que se seguirão no Grândola e no Parede. A ingressar na equipa do baixo Alentejo, que mudanças e jogadores Pedro Gonçalves poderá trazer a um conjunto que se conhece muito bem e joga em conjunto há vários anos? Por outro lado, a manter-se na região da linha, que condições o Parede poderá oferecer ao seu técnico de forma a lutar pela (sempre concorrida) subida à primeira divisão do hóquei em patins nacional?

Estes serão mais dois elementos importantes numa zona sul da segunda divisão, que se espera concorrida na próxima temporada. O Sport Alenquer e Benfica tem sido o clube que mais se tem movido e, segundo o que tem vindo na impressa, já terá garantido os serviços de Marinho, EX-OC Barcelos, e Tiago Losna, EX-CD Paço de Arcos. Para além disso, clubes como Física, Sintra, Tigres, que confirmou hoje a contração de Xavier Lourenço, vindo dos franceses do Saint Omer, e Candelária ficaram aquém das expetativas e quererão voltar a fazer um campeonato ao seu nível.

Foto de Capa: Bruno Moreira Photography

Os 5 jogadores da equipa B que merecem ser chamados por Rui Vitória

Tendo em conta as principais necessidades verificadas pelo plantel do SL Benfica na época transata e a qualidade e maturidade revelada pelos jogadores da formação no Caixa Futebol Campus, este é o momento certo para olhar para cinco jogadores da equipa B que, numa altura em que a versão 2018/2019 do SL Benfica se começa, aos poucos, a revelar, merecem ser recompensados com uma chamada à formação principal na temporada que se avizinha.

UFC 225: Haverá coração para tanta emoção?

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Que difícil que é analisar este cartaz, destacar um combate, um momento ou um must watch. Assim de repente, com um breve olhar para os combates incluídos no cartaz do evento 225 – a realizar-se no dia 9 de Junho em Brasília –, é possível identificar vários combates a não perder. Para facilitar a leitura e compreensão deste artigo, serão apenas analisados três combates.

Yoel Romero vs Robert Wittaker: Quem é o dono da divisão Middleweight?

Este será o principal combate da noite, e não é para menos já que estamos a falar de uma desforra, de uma disputa de título e de um confronto entre o campeão e o campeão interino. Robert Wittaker teve o mérito de ter contrariado o veterano cubano. Yoel é um lutador bastante dificil de contrariar. O cubano tem um boxe bem limado, joelhadas muito poderosas e um wrestling de nível olímpico. No último confronto, Wittaker conseguiu evitar as tentativas de derrube de Yoel, servindo-se de pontapés frontais à zona lombar para evitar aproximações do wrestler. Desta feita, veremos se a estratégia do neo zelandês continua válida, ou se Yoel encontrou uma forma de contrariar a estratégia defensiva do ainda campeão da divisão Middleweight.

Dos Anjos vs Covington:

Colby Covington vai enfrentar um ambiente hostil
Fonte: MMA Hits

O campeão interino está aqui!!! O brasileiro Rafael Dos Anjos joga em casa e neste caso a casa estará claramente do seu lado. Isto porque Covington irá competir provavelmente no ambiente mais hostil da sua carreira. O americano teceu comentários insultuosos para com o povo brasileiro, tendo inclusivamente protagonizado uma altercação com o antigo campeão de pesos pesados Fabrício Werdum.

No que ao combate diz respeito, Rafael dos Anjos parte como favorito. Tal não se deverá única e exclusivamente ao já referido fator casa, mas também pelo histórico dos dois atletas. Rafael dos Anjos já foi campeão no UFC, já enfrentou e derrotou algumas das maiores estrelas do mundo das mma como Robbie Lawler, Neil Magny, Nate Diaz ou Donald Cerrone. No entanto, o percurso dos Anjos também está marcado por 9 derrotas. Para Covington é uma excelente oportunidade para se distanciar da imagem de imitação de Conor McGregor. Quem vencer terá pela frente Tyron Woodley ou Darren Till, dependendo da disponibilidade do atual campeão da divisão.

A redenção de CM Punk?

CM Punk após a derrota frente a Mickey Gall
Fonte: Bro Bible

Serão poucos, por certo, aqueles que se recordam com saudade do primeiro e único combate de CM Punk no octógono do UFC. Nessa ocasião, Punk foi dominado de forma evidente pela jovem estrela em ascensão Mickey Gall. Gall não perdeu tempo e explorou as previsíveis lacunas no jogo de chão da antiga estrela da WWE. O resultado? Bem, o resultado foi uma derrota por submissão logo no primeiro assalto. Evidentemente que ninguém teria muitas esperanças que CM Punk, então com 37 anos e sem qualquer passado ligado ao mundo das artes marciais, fizesse um brilharete frente a um jovem bastante rodado como Gall. Muitos fãs entenderam a seleção de Punk como uma clara jogada de marketing, numa tentativa de replicar o fenómeno Lesnar. A diferença, neste caso, é que Lesnar tinha um passado legítimo associado aos desportos de combate. A aposta em Punk falhou.

Agora, quase dois anos depois dessa desapontante estreia, a organização de Dana White decidiu colocar novamente Punk no octógono. Será de esperar que, com mais tempo de treino, CM Punk se saia bastante melhor do que no seu combate de estreia. O seu adversário será Mike Jackson que, curiosamente, conta igualmente com um combate no seu percurso no UFC. Nesse combate, Jackson foi derrotado por submissão no decorrer do primeiro assalto e o seu adversário era, nada mais nada menos que …, Mickey Gall. Veremos como se sai a antiga estrela da WWE.

Outros combates a não perder

Alistair Overeem x Curtis Blaydes

Joseph Benavidez x Sergio Pettis

Holly Holm x Megan Anderson

Rashad Evans x Anthony Smith

Foto de Capa: MMA Fighting

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

Não era segredo

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Este é, provavelmente, o texto de opinião mais fácil de escrever. Os Warriors saíram vitoriosos do jogo três. Vencem agora por 3-0 e nunca ninguém recuperou de uma desvantagem tão funda. Eu acho que os Warriors, em princípio, ganham. Não sei, digo eu…

Isto era o que se previa: “Atenção aos Rockets!”, “Olha que os Rockets, este ano, cuidado com eles”, deram luta e perderam. Tal como esta, muitas outras foram as narrativas que tentaram apimentar o desfecho. Entende-se – a NBA vive disso. Não deixa de ser um produto, e compra-se mais facilmente se deixar os fãs na expetativa pela consagração. Mas nunca houve qualquer dúvida de que os Warriors são a melhor equipa. Aliás, em fevereiro, no primeiro texto que escrevi para o Bola na Rede, terminei a minha análise sobre o que seria a época regular após o All-Star Weekend com a seguinte frase: “A NBA é isto, e no final ganham os Warriors.” E eu estou longe de ser um génio, era deveras previsível.

A típica questão do: “Será que isto – o facto de nos últimos quatro anos as finais terem sido sempre Warriors vs Cavaliers – é saudável para a liga?”. A resposta é, obviamente, as outras equipas que mudem. Nada disto é justo e não é suposto ser. É desporto. Há a opção choramingar e a opção tentar derrotar os Warriors. Isto, quando muito, é bom para a liga – tem é de existir a mentalidade de “vamos ser melhores que eles” e não “eles não deviam ser tão bons”.

Posto isto, o que esperar para o próximo ano?

Os Sixers, recentemente mergulhados num escândalo no mínimo caricato, vão dar bastante luta no Este. Os Celtics, se saudáveis, podem, pelo menos, quebrar com a tradição Cavs vs Warriors. LeBron vai dizer adeus a Ohio e embarcar numa viagem para o Oeste – resta saber se vão voltar a queimar as camisolas dele em Cleveland.

JR Smith é conhecido por ser temperamental, mas a sua desatenção nos segundos finais do jogo 1 excedeu o limite do aceitável
Fonte: Cleveland Cavaliers

Não me quero repetir, só que torna-se complicado ver alguma equipa a fazer frente aos Warriors caso mantenham as suas principais peças. Espero muitas surpresas nesta offseason e anseio para que alguém aposte tudo em derrotar os Warriors. A parte divertida da NBA passa muito por aí: as equipas têm sempre um prazo de validade e é preciso ir adquirindo produtos novos, vê-los crescer, vê-los morrer, e repetir, repetir, repetir.

A NBA é isto, e no próximo final espero que não ganhem os Warriors.

Foto de Capa: NBA

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

O Dicionário de Fernando Santos: João Mário

Terminada mais uma época desportiva ao nível dos clubes, todo o universo do futebol se centra agora no Mundial da Rússia.

Portugal, inserido no grupo B, estreia-se no segundo dia de competição, frente à Espanha. No entanto, a preparação da Seleção Nacional já há muito teve início. Um mês antes do pontapé de saída na Rússia, Fernando Santos anunciou uma das decisões mais importantes: os 23 convocados para a fase final.

Face a um leque de opções alargado, o Engenheiro optou pela variedade. No grupo que vai seguir viagem para a Rússia, todos os jogadores apresentam caraterísticas diferentes, tendo utilidades repartidas pelos diversos contextos.

Assim, até à estreia da Seleção Nacional, o Bola na Rede vai definir, numa palavra, aquele que pode ser o principal contributo de cada jogador para a equipa das Quinas.

João Mário: Inteligência.

O futebol não é feito de se’s, mas ficará sempre a dúvida de até onde poderia ter ido Portugal na Taça das Confederações caso João Mário tivesse sido integrado a convocatória.

Talvez por não se destacar tanto nas estatísticas, o médio de 25 anos por vezes é esquecido, mas a verdade é que é um dos imprescindíveis de Fernando Santos.

Titular no lado esquerdo do meio-campo luso, o médio fez todos os jogos do Euro a titular à exceção da partida com a Áustria, onde acabou por entrar no segundo tempo.

As combinações com Raphael Guerreiro, que aproveita os movimentos interiores do médio para subir pelo flanco, dinamizam o ataque português, que beneficia ainda das suas assistências para Ronaldo.

Com muito talento, João Mário destaca-se pela forma como trata a bola e elegância que demonstra em campo. Sempre muito inteligente nas tomadas de decisão, a forma como pensa o jogo acelera o processo ofensivo português, sem que precise de grandes correrias.

Os seus movimentos para dentro permitem a Portugal equilibrar o meio-campo, funcionando João Mário simultaneamente como terceiro médio centro e médio esquerdo.

Uma variedade de utilidades que só um craque com muito entendimento do jogo pode oferecer.

Foto de Capa: FPF

Potter e o seu regresso a Inglaterra

Graham Stephen Potter é o novo treinador do Swansea City. O nome pode ser desconhecido para o adepto comum, mas, para quem estiver atento, sabe que Potter acaba de ter uma oportunidade que há muito merecia. Em 2011, quando começou a carreira de treinador, estava na 4ª divisão da Suécia…

Foram sete anos. Sete anos ao serviço do Ostersunds, clube do centro da Suécia e, com Graham ao comando, o clube conheceu os seus anos mais dourados da história, coroados com três promoções até à 1ª divisão do país escandinavo. Depois de duas promoções consecutivas (2011 e 2012) que fizeram a equipa catapultar da 4ª para a 2ª divisão da Suécia, o Ostersunds, ao cabo de três épocas na ‘2ª’, almejou subir ao ‘Allsvenskan’, escalão primodivisionário da Suécia. Mais, em 2017 ergueu a Taça.

Como consequência da conquista da Taça, o Ostersunds causou impacto europeu na Liga Europa, pois, ao entrar na 2ª pré-eliminatória, foi eliminando equipas de renome, tais como Galatasaray ou PAOK, passou a fase de grupos onde esteve integrado com Athletic Bilbao, Zorya e Hertha de Berlim e só viu interrompida este surpreendente trajeto nos 16 avos de final quando caiu aos pés do Arsenal – derrota na Suécia por 3-0 e vitória em pleno Emirates Stadium por 2-1 (os suecos fizeram o 2-0 ainda cedo e reabriram de certa forma a eliminatória).

Graham Potter deixa o Ostersunds pela porta grande depois de uma ascensão incrível nos últimos sete anos
Fonte: Ostersunds Fotbollsklubb

Como jogador, Graham teve uma carreira modesta e só jogou em clubes ingleses, tais como Stoke City, West Bromwich ou York City. Sendo assim, conclui-se que este é um regresso ao futebol britânico e ao cabo de vários anos de trabalho num país onde o futebol não é de longe o mais apreciado e, quando chegou, pegou num clube completamente entregue ao amadorismo, levando-o até viver, como se assistiu esta época, dias europeus.

Deixa o emblema sueco na 6.ª posição do campeonato e agora abraça um novo desafio, o primeiro como treinador em terras de Sua Majestade. O objetivo é devolver os ’Swans’ à Premier League depois da inglória descida desta temporada. Ainda que esteja no Championship, Potter vai ser protagonista em palcos do melhor futebol do mundo, o que só se deve ao seu mérito de lá ter chegado. Aos 43 anos, o técnico ainda é jovem e tem tudo para dar cartas ao melhor nível no futebol europeu. Depois da história de encantar na Suécia, Graham Potter tem um novo capítulo a escrever.

Foto de Capa: Swansea City FC

Artigo revisto por: Jorge Neves

Revista do Mundial 2018 – Polónia

A boa prestação em França 2016 está bem presente na memória e os polacos querem fazer algo que ainda não foi feito pela seleção este século: passar a fase de grupos do Mundial. Algo que não aconteceu em 2002 e 2006. Parecem tão remotos os dourados anos 70 e 80 para o futebol polaco. Contudo, atenção, a seleção de Adam Nawalka reúne características há muito ausentes na ‘Polska’.

Revista do Mundial 2018 – Senegal

O Senegal é um dos cinco representantes do continente africano. Após terem falhado os mundiais de 2006, 2010 e 2014, os “Leões de Teranga” pretendem dar o seu máximo para dignificar a sua nação e representar da melhor forma possível África. Naquela que será apenas a segunda participação na prova mais importante de seleções, a seleção senegalesa quer efetuar uma prova idêntica à de 2002, em que surpreenderam ao vencer pela margem mínima no jogo inaugural a seleção campeã do Mundo da altura, a França, e só foram travados nos Quartos pela Turquia.

Revista do Mundial 2018 – Colômbia

“Los cafetones”. É esta a alcunha da seleção colombiana, dirigida por José Pékerman, que faz parte do grupo H do mundial da Rússia 2018, juntamente com o Japão, o Senegal e a Polónia. Apesar desta última surgir como favorita a avançar à próxima fase, a Colômbia apresenta em campo jogadores como James Rodríguez, Ramadel Falcão, Duván Zapata e Carlos Bacca, nomes que podem ajudar a Colômbia a sonhar mais alto neste campeonato do mundo. Campeões da Taça da América em 2001, a seleção da Colômbia ocupa o 13º lugar do ranking da FIFA e entra em jogo pela primeira vez no dia 19 de Junho, frente ao Japão.

Revista do Mundial 2018 – Japão

A Seleção Japonesa de Futebol foi fundada em 1932, ocupa o 44ª lugar no Ranking FIFA e foi a anfitriã, juntamente com a Coreia do Sul, do Campeonato do Mundo de 2002.
Os Samurais Azuis, alcunha da seleção, nunca venceram uma grande competição internacional e esperam este ano fazer um Mundial que surpreenda todos os amantes do desporto-rei.