Na sua estreia no banco do Cruzeiro, Artur Jorge alcançou um triunfo por 3-0 na receção ao Vitória, da nona jornada do Brasileirão.
No primeiro jogo de Artur Jorge no comando técnico, o Cruzeiro recebeu e bateu o Vitória por três bolas a zero. Desta forma, o clube de Minas Gerais conquistou os três pontos no Brasileirão pela primeira vez na temporada de 2026.
A formação da casa entrou a todo o fulgor na primeira parte, marcando três golos no espaço de sete minutos, apontados por Christian (32′), Kauã Moraes (35′) e Kaio Jorge (39′).
Com este resultado, o Cruzeiro atingiu os sete pontos na 18.ª posição do Brasileirão, em zona de despromoção. O Vitória manteve-se com 10 pontos, caindo para a 10.ª posição.
🕘 Fim de jogo e 𝗔𝗡𝗢𝗧𝗔 3⃣ 𝗣𝗢𝗡𝗧𝗢𝗦 𝗣𝗔𝗥𝗔 𝗢 𝗖𝗥𝗨𝗭𝗘𝗜𝗥𝗢!!! 🦊💙
COM DOMÍNIO DO INÍCIO AO FIM, O CABULOSO GANHA DO VITÓRIA, POR 3 A 0, E SOMA PONTOS IMPORTANTES NO BRASILEIRÃO!!! VAMOOSS!!
Numa entrevista ao Canal 11, o diretor desportivo do Barcelona, Deco, deixou fortes elogios a João Cancelo e revelou a intenção de tornar a transferência definitiva.
João Cancelo tem impressionado no regresso por empréstimo ao Barcelona, proveniente do Al Hilal. Numa entrevista ao Canal 11, o diretor desportivo dos culés, Deco, abordou a continuidade do internacional-português na Catalunha, para além do atual acordo, começando por deixar fortes elogios ao defesa-lateral:
«O João é um jogador que eu acho que tem a cara do Barcelona. Porque tem duas coisas: paixão pelo clube e qualidade e ele tem as duas».
Questionado sobre a possibilidade de João Cancelo assinar em definitivo no verão, Deco respondeu:
«Sim, não é difícil. Tem mais um ano de contrato lá (no Al Hilal) e óbvio que se ele continuar com o rendimento que nós ele sabemos que ele tem, a nossa ideia de é que queremos ficar com ele. Mas isso já vai para outras partes de negociações».
O Casa Pia x Benfica será o 50.º jogo de José Mourinho no comando técnico do Benfica. Depois de 11 jogos na primeira passagem na Luz, este será o 39.º da atual temporada.
José Mourinho está prestes a atingir a marca dos 50 jogos no comando técnico do Benfica. O registo será alcançado na visita ao Casa Pia da 28.ª jornada da Primeira Liga, marcado para a próxima segunda-feira, dia 6 de abril.
Depois de uma curta passagem pela Luz na época 2000/01, na qual orientou apenas 11 jogos, o técnico português prepara-se para chegar aos 39 jogos pelos encarnados na atual temporada, depois de substituir Bruno Lage no cargo. No total, José Mourinho conseguiu vencer 29 jogos, empatando 10 e sendo derrotado em outros 10.
Faltam sensivelmente dois meses para o arranque do Mundial de 2026 e, pela primeira vez em muito tempo, a sensação não é apenas de expectativa, é de mudança.
Mudança de formato. Mudança de protagonistas. E, quem sabe, uma mudança na hierarquia do futebol mundial. Este não é apenas mais um Mundial. É o primeiro de uma nova era.
Há algo de profundamente bonito nos últimos bilhetes carimbados. O Iraque regressa a um Mundial 40 anos depois. A República Democrática do Congo volta 52 anos depois. Dois exemplos de que o futebol, mesmo num mundo cada vez mais controlado e previsível, ainda deixa espaço para o improvável.
Nos últimos apurados da zona europeia, a Bósnia do eterno Edin Dzeko, Chéquia, Suécia (com Viktor Gyokeres no papel de herói nacional) e Turquia completam o lote final, seleções que, sem fazerem parte da elite absoluta, chegam com qualidade e capacidade para complicar contas.
Mas se há histórias de regresso, há também ausências que fazem barulho. A Itália volta a falhar um Mundial. Pela terceira vez consecutiva. A tetracampeã mundial tornou-se, de forma quase inexplicável, numa ausência recorrente. Já não é acidente, é diagnóstico.
É uma “tragédia” sem precedentes num futebol que foi perdendo identidade e qualidade, apesar de paradoxalmente a Squadra Azzurra ter-se sagrado campeã europeia em 2021 (a edição Euro 2020 que se disputou no ano seguinte por causa da pandemia) em Wembley frente à Inglaterra.
Itália não se consegue apurar para o terceiro mundial consecutivo 🥶
Estamos perante um caso no qual toda uma geração de jogadores italianos não irá disputar um mundial, pois o hiato será no melhor dos casos, de 16 (!) anos. Algo absolutamente impensável há duas décadas atrás. O que é certo é que os transalpinos ganharam em 2006 e depois não passaram da fase de grupos nas edições de 2010 e 2014. Duas décadas penosas.
E há outras quedas que surpreendem: a Dinamarca de Froholdt e Hjulmand fica pelo caminho. Os dinamarqueses podiam claramente ter evitado ter jogado este play-off, pois estiveram a ganhar em casa por 2-0 no penúltimo jogo do seu grupo de qualificação contra uma seleção da Bielorrússia extremamente débil, deixaram-se empatar e a decisão da qualificação directa decidiu-se contra a Escócia (seu rival directo) em Glasgow, num ambiente que já se sabe que é absolutamente infernal para a equipa visitante.
A Polónia (do trio polaco portista Bednarek, Kiwior e do prodígio Oskar Pietuszewski) também não conseguiu o tão desejado apuramento, e consequentemente terá sido a última oportunidade do lendário Robert Lewandowski jogar um Mundial. O futebol é belo, mas é igualmente cruel e inesperado. Sempre foi.
No lote dos favoritos, partem quatro seleções como as que têm mais potencial e recursos para levantar o “caneco” a 19 de Julho no MetLife Stadium. À cabeça está a Espanha.
The stage is set for the biggest-ever FIFA World Cup!
The line-up for the @FIFAWorldCup 2026™ has been completed with six teams clinching the remaining places among the 48 that will make the upcoming tournament in North America the most inclusive ever.
Campeã europeia depois de ganhar todos os jogos da competição (num brilhante percurso no qual derrotou seleções como a Alemanha, a França e a Inglaterra), que conta nas suas fileiras com um talento geracional e com um jogador que já não é promessa, é realidade: Lamine Yamal. A seleção espanhola parece ter reencontrado algo que tinha perdido: naturalidade no jogo. Dá gosto ver a seleção de “nuestros hermanos”, com uma identidade muito própria.
França e Argentina continuam onde sempre estiveram nos últimos anos, no topo. Consistentes, profundas, habituadas a estes palcos. Kylian Mbappé e os seus companheiros apresentam uma seleção com uma panóplia gigante de jogadores de imensa qualidade a nível ofensivo: Olise, Ekitike, Dembelé, Barcola, Thuram, Cherki, Doué, entre outros.
A Argentina (ainda pendente da confirmação oficial de que o mundo espera que Messi vai disputar o seu 6º Mundial) não deslumbra mas é a campeã em título, mantém um grande gene competitivo, e é uma seleção que tem jogadores de muita qualidade, como o próprio Leo Messi, assim como Julián Álvarez e Enzo Fernández.
Mais 1 golo e 1 assistência do Messi pela Argentina ao intervalo… naquele que pode ser o último jogo pela Seleção 🇦🇷 O argentino já não parecia conter as emoções no último treino 🥲 pic.twitter.com/1v3JDKL5XI
E depois há Portugal. Uma seleção com talento para tudo. Para encantar, para desiludir… e para, finalmente, fazer história. Com Roberto Martínez, ou talvez apesar disso, Portugal chega com argumentos claros para lutar pelo título, embora persista a desconfiança de que o técnico espanhol seja a pessoa indicada para liderar um conjunto com um talento como poucas vezes se viu numa seleção nacional.
E há um elemento que transforma tudo: Cristiano Ronaldo. Se este for, como tudo indica, o seu sexto e último Mundial, então estamos perante um possível último capítulo que pode ser tudo, ou nada. E isso, só por si, já torna esta seleção impossível de ignorar. É importante frisar que esse elemento terá de ser gerido cuidadosamente, esta selecção já não é dependente do seu melhor jogador.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Não é “ódio gratuito” afirmar que Cristiano Ronaldo é o principal jogador da seleção. Tem 41 anos, e é naturalíssimo que já não tenha a influência de outrora. Jogadores como Bernardo Silva, Bruno Fernandes, Vitinha, Nuno Mendes e João Neves (entre outros) também merecem o respectivo protagonismo, e essa será a espinha dorsal de um colectivo que caso se una em torno de um objectivo, pode perfeitamente sagrar-se campeão mundial pela primeira vez na sua história.
Talvez o maior sinal de mudança deste Mundial esteja no Brasil. Pela primeira vez em décadas, a seleção canarinha não chega como favorita. Chega como outsider. Continua a ser o Brasil, mas já não impõe medo automático. Ao leme do técnico italiano Carlo Ancelotti, já não entra em campo com a aura de inevitabilidade. E isso diz muito sobre o estado atual do futebol mundial.
48 seleções. 12 grupos. Mais de um mês de competição (11 de junho a 19 de julho). Os dois primeiros de cada grupo seguem em frente, juntamente com os oito melhores terceiros (!). É um formato que divide opiniões.
Por um lado, o alargamento da competição abre novas portas: seleções como Cabo Verde e Curaçao fazem a sua estreia e trazem novas histórias, novas culturas, novas formas de viver o jogo.
Por outro, levanta dúvidas: mais jogos nem sempre significam mais qualidade. Mas há algo inevitável aqui, mais equipas significa mais imprevisibilidade. E isso, num Mundial, nunca é mau.Há grupos aparentemente resolvidos… e outros que são autênticos campos minados.
O Grupo K, com Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia, parece totalmente acessível, mas já sabemos que historicamente Portugal costuma não se exibir ao seu melhor nível quando os adversários não exigem a sua melhor versão.
O Grupo H, com Espanha e Uruguai, promete intensidade desde o primeiro minuto. O Grupo C junta Brasil e Marrocos, um duelo que há poucos anos não teria o mesmo peso, mas que hoje levanta dúvidas reais. E o Grupo L, com Inglaterra e Croácia, é um clássico moderno disfarçado de fase de grupos.
O grupo da morte é claramente o grupo I, com seleções como a França, Senegal (que perdeu o título de campeão africano que lhe foi sonegado injustamente) e a Noruega de Erling Haaland, com a sua melhor geração de sempre.
Este novo formato cria algo curioso: já não basta ser bom, é preciso ser consistente desde o primeiro jogo. Porque há mais caminhos… mas também mais formas de cair.
Há também um Mundial que se joga fora das quatro linhas. A participação do Irão continua envolta em incerteza, num contexto de tensão geopolítica com os Estados Unidos, um dos países anfitriões.
Mais uma vez, o futebol cruza-se com algo maior do que ele próprio. E mais uma vez, não consegue fugir disso.Este Mundial traz também ajustes nas regras de arbitragem.
Mais tecnologia, mais controle, mais tentativas de tornar o jogo “justo”. Mas a verdade mantém-se: o futebol continuará a ser discutido ao detalhe. Porque o problema nunca foi só a decisão, é a interpretação. E isso nunca será totalmente resolvido.
No fim, como sempre, tudo se decide onde deve: dentro das quatro linhas. Pode mudar o formato, podem cair gigantes, podem surgir novas seleções, mas quando a bola rolar, tudo volta ao essencial. O Mundial tem essa capacidade única de nos lembrar que, por mais que o futebol evolua, há coisas que não mudam: o peso do momento, a coragem de quem arrisca e a imprevisibilidade de cada jogo.
Porque este será um novo Mundial, sim, mas as emoções serão as mesmas de sempre. A ansiedade antes do apito inicial, o grito preso na garganta, o golo que fica na memória. No meio de todas as mudanças, é isso que permanece. E é por isso que, quando começar, vamos voltar todos ao mesmo lugar: aquele onde o futebol nos faz sentir tudo outra vez.
Depois de Itália voltar a falhar a qualificação para o Mundial, Gennaro Gattuso deve abandonar o comando técnico da seleção em breve.
Grandes mudanças serão feitas em Itália após confirmarem que falharão o terceiro Mundial consecutivo, segundo Gianluca Di Marzio. No comando técnico da seleção, Gennaro Gattuso deve abandonar o cargo em breve e dois nomes surgem como os favoritos para a sua sucessão: Antonio Conte e Massimiliano Allegri.
A mesma fonte avança que, para além da saída do treinador, o presidente da Federação Italiana, Gabriele Gravin deve renunciar a sua posição nos próximos dias, assim como o Team Manager da seleção, Gianluigi Buffon.
Nenhum dos dois candidatos deve estar disponível antes do final da temporada, visto que Antonio Conte ainda comanda o Nápoles e Massimiliano Allegri está no segundo ano de um projeto a longo prazo do AC Milan.
A recuperação de Diogo Costa tem sido favorável e deve estar em condições para o FC Porto x Famalicão do próximo Sábado.
Diogo Costa está a recuperar de forma favorável da lesão que o afastou do estágio da Seleção Nacional e deve vir a estar em condições para a receção do FC Porto ao Famalicão na Primeira Liga, segundo o Record. O encontro da 28.ª jornada tem incício marcado para as 20h30 do próximo sábado, no Estádio do Dragão.
Rodrigo Mora está ainda em dúvida para o próximo encontro, recuperando ainda da lesão muscular na coxa esquerda que também o afastou dos particulares de Portugal.
Os Boston Celtics bateram os Miami Heat por 147-129. Depois de falhar o último jogo por lesão, Neemias Queta registou 16 pontos e 11 ressaltos.
Durante a madrugada desta quinta-feira, os Boston Celtics conseguiram uma vitória confortável por 147-129 frente aos Miami Heat. O triunfo vem no regresso de Neemias Queta ao ativo, depois de falhar o último jogo por lesão.
O poste português voltou a registar um duplo-duplo com 16 pontos, 11 ressaltos, três assistências e três desarmes de lançamento, contando ainda com a ajuda das estrelas. Jaylen Brown acumulou uns impressionantes 43 pontos e Jayson Tatum fez um triplo-duplo com 25 pontos, 18 ressaltos e 11 assistências.
Com este resultado, os Boston Celtics chegam ao registo de 51 vitórias e 25 derrotas, mantendo o segundo lugar da Conferência Este da NBA, atrás dos Detroit Pistons, que ainda não contam com a estrela Cade Cunningham devido a lesão.
Pedro Fernandes será o wildcard para a fase de qualificação do Millennium Estoril Open. O português vai começar a treinar no Rafa Nadal Academy.
O Millennium Estoril Open anunciou, esta quarta-feira, que Pedro Fernandes será o wildcard para a fase de qualificação do torneio. A iniciativa visa aumentar a visibilidade do desporto para além dos courts.
A aposta no apresentador e ator português marca uma a continuidade de uma campanha que vem a ser aplicada em outros torneios, e que chega agora a Portugal.
Com os olhos postos no torneio, Pedro Fernandes terá nesta oportunidade para mostrar o seu talento para o desporto. Para tal acontecer, prepara agora o desafio na Rafa Nadal Academy, em Espanha, onde vai treinar para o torneio.
Desta forma, Fermín Aldeguer será o segundo piloto a juntar-se à empresa de Cristiano Ronaldo, seguindo os passos do bi-campeão de Fórmula-E, Antonio Félix da Costa. O espanhol está atualmente a recuperar de uma lesão no fémur esquerdo, após a queda no Circuito Aspar a 8 de janeiro.
O Sporting venceu por 7-1 na visita ao Fundão e o Benfica derrotou o ADCR Caxinas por 5-1, na Primeira Liga de Futsal.
Esta quarta-feira, na Primeira Liga de Futsal, o Sporting foi ao terreno do Fundão golear por 7-1. O Benfica também goleou por 5-1 na visita ao ADCR Caxinas.
A vantagem leonina foi criada logo na primeira parte, com golos de Tomás Paçó (5′), Bruno Pinto (7′) e Felipe Valério (14′). Na segunda parte, a vitória expressiva foi completada através de Ivan Chishkala (29′), Rocha (32′), Alex Merlim (35′) e Tiago Rodrigues (40′).
Nas Caxinas, os encarnados também chegaram ao intervalo com uma vantagem de três golos, apontados por Higor de Souza (10′), Léo Gugiel (12′) e Silvestre Ferreira (20′). A equipa da casa ainda reduziu a desvantagem com o golo de Ricardo Marques (30′), mas as águias responderam com o segundo de Higor de Souza (33′), que ainda assistiu o quarto, finalizado por Lúcio Rocha (39′).
Com estes resultados, o Benfica manteve a liderança da Primeira Liga de Futsal com 55 pontos, mais três que o Sporting no segundo lugar.