Cristianinho já treina nas instalações do Real Madrid e poderá assim deixar o Al Nassr em definitivo.
Cristianinho começou a treinar nas instalações do Real Madrid e a perspetiva, neste momento, é que o jovem jogador assine e se junte em definitivo à formação do emblema espanhol, avança o The Athletic.
O filho do capitão da Seleção Nacional poderá, assim, deixar o Al Nassr, clube pelo qual tem alinhado na equipa de Juniores B (Sub-16) ao longo da presente temporada de 2025/26. A confirmar-se, o jovem de 15 anos prepara-se para fechar o capítulo na Arábia Saudita e regressar ao futebol europeu.
Cristianinho conta com 10 internacionalizações e três golos marcados com a seleção portuguesa sub-15 e sub-16.
⚡️EXCL.⚡️ Cristiano Ronaldo's eldest son trained with Real Madrid's U16 on Tuesday with a view to the striker joining La Fabrica in the near future@TheAthleticFChttps://t.co/cNPfGnCGXO
Reinaldo Teixeira garantiu, em conferência de imprensa, que a centralização dos direitos audiovisuais vai cumprir os prazos previstos para 2028/29.
O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Reinaldo Teixeira, assegurou que a centralização dos direitos audiovisuais (prevista para arrancar em 2028/29) vai ser cumprida nos prazos estipulados. À margem de uma conferência em Cascais, o dirigente abordou a recente suspensão do lugar do Benfica na Liga Centralização, sublinhando que o processo nunca esteve em causa e que a cooperação com o emblema da Luz se mantém ativa.
«Na altura, o Benfica saiu da Liga Centralização, foi uma decisão que teve, mas mantemos sempre a informação e a articulação com o Benfica, assim como com as demais sociedades desportivas», vincou Reinaldo Teixeira.
O líder da LPFP revelou ainda que tem existido uma «interação grande e muito eficiente com a Autoridade da Concorrência (AdC)» e prometeu apresentar em breve a chave de distribuição de valores que está a ser trabalhada pelas entidades responsáveis.
Numa análise mais abrangente ao atual ecossistema do futebol nacional, o presidente condenou a crescente crispação entre os clubes ‘grandes’ e ainda os recentes atos de violência contra árbitros, apelando à «valorização do espetáculo dentro das quatro linhas». Face à não aprovação do mecanismo de distribuição de verbas da UEFA para os clubes da II Liga, Reinaldo Teixeira assumiu que o grande desafio da instituição passa agora por captar novos patrocínios, reduzir custos e alavancar receitas para todo o universo do futebol profissional.
No plano desportivo, o dirigente máximo da Liga Portugal fez ainda questão de enaltecer as campanhas continentais das equipas lusas. Reinaldo Teixeira atribuiu a Sporting, FC Porto e SC Braga o «mérito de terem chegado aos quartos de final das competições europeias», considerando este patamar um verdadeiro reconhecimento da qualidade do trabalho desenvolvido pelas referidas sociedades desportivas.
Morten Hjulmand fala sobre o playoff de acesso ao Mundial 2026, com a Dinamarca a enfrentar a Macedónia do Norte nas meias-finais.
Morten Hjulmand esteve na conferência de imprensa de antevisão ao jogo entre a Dinamarca e a Macedónia do Norte. O duelo é a contar para as meias-finais do playoff de acesso ao Mundial 2026, torneio que decorre no próximo verão.
«Ter mais uma experiência num torneio tão importante com a seleção dinamarquesa será um dos momentos que recordarei com mais carinho quando a minha carreira terminar», referiu Morten Hjulmand sobre o quão especial será se alcançarem o apuramento e ainda garantiu sobre este playoff: «Para mim, é tudo ou nada».
«Estou bem. Estou habituado a ter dois jogos por semana e a precisar de recuperar num curto período. Já passei por isto, por isso não é um problema», disse também Morten Hjulmand sobre a sua situação física, sendo que o médio do Sporting não treinou integrado com a restante equipa na terça-feira.
Roberto Martínez diz que admira imenso Javier Aguirre, selecionador do México. Selecionador Nacional deixa elogios.
Roberto Martínez deu uma entrevista ao canal televisivo espanhol TUDN, onde fez uma análise à Seleção do México, próximo adversário de Portugal. Além disso, o selecionador nacional deixou elogios a Javier Aguirre (selecionador) e a Gilberto Mora (jogador):
«Admiro imenso o Aguirre e a sua carreira em Espanha. As equipas dele estão sempre muito bem organizadas, têm um padrão de jogo muito bom e são muito competitivas. Sobre Mora, fico muito feliz por ver talentos como o dele, que pode ter um papel na seleção. Vejo a seleção mexicana muito competitiva, sempre aberta a jovens talentos e a jogadores de referência».
Roberto Martínez encheu a Seleção do México com elogios. Portugal joga um particular contra o México no final deste mês.
Roberto Martínez deu uma entrevista ao canal televisivo espanhol TUDN, onde fez uma análise à Seleção do México, próximo adversário de Portugal. O selecionador nacional diz que é uma seleção que «no Azteca, em casa, tem de ser uma das candidatas»:
«O México é uma seleção que utiliza sempre muito bem o fator de jogar em casa. Quando se analisa o México nos Mundiais, não passa da fase de grupos, mas nos dois que disputou em casa, chegou aos quartos de final. Estamos a falar de uma seleção que, no Azteca, em casa, tem de ser uma das candidatas».
«Poder jogar no Azteca é a melhor preparação para o Mundial. Sei que os jogadores já começaram a falar entre eles sobre o assunto. Cada um tem as suas memórias e o Azteca é um estádio de referência nos Mundiais», referiu ainda Roberto Martínez, que deixou mais elogios a Javier Aguirre (selecionador) e a Gilberto Mora (jogador):
«Admiro imenso o Aguirre e a sua carreira em Espanha. As equipas dele estão sempre muito bem organizadas, têm um padrão de jogo muito bom e são muito competitivas. Sobre Mora, fico muito feliz por ver talentos como o dele, que pode ter um papel na seleção. Vejo a seleção mexicana muito competitiva, sempre aberta a jovens talentos e a jogadores de referência».
Luis Suárez faz comparação entre a forma de jogar do Sporting e da Seleção da Colômbia. Lê as declarações do avançado.
Luis Suárez prestou declarações à comunicação social durante a concentração da Seleção da Colômbia, que terá dois jogos particulares. Entre os temas abordados, o avançado fez uma comparação entre a forma de jogar do Sporting e da Colômbia:
«Há fases do jogo em que são muito parecidas. Para mim funciona pois sinto-me à vontade a jogar com colegas que gostam de ter a bola no pé como o James Rodríguez, Luis Díaz e Juanfer que são perfeitos no último passe. Mais importante do que o esquema tático é a forma como te entendes com os teus colegas».
Luis Suárez quer dar continuidade ao rendimento. Avançado faz ainda comparação entre a forma de jogar do Sporting e da Seleção da Colômbia.
Luis Suárez prestou declarações à comunicação social durante a concentração da Seleção da Colômbia, que terá dois jogos particulares. Croácia (26 de março) e França (29 de março) são os adversários da Colômbia nesta pausa internacional.
«Sou poucas vezes substituído, pois o meu colega [Ioannidis] está lesionado. Trabalho para dar o meu melhor em todos os jogos e, no Sporting, gerindo os minutos internamente para dar rendimento nos jogos», referiu em declarações citadas pela imprensa.
«Eu continuo a fazer o meu trabalho e dar continuidade ao mesmo. Estou atento ao que se passa na seleção e quero continuar a apresentar bons números e melhorá-los através de boas exibições. O meu desejo passa por esticar a série de jogos a marcar o mais possível», prosseguiu Luis Suárez, que vem de uma série goleadora na Primeira Liga.
Luis Suárez aborda evolução:
«Nas primeiras vezes em que vim pensava que já estava mentalmente para dar o meu contributo. Hoje sei que estou devido a essa mentalidade mais madura», referiu Luis Suárez, que fez depois uma comparação entre a forma de jogar do Sporting e da Colômbia:
«Há fases do jogo em que são muito parecidas. Para mim funciona pois sinto-me à vontade a jogar com colegas que gostam de ter a bola no pé como o James Rodríguez, Luis Díaz e Juanfer que são perfeitos no último passe. Mais importante do que o esquema tático é a forma como te entendes com os teus colegas».
Em Sevilha voltou a repetir-se um padrão ao qual nos estamos a acostumar nos últimos anos. Dentro do Sánchez Pizjuán, poucos são os treinadores que resistem e Matías Almeyda seguiu o caminho dos antecessores. Contratado no verão, o argentino trazia a esperança da mudança em Sevilha, mas o problema do clube vai bem além do banco de suplentes. Se fosse ‘só’ isso, a situação não era assim tão grave. O Sevilha parte para o nono treinador em apenas quatro anos, seguindo uma lógica: no começo da época, um técnico com uma ideia positiva, com certo renome, com resultados apresentados nos últimos tempos e um futebol agradável à vista. Foi assim com Julen Lopetegui, com Javier García Pimienta e o já citado Matías Almeyda. Nomes atraentes, longe de serem associados a emblemas com objetivos menores, pelo menos na fase em que aterraram na capital da Andaluzia.
Já a meio da temporada, dá-se a mudança repentina, trazendo técnicos com conhecimento da La Liga, que cresceram no ‘barro’ e praticam um futebol menos entusiasmante, mas prático e com resultados, em fases em que o Sevilha necessita de pontos. Em suma, um ‘bombeiro’. José Luis Mendilibar (que até venceu uma Europa League e ganhou o presente (envenenado) de manter-se mais tempo no cargo, Quique Sánchez Flores, Joaquín Caparrós e Luis García Plaza, recentemente apresentado, encaixam neste perfil. O regresso de Jorge Sampaoli e a contratação de Diego Alonso foram ‘devaneios’ da direção desportiva e que não encaixam em nenhum destes registos.
Fonte: Sevilla FC
Os adeptos do Sevilha já se habituaram a esta espécie de carrossel, ao mesmo tempo que a instituição deixa de ser uma candidata aos postos europeus, para associar-se à luta pela manutenção. Isto é fruto da má gestão, é a consequência das decisões do presidente José María del Nido Carrasco, que afundam a cada dia que passa a um histórico espanhol, que apenas um fundo de investimento poderá recuperar. Contudo, este artigo não serve para aprofundar a crise que se vive no topo da estrutura dos nervionenses (podes ler um artigo sobre o tema aqui). Fica somente a ressalva de que os técnicos não são os antagonistas desta história.
A verdade é que o Sevilha ocupa atualmente a 15.ª posição da La Liga, com 31 pontos, três a mais que o Mallorca, primeiro conjunto abaixo da linha de água. Dos seis emblemas envolvidos na luta pela despromoção (Sevilha, Deportivo Alavés, Elche, Mallorca, Levante e Real Oviedo), apenas a turma do Martínez Valero ainda não trocou de timoneiro. Em Elche sabe-se que Eder Sarabia é o nome ideal para o projeto, mesmo em caso de despromoção. São posturas, há que respeitar e entender que o cenário vivido na Comunidade Valenciana não é o mesmo que na Andaluzia.
Fonte: Sevilla FC
O Sevilha sabia que tinha de agitar as águas, provocar um terramoto para que o plantel voltasse a produzir, ainda que Matías Almeyda tivesse a melhor relação com o balneário, desse tudo pelos seus atletas, algo recíproco. Porém, Antonio Cordón, um dos melhores diretores desportivos de Espanha (e das poucas figuras capazes de retirar os blanquirrojos desta crise), apercebeu-se que o estilo de jogo do argentino não os salvaria. Necessitava de alguém que conhecesse a batalha pela manutenção com a palma das suas mãos. Um nome que procurasse a segurança defensiva e privilegiasse o contra-ataque como forma de ferir o adversário.
Luis García Plaza foi o eleito e não haveria melhor técnico para o reto. O madrileno passou por Levante, Getafe, Mallorca e Deportivo Alavés, que o calejaram para este tipo de desafios. O treinador não coloca as suas equipas a praticarem um futebol maravilhoso, mas é prático. Gosta de dar a posse ao adversário, mostrando uma segurança defensiva acima da média, com linhas bem juntas, procurando que os extremos sejam os protagonistas na fase do ataque, conduzindo a bola para as zonas de perigo. Vários jogadores beneficiaram deste estilo, que o diga Luis Rioja ou Carlos Vicente.
Fonte: Sevilla FC
A equipa técnica terá de aplicar este sistema com outros jogadores, que já estejam no plantel do Sevilha. Contudo, Luis García Plaza não tem grandes artistas à sua disposição para todas as posições. Longe vão os tempos em que os andaluzes conseguiam contratar nomes potentes ou desenvolver jovens promessas. Antonio Cordón fez o que pode, mas trata-se de uma equipa feita para ficar fora do top 10. Rayo Vallecano, Osasuna, Girona ou Espanyol têm plantéis superiores ao do Sevilha. A realidade é esta: o conjunto do Sánchez Pizjuán está no lugar em que deve estar, porque os outros são melhores e tiveram outro tipo de condições para montarem elencos com maior qualidade.
Ainda assim, é uma equipa que tem os seus valores e que podem crescer nas mãos de Luis García Plaza. Desde logo, os ‘meninos da casa’. Juanlu Sánchez, José Ángel Carmona, Kike Salas, Oso (melhor notícia da época), Manu Bueno ou Isaac Romero têm a obrigação de liderar este projeto. Conhecem a casa como ninguém e têm capacidade para ajudarem o Sevilha a subir novamente o nível. Porém, não são os únicos. Odysseas Vlachodimos, Nemanja Gudelj e Djibril Sow têm experiência suficiente para serem mais-valia. Joan Jordán viveu alguns dos seus melhores momentos na carreira pelas mãos de Luis García Plaza, no Deportivo Alavés. Terá que voltar a mostrar a sua melhor versão. Chidera Ejuke pode ser o extremo direito veloz que o treinador tanto necessita para aplicar as suas ideias. Lucien Agoumé afirmou-se na Andaluzia como jogador de La Liga e será certamente vital para os próximos meses.
Fonte: Sevilha FC
Caso o Sevilha se salve, tem uma base para reconstruir o seu plantel, mas também tem que libertar uma série de peças que pouco contribuem. Tudo dependerá se a manutenção é alcançada. Luis García Plaza assinou um contrato válido até 2027, o que transmite a ideia de que a estrutura conta com ele para as duas situações: reconstrução na La Liga ou reconstrução com luta obrigatória pelo primeiro lugar na La Liga 2. Em ambos os cenários o Sevilha não viverá um momento simples. O dinheiro será escasso, várias peças importantes serão seduzidas para sair, o projeto será pouco atrativo para atletas que outrora viam nos blanquirrojos uma opção viável para seguir a carreira. Antonio Cordón tem os pergaminhos necessários para gerir a situação, mas tudo não depende dele. A situação financeira é alarmista, catastrófica à vista de alguns. O diretor desportivo e o treinador terão que fazer a sua parte e esperar que o resto da estrutura faça a sua.
O Sevilha tem nove finais até ao final da época, com jogos contra emblemas que também estão na luta pela manutenção (Real Oviedo e Levante), mas também enfrentará conjuntos que estão em outras disputas e que neste momento olham para os andaluzes como um adversário pouco completo (Atlético Madrid, Villarreal ou Real Madrid). Luis García Plaza sabe que não pode pontuar apenas contra as turmas da segunda metade da tabela e terá de surpreender os outros rivais. O seu estilo de jogo pode ser fundamental para que cheguem os pontos suficientes ao Sánchez Pizjuán.
Contudo, mesmo que o Sevilha consiga manter-se, urge uma reflexão dentro do clube. Não pela continuidade de Luis García Plaza. Mas sim pelo caminho a seguir. Neste momento, o treinador é o menor problema daquele que já foi conhecido como o ‘dono da Europa League’. Não passaram tantos anos desde que José Luis Mendilibar conseguiu erguer a prova europeia. Todavia, para os adeptos, estes três anos foram como décadas, dado o estado debilitado em que se situa a instituição.
A Seleção Nacional Sub-17 perdeu com a Itália por 3-2 no primeiro jogo da segunda ronda de apuramento para o Europeu. Houve reviravolta.
Portugal iniciou a caminhada na segunda ronda de apuramento para o Europeu, com derrota frente à Itália. Nesta quarta-feira, a Seleção Nacional Sub-17 começou a ganhar por 2-0 com golos de Gustavo Guerra (11′) e Afonso Ferreirinha (15′), mas não conseguiu segurar a vantagem.
Já na segunda parte, a Itália deu a volta ao resultado com golos de Perillo (46′), Okon (51′) e de Landi (75′). Neste final de março, a Seleção Nacional de Sub-17 ainda terá jogos contra a Roménia (28 de março) e a Islândia (31 de março).
Sendo que, para se qualificar para o Euro, Portugal terá de ficar em 1.º lugar do grupo, este resultado complica a vida à Seleção Nacional. O Europeu vai decorrer no próximo mês de maio, na Estónia.
O Manchester United mostra interesse em Fermín López. Internacional espanhol não pretende sair do Barcelona.
O Manchester United está disposto a gastar até 100 milhões de euros em Fermín López, garante o El Chiringuito. A mesma fonte refere que os Red Devils apreciam as qualidades do médio do Barcelona, ao ponto de fazer um investimento significativo.
No entanto, ainda de acordo com a fonte, Fermín López não pretende, neste momento, sair do Barcelona. O internacional espanhol recebeu uma proposta do Chelsea no passado mercado de verão, mas acabou por continuar na Catalunha. Inclusive, em janeiro, renovou contrato até 2031.
Na presente temporada, Fermín López regista até ao momento 12 golos e 16 assistências em 39 jogos, ao serviço do Barcelona.
🚨 Manchester United are willing to spend up to £86.5M on Barcelona attacking midfielder Fermin Lopez – they believe he's that good.
But the Spaniard does not want to leave the Camp Nou at all.