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Cruzeiro partilha imagens do 1º dia de Artur Jorge como novo treinador

Artur Jorge é oficialmente o novo treinador do Cruzeiro. Emblema do Brasileirão partilhou imagens da chegada do técnico.

Artur Jorge já teve o primeiro dia como novo treinador do Cruzeiro. Esta terça-feira, dia 24 de março, o emblema do Brasileirão partilhou imagens sobre o primeiro dia do técnico português no clube, desde a chegada e visita às instalações.

«O treinador, campeão da Libertadores e do Campeonato Brasileiro, chega ao Cabuloso com contrato válido até o final de 2027! A comissão técnica de Artur Jorge, formada por André Cunha, assistente técnico, João Cardoso, assistente técnico, Tiago Lopes, preparador físico, e Rodrigo Mira, analista de desempenho, também inicia o trabalho no clube nos próximos dias», pode ler-se no comunicado oficial do Cruzeiro, na altura.

Artur Jorge é o novo treinador do Cruzeiro e está assim de regresso ao Brasileirão, sendo que já esteve ao serviço do Botafogo antes da passagem pelo Al Rayyan, clube do Catar.

Vice-presidente do River Plate nega contactos com Nico Otamendi: eis o que disse

Ignacio Villarroel, vice-presidente do River Plate, diz que Nico Otamendi é um «jogador interessante e a considerar», mas negou haver contactos.

Ignacio Villarroel, vice-presidente do River Plate, falou sobre Nico Otamendi, defesa-central que termina contrato com o Benfica no final da temporada. À margem de um congresso de negócios que está a decorrer em Cascais, o dirigente do clube argentino disse o seguinte:

«Sabemos todos que o Otamendi é adepto do River Plate. É campeão do mundo e claro que é um jogador muito interessante e a considerar, mas vamos respeitar o processo. O Nicolás está a jogar aqui no Benfica e estamos a meio da temporada. Todos sabemos o amor que os adeptos do River Plate lhe têm e o que o Otamendi tem pelo clube», referiu em declarações à CNN Portugal.

O vice-presidente do River Plate nega ter havido conversações com o jogador:

«Não, não, não falámos ainda. Hoje não está em cima da mesa a questão do Otamendi».

Nico Otamendi está no Benfica há seis temporadas e tem contrato válido até ao próximo verão. Esta época, o defesa-central argentino de 38 anos leva até ao momento 43 jogos e três golos marcados.

Fábio Espinho e o fim da carreira em 2023: «Em dezembro ou janeiro sofri uma lesão no tornozelo e não joguei mais. Fez-me aceitar mais o término de carreira»

Fábio Espinho foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Antigo médio refletiu sobre o final da carreira.

Fábio Espinho concedeu uma entrevista exclusiva ao Bola na Rede. Antigo médio terminou a carreira no Feirense em 2023 e não teve jogo de despedida depois de uma lesão que se foi prolongando.

«Estava mentalizado de que seria o meu último ano e em dezembro ou janeiro sofri uma lesão no tornozelo. É uma lesão difícil de explicar, estava a correr, pisei um defesa e rebentei com o pé todo e não joguei mais. Fez-me aceitar mais o término de carreira. Já estava mentalizado de que seria o meu último ano e davam-me um mês, máximo dois, de recuperação da lesão e o que é certo é que foram três, quatro, cinco e sempre que voltava o tornozelo lixava-se e sentia dores. Fez com que me fosse despedindo aos poucos, aceitando e mentalizando. Não houve o impacto do último jogo e ainda bem. Fui-me mentalizando com o tempo e com a minha disponibilidade física», destacou Fábio Espinho, que destacou este ponto.

«Sim, acabou por ser natural. Os meus colegas de balneário e de grupo não eram burros nenhuns e percebiam a relação que tinha com o Rui. Era porreiro porque eu era capitão de equipa e tratavam-me à vontade sabendo de antemão da relação que eu tinha com o treinador. Infelizmente no futebol quando há determinados grupos que sabem da relação de um treinador com um jogador cria-se, por vezes, um bicho de sete cabeças, mas tinha ali um grupo espetacular que confiava em mim. Também abri o jogo com eles e ouvi boquinhas todos os dias a dizer que ia para a equipa técnica. Abri o jogo com eles e foi na boa. Foi de forma tranquila e natural, sem despedidas. Foi muito facilitado nesse sentido. Não tive a despedida típica no campo não. Na altura fiquei um bocado triste pela carreira que tive, pelos anos, pela dedicação ao futebol e ao clube. Tinha essa pergunta. Por que é que não me fizeram uma despedida? Hoje digo, ainda bem que não a fizeram. Facilitou ainda mais a minha despedida», analisou o antigo médio, que falou na readaptação nos últimos anos de carreira.

«Às vezes há ex-jogadores que até acabam por ter problemas porque não conseguem fazer o desmame. Não sei se foi pela longevidade, porque acabei a carreira com 38 anos e a um nível bom. Depois, também comecei a ter pequenas dorezinhas que me chateavam no treino. Ao contrário do que era no início de carreira, no final da carreira gostava de treinar a sério. No início, pela irreverência e juventude, achamos que não era preciso dar tudo, mas os anos e a experiência demonstraram-me que estava completamente errado. Foi isso que me elevou a outros patamares. Havia dores residuais no tornozelo e no pé que me chateavam e não deixavam estar a 100%. Lá dentro a exigência é máxima e numa altura senti que o corpo já não acompanhava a mente. Eu pensava como há 10 anos atrás, mas o corpo não corresponde da mesma forma. Ao longo dos anos, percebi que perdi alguns atributos físicos. É claro que ganhei outras coisas mentais, mas o físico acaba inevitavelmente por se perder», destacou Fábio Espinho.

toda a entrevista de Fábio Espinho.

Fábio Espinho e a queda do Boavista: «Tudo indicava que o Boavistão estava de volta, mas, infelizmente, dentro de campo as coisas não foram como esperavam»

Fábio Espinho foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Antigo médio recordou etapa feita no Boavista.

Fábio Espinho concedeu uma entrevista exclusiva ao Bola na Rede. Antigo médio relembrou etapa no Boavista e lamentou a situação atual do clube axadrezado.

«A minha vinda para o Boavista parecia que tinha de acontecer. O meu falecido pai era boavisteiro e quando assinei contrato com o Boavista, disse-o ao presidente, ao João Loureiro. Ficou todo contente porque não sabia desse pormenor. Ele dizia: “Se eu já te queria, agora ainda quero mais”. Dá muito valor ao adepto boavisteiro e faz todo o sentido. Há coisas que parece que têm de acontecer e fui muito, muito feliz no Boavista. As coisas começaram a correr bem logo desde o início. Nos três anos em que estive lá, acabámos duas vezes no oitavo lugar e uma vez em sétimo. Era espetacular para os orçamentos do clube. Começávamos todos os anos com o objetivo da manutenção e ainda chegámos a sonhar com a Liga Europa e isso veio à baila. Foi matéria de jornal. Houve um ou outro ano que era possível e estávamos lá perto. Em boa hora regressei a Portugal e ao Boavista. O meu falecido pai estaria orgulhosíssimo. As coisas aconteceram e ainda bem que correram bem», destacou Fábio Espinho, que lamentou o momento atual do Boavista.

«Estamos a falar de um histórico em Portugal, de um clube grandíssimo, com muitos troféus. É o 4.º grande devido à sua história, não podemos esquecer isso. Foi com muita tristeza que acompanhei a sua situação nos últimos anos. Na altura em que lá estava, sinceramente, até se previa um Boavista a crescer. Sempre com algumas dificuldades, como é público, mas com bons resultados desportivos nos anos em que lá estive, como já disse. Depois entra um investidor com investimento, melhoram as infraestruturas, conseguem reconstruir o campo de treinos. Tudo indicava que o Boavistão estava de volta, mas, infelizmente, dentro de campo as coisas não foram como esperavam», referiu o antigo jogador.

toda a entrevista de Fábio Espinho.

Fábio Espinho: «Tive o Mário Branco, que está no Benfica agora, a querer que eu fosse para a Croácia»

Fábio Espinho foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Antigo médio explicou regresso a Portugal.

Fábio Espinho concedeu uma entrevista exclusiva ao Bola na Rede. Antigo médio confirmou vontade de Mário Branco, atual diretor-geral do Benfica, em levá-lo para o Hajduk Split depois da sua saída do Málaga.

«Tive vários convites. Quando saí do Málaga tive o Mário Branco, que está no Benfica agora, a querer que eu fosse para a Croácia. Na altura, ele estava no Hajduk Split. Aquele meio ano foi tão massacrante para mim psicologicamente porque nunca tinha passado por uma situação parecida. Aos 30 anos passei por uma situação que normalmente passamos aos 20. Não soube lidar com aquilo. Nunca fui de maus comportamentos, mas andava muito triste, tentava dar tudo de mim nos treinos e senti que era em vão. Foram muitos anos de trabalho e aplicação, em ascensão de carreira, passei dois anos incríveis no Ludogorets e queriam renovar comigo por mais dois e, em meio ano, tudo mudou. As coisas são mesmo assim e há que aceitar», afirmou Fábio Espinho.

toda a entrevista de Fábio Espinho.

Fábio Espinho e a saída sem explicações do Málaga: «O Duda chegou à minha beira e perguntou-me: “O que é que andaste a dizer para a comunicação social?”»

Fábio Espinho foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Antigo médio analisou saída do Málaga.

Fábio Espinho concedeu uma entrevista exclusiva ao Bola na Rede. Antigo médio esteve apenas meio ano no Málaga e lamentou a passagem pelo clube espanhol e as circunstâncias estranhas da sua saída.

«Não cumpre as minhas expectativas. Sinceramente, quando assinei pelo Málaga tinha as expectativas de jogar muito mais do que joguei, que foi quase nada. A minha saída em janeiro é natural e até fui eu quem pedi para sair. Eu estava num contexto em que me enquadrava e que gostava, mas não estava feliz profissionalmente porque não jogava. Estava muito feliz pela cidade, pela grandeza do clube e pela Liga, mas queria minutos porque fui habituado assim em toda a carreira. O Málaga foi o único clube ou contexto onde passei por aquilo. Se calhar no meu início, na transição do Espinho para o Leixões, não joguei logo, mas acabei por jogar. Cheguei ao Málaga com 30 anos e no início era convocado sempre e não entrava. Tive uma boa estreia, tanto com o Deportivo da Corunha em casa como no jogo seguinte, em que fomos a Gijón. Fui para o banco, mas entrei aos 30 minutos, fui o primeiro a entrar por isso as pessoas ficaram felizes com a minha estreia. Depois desse jogo em Gijón, o feedback do staff e dos jogadores foi bastante positivo. Achava que ia arrancar de vez, mas fiz apenas mais um jogo para a Taça e infelizmente não joguei mais. Fiquei triste porque estava em ascensão completa e rápida. Em quatro anos passei da Segunda Liga Portuguesa para jogar Liga Europa, Liga dos Campeões e jogar La Liga. Foi muito rápida a ascensão e também tudo desmoronou tudo muito rápido, com todo o respeito pelos clubes nos quais viria a jogar. Assim o foi. A minha saída do Málaga partiu de mim porque sentia que não tinha muito por onde me mexer. Pedi a minha saída e fui emprestado ao Moreirense, onde fiz força para ir. Era uma casa que já conhecia, onde já tinha sido feliz e queria ir para uma zona de conforto para tentar reacender a chama e voltar ao Málaga no ano seguinte. Tinha dois anos de contrato e queria mudar a cabeça das pessoas. Infelizmente, já estava destinado e acabei por sair», vincou Fábio Espinha, que garante nunca ter recebido explicação para a falta de minutos.

«Até tinha uma boa relação com o treinador no dia-a-dia, mas nunca houve uma conversa sobre isso. Houve sim uma situação onde depois fiquei a cismar e a pensar sobre isso. Foi após a derrota em Gijón, em que entrei aos 30 minutos, fiz um bom jogo e perdemos 1-0, resultado que já estava quando entrei. Nas entrevistas rápidas, fui questionado por uns jornalistas espanhóis porque houve dúvidas sobre a substituição. Houve uma lesão, o treinador ficou uns minutos a pensar no que fazer e coincide com o golo sofrido. Sou abordado por essa situação e perguntaram-me se achava que o treinador teve culpa por tardar na substituição. Disse que se o treinador demorou foi porque estava a tentar ver o que era melhor para a equipa naquele momento e a tentar ver se o jogador tinha de sair, o que tardou um bocado. Acho que ele interpretou isto como uma crítica. Não foi de todo por aí. Tinha a agravante de que, mesmo línguas parecidas, há palavras diferentes no português e no espanhol ou que, pelo menos, são interpretadas de formas diferentes. Andei a cismar com isso. No treino seguinte, o Duda chegou à minha beira e perguntou-me: “O que é que andaste a dizer para a comunicação social?”. Onde há fumo há fogo. Estava de consciência tão tranquila que nem fiquei preocupado. Não disse nada de mal e até estava a dar razão ao treinador. Deve ter interpretado como algo mal, a fase também não era boa porque andávamos no fundo da tabela e voltou-se contra mim. É verdade que podia ter sido mais feliz em Málaga e mantido o nível por mais tempo, mas se assim não foi, não há problema nenhum. Ficam as experiências e as histórias para contar», destacou o antigo médio.

toda a entrevista de Fábio Espinho.

Fábio Espinho jogou com Ricardo Horta e conta: «Era quase meu filho. Perguntava-me todos os dias depois do treino o que era o jantar»

Fábio Espinho foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Antigo média jogou com Ricardo Horta no Málaga.

Fábio Espinho concedeu uma entrevista exclusiva ao Bola na Rede. Técnico jogou no Málaga onde partilhou balneário com Duda e Ricardo Horta, a quem deixou rasgados elogios.

«Primeiro, o Duda. Muitas vezes esquecemo-nos que os jogadores são pessoas, independentemente das suas carreiras e dos seus estatutos. Nós falávamos no Málaga e falávamos no Duda e, quando lá cheguei, encontrei uma pessoa espetacular, simples, também aqui do Porto, de perto de onde vivo. Tentou ajudar-me na minha integração. O Horta, por incrível que pareça, era quase meu filho. Eu cheguei depois dele, ele já lá estava há um ano, mas criámos logo uma ligação, a minha esposa também com a esposa dele. Ainda hoje somos amigos. Dizia que era meu filho porque perguntava-me todos os dias depois do treino o que era o jantar. Ia jantar muitas vezes a minha casa e criou-se ali uma amizade para a vida. Sempre que podemos estamos juntos. Respondendo à tua pergunta, esperava o sucesso que está a ter. Mesmo jovem, já se notavam ali algumas características que eram diferenciadas. Ainda bem que o Braga estava atento e foi a Braga fazer história. Não é fácil fazer o que ele está a fazer e, se lá continuar, continuará a aumentar os números», elogiou o jogador.

toda a entrevista de Fábio Espinho.

Fábio Espinho trocou camisolas com Cristiano Ronaldo e esteve perto de ter uma de Steven Gerrard: «Ele disse que me ia dar, mas no final deve ter-se esquecido. Na altura, troquei com o Lucas Leiva»

Fábio Espinho foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Antigo médio trocou camisola com Cristiano Ronaldo e contou história com Steven Gerrard.

Fábio Espinho concedeu uma entrevista exclusiva ao Bola na Rede. Antigo médio trocou camisolas com Cristiano Ronaldo e relatou percalço com Steven Gerrard.

«Tenho as duas camisolas do Cristiano Ronaldo. Já nos conhecíamos da formação, ele jogava no Sporting e eu no FC Porto e eramos ambos da geração de 85. Na altura reconheceu-me e fiz-lhe questão de pedir a camisola. Tanto em Madrid como em Sofia ele deu-me a sua camisola. Troquei também com o Neymar, quando fui lá com o Málaga, já não é Liga dos Campeões. Houve um episódio com o Gerrard no Liverpool. Pedi-lhe a camisola dentro de campo porque é um daqueles jogadores que no fim já tem 10 pessoas para pedir. Ele ocupava a zona central, que era a minha zona, e houve um momento do jogo em que lhe pedi a camisola. Ele disse que ma ia dar, mas no final deve ter-se esquecido. Na altura, troquei com o Lucas Leiva. Troquei também com o Schaars, que jogou no Sporting e na altura estava no PSV Eindovhen. Tenho ali algumas camisolas, mas as mais impactantes são essas», vincou o antigo jogador.

toda a entrevista de Fábio Espinho.

Fábio Espinho relata mudança para a Bulgária onde jogou Champions League: «Joguei contra o Real Madrid do Ronaldo, Bale e Benzema e contra o Liverpool. Estar no campo com eles era como jogar na rua»

Fábio Espinho foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Médio analisou mudança para a Bulgária e experiência na Champions League.

Fábio Espinho concedeu uma entrevista exclusiva ao Bola na Rede. Antigo médio recordou transferência para o Ludogorets, da Bulgária, e falou no sentimento de jogar competições europeias, nomeadamente na Champions League.

«Eu estava quase a terminar o campeonato no Moreirense [na segunda época] e vinha de lesão. Estive quase três meses lesionado e estivemos até à última jornada a lutar para não descer, o que acabou por acontecer. Mesmo a acabar o campeonato surgiu o convite do Ludogorets. Já estava a fazer 28 anos e nunca tinha saído de casa, tinham sido equipas sempre aqui perto o que me facilitava e vinha dormir a casa todas as noites. Surgiu a oportunidade da Bulgária e, apesar de ser vantajoso a nível financeiro, eu estava a olhar mais para o meu conforto e comodismo e rejeitei. Contra todas as expectativas eles voltaram à carga, aumentaram a oferta e eu voltei a rejeitar. Já de férias e numa conversa com a minha esposa, mais cerebral que emocional, chegámos à conclusão de que o melhor seria ir caso ainda houvesse a possibilidade. Contactei as pessoas e felizmente abriram-me a porta novamente. Ainda bem, foi o melhor que eu fiz não só a nível pessoal, mas também na parte financeira. Jogamos, mas a parte financeira é importantíssima para assegurar o futuro. Na carreira, ia para uma equipa que ia lutar por títulos, que disputava competições europeias e ia ser muito enriquecedor. As coisas correram às 1.000 maravilhas, ganhei dois campeonatos na Bulgária, uma Taça da Bulgária, uma Supertaça, joguei na Liga dos Campeões. Foi incrível e correu tudo espetacular», destacou, antes de falar da experiência de jogar Champions League.

«É incrível. As coisas acontecem quando têm de acontecer e quando estamos lá imbuídos parece que é tudo normal e natural. Acabo por dar mais valor agora, depois de uns anos, do que no presente quando usufruímos daquilo. Joguei contra o Real Madrid do Ronaldo, Bale e Benzema e contra o Liverpool. Estar no campo com eles era como jogar na rua, eu queria era divertir-me e aproveitar o momento. Tudo o que era responsabilidade e pressão metia para campo. Não existia na minha cabeça nesse tipo de jogos. Foi um aproveitar do momento e da experiência. Fiquei com isso para ter histórias para contar mais tarde», falou o antigo médio, antes de recordar a sensação de entrar em campo nesses jogos.

«Já tinha assistido a muitos jogos da Liga dos Campeões na bancada, mas quando assistes ao espetáculo e estás lá dentro é realmente diferente. É uma sensação que só quem lá está é que sente. Já muitos jogadores disseram em entrevista que é uma competição diferenciada. É verdade que há competições de seleções, mas de clubes é o expoente máximo. É uma sensação incrível e indescritível, um sonho. Devido à idade que eu tinha, não queria acreditar. Houve uma altura da minha carreira onde pensei que já não daria o passo em frente e ficaria por aquele nível. Já seria ótimo jogar na Primeira Liga, mas tinha como objetivo na minha carreira e desde criança o de conquistar coisas grandes. Felizmente consegui, jogar Liga Europa e Liga dos Campeões é algo grande», referiu Fábio Espinho.

toda a entrevista de Fábio Espinho.

Sudakov antevê playoff decisivo com a Suécia e deixa elogios ao «craque» Viktor Gyokeres: «É uma equipa muito forte»

Georgiy Sudakov prestou declarações à comunicação social em período de seleção. Eis o que disse o médio do Benfica.

Georgiy Sudakov está ao serviço da Seleção da Ucrânia para disputar o playoff de acesso ao Mundial 2026, diante da Suécia. Em declarações citadas pela imprensa ucraniana, o médio do Benfica revelou que sentia saudades deste contexto:

«Senti falta dos meus colegas, do ambiente, do idioma. É muito bom podermos conviver aqui, sentia muita falta disto», referiu e abordou a sua situação física: «Estou cem por cento preparado preparado para jogos como este».

Sudakov deixou ainda elogios a vários jogadores, entre eles Lagerbielke (Braga) e Viktor Gyokeres, antigo avançado do Sporting que joga agora em Inglaterra:

«Conheço o defesa do Braga [Lagerbielke], já joguei contra ele. Conheço um jovem do Tottenham, que também é bom [Bergvall]. E claro Gyökeres e Elanga são os craques. São fortes fisicamente, rápidos. Jogámos contra o Newcastle e o Elanga é um jogador muito rápido. Por isso, penso que é precisamente ao grupo de ataque que se deve prestar mais atenção. Mas lá [seleção sueca] metade dos jogadores são de grande qualidade, mesmo que não sejam propriamente estrelas e nem todos os conheçam. Estou certo de que é uma equipa muito forte».