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Francesco Farioli destaca jogador após Braga x FC Porto: «Está muito conectado e focado quer quando entra, quer quando joga de início»

Francesco Farioli falou sobre vários temas em conferência de imprensa. FC Porto venceu este domingo o Braga por 2-1 na Primeira Liga.

Francesco Farioli falou em conferência de imprensa após a vitória do FC Porto sobre o Braga por 2-1 com reviravolta em jogo da Primeira Liga. No final do encontro, o técnico italiano deixou elogios a Seko Fofana, reforço de inverno que está emprestado pelo Rennes desde o mercado de janeiro:

«Vamos passo a passo. Está emprestado, mas está muito conectado e focado, quer quando entra, quer quando joga de início. Hoje voltou a provar isso. Os quatro jogadores que chegaram em janeiro ajudaram-nos a elevar o patamar e a colmatar lesões graves. Temos conseguido ultrapassar essas dificuldades e isso é fruto do trabalho de todos. Também mantivemos o nível humano do grupo no máximo».

Podes ler mais declarações de Francesco Farioli logo após o final do encontro entre o Braga e o FC Porto.

Seko Fofana, FC Porto
Fonte: FC Porto

Francesco Farioli já olha para o Famalicão: «Está num momento muito bom e vai ser tão difícil como foi aqui em Braga»

Francesco Farioli falou sobre vários temas em conferência de imprensa. FC Porto venceu este domingo o Braga por 2-1 na Primeira Liga.

Francesco Farioli falou em conferência de imprensa após a vitória do FC Porto sobre o Braga por 2-1 com reviravolta em jogo da Primeira Liga. No final do encontro, o técnico italiano abordou o que falta do campeonato para ser disputado e deixou já elogios ao Famalicão, próximo adversário na Liga:

«Temos oito jogos para disputar. Agora há um jogo a menos. Fiquei contente, por isso, celebramos no final, porque queríamos muito vencer. Assim que chegarmos, daremos alguns dias de folga; depois, alguns irão para as seleções e há jogo com o Famalicão, que está a realizar uma bela temporada, está num momento muito bom e vai ser tão difícil como foi aqui em Braga».

Podes ler mais declarações de Francesco Farioli logo após o final do encontro entre o Braga e o FC Porto.

Pedro Gonçalves explica saída no Alverca x Sporting: «Foi uma pequena cãibra»

Pedro Gonçalves revelou que sofreu uma «pequena cãibra» no Alverca x Sporting e garantiu estar em condições para ir à Seleção Nacional.

Pedro Gonçalves falou à Sport TV após a goleada do Sporting sobre o Alverca por 4-1 em jogo da Primeira Liga. No final do encontro em que os leões bateram o Alverca por 4-1 com bis do mesmo, o internacional português, além de dar a sua opinião sobre o jogo, abordou a sua situação física:

«Saiu agarrado à coxa? Foi uma pequena cãibra, o mister decidiu tirar-me e penso que foi o melhor para todos. Condições para ir à Seleção? Sim, sim. Foi uma cãibra. Claramente estou feliz, adoro estar naquele grupo, é um objetivo para todos os jogadores e estou extremamente orgulhoso para representar mais uma vez a Seleção».

Podes ler mais declarações de Pedro Gonçalves logo após o final do encontro entre o Alverca e o Sporting.

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Rui Borges e o cartão amarelo a Luis Suárez: «Acho que o cartão branco é que devia ter sido mostrado»

Rui Borges acredita que João Pinheiro deveria ter mostrado cartão branco a Luis Suárez em vez de cartão amarelo pela respetiva situação.

Rui Borges prestou declarações após a goleada do Sporting sobre o Alverca por 4-1 em jogo da Primeira Liga. No final do encontro, o técnico dos leões abordou o cartão amarelo a Luis Suárez:

«Pessoalmente, não percebi muito bem. Tentei perceber junto do quarto árbitro, ele disse-me ‘simulação’, mas ele não fez simulação nenhuma, ainda para mais disse poderia não ser penálti. Muito honestamente pensei que lhe ia dar o cartão branco, que agora é usual, e era merecido, mas são coisas do futebol. Toda a gente erra e nós erramos também», disse primeiro na flash interview, e comentou ainda em conferência de imprensa:

«Acho que o cartão branco é que devia ter sido mostrado, tem de se perguntar ao árbitro ou ao VAR. É uma situação estranha que não vou estar a comentar muito».

Podes ler mais declarações de Rui Borges logo após o final do encontro entre o Alverca e o Sporting.

Luis Suárez Sporting
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

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Rui Borges atingiu marca especial pelo Sporting e já reagiu: «Temos feito um grande trabalho»

Rui Borges chegou às 50 vitórias oficiais como treinador do Sporting. Técnico dos leões reagiu ao marco no final do encontro.

Rui Borges falou em conferência de imprensa após a goleada do Sporting sobre o Alverca por 4-1 em jogo da Primeira Liga. No final do encontro, o técnico dos leões abordou o facto de ter atingido as 50 vitórias oficiais no Sporting:

«Fico feliz. É mais um marco naquilo que é o nosso caminho enquanto equipa técnica. Marca um caminho do Sporting muito bom, muito feliz. Temos feito um grande trabalho e tudo o que é qualidade de jogo e dados assim o demonstram. Por isso, mais do que 50 jogos, estou feliz por estes meses todos na liderança de um grande Sporting».

Podes ler mais declarações de Rui Borges logo após o final do encontro entre o Alverca e o Sporting.

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Rui Borges comenta lesão de Nuno Santos: «Fico triste porque tem lutado imenso para voltar»

Rui Borges falou sobre a lesão de Nuno Santos após o Alverca x Sporting. Ala dos leões deixou o relvado aos 26 minutos.

Rui Borges falou à Sport TV após a goleada do Sporting sobre o Alverca por 4-1 em jogo da Primeira Liga. No final do encontro, o técnico dos leões abordou a lesão de Nuno Santos, que deixou o relvado aos 26 minutos agarrado à coxa:

«O Nuno foi muscular. À partida deve ser muscular. É o risco da paragem tão longa dele. Fico triste porque tem lutado imenso para voltar. Estava feliz por voltar ao onze. Mas há que trabalhar na recuperação e ele, mais do que ninguém, mentalmente é fortíssimo», disse e referiu ainda em conferência de imprensa: «Esteve 15 meses parado e um jogador corre estes riscos quando volta. É impossível saber o tempo de paragem».

Podes ler mais declarações de Rui Borges logo após o final do encontro entre o Alverca e o Sporting.

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A tranquilidade depois da tempestade | Sporting

Houve, no século XXI, poucas noites como a de 17 de março para o Sporting. A vitória histórica contra o Bodo/Glimt é, por si só, um dos marcos da temporada dos leões, independentemente do desfecho das competições, de troféus e de restantes resultados. No entanto, a euforia natural, evidente e saudável que resultou de uma das maiores noites europeias da história verde e branca trazia desafios para uma deslocação a Alverca com mais a tirar do que a juntar.

Os quilómetros percorridos nos 120 minutos a meio da semana, um eventual relaxamento competitivo ou o foco mais a frente, quer nas seleções nacionais, quer na folga que num calendário como o atual surge como um oásis no meio de um deserto, eram pedras no caminho do Sporting. Tudo pedrinhas muito pequeninas que não se fizeram notar em Alverca, onde a tempestade e o vendaval que se mostraram contra os da Noruega deram lugar a uma aparente tranquilidade. O tempo soalheiro, o calor relativo depois de semanas longas de chuva e a naturalidade dos golos em momentos decisivos permitiram ao Sporting respirar. Por vezes, mais do que as batalhas mais aguardadas, são as réplicas aparentemente inocentes que causam mossa, mas os leões escaparam-se.

Pedro Gonçalves Sporting
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Há, no roteiro do 3-0 (que fechou o jogo antes dos golos finais), uma garantia de segurança. O primeiro golo surge cedo, não tão cedo para motivar um adormecimento, mas cedo o suficiente antes que os minutos se sentissem passar e as oportunidades (ou falta destas) se acumulassem. O segundo golo, nos primeiros minutos da segunda parte, tornou qualquer mudança do Alverca ao intervalo algo inócua e desatualizada. O 3-0, antes dos 20 minutos finais, onde qualquer lance poderia trazer um golo que instabilizasse a equipa, resolveu as contas.

Mesmo na exibição do Sporting, não há muito mais do que destaques antigos, do que boas exibições e do que rotinas já trabalhadas. As duas partes foram diferentes e a segurança do resultado elevou a performance dos leões na segunda metade, principalmente pela forma como penalizou os ribatejanos, mas já na primeira havia traços de uma superioridade que apenas foi suavizada pelo balanço que o Alverca conseguiu trazer ao jogo depois da lesão de Nuno Santos.

À direita com mobilidade constante, com Geny Catamo, Francisco Trincão e Iván Fresneda a rodar posições, à esquerda com o azarado Nuno Santos (quando a lesão, felizmente, é apenas muscular, há algum sentimento profundo que 15 meses de ausência não fizeram desaparecer) mais fixo na largura, mas com constantes movimentos de Hidemasa Morita e Pedro Gonçalves a aparecer nos espaços em branco, o Sporting foi capaz de criar perigo. O Alverca não se limitou a defender em bloco baixo, mas acabou por inevitavelmente baixar linhas para conseguir suster o jogo interior dos leões, a mais forte marca de água de uma temporada que já vai longa e onde pouco é criado de raiz.

Nuno Santos Sporting Lesão Jogadores
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

O nível do japonês e do português é a melhor notícia do jogo do Sporting. Estiveram numa fase menos exuberante, mas vão recuperando confiança. O internacional nipónico vai na melhor sequência de jogos da temporada, com influência em todos os momentos e capacidade de ser influente pelos deslocamentos. O português fez um jogo de alta precisão técnica e definição, como o seu perfil exige. Estiveram em vários lances de perigo criados pelos leões.

Na segunda parte, Rui Borges destacou a subida exibicional dos leões, principalmente pela forma como, com bola, conseguiram evitar desequilíbrios e transições que poderiam mudar o jogo. Com a subida do Alverca em campo, Luis Suárez foi solicitado nas costas, as posses no corredor foram mais dinâmicas e objetivas e o jogo resolveu-se à lei da bomba. Se o colombiano está cada vez mais associado à ideia, não só do golo, mas do golo com recorte técnico e sentido estético, Geny Catamo, naquela que é a época mais concretizadora da sua carreira. O Sporting foi capaz de jogar bem longe da sua baliza e o resultado surgiu e foi crescendo.

Sporting Jogadores
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

As contas, essas fazem-se no fim. A pausa surge, para os leões, depois de duas goleadas e num momento em que tudo aparenta mais tranquilo. No jogo das sensações, quase sempre efémero, já poucos se lembrarão das cabeças que se queriam a rolar depois de Bodo. E, nesta nota, que se valorizem os lances que Francisco Trincão vai protagonizando em transições defensivas absolutamente impactantes. Tivesse o português músculo no lugar do bigode e seria uma representação fiel da intensidade que, felizmente, se manifesta de diversas formas.

BnR na Conferência de Imprensa

Bola na Rede: No início da segunda parte o Luis Suárez é isolado por três vezes na cara do guarda-redes a partir de bolas na profundidade. O que pretendeu com esta mudança ao intervalo e com as diferenças da primeira para a segunda parte no ataque do Sporting?

Rui Borges: As mudanças nem foram muito por aí. É natural que ele tenha feito mais ataques à profundidade. O Alverca subiu um bocadinho o bloco, não muito, e deu-nos mais espaço para essas diagonais e esses passes de profundidade. Mais do que isso, foi a bola ser mais dinâmica a andar, não adormecemos o jogo tanto com bola, atraímos e procurámos o homem livre. Andámos muito em corredores, que era o que tínhamos de fazer. Com equipas de contra-ataque e ataque rápido, o corredor central é o mais perigoso. Nunca corremos para trás 40 metros em alta intensidade, olhámos sempre para a frente, recuperámos sempre à frente e isso é que era mais importante. Tínhamos de instalar e perceber o que o Alverca ia procurar com o 1-0, acabou a primeira parte a acreditar que podia ferir o Sporting. Controlámos o jogo muito mais dinâmicos, com a bola muito mais rápida, não parou nada. Depois a qualidade individual e coletiva veio ao de cima e a segunda parte foi muito boa com e sem bola.

Bola na Rede: Através de um bloco subido e de uma marcação tendencialmente individual e apertada aos principais criativos do Sporting, o Alverca procurou condicionar o jogo mais associativo e entrelinhas dos leões. Mas, na segunda parte, especialmente o Luis Suárez explorou com sucesso o ataque ao espaço. De que forma o mister acha que teria sido possível controlar melhor a profundidade e, em simultâneo, continuar a condicionar esse jogo mais associativo?

Custódio Castro: É um facto. Repare, nós tentámos fazer isso mais quando a bola ou era atrasada ou quando partia da bola parada, do pontapé de baliza. Nós tentávamos, com essas pressões frontais, fechar o lado, sabendo que podíamos deixar ou não o lateral contrário livre e tentar criar uma superioridade. Nós sabemos que o Suárez é forte naquilo que é o ataque à profundidade. Depois é um jogador que trabalha bastante, seja em apoio frontal, seja em profundidade. A verdade é que – e eu acho que ainda carece de uma análise mais profunda – não podemos subtrair jogadores naquilo que é a nossa pressão. Eu sinto que não estivemos todos ‘top’ na pressão, principalmente, dos homens da frente. Não estivemos ‘top’, mas, bem, vamos analisar e vamos perceber isso. Nós sabemos dos jogadores do Sporting e deste jogo associativo que eles têm. Eles acabam por jogar com muito pouco espaço, por ter essa capacidade, mas também se provou que é possível pressionar, que é possível recuperar bolas em cima e nós acabámos por fazer isso na primeira parte, uma ou outra vez. Agora, é difícil também ter esta consistência contra este tipo de jogadores. Mas nós tentámos. Não queríamos ser demasiado passivos – e eu acho que acabámos por ser um bocadinho nos primeiros 20 minutos – e depois acabámos por crescer um bocadinho no jogo. Ainda tivemos a oportunidade do Sandro [Lima], que podia ter sido o 1-1, porque a primeira parte não foi um jogo com muitas oportunidades. Mas, sim, havia essa intenção.

Custódio Castro responde ao Bola na Rede: «Não estivemos todos ‘top’ na pressão»

O Sporting venceu o Alverca por 4-1 na 27.ª jornada. Custódio Castro analisou o jogo e respondeu ao Bola na Rede.

No rescaldo da derrota do Alverca por 1-4 diante do Sporting, em jogo da 27ª jornada da Primeira Liga, Custódio Castro, treinador dos ribatejanos, respondeu à questão colocada pelo Bola na Rede.

Lê também a questão colocada a Rui Borges, treinador do Sporting.

Bola na Rede: Através de um bloco subido e de uma marcação tendencialmente individual e apertada aos principais criativos do Sporting, o Alverca procurou condicionar o jogo mais associativo e entrelinhas dos leões. Mas, na segunda parte, especialmente o Luis Suárez explorou com sucesso o ataque ao espaço. De que forma o mister acha que teria sido possível controlar melhor a profundidade e, em simultâneo, continuar a condicionar esse jogo mais associativo?

Custódio Castro: É um facto. Repare, nós tentámos fazer isso mais quando a bola ou era atrasada ou quando partia da bola parada, do pontapé de baliza. Nós tentávamos, com essas pressões frontais, fechar o lado, sabendo que podíamos deixar ou não o lateral contrário livre e tentar criar uma superioridade. Nós sabemos que o Suárez é forte naquilo que é o ataque à profundidade. Depois é um jogador que trabalha bastante, seja em apoio frontal, seja em profundidade. A verdade é que – e eu acho que ainda carece de uma análise mais profunda – não podemos subtrair jogadores naquilo que é a nossa pressão. Eu sinto que não estivemos todos ‘top’ na pressão, principalmente, dos homens da frente. Não estivemos ‘top’, mas, bem, vamos analisar e vamos perceber isso. Nós sabemos dos jogadores do Sporting e deste jogo associativo que eles têm. Eles acabam por jogar com muito pouco espaço, por ter essa capacidade, mas também se provou que é possível pressionar, que é possível recuperar bolas em cima e nós acabámos por fazer isso na primeira parte, uma ou outra vez. Agora, é difícil também ter esta consistência contra este tipo de jogadores. Mas nós tentámos. Não queríamos ser demasiado passivos – e eu acho que acabámos por ser um bocadinho nos primeiros 20 minutos – e depois acabámos por crescer um bocadinho no jogo. Ainda tivemos a oportunidade do Sandro [Lima], que podia ter sido o 1-1, porque a primeira parte não foi um jogo com muitas oportunidades. Mas, sim, havia essa intenção.

Rui Borges responde ao Bola na Rede: «Com equipas de contra-ataque e ataque rápido, o corredor central é o mais perigoso»

O Sporting venceu o Alverca por 4-1 na 27.ª jornada. Rui Borges analisou o jogo e respondeu ao Bola na Rede.

O Sporting derrotou o Alverca por 4-1 num encontro da 27.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve no Complexo Desportivo de Alverca e, no final do jogo, teve a oportunidade de colocar uma questão a Rui Borges, treinador do Sporting.

Lê também a questão colocada a Custódio Castro, treinador do Alverca.

Bola na Rede: No início da segunda parte o Luis Suárez é isolado por três vezes na cara do guarda-redes a partir de bolas na profundidade. O que pretendeu com esta mudança ao intervalo e com as diferenças da primeira para a segunda parte no ataque do Sporting?

Rui Borges: As mudanças nem foram muito por aí. É natural que ele tenha feito mais ataques à profundidade. O Alverca subiu um bocadinho o bloco, não muito, e deu-nos mais espaço para essas diagonais e esses passes de profundidade. Mais do que isso, foi a bola ser mais dinâmica a andar, não adormecemos o jogo tanto com bola, atraímos e procurámos o homem livre. Andámos muito em corredores, que era o que tínhamos de fazer. Com equipas de contra-ataque e ataque rápido, o corredor central é o mais perigoso. Nunca corremos para trás 40 metros em alta intensidade, olhámos sempre para a frente, recuperámos sempre à frente e isso é que era mais importante. Tínhamos de instalar e perceber o que o Alverca ia procurar com o 1-0, acabou a primeira parte a acreditar que podia ferir o Sporting. Controlámos o jogo muito mais dinâmicos, com a bola muito mais rápida, não parou nada. Depois a qualidade individual e coletiva veio ao de cima e a segunda parte foi muito boa com e sem bola.

Paulinho é chamada de Roberto Martínez à última hora para render 2 baixas nos convocados de Portugal

Paulinho foi chamado à convocatória de Portugal. Avançado ocupará vagas deixadas livres com as lesões de Rodrigo Mora e Rafael Leão.

Paulinho foi integrado na convocatória de Portugal para os jogos de preparação do Mundial 2026. Avançado do Toluca surge como novidade de última hora nas escolhas de Roberto Martínez.

O jogador não viajará para Portugal e juntar-se-á ao grupo em Cancún, onde a seleção nacional estagiará. A presença do ponta-de-lança nos eleitos surge depois da dispensa de Rodrigo Mora (FC Porto) e Rafael Leão (AC Milan), ambos a contas com problemas físicos.

Recorda a convocatória de Roberto Martínez, que reunirá o gripo na Cidade do Futebol esta segunda-feira, com treino marcado para as 18h. Portugal vai realizar dois encontros de preparação, frente ao México, às 2h do dia 29 de março, e diante dos EUA, às 00h de 1 de abril.

Paulinho tem 33 anos e leva 26 golos e cinco assistências em 37 jogos pelo Toluca nesta época. O avançado soma três internacionalizações por Portugal na carreira e não era convocado há cinco anos para defender a equipa das quinas.

Paulinho Toluca
Fonte: Toluca FC