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Já são conhecidos os valores da proposta que a Juventus apresentou a Bernardo Silva

A Juventus ofereceu um contrato de três anos a Bernardo Silva, com um salário anual que pode ascender aos 10 milhões de euros.

Bernardo Silva está cada vez mais perto de abandonar o Manchester City, terminando o atual contrato com o emblema inglês no final da temporada. Segundo Tancredi Palmeri, a Juventus apresentou uma proposta de contrato de três anos ao internacional português, com um salário base de oito milhões de euros anuais e mais dois milhões em objetivos.

Para além da vecchia signora, também o Inter Miami e o Galatasaray têm sido associados ao médio de 31 anos, que leva três golos e cinco assistências num total de 41 jogos pelos cityzens esta temporada.

Depois de quase uma década no Manchester City, Bernardo Silva igualou recentemente Luís Boa-Morte no topo da lista dos jogadores portugueses com mais jogos na Premier League.

Resistir, esperar, matar: o manual europeu dos dragões | FC Porto 2-0 Estugarda

O FC Porto apurou-se para os quartos de final da Liga Europa ao vencer o Estugarda por 2-0, no Estádio do Dragão, fechando a eliminatória com um convincente 4-1 no agregado. William Gomes desbloqueou o jogo ainda na primeira parte, num momento em que os dragões viviam encostados ao seu meio-campo, e Victor Froholdt, já na etapa complementar, assinou um golo de exceção que não só confirmou a vitória como cristalizou uma noite de resistência, inteligência e inspiração individual.

Ora, o ambiente que se viveu no Dragão foi mais do que um simples cenário de jogo. Houve ali qualquer coisa de quase ritual, como se o estádio soubesse, desde o primeiro instante, que a noite não seria feita de domínio, mas de sobrevivência (até pela peculiar invasão de adeptos germânicos ao estádio). E foi exatamente isso que o FC Porto teve de fazer durante largos períodos. Sobreviver, resistir, aguentar.

Farioli não mexeu no onze em relação à primeira mão. Num contexto de rotação quase permanente, essa decisão não foi apenas técnica, foi, simultaneamente, simbólica. A mensagem era clara: confiança total num grupo que tem respondido de forma consistente, mesmo com mudanças constantes e isso tem sido, talvez, a maior diferença em relação a outras épocas, visto que há profundidade, há qualidade e há, sobretudo, uma ideia coletiva que não se perde com as alterações.

Francesco Farioli FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

E, de facto, o início confirmou os receios. O Estugarda apresentou-se num sistema que, mais do que surpreender, complicou. Três centrais, alas projetados, dois avançados a fixar e um meio-campo capaz de ocupar o espaço com inteligência, mas o mais impressionante foi a coragem. Não houve receio em assumir igualdade numérica na última linha, nem em arriscar numa pressão alta que colocava o FC Porto constantemente sob stress. E, durante largos minutos, essa estratégia resultou.

De um modo geral, o Estugarda entrou com uma ideia clara e executou-a com uma convicção que raramente se vê em equipas visitantes neste palco. Pressão alta, encaixes homem a homem, intensidade sem travões. Lá está, durante muito tempo, foi a equipa alemã que ditou o ritmo, que empurrou o jogo para o meio-campo portista e que obrigou os dragões a correr atrás da bola.

Nesse período, o jogo teve um protagonista inequívoco: Diogo Costa. Há exibições que se destacam pela estética, outras pela eficácia. Esta foi das que entram numa categoria à parte. O guarda-redes do FC Porto foi muito mais do que um último reduto, tendo sido a razão pela qual o jogo não mudou de rumo ainda antes de ganhar forma. Fuhrich tentou, El Khannouss insistiu, Undav apareceu em zonas perigosas. Contudo, todos encontraram o mesmo destino. As luvas de um guarda-redes que parece jogar noutro tempo.

Diogo Costa FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Mas não foi só entre os postes. Num jogo em que a construção curta se tornava um risco constante, Diogo Costa assumiu um papel determinante na forma como a equipa tentou sair da pressão. A opção por um jogo mais direto foi uma resposta pensada, quase inevitável. Com três homens na frente a procurar igualdade com os centrais alemães, o FC Porto tentava transformar o aperto em oportunidade. É verdade que nem sempre conseguiu, mas a intenção estava lá, clara.

Aliás, arrisco-me a dizer que não sei se, em termos de quantidade/qualidade, e tirando os épicos momentos na defesa de grandes penalidades, Diogo Costa já fez alguma exibição melhor na carreira. Fez lembrar Manuel Neuer, precisamente, no Estádio do Dragão, em 2008, nos oitavos de final da Liga dos Campeões, quando este ainda atuava pelo Schalke 04.

E depois há aqueles momentos em que o jogo parece escapar a qualquer lógica. Até ao golo, o Estugarda tinha o controlo. Jaquez anulava Borja Sainz com autoridade, o meio-campo portista não encontrava espaço e a sensação de perigo era constante, porém bastou uma pequena falha, neste caso, uma troca de referências mal resolvida, para tudo mudar.

Karazor hesita, Borja insiste, a bola sobra e William Gomes aparece onde tem de aparecer. Não foi um lance longo, nem particularmente elaborado. Foi, acima de tudo, eficaz e, naquele contexto, isso valia ouro.

Jogadores FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

O golo não mudou o desenho do jogo, mas alterou-lhe o significado. De repente, o FC Porto passou a jogar com uma margem que lhe permitia aceitar ainda mais o sofrimento. E o sofrimento, esse, até continuou. O Estugarda não recuou, não abrandou e não duvidou, tendo continuado a pressionar, a procurar espaços, a testar a defesa portista de todas as formas, só que voltou a encontrar o inevitável Diogo Costa.

Há algo de quase injusto no futebol quando uma equipa faz tanto para marcar e não consegue, mas há também mérito de quem sabe proteger-se, e o FC Porto soube, diga-se. Com uma linha defensiva sólida, com um Bednarek imponente na área, com um Thiago Silva “motivado” em homenagear a falecida mãe, no milésimo jogo da sua monstruosa carreira, e com um coletivo que, mesmo recuado, nunca perdeu a noção do espaço.

Ao mesmo tempo, houve sinais que ajudaram a manter o equilíbrio emocional. Zaidu voltou a mostrar um nível muito elevado, combinando segurança defensiva com capacidade de progressão. William Gomes, mesmo sem uma exibição exuberante, voltou a ser decisivo. E Borja, mesmo condicionado, manteve-se sempre ligado ao jogo, sempre pronto para competir.

A verdade é que a segunda parte trouxe uma nuance diferente. Farioli percebeu que o meio-campo precisava de outra presença e lançou Froholdt, para o lugar de Rodrigo Mora, na tentativa de devolver algum controlo à equipa. Deste modo, o dinamarquês trouxe energia, capacidade de duelo e uma presença física que se fazia sentir a cada intervenção.

Ainda assim, o cenário manteve-se. O Estugarda continuou a assumir as despesas, continuou a empurrar o FC Porto para trás e voltou a estar perto do golo. Mais uma vez, encontrou Diogo Costa e, mais uma vez, saiu derrotado desse duelo.

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

O FC Porto, por sua vez, foi procurando momentos. Nem sempre decidiu bem, é verdade. Houve situações em que faltou critério, outras em que a pressa traiu a intenção, mas a ideia manteve-se, ou seja, explorar o risco do adversário, aproveitar o espaço quando ele surgisse, ferir quando fosse possível.

E foi num desses momentos que tudo ficou decidido. Froholdt, incansável, persistente, quase teimoso, não desistiu de um lance que parecia perdido. Recuperou a bola, ganhou espaço e, de fora da área, soltou um remate que não pede explicações. É daqueles golos que se sentem antes de se verem. Violento, preciso, inevitável. Um gesto técnico que resume muito do que ele tem sido, isto é, intensidade, ambição, capacidade de aparecer onde poucos chegam.

A reação de Farioli, de mãos na cabeça, não foi teatral, mas genuína. Era o espanto de quem percebe que o jogo, tal como estava a decorrer, não apontava para um desfecho tão confortável, só que o futebol tem destas coisas e o FC Porto soube, melhor do que ninguém, aproveitá-las.

A partir daí, o jogo perdeu tensão, até porque se percebeu que o jogo e, principalmente, a eliminatória já não iriam escapar aos dragões. A expulsão de Nikolas Nartey, ao ver dois cartões amarelos no espaço de dois minutos, acabou por retirar qualquer hipótese de reação ao Estugarda e os minutos finais foram de gestão, designadamente sem riscos, sem pressa, com a tranquilidade de quem sabe que fez o suficiente.

No final, fica uma sensação difícil de traduzir em números. O 2-0 não conta a história toda, na medida em que não fala da pressão, do sofrimento, das defesas impossíveis, dos momentos em que o jogo parecia inclinar-se para o outro lado, só que fala de algo igualmente importante, isto é, da capacidade de uma equipa para competir em contextos adversos.

Como é óbvio, este FC Porto não é uma equipa perfeita. Tem fragilidades, momentos de alguma incongruência, decisões que nem sempre são as melhores, mas tem algo que, em competições a eliminar, vale muito. Sabe sofrer, sabe esperar e sabe, sobretudo, aproveitar.

Com um guarda-redes num nível absolutamente extraordinário, com um meio-campo que cresce em intensidade e com um treinador que lê o jogo com clareza, o caminho continua aberto.

Segue-se, assim, o Nottingham Forest, de Vítor Pereira. Um adversário exigente, com memórias recentes pouco agradáveis para os dragões, mas olhando para o que foi esta eliminatória, há uma certeza que se impõe: a de que este FC Porto pode não controlar todos os jogos, mas sabe, como poucos, escolher quando os decide.

Grêmio de Luís Castro já conhece adversários na Taça Sul-Americana: eis o sorteio completo

Já se realizou o sorteio da Taça Sul-Americana 2026. Grêmio de Luís Castro já conhece adversários na fase de grupos.

Tal como a Taça Libertadores, também se realizou esta quinta-feira o sorteio da Taça Sul-Americana 2026. Assim sendo, o Grêmio de Luís Castro já sabe que fica no Grupo F e enfrentará o Palestino (Chile), City Torque (Uruguai) e o Riestra (Argentina).

O Botafogo, que é treinado por Martín Anselmi, também está na Taça Sul-Americana e e encontra-se no Grupo E, juntamente com o Racing (Argentina), o Caracas (Venezuela) e o Independiente Petrolero (Bolívia). A competição também inicia entre os dias 7 e 9 de abril.

Podes ver aqui o sorteio da Taça Libertadores, em que o Flamengo de Leonardo Jardim e o Palmeiras de Abel Ferreira são duas das equipas presentes. Fica em baixo com o sorteio completo:

Fonte: CONMEBOL

Situação de Gian Piero Gasperini na AS Roma complica-se após eliminação na Europa League

O lugar de Gian Piero Gasperini na AS Roma não está fora de perigo. Além dos resultados menos positivos, o técnico está cada vez mais distante dos dirigentes dos giallorossi.

Gian Piero Gasperini está com o futuro em dúvida na AS Roma. A imprensa italiana dá conta de que o treinador de 68 anos já não é intocável nos giallorossi e que existem alguns fatores que estão a conduzir a alguma instabilidade no clube.

Após a eliminação da AS Roma da Europa League, a equipa italiana ficou fora das duas provas que disputava (também já tinha caído nos oitavos de final da Taça de Itália) e está apenas a disputar a Serie A. A formação da capital italiana está no sexto lugar do campeonato e tem apenas duas vitórias nos últimos 11 jogos oficiais.

Este mau momento na temporada é aliado a um fator de instabilidade dentro do próprio clube: Gian Piero Gasperini está incompatibilizado com o diretor-desportivo, Frederic Massara, e já não tem o apoio de Claudio Ranieri, que está ligado à estrutura do clube e teve um peso forte na sua contratação. O antigo treinador está cada vez mais isolado na estrutura do emblema da Serie A e pode vir a deixar o clube no final da temporada.

Imprensa italiana garante: Juventus tem oferta para Bernardo Silva

Imprensa italiana garante que a Juventus continua interessada em Bernardo Silva e tem oferta para o médio do Manchester City.

A Juventus oferece um contrato de três épocas com mais uma de opção a Bernardo Silva, garante a Gazzetta dello Sport. A mesma fonte refere que o agente Jorge Mendes já terá sido informado da vontade do emblema de Turim quanto ao médio português.

De acordo com a mesma fonte, a Juventus não deverá oferecer um salário inferior a 7 ou 8 milhões de euros. Bernardo Silva está em final de contrato com o Manchester City e tem sido constantemente associado ao emblema da Serie A.

Há mais clubes a ser associados a Bernardo Silva, tal como o Galatasaray e o Inter Miami. Esta temporada, o médio de 31 anos regista até ao momento 41 jogos, três golos e cinco assistências ao serviço do Manchester City, clube que representa desde 2017/18.

Juventus Jogadores
Fonte: Juventus FC

Nathalia Murek renova contrato com o FC Porto: «Sinto-me em casa»

Nathalia Murek renovou contrato com o FC Porto. A jogadora polaca prolongou a sua ligação ao Dragão depois de se afirmar como uma das figuras importantes da equipa de Voleibol do clube azul e branco.

Natalia Murek assegurou a continuidade no FC Porto, assinando um novo vinculo poucos meses após ter chegado à Invicta. A zona 4 polaca, que reforçou as tricampeãs nacionais em julho de 2025, tornou-se rapidamente uma peça imprescindível da equipa azul e branca. O anúncio da renovação surge num momento de celebração para o voleibol portista, coincidindo com a recente conquista da Taça de Portugal:

«Estou muito entusiasmada por ficar mais uma época no FC Porto, porque acho que é um dos maiores clubes da Europa. Sinto-me em casa e isso é o mais importante. Mal posso esperar por continuar esta aventura», afirmou a jogadora em declarações divulgadas no site do clube.

Antes de brilhar em Portugal, a atleta de 26 anos construiu um currículo sólido na Polónia e em França, onde se sagrou campeã francesa ao serviço do Levallois Paris Saint-Cloud. No FC Porto foi titular em 24 dos 25 jogos disputados e estabeleceu-se como a segunda melhor pontuadora da equipa, com 257 pontos acumulados.

Leonardo Jardim admite que ainda não conhece adversários do Flamengo na Libertadores e analisa vitória: «Dei-lhes os parabéns»

Leonardo Jardim analisou a vitória do Flamengo frente ao Remo, no Brasileirão. O técnico português falou também da Taça Libertadores.

Leonardo Jardim analisou a vitória do Flamengo frente ao Remo, no Brasileirão. O técnico português deixou críticas à primeira-parte da equipa e elogios para o segundo tempo:

«Na primeira parte tivemos uma posse de bola estéril, fizemos muita circulação, mas não fomos agressivos a entrar no bloco defensivo adversário. Isso originou muitas perdas de bola e alguns lances de contra-ataque. Foi um ponto que abordei com os jogadores ao intervalo: tínhamos de ser mais eficazes a jogar entre linhas, em vez de apenas circular a bola de um lado para o outro. Foi isso que fizeram — dei-lhes os parabéns. Só jogadores inteligentes como eles conseguem entrar na segunda parte e, em 15 minutos, resolver o jogo. Pressionámos alto, com as linhas próximas, ganhámos as primeiras e segundas bolas e criámos oportunidades. Depois do 3-0, fiz algumas rotações por estratégia, porque temos outro jogo dentro de três dias, e passámos a ter mais posse para gerir o encontro», afirmou o técnico português em conferência de imprensa.

Leonardo Jardim falou também da gestão que fez na equipa do Flamengo:

«Temos preocupação não só com o Lino, mas com todos os avançados. Hoje foi o Araújo. O Cebolinha entrou. Já jogaram o Paquetá, o Plata também, o Carrascal. Tínhamos a preocupação de ocupar bem a área. Quanto mais jogadores colocarmos na área, maior a probabilidade de a bola sobrar para nós. Se pensarmos que só o avançado entra na área, uma equipa como o Flamengo, que cria muito, vai encontrar quatro adversários contra apenas um nosso. Procuramos que os jogadores ocupem bem a área. O Lino tem vindo a perceber isso. O Araújo já estava por dentro. O ressalto cai nos pés dele porque estava na área — se estivesse encostado à linha, não teria marcado. É uma ideia mais coletiva, não apenas para o Lino».

O técnico português foi ainda chamado a comentar o sorteio da fase de grupos da Taça Libertadores e os adversários do Flamengo na competição:

«Independentemente das equipas que estão no nosso grupo, temos de valorizar a nossa. Se me perguntarem se conheço as equipas, direi que não — não tenho grande conhecimento para falar sobre elas. Neste momento, o mais importante é a nossa responsabilidade de evoluir. Vamos ter tempo para trabalhar com os jogadores que não vão às seleções. Em termos estratégicos, mesmo com poucos dias, tivemos ótimos períodos de trabalho e os jogadores têm demonstrado uma atitude excelente. Estamos a conseguir tirar grande proveito de pouco tempo — comentou o treinador. É uma responsabilidade. Representar o Flamengo, com a obrigação de jogar para ganhar, motiva-me. Na Europa já há jogos da Liga dos Campeões, tal como na Ásia, e esta será a minha Liga dos Campeões. Será uma experiência para desfrutar e para mostrar a melhor versão no Flamengo».

Anísio Cabral recorda estreia pela equipa A do Benfica e também diz: «O desejo é tornar-me um grande jogador»

Anísio Cabral fala sobre as suas ambições para o futuro. Jovem avançado recorda ainda estreia pela equipa principal do Benfica.

Anísio Cabral prestou declarações no programa Geração 2030 do Canal 11. Entre os temas, o jovem avançado de 18 anos diz que tem o desejo de se tornar um «grande jogador» e «ser um exemplo para muitos jovens jogadores».

«Sabia que tinha as capacidades, mas que tinha de manter os pés no chão. Não estava à espera», referiu o jovem do Benfica e ainda disse: «O desejo é tornar-me um grande jogador, ser exemplo para muitos jovens jogadores, há muito trabalho pela frente, felizmente consegui agarrar a oportunidade, isto é só o início».

Anísio Cabral recordou a estreia pela equipa principal do Benfica, com golo frente ao Estrela da Amadora:

«Já estava muito feliz por estar num palco tão grande como o Estádio da Luz. Se a oportunidade caísse [de jogar] estava pronto. Felizmente marcámos cedo, estávamos a dominar, estava mesmo a sonhar com a minha estreia. Senti que era o momento. Não pensava em golos, em nada, só pensava em correr e felizmente o golo apareceu».

«Estamos a conseguir conquistar os nossos sonhos juntos, eu, o Banjaqui, o José Neto», também referiu Anísio Cabral, que leva até ao momento cinco jogos pela equipa principal do Benfica e dois golos e já renovou até 2031.

Flamengo de Leonardo Jardim e Grémio de Luís Castro vencem no Brasileirão

O Flamengo de Leonardo Jardim recebeu e bateu o Remo por 3-0. Já o Grémio de Luís Castro derrotou o Vitória por 2-0.

O Flamengo de Leonardo Jardim bateu o Remo por 3-0, na jornada 7 do Brasileirão. Os golos do encontro foram apontados por Léo Ortiz (19′), Samuel Lino (48′) e por Luis Araújo (54′). O técnico português segue 100% vitorioso no comando do mengão, com três vitórias em três jogos no campeonato.

Já o Grémio de Luís Castro derrotou em casa o Vitória por 2-0. Camutanga marcou na própria baliza, aos 27 minutos, e adiantou a equipa do técnico português no marcador. Já na segunda-parte, Francis Amuzu fez o 2-0, aos 54 minutos.

Com estes resultados, o Flamengo está no quarto lugar com 13 pontos, a três do líder, Palmeiras. Já o Grémio está um pouco mais atrás, em sétimo lugar, com 11 pontos.

Vítor Pereira após passagem do Nottingham Forest: «Não tenho dúvidas de que temos qualidade e que vamos lutar para atingir os nossos objetivos»

Vítor Pereira já reagiu à passagem do Nottingham Forest na Europa League. Emblema inglês é o próximo adversário do FC Porto na prova.

Vítor Pereira falou à imprensa após o Nottingham Forest eliminar o Midtjylland nas grandes penalidades e avançar para os quartos de final da Europa League, onde vai enfrentar o FC Porto. O treinador português fez a sua análise à partida:

«Estamos muito felizes. Hoje provámos que viemos aqui para competir, que temos bons jogadores. Jogámos, na primeira parte, de forma fantástica, fora de casa, neste campo. A um nível muito elevado. Na segunda parte, com as substituições, continuámos a dar o nosso melhor».

«Quando ganhamos, é diferente. O espírito é diferente, a energia é diferente. Os rapazes mereceram-no porque são um grupo fantástico. São jogadores muito bons, com espírito de equipa e personalidade, e hoje demonstrámos tudo isso», prosseguiu Vítor Pereira.

«Não tenho dúvidas de que temos qualidade e que vamos lutar para atingir os nossos objetivos. E quero agradecer aos nossos adeptos — eles merecem continuar a jogar nesta Europa League», finalizou Vítor Pereira, em declarações citadas pela Sky Sports.