O Como 1907 recebeu e venceu a AS Roma por duas bolas a uma durante este domingo, num encontro da 29.ª jornada da Serie A.
O Como 1907 bateu a AS Roma por 2-1 durante a tarde deste domingo, num encontro a contar para a 29.ª jornada da Serie A. Donyell Malen abriu o marcador por intermédio de uma grande penalidade, aos 7′.
Tasos Douvikas igualou o resultado já na segunda parte, aos 59′. Diego Carlos (que passou por Estoril Praia e FC Porto) completou a reviravolta para a equipa da casa, aos 79′. Com esta vitória, a equipa de Cesc Fàbregas passa a somar 54 pontos e encontra-se na quarta posição.
Já a formação de Gian Piero Gasperini mantém-se com 51 pontos, no sexto posto.
Chegada a fase de Apuramento de Campeão, que valerá a três de oito clubes o regresso às ligas profissionais, Belenenses e Varzim partiram para este desafio com a certeza de que qualquer resultado que não a vitória poderia constituir um obstáculo cada vez maior ao sonho da subida à Segunda Liga. Dessa forma, uma e outra equipa, ao longo de mais de 90 minutos, procuraram transcender-se, tanto numa perspetiva tática como técnica, para conquistar os três pontos da sexta jornada da fase de Apuramento de Campeão da Liga 3. O 3-2 a favor dos azuis do Restelo, conseguido nos instantes finais do encontro, refletiu a qualidade do espetáculo, a ânsia de vencer a partida e, sobretudo, a grande imagem de marca deste campeonato: o equilíbrio. Belenenses e Varzim ocupam agora a segunda e sexta posições, à condição, com 11 e seis pontos, respetivamente.
A criação da Liga 3, na época 2021/2022, é amplamente reconhecida como uma das melhores iniciativas da Federação Portuguesa de Futebol nos últimos anos. Muitos emblemas, outrora caídos no esquecimento, ressurgiram no espaço mediático. Mais do que isso, através da cobertura de diferentes órgãos de comunicação social – em especial, do Canal 11-, o apoio ao clube do bairro, da aldeia ou da vila voltou a ganhar preponderância. Num mundo cada vez mais dominado por agentes desportivos que o utilizam como ferramenta política e económica, a Liga 3, sob o mote “Puro Futebol”, assume um papel que o futebol, na sua génese, deve ter, enquanto promotor de uma identidade regional e unificadora, do espetáculo e do entretenimento. Porém, até mesmo de um ponto de vista mais estratégico e tático, pela homogeneidade qualitativa dos vários intervenientes, os corpos técnicos têm de se transcender. Neste campeonato, todos os detalhes contam. Por esse motivo, os jogadores têm de jogar no limite e exponenciar qualidade técnicas e criativas.
O desafio entre Belenenses e Varzim entregou os ingredientes necessários a qualquer amante do desporto-rei. Para o adepto comum, a genialidade do canto olímpico de Rúben Oliveira, o remate certeiro de Diogo Cabral inspirado em Arjen Robben e o golo de João Gastão, ao cair do pano e num cenário cinematográfico, são alguns dos momentos que tornam este embate inesquecível. Para quem gosta de analisar o jogo, a partida de xadrez refletida na organização ofensiva, defensiva e nos momentos de pressão de uma e outra equipa é, também ela, enriquecedora.
Fonte: Pedro Barrelas/Bola na Rede
A principal arma do futebol ofensivo do Varzim teve um nome: Joãozinho. Mais adiante, fica a explicação de como Tiago Zorro procurou contrariar a liberdade ofensiva do ex-jogador do Atlético. Fazendo jus ao número que usa nas costas, foi o principal elemento de desequilíbrio da formação poveira, procurando o espaço entrelinhas do bloco defensivo belenense, atuando como terceiro médio e encaminhando-se sempre para o lado da bola, de modo a poder ver-se livre de marcação e pegar no jogo para criar oportunidades de golo. A recarga de Talocha, que registou o 2-2 no placar, foi resultado desse envolvimento do número 10, que partia de uma posição exterior para o corredor central.
Antes, no já referido golo de Dudá, que registou o 2-1 a favor da equipa da casa, um detalhe que permitiu que a bola chegasse aos pés do extremo formado em Alcochete foi a forma como os azuis do Restelo pressionavam em bloco alto. Aproveitando a construção em 4+1 da turma de Nuno Capucho – apesar de defender num 5-4-1, a construir, o central do lado direito, Pedro Nuno, jogava como lateral, Miguel Vila Cova e Chicão mantinham-se como centrais e Talocha era mais um defesa esquerdo, com Francisco França atrás da primeira linha de pressão -, Zorro instruiu os seus jogadores a terem em conta referências de pressão individuais. Como tal, Leitão vigiava Pedro Nuno, Eduardo Souza caía em Vila Cova, Dudá saltava em Chicão, Bandarra perseguia Talocha e Afonso Afonso estava incumbido de não deixar Francisco França rodar e ver o jogo de frente. Assim, foi justamente pelo ajuste dessa pressão que Chicão efetuou mal o passe para França, permitindo a Afonso Afonso recuperar a bola e servir o colega.
Os restantes golos definiram-se também em detalhes, mais ou menos claros. O magnífico canto direto podia ser evitado pela presença de algum jogador ao segundo poste. Tanto os tentos de Diogo Leitão e de João Gastão, o primeiro e terceiro do Belenenses, respetivamente, denotaram alguma incapacidade dos visitantes em dominar e controlar a área defensiva. Como dito, embora todos estes pareçam ser meros pormenores, tais, a um nível de competitividade tão elevado, pagam-se demasiado caro. São os detalhes que, por um lado, continuam a alimentar o sonho da subida dos azuis do Restelo e que, no sentido inverso, colocam os poveiros cada vez mais longe dos lugares de promoção.
Com ainda oito jornadas por serem disputadas, muito pode acontecer. Todavia, é de se perspetivar que o golo do avançado angolano emprestado pelo Estrela da Amadora tenha dado um novo balão de oxigénio ao emblema da Cruz de Cristo. Por outro lado, tendo o fator psicológico um papel fundamental no desempenho dos atletas e, consequentemente, no trabalho da equipa técnica, veremos como a equipa conseguirá recuperar deste murro no estômago que ditou a terceira derrota consecutiva. O espetáculo da Liga 3 promete continuar!
Após o encontro, Tiago Zorro respondeu à questão colocada pelo Bola na Rede. Em contrapartida, Nuno Capucho recusou prestar declarações.
Fonte: Pedro Barrelas/Bola na Rede
Bola na Rede: O Joãozinho parte muitas vezes de uma posição mais exterior para procurar criar vantagem em corredor central e o segundo golo do Varzim nasce daí, de uma combinação do Joãozinho com o Francisco França, por esse envolvimento do Joãozinho por dentro. De que forma o mister procurou condicionar essa dinâmica do adversário e o que acha que faltou no segundo golo do Varzim para estancar esse envolvimento?
Tiago Zorro: Nós, em alguns momentos do jogo, estamos a defender a cinco, noutros momentos estamos a defender a quatro. Sabíamos que o Joãozinho tinha muita liberdade para partir muitas vezes do seu corredor direito e até vir à esquerda criar algumas vantagens. Tínhamos um jogador incumbido de muitas vezes pegar o Joãozinho e poder sair da linha defensiva para poder pegar o João. Perdemos rigor nesse lance e acaba por haver uma superioridade. Percebemos que, com o passar do tempo, porque, por vezes, alguns jogadores vão perdendo algum rigor, o cansaço também acaba por chegar. A estratégia estava bem definida, funcionou ao longo de muito tempo, mas sabemos que, por vezes, basta uma pequena distração. O jogador perdeu a sua referência e acabou por surgir o golo. Portanto, o que estava pensado era uma linha de cinco e esse jogador sair para apanhar o João.
Bruno Fernandes bateu o recorde de assistências de David Beckham numa só época pelo Manchester United. O médio português chegou aos 16 passes para golo na vitória frente ao Aston Villa.
O internacional luso atingiu a marca das 16 assistências numa só temporada. Este número permitiu a Bruno Fernandes superar o anterior recorde do clube inglês, que havia sido estabelecido por David Beckham na época 1999/2000 (15 assistências).
Recorde-se que, já no início deste mês, no duelo frente ao Crystal Palace, o jogador de 31 anos tinha ultrapassado outra marca do antigo internacional inglês. Bruno Fernandes somou o seu 18.º jogo a marcar e a assistir na Premier League (contra os 17 de Beckham), fixando-se no pódio histórico dos red devils, apenas atrás de Wayne Rooney (35) e Ryan Giggs (22).
Nuno Espírito Santo reagiu ao empate do West Ham com o Manchester City. O português referiu que está contente com o sofrimento da sua equipa.
Nuno Espírito Santo, técnico do West Ham, reagiu ao empate deste sábado frente ao Manchester City, na 30.ª jornada da Premier League. O português mostrou-se contente por ter saído da zona de descida de divisão e por ver os seus jogadores a defender e a sofrer para preservar o ponto.
«[Estar fora da zona de descida] não muda muito porque, recentemente, temos esta crença em nós próprios de que podemos competir bem e provamos que isso não significa muito, mas é sempre bom», começou por dizer o antigo treinador do Nottingham Forest, em declarações à TNT Sports.
«Era uma necessidade que tínhamos, e continuamos a ter, de nos proteger, de defender bem, porque temos jogadores talentosos. Não mostrámos demasiado, mas foi o suficiente para dizer que tivemos uma boa performance e alcançámos algo muito importante para nós, e os fãs estiveram connosco. Sinto-me orgulhoso de ver os jogadores a sofrer e a fazer tudo o que podem», concluiu o português.
Pep Guardiola reagiu ao empate frente ao West Ham e referiu que ainda acredita no título. O espanhol admite problemas de consistência.
Antes da partida com o West Ham, Pep Guardiola disse à imprensa que, se o Manchester City perdesse pontos, a corrida ao título acabaria. No entanto, após o empate deste sábado, o técnico espanhol recuou a posição e afirmou que acredita na conquista da Premier League, ainda que reconheça os problemas que a sua equipa tem.
«Não, não acabou. Não perdemos, vamos continuar», referiu Pep Guardiola, à TNT Sports.
Na conferência de imprensa após a partida, o técnico dos cityzens notou que a equipa tem um problema de consistência e ainda de eficácia em frente à baliza.
Apesar da excelente prestação ofensiva, o técnico português fez questão de enaltecer o rigor do sistema defensivo, destacando o facto do adversário ter conseguido apenas uma finalização enquadrada com a baliza durante os 90 minutos, um indicador que Leonardo Jardim considerou fundamental para a segurança e domínio da partida:
«Em relação a esse aspeto defensivo, acredito que uma equipa da qualidade do Flamengo tem que ter essa variável, de defender bem. Os jogadores estão a ter atitude, em termos coletivos, de dar maior equilíbrio defensivo. Isso tem nos ajudado a ser uma equipa mais compacta. Isso permite-nos, contra um adversário como o Botafogo, ter apenas um remate à nossa baliza. A equipa está a evoluir. Mais do que a estratégia, era importante esta atitude e essa organização entre os jogadores», afirmou o técnico.
Leonardo Jardim aproveitou a ocasião para elogiar a profundidade da sua equipa, destacando a rapidez com que os jogadores absorvem e executam as novas ideias táticas implementadas pela equipa técnica. Com a paragem para os compromissos das seleções, o treinador confirmou que irá aproveitar a “Data FIFA” para realizar um trabalho específico e intensivo com os atletas que permanecem no clube:
«As ideias que os jogadores colocam em prática são mais rápidas de assimilar pela qualidade e a inteligência deles. Isso ajuda o treinador. Eles são capazes de absorver rapidamente. É mérito deles. Sobre as paragens, temos a Data Fifa para trabalhar os que não vão para seleções. Depois, no Mundial 2026, também vamos aproveitar. Queremos jogar bem, ter diversidade e jogar para ganhar. Não quero jogar à lá Leonardo Jardim, quero jogar para o Flamengo», confirmou o português.
Questionado sobre a definição de um onze titular fixo ou a eventual rotatividade do plantel, Leonardo Jardim afirmou que dispõe de opções válidas para todos os setores e rejeitou a ideia de dividir o grupo entre “equipa A” ou “equipa B”. O técnico português sublinhou que a competitividade interna é fundamental e que todos os jogadores devem estar preparados para corresponder ao mesmo nível, independentemente de quem inicie a partida:
«Sinceramente, não gosto de divisão. Quando escolhemos duas equipas, estamos a fazer uma divisão. Sou um treinador de unificação do plantel. Hoje, houve três que não jogaram antes e jogaram hoje. A base de uma equipe é a sua solidez em termos de processo. Todos podem entrar e fazer bem, porque têm qualidade. Temos duas opções por posição. Quem entra, tem condições de colocar em prática as ideias da equipa. No futuro, isso vai acontecer. Quem está a jogar mais pode jogar menos. Vamos precisar de todos. Vamos mudar sempre de acordo com as necessidades, é assim que funciona. É difícil manter os mesmos 11 por 11 meses», confessou o ex-treinador do Cruzeiro.
Leonardo Jardim ainda só sabe o que é ganhar com a camisola do mengão, duas vitórias no tempo regulamentar e outra nos pênaltis frente ao Fluminense, pela final do Carioca. O Flamengo é o atual 3.º classificado do Brasileirão, com dez pontos em cinco jogos.
O Lyon de Paulo Fonseca empatou a zero na visita ao Le Havre, que terminou com dez jogadores após a expulsão de Zagadou. O lesionado Afonso Moreira foi baixa na equipa gaulesa.
O Lyon, equipa orientada por Paulo Fonseca, não conseguiu ir além de um empate sem golos (0-0) no reduto do Le Havre, num encontro a contar para a 26.ª jornada da Ligue 1.
Apesar de a formação da casa ter ficado reduzida a dez unidades na sequência do cartão vermelho mostrado ao defesa-central Zagadou, ao 55′, o conjunto comandado pelo técnico português não conseguiu capitalizar a vantagem numérica para desfazer o nulo.
Na tentativa de chegar ao golo, Paulo Fonseca recorreu a Roman Yaremchuk. O avançado ucraniano, que somou uma passagem pelo Benfica, foi lançado na partida à passagem do minuto 58 para o lugar de Karabec, mas não conseguiu alterar o desfecho do marcador.
No que diz respeito à armada lusa do emblema gaulês, o jovem Mathys de Carvalho foi convocado para a partida, mas acabou por não ser utilizado pela equipa técnica, não saindo do banco de suplentes. Já Afonso Moreira foi baixa confirmada na ficha de jogo, ficando de fora das opções devido a lesão.
Eis os resultados da Ligue 1 durante este domingo:
O Liverpool e o Tottenham empataram a uma bola durante este domingo, num encontro da 30.ª jornada da Premier League.
O Liverpool e o Tottenham empataram 1-1 durante a tarde deste domingo, num encontro a contar para a 30.ª jornada da Premier League. O primeiro golo da partida foi marcado no começo do jogo, aos 18′, por intermédio de Dominik Szoboszlai, não desperdiçando um livre direto.
Richarlison empatou o jogo, aos 90′. Com este empate, a equipa orientada por Arne Slot passa a somar 49 pontos e segue no quinto lugar da classificação. Já o conjunto de Igor Tudor encontra-se com 30 pontos, na 16.ª posição, um a mais que o West Ham United, a primeira equipa abaixo da linha de água. João Palhinha ficou fora da ficha de jogo devido a lesão.
Erling Haaland é um dos craques do Manchester City, mas pode deixar o emblema inglês no mercado de verão de 2027.
Erling Haaland terá anunciado à direção do Manchester City que pretende abandonar o clube no verão de 2027, de maneira a dar um novo rumo à sua carreira. A informação está a ser avançada pelo El Nacional. Ainda assim, o jogador quer manter-se mais uma época na equipa.
Assim sendo, uma negociação por Erling Haaland em 2026 está completamente descartada, com os interessados a poderem pensar em avançar com propostas apenas no ano seguinte. O jogador de 25 anos tem um contrato de longo prazo com o Manchester City, válido até 2034.
O Barcelona tem sido apontado como futuro clube de Erling Haaland. Na presente temporada o jogador soma 41 encontros disputados, com 29 golos marcados e sete assistências.
🚨 Norwegian star Erling Haaland has reportedly already informed Manchester City officials that he is very likely to leave in the summer of 2027. 👀⏳
However, the 25-year old striker has no intention of leaving at the end of this season, with a departure still some way off. ❌… pic.twitter.com/CuilHoqFuS
Luis Suárez acredita que o Sporting vai conseguir a passagem para os quartos de final da Champions League.
Luis Suárez deu uma entrevista à Sporting TV, onde falou sobre a segunda-mão dos oitavos de final da Champions League, frente ao Bodo/Glimt. O avançado colombiano acredita que os leões vão conseguir eliminar os noruegueses, apesar do 3-0 no primeiro encontro:
«Sim. O jogo vai ser muito complicado, mas nós acreditamos. Os 90 minutos em nossa casa tornam-nos muito fortes e vamos conseguir. Temos essa fé de que vamos conseguir esse resultado positivo e que vamos passar à ronda seguinte. Creio que o último mês foi uma fase em que demonstrámos dentro de campo que acreditamos até ao último minuto e acho que demonstrámos que lutamos até ao final. E podemos voltar a fazê-lo».
O ponta de lança realçou a importância dos adeptos:
«Tudo o que este clube fez no passado serve-nos de inspiração. Temos de ser positivos. Como diz – e bem -, lá eles foram muito fortes com o apoio dos seus adeptos, mas agora temos toda a nossa gente a nosso favor, no nosso estádio, que conhecemos na perfeição. Acima de tudo, queremos ter uma noite mágica e que fique na memória de todos».
Luis Suárez comentou a sua época de estreia pelo Sporting:
«Creio que se deve, sobretudo, à rápida adaptação à equipa e aos meus companheiros. Creio que foi uma das peças-chave. E também pela sintonia com os meus companheiros. Mas, no fim de contas, este é o meu trabalho. Confio em mim para isso e acho que estou a devolver em forma de golos e de muito trabalho em cada jogo».