Cesare Casadei está na lista de alvos do Everton e do West Ham para o verão. O preço do médio do Torino pode ser inflacionado devido a uma cláusula do Chelsea.
O médio italiano Cesare Casadei está a despertar uma forte cobiça na Premier League de vista ao próximo mercado de transferências de verão. De acordo com a informação avançada pela imprensa internacional, o jogador do Torino encontra-se na lista de compras do Everton e do West Ham, dois emblemas que procuram garantir os serviços do jovem atleta para reforçar o meio campo.
No entanto, as pretensões inglesas podem esbarrar numa engenharia financeira complexa. O médio ingressou no emblema de Turim no ano de 2025, proveniente do Chelsea, a troco de 13 milhões de euros. Como parte desse acordo, a formação londrina garantiu uma percentagem significativa de uma futura venda, uma salvaguarda que deverá obrigar a direção italiana a inflacionar consideravelmente o preço exigido pelo passe do jogador para não sair prejudicada no balanço final da operação.
Até ao momento, Cesare Casadei contabiliza um total de 43 jogos oficiais disputados com a camisola do Torino, nos quais já apontou seis golos e uma assistência. Recorde-se que o médio já esteve na lista do FC Porto.
🚨 Torino midfielder Cesare Casadei is emerging as a target for Everton and West Ham United this summer.
Having signed from Chelsea for €13M in 2025, they have a significant sell-on clause which could inflate the asking price that Torino want.
A Qatar Stars League vai regressar à atividade após a suspensão provocada pelos conflitos no Médio Oriente. O CEO da competição garantiu um protocolo de segurança para proteger a vasta «armada lusa» e os restantes profissionais.
O futebol no Catar prepara-se para voltar a rolar. De acordo com um comunicado oficial, a Qatar Stars League (QSL) retoma as operações esta quinta-feira, dia 12 de março, com a disputa da 18.ª jornada da competição, que se encontrava originalmente agendada para o passado dia 5 de março. O regresso acontece após uma suspensão temporária motivada pela crescente instabilidade no Médio Oriente, o que obrigou a organização a repensar toda a logística em torno dos eventos desportivos.
Para garantir que a retoma decorre sem incidentes, a estrutura da liga implementou um rigoroso protocolo com procedimentos de segurança desenhados para salvaguardar os jogadores, as equipas técnicas e todo o staff envolvido nas operações de jogo. Estas medidas de precaução foram articuladas em estreita cooperação com as autoridades de segurança do país e validadas através de um workshop que reuniu todas as entidades relevantes do setor, demonstrando um planeamento minucioso para lidar com o contexto de crise.
Hani Ballan, CEO da Qatar Stars League, fez questão de abordar publicamente esta retoma, sublinhando o compromisso inabalável com a proteção de todos os intervenientes.
«Estes são tempos desafiantes e sem precedentes para o nosso país. Estamos gratos por viver num dos países mais seguros do mundo, onde existem sistemas sólidos para nos proteger em situações como esta», começou por explicar o dirigente.
O líder da organização assegurou que «a segurança dos nossos jogadores, treinadores, dirigentes, equipas médicas e pessoal operacional continua a ser a nossa prioridade máxima» e deixou uma garantia categórica:
«Nunca será permitido nada que comprometa o seu bem-estar».
Ballan rematou a sua intervenção com uma mensagem mais ampla, estendendo «votos de paz e compaixão à região e a todo o mundo».
No que diz respeito ao calendário competitivo, a organização confirmou ainda reajustes impostos pela paragem. Os encontros em atraso referentes à 17.ª jornada, que colocarão frente a frente o Al-Shamal e o Qatar SC, bem como o Al-Arabi e o Al-Sailiya (originalmente marcados para o final de fevereiro), foram oficialmente reagendados para o dia 7 de abril.
O regresso à normalidade desportiva no país tem um impacto numa vasta «armada lusa» que atua no território catari. O panorama de instabilidade e os relatos recentes de jogadores estrangeiros a tentarem forçar a saída do Médio Oriente criaram um clima de apreensão, que a liga tenta agora mitigar. O contexto afeta alguns conhecidos do futebol nacional, nomeadamente os técnicos Artur Jorge (treinador do Al-Rayyan) e Pedro Martins (líder do Al-Gharafa). A nível de jogadores, o protocolo de segurança abrangerá atletas como André Amaro e Tiago Silva (ambos sob o comando de Artur Jorge no Al-Rayyan), o jovem defesa Diogo Amaro (no Al-Sailiya) e ainda o luso-catari Pedro Miguel «Ró-Ró», peça fundamental do Al-Sadd e da seleção local.
A Seleção Nacional de Andebol convocou 18 jogadores para o próximo estágio e Troféu Cidade de Tondela. A lista conta com 12 novidades face à última convocatória.
A Seleção Nacional A masculina de Andebol já tem os eleitos definidos para o próximo período de concentração. A mais recente lista de convocados da equipa das quinas é marcada por uma autêntica revolução nas escolhas do técnico Paulo Pereira, apresentando 12 alterações diretas em relação à equipa que disputou o último Campeonato da Europa (EHF Euro 2026), onde Portugal terminou num histórico quinto lugar.
Esta profunda aposta na rotação abre espaço para que novos valores possam demonstrar a sua qualidade e afirmar-se ao serviço de Portugal.
De acordo com a informação oficial, o grupo vai reunir-se para um estágio de preparação que decorrerá entre os dias 16 e 20 de março. Durante este período de trabalhos, a formação lusa irá também marcar presença e disputar o Troféu Cidade de Tondela.
Eis a lista completa dos 18 jogadores que compõem as opções de Portugal para este estágio:
Guarda-redes: Gustavo Capdeville, Francisco Oliveira e Vasco Teixeira.
Laterais: Gabriel Cavalcanti, João Bandeira Lourenço, Miguel Neves, Vasco Costa, Diogo Silva e João Gomes.
Centrais: Diogo Oliveira e Filipe Monteiro.
Pontas: Gonçalo Meireles, Pedro Oliveira, Jenilson Monteiro e José Luís Ferreira.
Pivôs: Fábio Silva, Lucas Ribeiro e Ricardo Brandão.
Javier Tebas, presidente da LaLiga, criticou o cancelamento do encontro entre o Villarreal e o Barcelona em Miami. O dirigente espanhol considerou o desfecho uma falta de respeito para os adeptos e apontou o dedo ao Real Madrid.
O presidente da LaLiga voltou a manifestar o seu desagrado face ao cancelamento do encontro entre o Villarreal e o Barcelona, originalmente agendado para o passado mês de dezembro, no Hard Rock Stadium, em Miami (Estados Unidos). Durante uma convenção de desporto realizada esta quarta-feira, Javier Tebas abordou o fracasso da iniciativa, que acabou por não se realizar no estrangeiro na sequência de uma forte onda de contestação por parte de equipas e adeptos.
Para o dirigente espanhol, este desfecho representou um golpe claro para o público internacional. Na sua intervenção, o líder da LaLiga não hesitou em responsabilizar diretamente o Real Madrid pelo papel ativo no bloqueio deste projeto que teria sido inédito, deixando duras críticas.
«Há uma visão de que não se quer que isto se jogue, mas vamos continuar a tentar. Havia uma política do Real Madrid de que havia de tentar parar este jogo», atirou o presidente do organismo.
Javier Tebas completou o raciocínio dizendo: «E, por um encontro, o alvoroço que se criou… Foi uma falta de respeito para com os adeptos americanos do futebol espanhol. Eles também pagam as suas subscrições».
Recorde-se que a ideia de levar uma partida oficial do campeonato espanhol para solo norte-americano gerou uma oposição interna tão vincada que a maioria das equipas recusou atuar durante os primeiros 30 segundos dos seus respetivos jogos como forma de protesto. Apesar de a UEFA ter dado luz verde ao evento na altura, a forte contestação acabou por ditar a queda do projeto. O desafio realizou-se, de forma convencional, no estádio do Villarreal, terminando com uma vitória do emblema blaugrana por 2-0. Importa salientar que esta representou a segunda tentativa falhada da liga espanhola em internacionalizar jogos nos Estados Unidos, após a rejeição de um projeto semelhante por parte da federação espanhola no ano de 2018.
O Bayern Munique sofreu uma tripla contrariedade na vitória frente à Atalanta, a contar para a Liga dos Campeões. Alphonso Davies, Jonas Urbig e Jamal Musiala saíram lesionados e vão desfalcar a equipa nos próximos compromissos.
O Bayern Munique sofreu três baixas por lesão durante a vitória por 6-1 no terreno da Atalanta, na primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões.
Através de um comunicado, o clube confirmou oficialmente que Alphonso Davies, Jonas Urbig e Jamal Musiala abandonaram o jogo mais cedo com problemas físicos e vão enfrentar um período de paragem.
Após a avaliação do departamento médico, constatou-se que Alphonso Davies sofreu uma rutura muscular na coxa direita e o guarda-redes Jonas Urbig foi diagnosticado com uma concussão. Já Jamal Musiala teve de ser substituído devido a uma reação de dor relacionada com a lesão no tornozelo que contraiu no último verão.
O Bayer Leverkusen recebe o Arsenal esta tarde, nos oitavos de final da Champions League. Alemães brincaram com os ingleses.
Já arrancou a primeira mão dos oitavos de final da Champions League e um dos jogos a marcar esta fase é o Bayer Leverkusen x Arsenal. No seu estádio, o emblema alemão deixou uma placa com um recado.
«Cantos proibidos», pode ler-se na placa partilhada nas redes sociais com a descrição «Vale a tentativa». Recorde-se que o Arsenal está a fazer uma grande temporada e tem nas bolas paradas, nomeadamente os cantos, uma das principais armas.
A temporada do Benfica está a ser uma deceção, com pouco por que lutar até maio de 2026. Depois de um investimento superior aos 100 milhões de euros nos últimos dois mercados, era inesperado que as águias chegassem a março com resultados tão tímidos. Apesar da ‘relação conflituosa’ entre adeptos e direção, houve sempre a esperança que o plantel conseguisse lutar por algo, mesmo com a troca de Bruno Lage por José Mourinho ainda numa fase embrionária. Porém, a eliminação na Champions League aos pés do Real Madrid e o atual terceiro posto na Primeira Liga, colocam a massa associativa a pensar já em 2026/27. Muitos pedem uma revolução na equipa, com uma aposta firme em jovens da formação. Já outros, consideram que o plantel necessita de alguns ajustes, mas que há elementos com qualidade e que podem ajudar os encarnados a voltarem a lutar pelo título, numa fase em que Sporting e FC Porto vivem momentos de crescendo.
Para pensarmos no mercado de verão, teremos de recorrer à futurologia e colocarmo-nos nos lugares de Rui Costa, Mário Branco e José Mourinho (que terão obrigatoriamente que estar a trabalhar já na próxima época, falamos de uma estrutura profissional que terá que imaginar os vários cenários e contar com hipóteses para todos). Serão estes três nomes a definirem as mudanças que vão existir dentro do Benfica, os atletas a contratar e os ativos para vender/dispensar.
Há certos nomes cuja continuidade na Luz está em sério risco e que provavelmente terão de mudar de ares, já que não encaixam no projeto ou não têm mesmo o nível necessário para serem opção para uma equipa que procura voltar a erguer títulos, de maneira a unir uma instituição cada vez mais fragmentada. Certo é que devem existir saídas em todos os setores (sem contar com jogadores cedidos e que não voltarão a pisar o Inferno da Luz, pelo menos, enquanto atletas da casa).
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Na defesa, existem dois nomes com a porta de saída aberta (e outro que poderá sair). Nicolás Otamendi está a viver em 2025/26 a sua temporada de quebra, com a idade a fazer-se notar. O argentino é o capitão de equipa e deu várias alegrias às águias, mas não faz sentido manter o defesa por mais uma época, aos 38 anos de idade. A sua importância no balneário é elevada, mas a percentagem na massa salarial também o é. O Benfica tem em Tomás Araújo e António Silva (se também não for vendido para fazer caixa) a sua futura dupla de centrais, com Gonçalo Oliveira a espreitar uma oportunidade para exibir todo o seu potencial. José Mourinho confia em Otamendi, mas a paciência dos adeptos já se esgotou. O internacional argentino certamente já estará a pensar no término da sua carreira e um regresso ao país natal seria uma boa forma de colocar um ponto final numa história bonita.
Alexander Bah também terá o caminho para a saída facilitado. O dinamarquês tem qualidade, mas encontra-se numa ‘posição ingrata’. O lateral direito sofreu uma lesão grave em 2024/25, da qual demorou a recuperar e viu dois nomes emergirem no plantel durante os últimos meses: Amar Dedic, lateral contratado ao RB Salzburgo no verão por 10 milhões de euros, e Daniel Banjaqui, nova jóia da formação do Benfica, um dos conquistadores do Mundial Sub-17, que tem tudo para assumir a posição na próxima década, caso não dê o salto para um tubarão. A qualidade do luso não engana e o seu crescimento na sombra do bósnio fará com que possa evoluir com mais tranquilidade, mas debaixo do olho de José Mourinho. Alexander Bah ainda vai a tempo de conseguir viver mais uma aventura num clube relevante. Tem apenas 28 anos e, quando fisicamente apto, foi uma mais-valia. Contudo, não faz sentido aos encarnados manterem o atleta, podendo até fazer uma boa venda com o mesmo.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
O nome que causa dúvida é o de Sidny Cabral. O versátil atleta foi comprado ao Estrela da Amadora em janeiro por seis milhões e meio de euros, depois de se ter tornado num dos jogadores a seguir na Primeira Liga na Reboleira. Contudo, não está a convencer o exigente júri da Luz, ficando inclusivamente de fora das últimas convocatórias. O episódio no qual pediu a camisola a Vinícius Júnior também não o fez ficar bem na fotografia dentro do Universo Benfica. O seu futuro dependerá das oportunidades que José Mourinho lhe oferecerá. Se voltar ao nível que já apresentou, pode ser uma boa alternativa para várias opções. Além disso, é sempre vantajoso ter no plantel alguns elementos com capacidade de desempenhar uma variedade de funções.
Nicolás Otamendi: contrato até 2026 – 43 jogos e 3 golos em 2025/26
Alexander Bah: contrato até 2029 – 3 jogos e 1 golo em 2025/26
Sidny Cabral: contrato até 2029 – 11 jogos, 1 golo e 3 assistências em 2025/26 (pelo Benfica)
No meio campo, há um elemento que pode deixar o Benfica (deixando de fora jogadores jovens como Diogo Prioste ou João Veloso, que até podem ser emprestados). É improvável que Rui Costa deixe sair Richard Ríos, que é alvo de críticas praticamente a um nível semanal, já que o colombiano custou 27 milhões de euros e é uma aposta da estrutura. Além disso, a probabilidade do médio geral lucro no verão é extremamente baixa. Fredrik Aursnes e Leandro Barreiro são pilares para a equipa técnica. Manu Silva é o ‘6’ mais fiável do plantel. Quem sobra? Enzo Barrenechea. O argentino foi emprestado ao Benfica por parte do Aston Villa, mas a cláusula obrigatória de 15 milhões de euros acabou mesmo por ser exercida. O atleta destacou-se no Valência, mas na Luz nunca gerou uma alegria brutal. Enzo Barrenechea é um jogador seguro, cumpre defensivamente, é bom no passe, mas não se destaca em demasia dos restantes. Não foi feito para ser o ‘homem do jogo’. Ainda que as águias tenham adquirido o atleta, o clube terá a oportunidade de o vender por uma verba superior, já que a sua época na La Liga ainda está na memória. Trata-se de um jogador que não é chave para a equipa técnica e que é facilmente substituível pelos seus colegas de posição. Além disso, aos 24 anos ainda tem muita margem para se afirmar novamente em contexto europeu. Todavia, uma manutenção na Luz poderá levar à sua estagnação.
Enzo Barrenechea: contrato até 2029 – 38 jogos, 2 golos e 1 assistência
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Já no ataque, colocando desde já Henrique Araújo fora da equação, existem dois atletas que poderiam beneficiar com uma saída do Benfica, somando a estes, um jogador cujo futuro está em risco.
Bruma chegou à Luz depois de renascer em Braga, voltando a uma cidade onde já tinha sido feliz. Contudo, o internacional português sentiu o salto, deixando o bom rendimento na Pedreira. O extremo não conseguiu fazer a diferença com a águia ao peito na primeira metade de 2025 e viu uma lesão no tendão de Aquiles colocá-lo KO por vários meses. Poderia ter sido o extremo que José Mourinho tanto augurava por ter, mas a sua condição física impediu-o de o ser, com Dodi Lukebakio a ocupar a sua função. Além do belga, o setubalense tem colocado outros nomes do lado direito do ataque como Gianluca Prestianni, Fredrik Aursnes e até mesmo Richard Ríos. A estrutura deverá ir ao mercado por um atleta que faça a posição e Bruma ficará ainda sem mais espaço. O jogador formado no Sporting, está novamente lesionado e terá até maio para mostrar o que vale. Será um dos nomes com a porta aberta para firmar um bom contrato.
Franjo Ivanovic chegou ao Benfica como uma das ‘contratações bomba’ do verão de 2025. O croata era uma pérola da Liga Belga, uma autêntica máquina de fazer golos, que chegou igualmente a ser apontado ao Sporting. O ponta de lança não conseguiu ser relevante. O seu processo de adaptação não pareceu ser o mais simples e a concorrência de Vangelis Pavlidis não lhe deu hipóteses de ser feliz. O grego é o melhor jogador do Benfica e Franjo Ivanovic não conseguiu sair da sua sombra. O sistema também não é o melhor para as suas caraterísticas. José Mourinho decidiu inclusivamente promover Anísio Cabral ao plantel principal, ‘empurrando’ o balcânico para a disputa do lugar de extremo esquerdo, onde também não tem conseguido fazer a diferença. Custou aos cofres dos encarnados 20 milhões de euros e não está a mostrar que os vale, bem pelo contrário. O seu histórico exibe golos, assistências e palmarés, com duas ligas aos 22 anos de idade. Não será escandaloso se se mantiver na Luz a partir do verão, mas o mesmo estará descontente com a sua pouca utilização, num ano fundamental para o próprio, já que corre o risco de falhar o Mundial 2026.
Fonte: Luís Batista Ferreira
Por fim, não nos podemos esquecer da situação de Gianluca Prestianni. O extremo é capaz de mudar o rumo do jogo, de sacar uma jogada de levantar o estádio, de realizar um drible que deixe qualquer um de queixo caído. Porém, também pode passar uma partida sem qualquer participação relevante. Esta inconsistência leva a que ainda não tenha conseguido afirmar-se na Luz, onde está desde janeiro de 2024. A somar a este ponto negativo, está o alegado insulto racista proferido contra Vinícius Júnior. O Benfica deveria ponderar o futuro do jogador, ainda que o mesmo tenha contrato até 2029. Caso se prove que o extremo do Real Madrid tem razão, passa a ser uma saída obrigatória.
Bruma: contrato até 2028 – 2 jogos em 2025/26
Franjo Ivanovic: contrato até 2030 – 34 jogos, 5 golos e 2 assistências em 2025/26
Gianluca Prestianni: contrato até 2029 – 32 jogos, 2 golos e 1 assistência em 2025/26
Os encarnados terão que realizar pelo menos uma venda de muitos milhões no mercado de verão, principalmente se não conquistar o apuramento direto (algo quase impossível) para a próxima edição da Champions League. Tudo dependerá das ofertas que chegarem às mãos de Rui Costa. Que terá um verão ocupado, entre colocar os elementos sem espaço e contratar verdadeiras mais-valias, ao mesmo tempo que seguirá a ser criticado, caso o Benfica termine a época em branco.
O Benfica desloca-se ao terreno do Arouca na próxima jornada. Nicolás Otamendi e Leandro Barreiro estão em dúvida nas águias.
Sem competições europeias, o Benfica tem agora semanas limpas na preparação dos jogos do campeonato. Já com o Arouca em perspetiva, as águias têm dois jogadores em dúvida para o encontro.
Mesmo tendo atuado no duelo contra o FC Porto, Nicolás Otamendi, que teve de ser substituído por problemas físicos, e Leandro Barreiro, que José Mourinho confessou só estar disponível para 10-15 minutos, podem ser poupados contra o Arouca para recuperar das lesões, avança o jornal A Bola.
Mais certa é a disponibilidade de Georgiy Sudakov e Dodi Lukebakio, recuperados de lesão. Certa é a ausência de Fredrik Aursnes e Bruma, ambos a recuperar de lesão.
O Arouca x Benfica joga-se no próximo sábado, dia 14 de março, e tem apito inicial marcado para as 20h30. O jogo compreende a 26.ª jornada da Primeira Liga.
O Ferencváros defronta o Braga e vai estrear uma camisola nova. Edição especial assinala os heróis da Revolução Húngara de 1848.
Diante do Braga, na primeira mão dos oitavos de final da Europa League, o Ferencváros vai estrear uma camisola nova e edição limitada. Objetivo dos húngaros é homenagear heróis da Revolução Húngara de 1848.
A camisola especial será estreada contra o Braga, data simbólica para celebrar o aniversário da Revolução. Embora esta se tenha prolongado no tempo, o dia 15 de março é considerado simbólico e é, inclusive, um dos três feriados nacionais na Hungria.
O Ferencváros x Braga joga-se esta quinta-feira, dia 12 de março, a partir das 20h.
Green and white pride, a red-white-green spirit. A special jersey to honor the heroes of 1848. 🇭🇺💚 pic.twitter.com/beR8Ibis2U
Callum O’Dowda realizou a antevisão ao Ferencváros x Braga. Gverreiros visitam os húngaros na primeira mão dos oitavos-de-final da Europa League.
Callum O’Dowda marcou presença na conferência de imprensa de antevisão à primeira mão dos oitavos-de-final da Europa League entre Ferencváros e Braga. O avançado começou por elogiar o adversário.
«Eles são enérgicos, tecnicamente preparados e, obviamente, teremos de nos adaptar ao estilo de jogo deles. Temos um jogo difícil pela frente, todos sabemos disso, mas isso não muda a forma como abordamos o jogo. Não queremos olhar muito longe, por enquanto queremos passar esta fase», destacou o avançado irlandês.
«O Braga tem um estilo diferente dos adversários que enfrentámos até agora. Aceitava uma vitória por um golo», admitiu Callum O’Dowda.
O Ferencváros x Braga joga-se esta quinta-feira, dia 12 de março, a partir das 20h.