Francesco Farioli projeta o Benfica x FC Porto. Técnico dos dragões falou sobre as situações de Jan Bednarek e de Thiago Silva.
Francesco Farioli já fez a antevisão ao Benfica x FC Porto, jogo a contar para a jornada 25 da Primeira Liga. Em conferência de imprensa, o técnico dos dragões falou sobre as situações de Jan Bednarek e Thiago Silva:
«Sobre Bednarek, vamos treinar hoje e vamos ver em que condição está. Ontem não treinou, é uma situação que está no limite. Mas é certo que se estiver disponível vai precisar de um analgésico. Quanto ao Thiago Silva está a recuperar, já tem trabalhado com a equipa e estamos contente de o ter de volta».
O Benfica x FC Porto está agendado para este domingo, dia 8 de março, pelas 18h00 no Estádio da Luz. Podes ler as restantes declarações de Francesco Farioli em conferência de imprensa.
Francesco Farioli projeta o Benfica x FC Porto. Dragões deslocam-se ao Estádio da Luz para a jornada 25 da Primeira Liga.
Francesco Farioli já fez a antevisão ao Benfica x FC Porto, jogo a contar para a jornada 25 da Primeira Liga e agendado para este domingo, dia 8 de março, pelas 18h00 no Estádio da Luz. Em conferência de imprensa, o técnico dos dragões começou por dizer o seguinte:
«Com 30 pontos por jogar, tudo é possível. Desde o início, sempre os mencionei como um dos candidatos. Estão num muito bom momento de forma e a evolução desde que José Mourinho chegou é clara. Tem vindo a provar a sua qualidade. Continuam invencíveis e são das poucas equipas da Europa que ainda não perderam em competições internas. Tenho um grande respeito pelo treinador. Todos estes elementos apontam para um jogo bastante difícil em que vamos ter de estar ao nosso melhor».
Francesco Farioli falou sobre as situações de Jan Bednarek e Thiago Silva:
«Sobre Bednarek, vamos treinar hoje e vamos ver em que condição está. Ontem não treinou, é uma situação que está no limite. Mas é certo que se estiver disponível vai precisar de um analgésico. Quanto ao Thiago Silva está a recuperar, já tem trabalhado com a equipa e estamos contente de o ter de volta».
«Vamos precisar de todas as características dos 4 jogadores da frente, porque todos acrescentam coisas diferentes. Uns acrescentam mais no um para um, em relação ao trabalho defensivo todos têm um grande compromisso que eu tento incentivar. Por isso, sim o contributo de todos vai ser importante», referiu ainda Francesco Farioli.
Francesco Farioli foi questionado sobre de que forma o resultado do Braga x Sporting pode influenciar a motivação e a preparação dos seus jogadores:
«Estamos conscientes do que se passa, mas isso não pode mexer com a nossa dinâmica e abordagem. Como disse na primeira resposta, ainda há 30 pontos em disputa. Temos de nos focar em nós próprios e no que temos a fazer».
Francesco Farioli foi questionado sobre a arbitragem do jogo contra o Sporting relativamente à gestão de cartões amarelos:
«Referia-me à microgestão do jogo, como os cartões, algumas decisões relativas a faltas que, a certo ponto, podem mudar a direção do jogo. Para esclarecer a substituição de Alberto Costa, foi condicionado pelo primeiro amarelo e dentro de uns dias íamos jogar outro jogo. Ou seja, não ter cartão vermelho e não ser suspenso. Podia ter sido um jogo diferente se o Maxi, depois de 20 minutos, jogasse com cartão amarelo. Tal como o Suárez, com um amarelo, talvez laranja ou talvez vermelho. Amanhã tenho a certeza que teremos um jogo onde todas as partes envolvidas sabem a importância deste jogo».
Francesco Farioli foi questionado sobre como está a motivação da equipa depois do jogo frente ao Sporting:
«Acho que estamos muito bem. Fizemos uma preparação dividida em duas, recordando que fomos a Alvalade sem alguns dos nossos principais jogadores e isso foi pouco valorizado. Agora recuperámos algumas energias que é o que realmente para o jogo de amanhã».
Francesco Farioli aborda corrida:
«Não, nenhum resultado vai fechar o capítulo para ninguém. Posso dizer por experiência pessoal que nenhum resultado vai afastar ninguém. Quanto ao Benfica, com Mourinho, estão claramente com uma mentalidade mais ofensiva do que estavam. Se olharmos para o que fizeram no Bernabéu exerceram uma pressão extraordinária. Sabemos o que esperar, que vai ser difícil e estamos preparados».
«Deslocação à Luz? Estive lá há uns anos a assistir a um jogo e sei bem o ambiente. Somos o FC Porto, vamos a todos os estádios com a mesma atitude e espírito. Não vamos mudar as nossas ideias nem a nossa abordagem. Temos muito respeito pelo adversário, mas, do outro lado, sabemos quem quem somos, o que queremos aplicar no campo. Temos um mindset claro do que queremos, para no fim levarmos os pontos que queremos», disse ainda Francesco Farioli.
Francesco Farioli fala sobre o ataque do Benfica:
«O nosso papel será tentar manter o mais longe possível da baliza e para isso teremos de os pressionar. Claro que nalguns momentos teremos de descer e defender mais baixo. Têm Schjelderup num grande momento, Pavlidis a marcar muitos golos desde o início, Rafa que é uma nova adição e seja quem for que jogue do lado direito tem uma grande capacidade. A melhor estratégia para contrariar isto será ser muito com bola, ganhar duelos e pressionar sem bola e teremos de correr mais do que eles. Estes elementos serão essenciais para ficar mais perto da vitória».
O jogo em Alvalade para a Taça terminou com uma vitória do Sporting Clube de Portugal por 1–0 frente ao Futebol Clube do Porto. No papel, foi um jogo competitivo, decidido pela margem mínima, com tudo aquilo que normalmente esperamos de um clássico do futebol português: intensidade, tensão e momentos de qualidade. No entanto, quando o dia terminou, aquilo que ficou no centro do espetáculo não foram os 22 jogadores em campo, mas sim as declarações dos presidentes. De um lado, Frederico Varandas; do outro, André Villas-Boas.
Nos últimos anos, e já se tinha percebido isso na época passada, assistimos a um intensificar do protagonismo que os presidentes dos clubes, sobretudo os chamados “três grandes”, parecem querer assumir na narrativa da liga. A competição já não se joga apenas dentro das quatro linhas. Joga-se também nas salas de imprensa, nos microfones improvisados à saída dos estádios e nas declarações estrategicamente colocadas antes e após cada jornada.
Fonte: Pedro Barrelas / Bola na Rede
Há cada vez mais a sensação de que a liga portuguesa é uma competição disputada em dois palcos, o relvado e o discurso público. Por vezes, a impressão é mesmo a de que o segundo palco tem ganho demasiado peso. Hoje, para uma equipa ser campeã, não basta ser contundente e feroz dentro de campo. Tem também de o ser fora dele. Figurativamente falando, como se viu tantas vezes na época passada, os campeonatos jogam-se também na construção da narrativa. E nesse jogo específico, o jogo das palavras e da pressão institucional, quem saiu vencedor foi Frederico Varandas.
A crítica à arbitragem tornou-se um elemento quase estrutural do futebol português. Antes do jogo prepara-se o terreno; depois do jogo avalia-se o desempenho não apenas dos jogadores, mas também dos árbitros, quase sempre com um grau de dramatização que ultrapassa a análise desportiva. A postura dos presidentes tem-se tornado cada vez mais ostensiva, com declarações incisivas, acusações veladas ou diretas e tentativas claras de influenciar o ambiente competitivo.
Fonte: Edmilson Monteiro/Bola na Rede
É verdade que quem aparece mais frequentemente neste papel são os líderes dos três grandes, Sport Lisboa e Benfica, Sporting Clube de Portugal e Futebol Clube do Porto, mas o fenómeno não se limita a eles. Já vimos também intervenções públicas do presidente da SAD do Futebol Clube de Famalicão e do presidente do Sporting Clube de Braga. O padrão começa a generalizar-se e a transformar o debate desportivo numa disputa de versões, suspeitas e comunicados.
O problema é que nada disto favorece o espetáculo. Não favorece o futebol português, nem a forma como ele é percecionado dentro e fora do país. O jogo deveria viver dos seus momentos de criatividade, dos passes que desmontam defesas, dos golos de cortar a respiração e da imprevisibilidade que faz do futebol um espetáculo único. No entanto, muitas vezes, esses momentos acabam relegados para segundo plano perante o ruído institucional.
Fonte: Paulo Ladeira/Bola na Rede
No fim de contas, aquilo que a Liga Portugal parece estar a produzir já não é apenas uma liga de futebol profissional — é, cada vez mais, uma liga de futebol profissional e dos presidentes. Uma competição em que o impacto do jogo não se mede apenas pelo resultado, mas também pelas declarações que o seguem.
O futebol português continua a ter talento, paixão e estádios cheios de emoção. Mas, ironicamente, o jogo deixou de ser avaliado apenas pelas estatísticas habituais. Em vez de passes decisivos ou remates enquadrados, parece que agora também se contam as métricas do discurso: quem usou o melhor dicionário e quais foram as palavras com maior “xG” no jogo final das conferências de imprensa.
Os Boston Celtics venceram em casa os Dallas Mavericks por 120-100 na NBA. Neemias Queta registou mais um duplo-duplo na época.
Os Boston Celtics estão de regresso às vitórias depois da derrota frente aos Hornets. Esta madrugada, a respetiva equipa bateu em casa os Dallas Mavericks por 120-100 e houve regresso de Jayson Tatum, após a grave lesão sofrida nos playoffs da época passada.
Entretanto, o internacional português Neemias Queta voltou a estar em destaque, ao fazer o 12.º duplo-duplo da época. Nesta partida, somou 16 pontos e 15 ressaltos, sendo que houve um lance em que, na mesma jogada, fez um bloqueio e registou dois pontos.
Olhando ainda aos números de Jayson Tatum, que jogou cerca de 27 minutos, o jogador fez 15 pontos, 12 ressaltos e 7 assistências. Jaylen Brown foi o melhor marcador dos Boston Celtics com 24 pontos, 7 ressaltos e outras tantas assistências.
Alvalade. Luz. Avião para a Alemanha. Moreirense e Estugarda no Dragão. Braga.
Depois de uma primeira volta quase perfeita, o FC Porto vai enfrentar uma das sequências mais diabólicas que o futebol português viu nos últimos anos. E nunca o fado foi tão italiano – quis o destino que a equipa que vai ter de passar por este mês horribilis fosse a turma de Francesco Farioli, que no ano passado viu o título do Ajax a fugir, cruelmente, na reta final do campeonato.
A epopeia que se avizinha não é apropriada para cardíacos, e o Porto vai mesmo ter de fazer das tripas coração. Parece o auto da barca do Dragão: os azuis-e-brancos estão num limbo de tudo ou nada. Será que este mês os Dragões tocam o céu ou vivem um inferno?
Trinta e um
Março tem trinta e um dias. E nunca trinta e um dias foram tão longos para o Dragão.
Trinta e um é o número que não sai da cabeça do FC Porto. A ambição que André Villas-Boas tem de conquistar o trigésimo primeiro arco triunfal da história dos Dragões passará muito por este mês de março. Para além da tal primeira volta de sonho, o FC Porto foi cirurgicamente ao mercado fechar Seko Fofana e Terem Moffi para ajudar na profundidade. Três anos sem ir aos Aliados é demasiado tempo para a dimensão do FC Porto, e os azuis-e-brancos estão claramente em modo maratona.
Dúvidas sobrassem que a prioridade está no trinta e um, Farioli já deu o pontapé de saída deste mês em Alvalade e apresentou um onze com poupanças. Como quem já só pensa no fim-de-semana. É que se perder com o Benfica, isto pode mesmo virar um grande trinta e um.
O FC Porto pressionante e autoritário não subiu ao tapete de Alvalade. A atitude comedida e calculista dos Dragões demonstraram que o objetivo foi sempre levar a decisão para a segunda mão.
Deixou no banco os (agora) habitualmente titulares Froholdt, Deniz Gül, Pietuszewski, Kiwior, Gabri Veiga, Zaidu numa decisão técnica que soa a poupança para a ida à Luz, já este domingo.
Perder 1-0 com o Sporting foi um mal menor. A derrota pela margem mínima deixa tudo em aberto e permite ao FC Porto levar a luta pelo Jamor para o Dragão, onde o historial joga a seu favor. É que desde a inauguração, o Sporting só venceu no reduto azul-e-branco três vezes, e a pior fase do FC Porto, nessa altura, já terá passado.
No fim fazem-se as contas, mas a estratégia compreende-se.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
O caminho laranja
O sorteio da Liga Europa podia ter sido bem mais risonho para o FC Porto, mas os azuis-e-brancos ficaram no orange path da competição. O caminho laranja, que é também o mais difícil para a final, em Istambul.
O primeiro a sair na rifa foi o Estugarda. Os alemães foram o carrasco do Celtic Glasgow no play-off e estão a fazer uma temporada muito consistente. Ocupam o 4.º lugar da Bundesliga, posição que dá direito a acesso direto à Champions League da próxima temporada. Outra maneira de se qualificar diretamente seria, evidentemente, vencer a Liga Europa. Pelo que não estarão para abdicar da competição.
Assumindo a futurologia e que o FC Porto ultrapassa os alemães, o desafio não fica mais fácil daí em diante. É provável que a seguir estejam à espera duas mãos contra o Nottingham Forrest nos quartos-de-final. E depois? Provavelmente o super Aston Villa de Unai Emery.
São dores de cabeça que é preciso antecipar, porque a mentalidade azul-e-branca não vai querer entrar em campo para resultados piores que a conquista da quinta competição europeia da história.
Por agora, o início de abril dos Dragões tem calendarizada a receção ao Famalicão e a ida ao Estoril-Praia. Mas o sucesso europeu dos Dragões poderá significar duas mãos dos quartos-de-final também jogadas neste mês, e ainda fechar o mês com uma eventual primeira mão das meias-finais.
Antes de tudo, é preciso que o FC Porto saía triunfante destes trinta e um dias. E confesso que a metáfora do limbo não é perfeita. Porque para esta temporada tocar o céu, o FC Porto depende apenas de si, e o Mister Farioli tem o seu destino nas suas próprias mãos.
O Braga recebe esta tarde o Sporting para a jornada 25 da Primeira Liga. Fica com os onzes prováveis da partida.
O Braga e o Sporting enfrentam-se esta sábado em jogo relativo à jornada 25 da Primeira Liga. O duelo entre o 4.º e o 2.º lugar – respetivamente – está marcado para esta tarde pelas 18h00 no Estádio Municipal de Braga. Fica a saber onde ver o jogo.
Relativamente à tabela classificativa da Primeira Liga, o Sporting está no 2.º lugar com 61 pontos, menos quatro do que o líder FC Porto. Já o Braga ocupa o 4.º posto com 45 pontos. Podes ler a antevisão completa do Bola na Rede, já no site.
Eis os onzes prováveis:
Braga: Lukas Hornicek, Niakaté, Gustaf Lagerbielke, Bright Arrey-Mbi, Víctor Gómez, Florian Grillitsch, Diego Rodrigues, Gabri Martínez, Rodrigo Zalazar, Pau Victor e Ricardo Horta.
Sporting: Rui Silva, Iván Fresneda, Gonçalo Inácio, Ousmane Diomande, Maxi Araújo, Morten Hjulmand, Hidemasa Morita, Geny Catamo, Francisco Trincão, Luís Guilherme e Luis Suárez.
O duelo entre o SC Braga e o Sporting CP promete intensidade máxima, qualidade técnica e um choque de estilos bem definidos. De um lado, a equipa arsenalista confortável na posse e agressiva entre linhas, do outro, um Sporting cada vez mais vertical, pressionante e eficaz nos momentos de transição.
Num jogo que pode ser resolvido em detalhes, há nomes que se destacam. Estes são cinco jogadores com perfil e contexto para fazer a diferença:
1.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Luis Suárez – Tem sido uma das figuras da Liga portuguesa 2025/26 e chega a este encontro como uma das maiores armas ofensivas do Sporting. O avançado colombiano soma 22 golos e quatro assistências no campeonato, números que demonstram o impacto imediato que teve na equipa leonina.
Mais do que os números, Suárez pode ser determinante frente ao Braga pela forma como explora os espaços nas costas da defesa e como liga o jogo com os seus companheiros. A equipa minhota tende a pressionar alto e a jogar com linhas relativamente subidas, algo que favorece a mobilidade e a capacidade de ataque do colombiano. Se o Sporting conseguir ligar rapidamente o meio-campo ao ataque, Suárez terá espaço para aparecer em zonas de finalização e a sua eficácia dentro da área faz dele um perigo constante.
2.
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
Rodrigo Zalazar – Tem sido um dos jogadores mais influentes do Braga nesta temporada. O médio ofensivo uruguaio soma 13 golos e três assistências na Liga, números que evidenciam a sua importância na criação e na finalização das jogadas ofensivas da equipa minhota.
Num jogo frente ao Sporting, Zalazar pode ser determinante sobretudo pela sua capacidade de remate de média distância e pela forma como aparece entre linhas. O Sporting costuma defender de forma compacta, o que muitas vezes reduz o espaço dentro da área. Nesses contextos, jogadores capazes de decidir fora da área tornam-se ainda mais valiosos, e o uruguaio tem mostrado ao longo da época que precisa de pouco espaço para criar perigo.
3.
Fonte: Mário Pinto/Bola na Rede
Geny Catamo – Continua a afirmar-se como um dos jogadores mais desequilibradores do Sporting nas alas. Utilizado maioritariamente no corredor direito, destaca-se pela velocidade, pela capacidade de condução e pela forma como consegue ganhar vantagem no um-para-um.
Na Liga portuguesa 2025/26 já soma cinco golos, um registo interessante para um jogador de corredor. Frente ao Braga, a sua capacidade de acelerar o jogo nas transições pode ser fundamental. Se encontrar espaço nas costas da linha defensiva bracarense, Catamo pode criar desequilíbrios através de arrancadas ou cruzamentos perigosos, abrindo também espaços para os colegas aparecerem em zonas de finalização.
4.
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
Ricardo Horta – Capitão e principal referência ofensiva do Braga, Ricardo Horta continua a ser um dos jogadores mais consistentes do futebol português. Na atual edição da Liga soma 12 golos, mantendo o estatuto de líder ofensivo da equipa minhota.
Neste confronto frente ao Sporting, Horta pode ser determinante sobretudo pela sua capacidade de aparecer em zonas de finalização em momentos inesperados. Partindo muitas vezes do lado esquerdo para terrenos interiores, o internacional português tem uma leitura de jogo muito apurada e sabe explorar os espaços entre lateral e central adversários. Em jogos equilibrados, essa inteligência na movimentação e a qualidade no remate podem fazer a diferença e transformar uma jogada aparentemente controlada numa oportunidade clara de golo para o Braga.
5.
Fonte: Luís Batista Ferreira/Bola na Rede
Morten Hjulmand – É uma das peças mais importantes no equilíbrio do Sporting e pode ter um papel decisivo num jogo com a exigência de um Braga vs Sporting. O médio dinamarquês é o elemento que organiza o jogo leonino desde trás, garantindo critério na circulação de bola e estabilidade defensiva quando a equipa perde a posse.
Perante um Braga que costuma pressionar com intensidade no meio-campo, a capacidade de Hjulmand para resistir à pressão e encontrar linhas de passe verticais pode ser determinante para o Sporting conseguir sair a jogar e lançar rapidamente os homens da frente. Além disso, a sua agressividade na recuperação de bola e leitura tática ajudam a travar transições perigosas do adversário, algo que pode ser crucial para controlar o ritmo do encontro.
Num jogo que coloca frente a frente duas das equipas mais competitivas da Liga , o equilíbrio deverá marcar grande parte do encontro. Tanto SC Braga como Sporting têm qualidade coletiva e ambição suficiente para discutir o resultado até ao último minuto, num duelo onde o controlo do meio-campo, a eficácia nas oportunidades criadas e a capacidade de reagir aos diferentes momentos do jogo poderão ser decisivos. Em partidas deste nível, muitas vezes são os pequenos detalhes como uma jogada individual, um momento de inspiração ou um erro mínimo, que pode acabar por definir o desfecho final.
João Rego fica com uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros. Jovem do Benfica renovou contrato até junho de 2030.
João Rego passa a ter uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros, garante o jornal Record. Em fevereiro, o Relatório e Contas do Benfica confirmou a renovação de contrato do jovem avançado, que documenta uma extensão do vínculo com as águias até ao final da temporada 2029/30.
De acordo com o jorna Record, João Rego fica com uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros, uma cláusula idêntica à de jogadores como Trubin, António Silva, Richard Ríos, Ivanovic, Schjelderup, Pavlidis, Prestianni e Anísio Cabral.
João Rego fez praticamente toda a formação no Benfica e tem 14 jogos e um golo nesta temporada.
Liga Portuguesa, 25.ª jornada: sábado, 7 de março de 2026, 18h00.
A ANTEVISÃO: LEÕES QUEREM TRIUNFO EM RONDA QUE PODE SER DECISIVA PARA O TÍTULO
O Estádio Municipal de Braga vai ser palco de um embate de altas emoções, em plena jornada decisiva da atual edição da Liga Portuguesa. Com o Sporting em perseguição ao líder isolado FC Porto, a vontade que se vive entre os pupilos de Rui Borges é de triunfar, diante de um adversário que já causou estragos na época em curso.
Os leões têm sido felizes nos últimos embates disputados e no presente ano civil, para a Liga, ainda não sofreram qualquer derrota e somam apenas um empate, na deslocação em Barcelos. Com o Clássico entre Benfica e Porto na antecâmera, os verdes e brancos têm a ambição de triunfar e esperar um desfecho frutuoso para as contas finais da Liga Portuguesa, em plena jornada de grandes emoções.
Do outro lado surge um SC Braga, que travou os leões na primeira volta, em pleno Alvalade, com um golo apontado ao cair do pano. Os minhotos não são derrotados no seu reduto desde o passado mês de novembro, num embate relativo à quarta jornada da Fase de liga da Liga Europa, mostrando assim alguma consistência no que toca aos resultados obtidos dentro de portas.
Que o jogo vai ser de fortes emoções, isso é certo. Na fortaleza de Bracara Augusta, os pupilos de Carlos Vicens querem certamente surpreender (novamente) os bicampeões nacionais. Em Alvalade, o sentimento que se vive é de triunfar para continuar a sonhar pela revalidação pelo terceiro ano consecutivo do título.
10 DADOS RÁPIDOS
SC Braga e Sporting já mediram forças por 164 ocasiões, com o histórico a favorecer os verdes e brancos (100 triunfos e 27 empates).
O último encontro entre as duas equipas aconteceu em outubro e ficou empatado a uma bola.
Luís Suárez foi o último futebolista a abanar as redes dos minhotos.
Os bracarenses não vencem os leões desde janeiro de 2024, aquando das meias-finais da Taça da Liga.
Os verdes e brancos venceram na última visita a Braga, por 4-2.
O SC Braga chega a este embate após um triunfo por 2-1, diante do Nacional.
Já o Sporting derrotou o FC Porto, por 1-0, em partida relativa às meias-finais da Taça de Portugal.
Rodrigo Zalazar é o melhor marcador da turma de Carlos Vicens, com 13 golos apontados.
Do lado verde e branco, Luís Suárez fatura pelo quarto jogo consecutivo.
O árbitro da partida será Miguel Nogueira (AF Lisboa).
JOGADORES A TER EM CONTA
Fonte: Paulo Ladeira/Bola na Rede
Rodrigo Zalazar – Com 20 golos em 37 partidas disputadas ao serviço do SC Braga, na presente temporada, o uruguaio estabelece-se como um dos destaques da turma orientada por Carlos Vicens. Em Alvalade, apontou o golo da igualdade, já para lá dos minutos de desconto e vai querer destabilizar o setor defensivo dos verdes e brancos.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Luís Suárez – De vento em popa, o internacional colombiano encontra-se em grande forma e aponta a mais um tento certeiro com a camisola dos leões. Na primeira volta foi autor do golo assinalado ao Braga e procura manter a série de quatro jogos consecutivos a faturar e trazer três pontos preciosos para Lisboa.
XI´s PROVÁVEIS
SC Braga: Lukas Hornicek, Niakaté, Gustaf Lagerbielke, Bright Arrey-Mbi, Víctor Gómez, Florian Grillitsch, Diego Rodrigues, Gabri Martínez, Rodrigo Zalazar, Pau Victor e Ricardo Horta.
Treinador: Carlos Vicens
«Sporting? Obviamente que vêm com menos dias de preparação para este jogo e está aí uma das diferenças que podemos aproveitar. Acredito que o jogo vai ser intenso, pois são duas equipas que gostam de atacar. Se o nível de energia pode ser importante? Sim, acredito que sim».
Sporting: Rui Silva, Iván Fresneda, Gonçalo Inácio, Ousmane Diomande, Maxi Araújo, Morten Hjulmand, Hidemasa Morita, Geny Catamo, Francisco Trincão, Luís Guilherme e Luis Suárez.
Treinador: Rui Borges
«O Braga é uma equipa que tem muitos golos e é dos melhores ataques do campeonato. Nos últimos 10 jogos fez tantos golos como o Sporting e em casa têm apenas nove golos sofridos. É uma equipa que empurra o adversário para dentro da sua área».
Jaime Faria e Henrique Rocha venceram os brasileiros Igor Marcondes e Eduardo Ribeiro e apuraram-se para a final de pares do challenger de Brasília.
Jaime Faria e Henrique Rocha estão qualificados para a final de pares do challenger de Brasília. A chegada à final surgiu esta sexta-feira depois de a dupla portuguesa ter vencido os brasileiros Igor Marcondes e Eduardo Ribeiro.
Num encontro que teve uma duração de uma hora e sete minutos, Jaime Faria e Henrique Rocha derrotaram Marcondes (235.º) e Ribeiro (176.º) por 6-3, 5-7 e 10-3. Na final, a dupla portuguesa enfrentará este sábado o argentino Mariano Kestelboim (115.º) e o brasileiro Marcelo Zormann (149.º).
Para chegarem à final, o argentino Mariano Kestelboim e o brasileiro Marcelo Zormann derrotaram o italiano Gianluca Cadenasso (215.º) e o espanhol Carlos Sánchez Jover (647.º) em dois parciais (6-3 e 7-5).