Nas três derrotas do FC Porto nas competições nacionais esta temporada, Victor Froholdt não começou como titular.
Nos desaires do FC Porto esta temporada em competições nacionais, há um padrão comum nos três jogos perdidos pelos dragões: Victor Froholdt, médio dinamarquês, não foi titular em nenhum deles e nem chegou a ser opção frente ao Vitória SC devido a lesão.
Apesar disso, Victor Froholdt tem sido uma peça essencial para Francesco Farioli, contabilizando nesta temporada quatro golos e cinco assistências em 34 jogos.
Jorge Jesus revelou uma hipótese que surgiu na temporada 2018/19 para regressar ao Benfica, após a saída de Rui Vitória.
Jorge Jesus teve duas passagens memoráveis pelo Benfica, mas, segundo o que contou na sua rubrica semanal no Record, poderia ter voltado ao comando das águias mais cedo. O treinador do Al Nassr revelou uma conversa com Luís Filipe Vieira, na qual o antigo presidente dos encarnados abriu a possibilidade de o trazer de volta na temporada 2018/19, após o despedimento de Rui Vitória:
«O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, telefonou-me a dizer que me queria de volta ao comando da equipa, uma vez que a época estava a correr mal e ele ia trocar de treinador. Agradava-me a possibilidade de regressar a Portugal e ao Benfica mas expliquei que precisava de duas/três semanas para tratar da rescisão com o Al Hilal. Ele aceitou, explicou-me que Bruno Lage seria o interino até eu poder regressar».
Jorge Jesus não se mostrou receoso face ao conflito no Médio Oriente e afirmou sentir-se seguro na Arábia Saudita.
Com o conflito a escalar no Médio Oriente entre Estados Unidos, Israel e Irão, Jorge Jesus foi questionado sobre as suas sensações. O técnico do Al Nassr, contudo, não se mostrou receoso, mesmo depois de a Embaixada Americana em Riade ter sido alvo de um ataque com drones.
«Mais seguro que nunca», afirmou o técnico português numa declaração ao jornal brasileiro Lance.
Importa destacar que, apesar do agravamento da situação, o calendário do futebol saudita mantém-se sem interrupções.
Ricardo Velho pode vir a render 3,5 milhões de euros ao Farense, já que o Gençlerbirligi está interessado em acionar a opção de compra incluída no empréstimo.
Ricardo Velho rumou à Turquia no passado verão, num empréstimo do Farense para o Gençlerbirligi que incluía uma cláusula de opção de compra a rondar os 3,5 milhões de euros. Segundo o Record, as exibições do guardião português têm impressionado o clube turco, que tenta agora tornar a transferência definitiva, apesar de não ser titular até novembro.
A mesma fonte avança que o Gençlerbirligi pretende baixar o valor do negócio, assim como a percentagem de 40% de mais-valias numa futura transferência. Caso não seja possível chegar a um acordo, existem vários outros clubes com interesse em Ricardo Velho, incluindo na Liga Turca. Outros mercados estão também atentos ao português, que já foi apontado ao Benfica, Sevilla, Celta de Vigo, Lille, Bradford e Cruz Azul.
O Farense detém 80% do passe do guarda-redes, com um contrato válido até 2028 e uma cláusula de rescisão de 20 milhões de euros. Com a subida à Primeira Liga cada vez mais longe de acontecer esta temporada, o clube terá uma oportunidade de fazer uma venda recorde na história do clube.
Lucho González deverá continuar na equipa técnica do FC Porto, apesar do interesse de Eduardo Coudet em levá-lo para o River Plate.
Lucho González não vai deixar a equipa técnica de Francesco Farioli, apesar do interesse do River Plate. Segundo o jornal A Bola, Eduardo Coudet, que rumou ao River Plate, estava interessado em levar o técnico argentino para o clube, mas Lucho González pretende manter-se no FC Porto.
O antigo médio já trabalhou com Eduardo Coudet no Internacional de Porto Alegre, em 2023, e esteve a um passo de rumar ao Alavés com o treinador, quando surgiu o convite do FC Porto.
Recorde-se que Lucho González representou os dragões entre 2005 e 2009 e 2011 a 2014.
O FC Porto regressou aos trabalhos para preparar o jogo frente ao Benfica e esclareceu a lesão de Jan Bednarek.
O FC Porto regressou aos treinos no Olival após o desaire frente ao Sporting, por 1-0, em jogo da primeira mão da meia-final da Taça de Portugal. Os dragões focam-se agora na preparação para o duelo com o Benfica marcado para o dia 8 de março, às 18h00.
Jan Bednarek entrou no boletim clínico depois de ter sido substituído aos 44 minutos, queixando-se de dores após um lance com Luis Suárez. O clube confirmou que o defesa polaco sofreu um traumatismo na grade costal. Além disso, Nehuén Pérez (treino condicionado), Luuk de Jong (tratamento e ginásio) e Samu (tratamento) continuam ausentes.
Para o treino desta quarta-feira, Francesco Farioli chamou quatro jogadores da equipa B, entre eles Gabriel Brás, Dinis Rodrigues, Tiago Silva, João Teixeira e André Miranda.
Andreas Schjelderup esteve perto de sair do Benfica no mercado de janeiro, mas José Mourinho decidiu mantê-lo por acreditar no seu potencial.
Andreas Schjelderup foi sondado por vários clubes no mercado de transferências de janeiro, incluindo o Club Brugge, e esteve prestes a deixar o Benfica. Ainda assim, de acordo com o jornal A Bola, foi José Mourinho quem decidiu impedir a sua saída, mantendo o extremo norueguês no plantel encarnado.
Segundo a mesma fonte, o técnico português confiou no potencial do extremo norueguês, considerando-o uma opção viável para a equipa. Andreas Schjelderup tem se destacado nos últimos do Benfica e foi decisivo no triunfo das águias frente ao Gil Vicente, ao apontar o segundo golo da equipa encarnada.
Parma, Roma, Juventus, Besiktas e West Ham foram alguns dos clubes que acompanharam de perto a situação do internacional norueguês.
Cristiano Ronaldo sofreu uma lesão na face posterior da coxa direita e deverá estar afastado da competição nas próximas duas a quatro semanas.
Cristiano Ronaldo foi substituído na vitória do Al Nassr frente ao Al Fayha, após sentir um desconforto muscular. Conforme noticia Fabrizio Romano, o internacional português está a contas com uma lesão na face posterior da coxa direita e deverá estar afastado da competição nas próximas duas a quatro semanas.
Com os jogos internacionais de Portugal frente ao México e aos Estados Unidos marcados para o final de março, existe a possibilidade de Cristiano Ronaldo não ser opção para Roberto Martínez. O selecionador nacional deve divulgar a convocatória nos próximos dias, altura em que se poderá perceber se o craque português estará disponível.
Portugal defronta o México no dia 29 de março e os Estados Unidos do dia 1 de abril.
Sporting e FC Porto encontraram-se na noite de terça-feira, no terceiro embate entre os dois emblemas esta temporada. Contudo, esta partida tinha caraterísticas diferentes, em comparação com as outras. O duelo era relativo à primeira-mão das meias-finais da Taça de Portugal. Não é o mesmo jogar para o campeonato ou enfrentar um rival na prova rainha, numa eliminatória a duas mãos. Rui Borges e Francesco Farioli sabiam que esta era apenas a primeira parte, o primeiro frente a frente de um combate que prometia causar faísca.
Chegamos à conclusão no final dos 90 minutos, de que o Sporting no seu cômputo global foi superior, merecendo a vitória, ainda que o golo dos leões tenha surgido de uma grande penalidade. Uma partida marcada pelos duelos físicos, pelo pouco futebol jogado e pela má estreia de Cláudio Pereira em Clássicos. O nortenho perdeu rapidamente o controlo do jogo, num primeiro tempo que se arrastou bem para além dos 45’, devido aos pedidos de assistência, principalmente a Jan Bednarek, que sairia mesmo lesionado.
Naturalmente, com os ‘combates’ entre Jan Bednarek e Luis Suárez, Maxi Araújo e William Gomes ou Iván Fresneda e Pepê, levou a que Alvalade efervescesse, com o maior momento de tensão a surgir pouco antes do intervalo. Alberto Costa entrou de uma forma violenta sobre Geny Catamo e podia ter visto o cartão vermelho por acumulação. Morten Hjulmand acabou por ser o ‘sacrificado’. Para os leões, o capitão só faz o seu trabalho em falar com o árbitro. Para os dragões, o escandinavo pressiona em demasia.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
A primeira parte foi pouco rendilhada, em parte por culpa de Francesco Farioli. O técnico do FC Porto optou por um duplo pivot físico, sem capacidade de construção (Alan Varela e Seko Fofana têm outras valências), o que levava muitas vezes a que Pablo Rosario apostasse em bolas longas ou que Rodrigo Mora fosse obrigado a recuar bastante no terreno, para procurar jogo.
O italiano protegeu-se na segunda parte, colocando Victor Froholdt em campo, retirando o amarelado Alberto Costa, passando a ter uma linha defensiva composta por Pablo Rosario, Jakub Kiwior (que entrou para o lugar de Jan Bednarek), Alan Varela e Francisco Moura, levando a Pepê a atuar a ala direito, quando esteve na esquerda na primeira parte. Na construção, o argentino também subia em campo. O FC Porto apresentou-se com um esqueleto tático híbrido, mas que Rui Borges conseguiu entender com relativa facilidade. Aos 57’, entrada violenta de Seko Fofana (destaca-se essencialmente no momento de defender e de impor o seu corpo, em tudo o resto não é propriamente brilhante) sobre Morten Hjulmand e grande penalidade sem contestações.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Luis Suárez bateu e levou à euforia das bancadas. O colombiano obrigou novamente a que Francesco Farioli mudasse a tática, apostando num 4-2-3-1, colocando Oskar Pietuszewski à esquerda, Gabri Veiga no meio e Pepê à direita, com Victor Froholdt e Alan Varela no miolo. Possivelmente este é o melhor sistema para o FC Porto, quando Rodrigo Mora não está em campo. Ainda assim, o Sporting conseguiu fechar-se de forma certeira, com o marcador a não voltar a mexer.
Não foi um jogo belo, não entrará nos anais da história. Contudo, o pós-encontro exibe na perfeição o momento que vive o futebol português, que se alimenta de polémicas e ‘apodrece’ a cada semana que passa. Na conferência de imprensa, falou-se de tudo, menos de futebol. Cláudio Pereira virou o protagonista das críticas, Francesco Farioli apontou o dedo ao Sporting, afirmando que os leões nem sequer mereciam estar na fase de competição. Já Rui Borges, que já entendeu que a sua honestidade agrada aos adeptos do Sporting, assumiu que a seguir ao jogo foi comer uma canja, dando conselhos irónicos ao colega azul e branco. Uma troca de galhardetes que promete ter um novo capítulo, desta vez no Dragão.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Contudo, há que deixar mais uma crítica a Francesco Farioli. Tem todo o mérito de estar na liderança do campeonato, mas na noite de terça-feira não foi feliz. O seu FC Porto não esteve bem. O italiano chegou a Portugal depois de passagens por Ligue 1 e Eredivisie, onde convenceu a crítica, apesar da quebra do ‘seu’ Ajax. Todavia, a sua postura tem ficado aquém nas últimas semanas, especialmente neste tipo de jogos. Outrora, Francesco Farioli poderia ser visto como uma ‘lufada de ar fresco’, alguém que conseguia colocar as equipas a jogarem um futebol bonito de se ver e que teria a capacidade de não entrar em polémicas. Poderia ter mostrado na conferência de imprensa que queria mesmo falar de futebol, mas preferiu deixar críticas ao rival. A sua postura desiludiu.
A sua imagem está tocada (principalmente devido à menor qualidade de jogo que tem apresentado nas últimas semanas, em comparação com os primeiros jogos), mas enquanto o FC Porto vença, tudo bem. O problema é que frente ao Sporting perdeu. Rui Borges leu melhor o jogo. Se voltar ao registo que tinha no começo de temporada, seguramente ninguém se lembrará da sua postura na sala de imprensa de Alvalade.
Quando esta primeira parte da eliminatória julgava-se por terminada, foi a vez de André Villas-Boas e Frederico Varandas entrarem em ação. Os presidentes assumiram os microfones, atirando farpas, prometendo processos, citando momentos infelizes do passado. Não há nada que manche mais o futebol português que este tipo de comportamentos, provocados pelo calor do momento, pela defesa dos seus. Hoje em dia, quando se trata de Benfica, Sporting ou FC Porto, raramente se houve um ‘a vitória do outro foi justa’, apontando-se sempre o dedo a qualquer falha.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
A celebração de Luis Suárez passou a ser o tema central, numa partida que tinha outros pontos a discutir. A eventual expulsão de Alberto Costa passou a ser usada como arma de arremesso, quando deveria ser algo analisado apenas e só por Cláudio Pereira, que já terá retirado a sua conclusão em relação à sua decisão (para uns, certa, para outros, errada).
O Sporting x FC Porto não terminou às 23 horas, mas sim já depois da meia-noite, prometendo-se uma segunda-mão escaldante. Uma coisa é certa, se o cenário for semelhante (isto é, uma vitória com números tímidos), voltaremos a ter polémica, numa fase em que as duas instituições encontram-se com uma relação tremida, a fazer lembrar tempos do passado, quando André Villas-Boas era o rosto da oposição, que prometia tornar os azuis e brancos em algo diferente.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Bola na Rede: Na segunda parte, o FC Porto fez várias mudanças na linha defensiva. Taticamente, como é que o plano de jogo ofensivo do Sporting variou face aos ajustes do FC Porto?
Rui Borges: Não variou muito, porque o FC Porto, apesar das modificações, não mudou nada na sua estratégia. Mudou depois do 1-0, quando o Gabri Veiga passou para dentro. Meteu o Pepê a jogar a lateral, podia ganhar ali alguma intensidade, mas o Alberto [Costa] é também um lateral muito intenso no processo ofensivo. Em termos de meter um extremo de raiz depois do 1-0, acho até nos beneficiou um bocadinho daquilo que era marcações. Sabíamos que tínhamos ali duelos 1v1 e tínhamos de ser competitivos. O Iván [Fresneda] fez um belíssimo jogo nesse sentido. Mais do que as modificações da segunda parte, a única mudança mesmo já vinha desde o início, com o homem da esquerda a entrar para dentro, a cortar campo, a tentar sair das marcações, a deixar dúvidas entre a linha média e a linha defensiva. A equipa esteve muito bem, em termos comunicativos principalmente na linha defensiva. Ganharam, sim, algum tempo no processo de construção, tiraram-nos timings de pressão, mas não nos criaram nada com essa mudança estratégica.
O FC Porto deixou críticas à dualidade de critérios na derrota frente ao Sporting, recorrendo a dois lances de Pepe, antigo defesa dos dragões.
Ao final da manhã desta quarta-feira, o FC Porto recorreu à plataforma X para criticar a arbitragem do encontro frente ao Sporting, relativo à primeira mão da meia-final da Taça de Portugal.
Os dragões apresentaram dois lances de Pepe, antigo defesa do clube, comparando-os com episódios protagonizados por Luis Suárez no encontro frente aos dragões, nomeadamente a falta sobre Jan Bednarek e os gestos após uma falta de Alberto Costa.
«Critério: cor do cartão conforme a cor da camisola», escreveu o FC Porto na legenda do vídeo.