Terminou sem golos a primeira mão da primeira meia-final da Taça de Itália. Como 1907 e Inter Milão defrontaram-se esta noite.
Não houve golos no primeiro jogo das meias-finais da Taça de Itália. Como 1907 e Inter Milão defrontaram-se na casa da revelação da Serie A e o jogo terminou 0-0.
Apesar do domínio claro da formação da casa, com mais bola e com as melhores oportunidades do jogo, houve poucos remates e o jogo só será decidido na segunda mão.
Quinta jornada da Liga Europeia de Andebol com sortes distintas para as equipas portuguesas. FC Porto venceu, Benfica perdeu.
Foi de sortes distintas a terça-feira europeia de FC Porto e Benfica na Liga Europeia de Andebol. Ambas as equipas ocupam, ao final de cinco jornadas, o terceiro lugar dos respetivos grupos.
O FC Porto recebeu e venceu o Granollers, clube espanhol, por 34-33. A vantagem de dois golos ao intervalo ainda foi colocada em causa, mas foi dos azuis e brancos o último golo do jogo, a permitir a vantagem pela margem mínima.
Já o Benfica foi à Macedónia do Norte perder com o Vardar 1961. 33-27 foi o resultado final de um jogo que, ao intervalo, tinha apenas um golo de diferença no marcador, mas cuja segunda parte foi de domínio da formação caseira.
A um jogo do final, o FC Porto já tem garantido, pelo menos, os oitavos de final e pode ainda chegar ao primeiro lugar e garantir os quartos de forma direta. O Benfica disputará um lugar no top-3 na última jornada, quando recebe o Kristianstad. Continua a ler sobre Andebol.
O Everton somou a segunda vitória consecutiva na Premier League. Vitória sobre o Burnley, que não vence há três jogos.
A jornada de meio da semana da Premier League arrancou com um Everton cada vez mais perto dos lugares europeus. Vitória dos toffees na receção ao Burnley por 2-0.
James Tarkowski (32′) e Kiernan Dewsbury-Hall (60′) anotaram os dois golos do Everton no jogo. No último, Florentino Luís já não estava em campo depois de ser substituído aos 57 minutos.
Com este resultado, o Everton soma 43 pontos e sobe ao oitavo lugar, a apenas dois pontos do Chelsea (6.º) e a um do Brentford (7.º), habitualmente lugares europeus na Premier League, dependendo das Taças internas e continentais. A situação do Burnley é cada vez mais aflitiva, com o clube no 19.º lugar da prova com 19 pontos.
Jan Bednarek teve que ser substituído ainda na primeira parte do encontro entre o FC Porto e o Sporting, devido a lesão.
Jan Bednarek foi a primeira vítima de um duelo físico entre o Sporting e o FC Porto. O polaco já tinha estado vários minutos a ser assistido, mas um encosto com Diogo Costa levou a que acabasse mesmo por ser substituído, aos 43′.
Jakub Kiwior foi o eleito por Francesco Farioli, substituindo assim o compatriota, passando a fazer dupla com Pablo Rosario.
Recorda aqui os onzes iniciais da primeira-mão das meias-finais da Taça de Portugal.
A lesão de Cristiano Ronaldo deixa o Al Nassr sob percalço e foi vista em Espanha. Imprensa espanhola alerta para o tendão esquerdo do português.
O Al Nassr confirmou a lesão de Cristiano Ronaldo: «diagnosticado com uma lesão no tendão». Ainda assim, o emblema saudita não especificou o tendãoda lesão nem a duração estimada da paragem.
Em Espanha, um artigo do jornal Marca intitulado «Confirmam a lesão de Cristiano… e parece pior do que o esperado» dá conta de que o problema pode ser mais grave do que o esperado e relembra a lesão crónica do português no tendão do joelho esquerdo.
É com base neste problema antigo que o jornal espanhol deixa o alerta quanto à gravidade da lesão do português. Entretanto, o clube saudita publicou várias fotografias do trabalho de ginásio feito por CR7, sem qualquer proteção extra no joelho.
Cristiano Ronaldo tem 41 anos e esta temporada soma 22 golos e quatro assistências em 26 jogos pelo Al Nassr. Recorde-se que esta época termina com o Mundial 2026.
Eis o que diz o artigo do jornal Marca:
«As informações que chegaram da Arábia Saudita indicavam que, após o dia de descanso, Cristiano Ronaldo foi submetido a vários exames médicos na segunda-feira. Não se esperava que houvesse nenhuma lesão grave. No entanto, foi detectado um problema que afeta o tendão do joelho.
Aos 41 anos recém-completados, Cristiano é capaz de continuar a ter um bom desempenho porque, entre outras coisas, continua a cuidar-se de forma extrema em termos de alimentação, treino e recuperação. Tanto é assim que, desde a sua chegada à Arábia, ele esteve apenas 26 dias afastado.
No entanto, é importante ressaltar que Cristiano Ronaldo sofre de uma lesão crónica no tendão do joelho esquerdo desde o final da temporada 2013-14. O Al Nassr não especificou em seu comunicado qual era o tendão afetado. Mas, se for o esquerdo, o problema pode ser mais grave do que se esperava inicialmente».
Portugal venceu esta terça-feira a Finlândia por 2-0 na primeira jornada da fase de qualificação para o Mundial 2027.
Portugal arrancou a fase de apuramento para o Mundial Feminino 2027 com uma vitória. Esta terça-feira a partir das 18h45, a Seleção Nacional recebeu e venceu a Finlândia por 2-0, num jogo disputado em Vizela. Lúcia Alves (90+1′) e Carolina Santiago (90+4′) marcaram os golos, com bis de assistências de Kika Nazareth.
O próximo jogo de Portugal será contra a Eslováquia pelas 16h00 no Estádio Cidade de Barcelos, numa partida a contar para a segunda jornada da qualificação para o Mundial 2027. Podes recordar a lista de convocadas, que contou com três novidades.
O Portugal x Finlândia terminou com vitória de 2-0 com golos já nos minutos finais. A Seleção Nacional terá agora pela frente a Eslováquia como o próximo desafio.
A temporada de Fórmula 1 em 2026 não é apenas mais um capítulo do campeonato do mundo. É um ponto de rutura. Um reinício técnico profundo que promete abalar hierarquias e redefinir protagonistas.
Com a introdução das unidades de potência 50/50 (combustão e elétrico), a eliminação do MGU-H e a estreia da aerodinâmica ativa, a Fórmula 1 entra numa era onde a gestão energética se torna tão decisiva quanto a velocidade pura.
Os testes de Barcelona e Sakhir deixaram uma conclusão clara: a fiabilidade e a eficiência elétrica serão o primeiro grande filtro do campeonato.
Num ano zero regulamentar, quem interpretar melhor as regras pode ganhar uma vantagem estrutural para vários anos. E, pela primeira vez em muito tempo, há sinais de que o equilíbrio pode ser real.
Os carros de 2026 são mais compactos, menos dependentes do efeito-solo e tecnologicamente mais exigentes.
A aerodinâmica ativa substitui o DRS, exigindo maior intervenção do piloto na gestão de modos de asa. A potência elétrica assume protagonismo inédito e a recuperação de energia deixa de ser apenas complemento, passa a ser arma estratégica.
Em corrida, isto traduz-se num novo tipo de batalha. Não vence apenas quem tem mais ritmo, mas quem gere melhor o fluxo energético ao longo da volta e do stint.
É um campeonato que exige inteligência.
McLaren: O equilíbrio como arma
A McLaren entra em 2026 como referência competitiva. A continuidade estrutural e a estabilidade técnica podem revelar-se decisivas numa mudança regulamentar tão profunda.
O conceito é equilibrado, sem soluções extremas, algo que pode ser ouro numa fase inicial onde a fiabilidade será o primeiro grande separador. A equipa parte com a sensação de que não precisa reinventar tudo, apenas adaptar-se melhor que os outros.
Lando Norris entra com estatuto reforçado. Já não é promessa, é realidade consolidada. Se o carro corresponder nas primeiras corridas, pode assumir a liderança do campeonato e gerir a pressão como nunca.
Oscar Piastri continua a afirmar-se como um dos pilotos mais completos da nova geração. Frio, metódico e estrategicamente muito forte, pode ser particularmente eficaz num regulamento que exige leitura energética constante.
Se a McLaren conseguir manter a harmonia interna, a verdadeira dúvida pode deixar de ser “se” luta pelo título e passar a ser “qual dos dois o conquista”.
— McLaren Mastercard Formula 1 Team (@McLarenF1) March 1, 2026
Ferrari: Talento de elite, margem de erro reduzida
A Ferrari apresenta uma das duplas mais fortes da grelha: Charles Leclerc e Lewis Hamilton.
O carro mostrou velocidade em volta lançada, mas persistem dúvidas sobre consistência em simulação de corrida e gestão térmica da componente elétrica. Num campeonato onde a eficiência é central, qualquer oscilação pode custar pontos decisivos.
Charles Leclerc parece confortável com o novo equilíbrio do chassis. Se tiver finalmente um pacote estável ao longo do ano, pode estar perante a melhor oportunidade da carreira para lutar pelo título até ao fim.
Lewis Hamilton enfrenta um desafio subtil, mas determinante: maximizar rendimento num projeto novo e num regulamento que exige adaptação constante de condução e gestão energética. A sua experiência em mudanças regulamentares é uma vantagem real, mas os primeiros Grandes Prémios serão críticos.
A Ferrari tem tudo para lutar pelo campeonato. Mas em 2026, talento sem consistência não chega.
Mercedes: Excelência técnica, mas dependente do crescimento interno
A Mercedes parece ter interpretado o novo regulamento com enorme rigor, sobretudo ao nível da unidade motriz. A eficiência na recuperação e entrega de energia foi consistente nos testes e pode ser uma vantagem estrutural nas primeiras corridas.
George Russell assume definitivamente o papel de líder. É regular, estratégico e raramente compromete resultados. Num campeonato onde errar pouco pode valer muito, isso é um trunfo enorme.
Kimi Antonelli entra no seu segundo ano completo. O talento é inegável, mas 2026 não é um contexto simples para consolidar aprendizagem. Pequenos erros estratégicos ou de gestão energética podem traduzir-se em perdas significativas num pelotão mais compacto.
Se o italiano crescer rapidamente, a Mercedes pode discutir o título até ao fim. Se houver irregularidade, poderá perder pontos preciosos face a McLaren e Ferrari.
— Mercedes-AMG PETRONAS F1 Team (@MercedesAMGF1) February 2, 2026
Red Bull: Transição técnica e pressão competitiva
A Red Bull inicia oficialmente a era da sua unidade motriz própria em parceria com a Ford. É um projeto ambicioso, mas 2026 é inevitavelmente um ano de transição estrutural.
Os primeiros sinais indicam algum défice na consistência de entrega de potência em determinadas fases da volta. Não é um cenário alarmante, mas já não existe a margem esmagadora de outros ciclos.
Max Verstappen continua a ser o maior fator diferenciador da grelha. Num carro menos dominante, a sua capacidade de extrair rendimento pode tornar-se ainda mais visível. Se estiver minimamente próximo dos líderes, será candidato natural.
Isack Hadjar enfrenta o desafio mais duro do paddock: o segundo lugar na Red Bull. Já mostrou qualidade, mas 2026 será um teste brutal à sua capacidade de evolução técnica e psicológica. Se for consistente, pode consolidar-se. Se oscilar, a pressão será imediata.
A Red Bull pode ganhar corridas. Mas, neste momento, parece mais numa fase de adaptação do que de luta pelo campeonato.
Williams: O regresso sustentado ao meio-alto da grelha
A Williams já não vive em modo de sobrevivência. O projeto está estabilizado, a estrutura técnica é mais robusta e a ligação à Mercedes pode ser uma vantagem decisiva num regulamento centrado na eficiência híbrida.
Carlos Sainz acrescenta experiência, capacidade de desenvolvimento e leitura estratégica, qualidades fundamentais num ciclo novo.
Alex Albon continua a ser extremamente eficaz a maximizar pacotes técnicos e a pontuar em oportunidades marginais.
Se o conceito aerodinâmico funcionar como previsto, a Williams pode tornar-se presença habitual no top seis e ser uma ameaça real às equipas tradicionalmente intermédias. Não é apenas continuidade, é ambição sustentada.
Aston Martin: Muito investimento, mas é hora de responder
Com motores Honda oficiais e reforço técnico significativo, a Aston Martin entra numa fase onde a ambição precisa de se traduzir em resultados concretos.
Fernando Alonso continua a ser um dos pilotos mais completos e inteligentes da grelha. Num campeonato estratégico, pode capitalizar qualquer oportunidade inesperada.
Lance Stroll terá de elevar o nível. Num pelotão mais compacto, diferenças internas tornam-se mais evidentes e a margem para desempenhos medianos é menor.
A Aston Martin tem meios para estar consistentemente na luta pelo top seis. Mas 2026 começa a ser o ponto em que promessas precisam de dar lugar a resultados.
A Audi entra como construtor total com um projeto pensado de raiz para 2026. A fiabilidade inicial da unidade motriz é um sinal encorajador e pode evitar o caos que muitas equipas enfrentam no arranque de novos ciclos.
Nico Hülkenberg é peça-chave na fase de consolidação. A sua capacidade técnica e regularidade podem transformar um carro mediano num pontuador consistente.
Gabriel Bortoleto terá um ano crucial. Num ambiente estruturado e menos volátil, poderá mostrar maturidade e capacidade de evolução. Se pontuar regularmente, será um sinal muito positivo.
A Audi não surge para ser figurante. Pode não estar pronta para pódios frequentes, mas tem estrutura para se afirmar rapidamente no meio da tabela.
A Haas mantém a parceria técnica com a Ferrari, mas precisa de dar um passo claro na estabilidade de performance.
Esteban Ocon traz agressividade e experiência, algo importante num campeonato onde as decisões estratégicas serão críticas.
Oliver Bearman entra num ano decisivo. Já mostrou velocidade, mas 2026 exige consistência e maturidade na gestão de corrida.
Se a Haas resolver definitivamente os problemas crónicos de degradação e oscilação de ritmo entre qualificação e corrida, pode consolidar-se no meio da tabela. Caso contrário, pode ver-se envolvida numa luta direta com Alpine e Racing Bulls pelo penúltimo lugar.
Alpine: Reestruturação e novo fôlego com motor Mercedes
A Alpine optou por uma decisão estratégica forte: abandonar o motor próprio e tornar-se cliente Mercedes. É uma simplificação estrutural que pode libertar recursos e estabilizar desempenho.
Pierre Gasly assume o papel de referência técnica e competitiva. Num ano instável para várias equipas, a sua regularidade pode valer pontos importantes.
Franco Colapinto representa ousadia e energia nova. O argentino mostrou personalidade e agressividade, mas terá de equilibrar risco com inteligência estratégica.
A Alpine não parte condenada. Mas dependerá muito da rapidez com que a nova estrutura se traduz em consistência. Caso contrário, poderá envolver-se numa luta direta na parte inferior da classificação.
— Visa Cash App Racing Bulls F1 Team (@visacashapprb) December 2, 2025
Cadillac: Experiência para construir
A Cadillac estreia-se como 11ª equipa num dos contextos mais exigentes possíveis: um ano regulamentar zero.
A aposta em Sergio Pérez traz experiência em gestão de corrida e desenvolvimento técnico. O mexicano sabe trabalhar projetos em crescimento e poderá ser fundamental na evolução do carro ao longo da época.
Valtteri Bottas acrescenta conhecimento técnico profundo e estabilidade. É o tipo de piloto que ajuda a estruturar uma equipa nova e a evitar erros básicos.
Pontuar será ambicioso, mas não impossível em corridas imprevisíveis. Ainda assim, a luta inicial da Cadillac deverá centrar-se sobretudo com Alpine e Racing Bulls para evitar o último lugar.
A temporada de 2026 promete algo raro: verdadeira incerteza.
A McLaren parece partir com ligeira vantagem estrutural. Ferrari e Mercedes têm argumentos sólidos. A Red Bull pode nunca ser descartada enquanto Max Verstappen estiver no volante.
No entanto, a margem entre sucesso e frustração será mínima. E num campeonato centrado na eficiência elétrica, talvez vença não o mais rápido, mas o mais inteligente.
E isso pode tornar 2026 numa das épocas mais interessantes, e imprevisíveis, da última década.
Lucho González é atualmente o treinador adjunto do FC Porto, mas Eduardo Coudet pretende contratá-lo para o River Plate.
Eduardo Coudet pretende levar Lucho González para o River Plate, de maneira a que o ex-médio seja o seu adjunto no conjunto de Buenos Aires. A informação está a ser avançada pelo jornalista Germán García Grova, que indica que o ex-Alavés também está disposto a esperar pelo verão para contar com o argentino.
Recorde-se que Lucho González esteve com um pé e meio no Alavés no verão, mas Francesco Farioli convenceu-o a rumar ao Dragão, rasgando o acordo para assinar pela equipa do País Basco. Pode-se assim repetir uma história com os mesmos protagonistas, mas em posições diferentes.
Lucho González cruzou-se com Eduardo Coudet como jogador, ainda no River Plate, antes de partir para o FC Porto.
Adam Wharton, médio do Crystal Palace, é visto pelo Manchester United como um alvo prioritário do meio-campo.
O Manchester United continua interessado em Adam Wharton, garante o TEAMtalk. A mesma fonte refere que os Red Devils identificaram o internacional inglês como um alvo prioritário para o meio-campo.
De acordo com a fonte, Adam Wharton, num cenário de saída do Crystal Palace, daria prioridade ao Manchester United sobre outros eventuais clubes interessados. O médio inglês terá também chamado à atenção do Barcelona e Real Madrid, bem como outros clubes.
Adam Wharton tem 21 anos e esta temporada fez 37 jogos pelo Crystal Palace nos quais somou cinco assistências. O médio já é internacional inglês por três ocasiões.
🚨 Manchester United have identified Adam Wharton as a key midfield priority and the Crystal Palace star is understood to favour a move to Old Trafford over other interested clubs. 👀
O estalar da tensão entre EUA e Irão tem colocado o Médio Oriente em alvoroço. Artur Jorge, treinador do Al Rayyan, deu a sua visão.
O agravar da tensão entre EUA e o Irão e os ataques de parte a parte, com bases locais atacadas em muitos países do Médio Oriente e colocado vários nomes em alerta. Artur Jorge, técnico do Al Rayyan do Catar, abordou o momento em declarações ao jornal O Globo.
«Vivemos momentos de alguma tensão com o início do conflito. Estou assustado, a situação preocupa, mas o momento é de manter a serenidade e garantir a segurança. Tem sido possível durante todo o dia e noite ver bem de perto a explosão dos mísseis no céu de Doha. Temos alertas constantes no telefone quando o risco de ataque é maior», começou Artur Jorge, que prosseguiu e explicou que todos os jogos foram cancelados.
«Como consequência direta, a federação do Catar suspendeu todos os jogos no país por tempo indeterminado. Todos os jogos da liga foram cancelados e adiados. O mesmo aconteceu com o jogo que teríamos no dia 4, a meia-final da Gulf Cup Champions, a jogar no Kuwait», explicou ainda Artur Jorge.
O Al Rayyan de Artur Jorge ocupa a quarta posição da Liga do Catar com 28 pontos em 17 jogos. No clube alinham ainda os portugueses André Amaro e Tiago Silva.