O brasileiro tem apenas 31 anos e o seu museu privado não deverá parar de aumentar, tendo em conta o domínio do PSG no futebol gaulês, sendo que a equipa é sempre uma candidata válida à conquista da Champions League.
Marquinhos chegou ao PSG em 2013, depois de passar pela AS Roma. Lionel Messi é o jogador mais titulado da história, com o top 3 a ser completo por Daniel Alves e David Alaba.
Héctor Herrera está muito perto de ser transferido para o Houston Dynamo, depois de ter terminado contrato com o Toluca.
Héctor Herrera prepara-se para assinar com Houston Dynamo até dezembro de 2026. A informação está a ser avançada pelo jornalista César Luis Merlo. O internacional mexicano encontra-se livre desde as últimas semanas, depois de ter terminado o seu vínculo ao Toluca.
O médio tem 35 anos e vai assim regressar a uma equipa que representou entre 2022 e 2024. Na última época somou 18 encontros, com um golo marcado.
Héctor Herrera passou pelo FC Porto entre 2013 e 2019, chegando a ser capitão de equipa no Dragão. Héctor Herrera ruma assim novamente à MLS.
Héctor Herrera chega a acordo com o Houston Dynamo para um contrato válido até Dezembro de 2026, segundo @CLMerlo. O internacional mexicano terminou a ligação com o Toluca. Será a segunda passagem do ex-jogador do FC Porto pelo emblema norte-americano, depois de ter representado… pic.twitter.com/dDY2XRa2Us
— Diário de Transferências (@DTransferencias) January 8, 2026
A Lazio oficializou, esta quinta-feira, a contratação do antigo alvo do FC Porto, Kenneth Taylor. O médio deixa o Ajax a troco de 17 milhões de euros.
Esta quinta feira, a Lazio anunciou a contratação de Kenneth Taylor ao Ajax por 17 milhões de euros. O antigo alvo do FC Porto fez toda a sua formação no clube de Amsterdão e cumpria a sua quinta temporada na equipa principal.
Após se ter afirmado na temporada passada na qual marcou 15 golos e assistiu outros nove, Kenneth Taylor apontou dois golos e quatro assistências em 19 jogos na época atual. Com a saída de Mattéo Guendouzi para o Fenerbahçe, o neerlandês poderá ter espaço para assumir o lugar no meio-campo do emblema italiano.
Nesta altura, a Lazio ocupa a nona posição da Serie A com 25 pontos. A equipa orientada por Maurizio Sarri anunciou também a chegada do avançado Petar Ratkov, vindo do Salzburgo.
Jorge Jesus abordou o momento de Wesley, jogador que pertence aos quadros do Al Nassr. O extremo é alvo do Benfica.
Jorge Jesus falou sobre Wesley depois da derrota do Al Nassr frente ao Al Qadsiah. O extremo tem sido associado a uma transferência para o Benfica e o técnico admitiu que o jogador pode rumar à Europa nesta janela de transferências:
«Acreditamos no potencial do Wesley, e não é surpresa que os clubes europeus estejam interessados nele. Ele jogou 20 minutos hoje e não foi o motivo da nossa derrota. Encontrei uma solução no Wesley após a ausência do Mané. A produtividade não chega ao nível do Sadio Mané, mas é rápido e forte no um para um, e sem dúvida é um dos jogadores estrangeiros do Al Nassr que pode ser negociado neste mercado de transferências».
O jogador de 20 anos na presente temporada soma 16 encontros, com quatro golos marcados e uma assistência.
A passagem de Ruben Amorim pelo Manchester United dificilmente será recordada com nostalgia pelos adeptos de Old Trafford. A promessa de uma rutura clara com o passado recente esbarrou numa realidade dura: resultados inconsistentes, um plantel pouco adaptado às suas ideias e um clube ainda longe da estabilidade estrutural necessária para absorver um treinador com princípios tão vincados. Amorim nunca conseguiu transformar o United numa equipa dominante, nem criar uma identidade coletiva sólida que resistisse à pressão constante da Premier League.
Ainda assim, mesmo em contextos falhados, há sinais individuais que merecem destaque. Se o projeto não vingou a nível coletivo, houve jogadores que beneficiaram diretamente da metodologia do técnico português — seja pela confiança recebida, pela clareza de funções ou pela adequação ao seu modelo de jogo. Num balanço que está longe de ser elogioso, este é um exercício de identificação dos três jogadores que mais cresceram, não porque o Manchester United tenha evoluído, mas porque encontraram em Ruben Amorim um enquadramento que antes lhes faltava.
1.
Fonte: Instagram
Ayden Heaven – Num Manchester United pressionado por resultados imediatos e pouco dado a experiências, a gestão de Ayden Heaven foi uma das decisões mais interessantes de Ruben Amorim. O jovem defesa surgiu num contexto adverso, mas encontrou no sistema de três centrais um ambiente que lhe permitiu crescer sem ser exposto em excesso. Amorim percebeu rapidamente que Heaven não precisava de ser protagonista, mas sim integrado de forma progressiva, com tarefas claras e responsabilidade controlada.
A sua evolução foi sobretudo visível no entendimento do jogo. Heaven passou a revelar maior calma na saída de bola, melhor leitura dos tempos de pressão e uma ocupação de espaços mais criteriosa, algo essencial num modelo que exige dos centrais capacidade para defender alto e participar na construção. Sem se afirmar como uma solução imediata para o presente, saiu da passagem de Amorim com uma maturidade competitiva que dificilmente teria alcançado noutro contexto, afirmando-se como um nome a acompanhar no futuro do clube.
2.
Fonte: Instagram
Matthijs de Ligt – A etapa de Matthijs de Ligt em Manchester foi marcada por alguma desconfiança inicial, fruto de um percurso recente irregular e de um United defensivamente frágil. Ruben Amorim acabou por ser determinante na recuperação do estatuto do internacional neerlandês, não tanto por o transformar num jogador diferente, mas por lhe devolver um papel claro dentro de uma estrutura que o protegeu das suas maiores debilidades.
Inserido numa linha de três centrais, De Ligt deixou de ser constantemente exposto em transições longas e em duelos no espaço aberto, passando a jogar mais de frente para o jogo e com maior controlo do contexto. Isso refletiu-se numa versão mais segura, mais concentrada e com maior capacidade de liderança, mesmo num coletivo instável. Embora longe de representar um regresso ao auge exibido no Ajax, a passagem por Amorim permitiu-lhe estabilizar rendimento e reencontrar uma identidade competitiva que parecia perdida.
3.
Fonte: Instagram
Amad Diallo – Amad Diallo já não era um nome completamente marginal no Manchester United quando Ruben Amorim chegou a Old Trafford. Com Erik ten Hag, o internacional marfinense começou a ganhar algum espaço, sobretudo pela sua capacidade de desequilíbrio em espaços curtos e pela inteligência na forma como interpretava o jogo entre linhas. Ainda assim, o seu papel permanecia intermitente e dependente de contextos muito específicos, sem uma função verdadeiramente estruturada dentro do coletivo.
Com Amorim, o papel de Amad ganhou maior continuidade, sobretudo como ala direito num sistema de três centrais, função que lhe deu enquadramento sem lhe retirar criatividade. A partir dessa posição, passou a ter mais bola em zonas adiantadas, mas também responsabilidades defensivas claras sem ela, algo que contribuiu para o seu crescimento competitivo. Amad tornou-se mais disciplinado na ocupação do corredor, mais criterioso no momento de decidir. Essa regularidade ajudou-o a afirmar-se como uma opção mais fiável, mesmo num contexto coletivo instável, consolidando o crescimento que já vinha a desenhar na fase anterior.
Ruben Amorim não conseguiu deixar uma marca positiva duradoura no Manchester United, nem construir um projeto coletivo que sobrevivesse à exigência do clube e da Premier League. Ainda assim, mesmo num ciclo curto e pouco bem-sucedido, houve jogadores que cresceram individualmente graças à clareza das ideias e à coerência do modelo. Num contexto marcado pela falta de estabilidade estrutural, essa evolução individual acabou por ser um dos raros aspetos a resistir a uma passagem que, no plano coletivo, ficou aquém das expectativas.
O Conselho de Disciplina da FPF anunciou que Luis Suárez foi multado em 1530 euros pelos acontecimentos após o Gil Vicente x Sporting.
Esta quinta-feira, o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol anunciou que foi atribuída uma coima de 1530 ao avançado do Sporting, Luis Suárez. A multa vem na sequência dos comportamentos do colombiano após o empate frente ao Gil Vicente.
No mapa de castigos, a FPF explicou a decisão:
«No final da partida, aquando do regresso das equipas aos balneários, o atleta do clube visitante, com camisola número 97, Suárez, deu uma pancada forte com a sua mão num vidro de separação da zona técnica (não tendo causado danos neste momento), pontapeando de seguida uma porta de vidro, tendo partido o material constituinte da mesma».
Luis Suárez cumpre a sua primeira temporada com a camisola dos leões após sair do Almería por 22 milhões de euros. O avançado está a ter uma grande época de estreia e segue já com 20 golos e três assistências em 28 jogos.
A passagem de Ruben Amorim por Old Trafford chegou ao fim após 14 meses difíceis, marcados por uma relação desgastada com os jogadores e com a estrutura do clube. O treinador português não sobreviveu à teimosia no seu sistema tático e aos piores resultados das últimas décadas.
Com um aproveitamento de apenas 38,7% (24 vitórias em 63 jogos), Ruben Amorim deixa o Manchester United com o pior registo de um treinador na era pós-Alex Ferguson. Para se ter noção do descalabro, antecessores como David Moyes ou Erik ten Hag conseguiram sempre vencer mais de 50% dos seus compromissos. Pelo caminho, ficou um divórcio evidente com a mentalidade do balneário e uma gestão de ativos que nunca funcionou.
Abordamos neste artigo os três principais erros do português.
1.
Ruben Amorim,
Today, you showed us that you are not a Glazer/Ratcliffe puppet. 👍
Thank you for going against the Manchester United Heirarchy. 👏👏
Braço de ferro com a direção – Um dos maiores pontos de rutura foi a ambição de Ruben Amorim em assumir o papel de ‘manager’ à moda antiga, concentrando em si a gestão do clube e a palavra final no rumo do projeto. No entanto, a estrutura do clube está desenhada para um modelo, onde o treinador se foca no treino e a direção toma as decisões estratégicas. O conflito com o diretor-desportivo, Jason Wilcox, tornou-se insustentável quando as visões sobre o mercado de transferências divergiram, a estrutura queria jovens com potencial futuro, mas Ruben Amorim exigia reforços de impacto imediato para colmatar as limitações óbvias de um plantel sem profundidade.
Esta tensão culminou numa postura de confronto. Na sua última conferência de imprensa, o treinador expôs publicamente as falhas da estrutura, provocando deliberadamente uma situação de rutura. Ao tentar assumir um papel de liderança e impor um controlo que o clube não estava disposto a aceitar, o português acabou por ser isolado no cenário político.
2.
Fonte: Manchester United FC
A prisão tática e a incapacidade de adaptação – A rigidez tática de Ruben Amorim foi, talvez, a sua maior camisa de forças. O sistema de 3-4-2-1, que lhe deu glória no Sporting, revelou-se previsível e permeável na Premier League. Mesmo com o plantel com muitas lesões e ausências devido à CAN, Ruben Amorim raramente abdicou da sua ideia base, o que limitou a criatividade e a capacidade de resposta da equipa em campo. Os números defensivos são prova disso, em 63 jogos, o Manchester United conseguiu apenas ficar nove vezes sem sofrer golos, acumulando empates e derrotas em casa frente a equipas da metade inferior da tabela.
Embora tenha tentado pontualmente mudar para uma linha de quatro defesas, como aconteceu frente ao Newcastle, Ruben Amorim voltava sempre às suas convicções originais, mesmo quando os resultados não apareciam. Esta falta de flexibilidade, num clube que já vive mergulhado na instabilidade, impediu a equipa de encontrar um modelo de jogo entusiasmante para os adeptos.
3.
Ruben Amorim’s record as Manchester United head coach:
A rutura do balneário e a relação com os jogadores – O terceiro erro fatal residiu na gestão humana e na falha em implementar uma cultura de exigência. Ruben Amorim teve dificuldades em integrar figuras centrais como Marcus Rashford ou Alejandro Garnacho, cujas características não encaixavam na sua ideia de jogo. Mais do que a questão tática, houve um claro problema de mentalidade, enquanto jogadores mais velhos como Casemiro mostraram resiliência para se adaptarem, outros ativos importantes pareceram desligados e desmotivados pelo sistema do treinador.
A aposta nos jovens da formação foi vista mais como uma necessidade por falta de alternativas no banco e devido às muitas lesões, do que como uma estratégia real, o que desiludiu quem preza a história do clube. Ao não conseguir gerir as maiores figuras do clube e ao questionar publicamente a mentalidade do grupo, Ruben Amorim perdeu a confiança do balneário. Sem um entendimento com os jogadores, a sua continuidade num ambiente de tamanha exigência tornou-se impossível.
O Real Madrid bateu na noite desta quinta-feira o Atlético Madrid e garantiu a qualificação para a final da Supertaça de Espanha.
O Real Madrid bateu na Arábia Saudita o Atlético Madrid por 2-1 durante a noite desta quinta-feira, num encontro válido pela meia final da Supertaça de Espanha. Federico Valverde abriu o marcador na primeira parte, aos 2′, com Rodrygo a aumentar a vantagem, aos 33′.
A resposta dos colchoneros foi a melhor possível, por intermédio de Alexander Sorloth, aos 58′, mas o resultado não voltou a mexer até ao final.
O conjunto orientado por Xabi Alonso vai assim enfrentar o Barcelona no dia 11 de janeiro, a partir das 19 horas.
A temporada de 2025 da Racing Bulls foi, à primeira vista, positiva. Mais pontos, maior consistência e menos fins de semana perdidos por erros básicos. No entanto, se olharmos com atenção, foi também uma época reveladora de um limite estrutural que a equipa continua incapaz, ou indisposta, de ultrapassar.
A Racing Bulls cresceu, mas dentro de um espaço que já conhece bem. Nunca ameaçou ser “a melhor das outras”, nunca foi verdadeiramente irrelevante e, acima de tudo, nunca deixou de cumprir o papel que lhe é imposto desde a sua criação: servir a Red Bull.
2025 não foi um ano de afirmação. Foi um ano de boa execução dentro de um teto baixo.
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O VCARB 01: competente, mas sem ambição própria
O monolugar de 2025 foi, provavelmente, o mais equilibrado da Racing Bulls nos últimos anos. Não nasceu com defeitos estruturais graves, respondeu às atualizações e mostrou-se previsível em corrida e muito bom em qualificação.
O carro permitiu lutar regularmente por pontos e evitou os picos de forma tão comuns no passado. Mas nunca foi um carro capaz de mudar a hierarquia. Funcionou bem quando o contexto ajudou, desapareceu quando o nível subiu.
A proximidade técnica à Red Bull continuou a ser uma vantagem operacional, mas também um travão conceptual.
Isack Hadjar foi o maior trunfo da Racing Bulls em 2025. Rápido, agressivo quando necessário e surpreendentemente sólido para um rookie, o francês confirmou que não chegou à Fórmula 1 por acaso. Para mim, foi o rookie do ano.
O pódio em Zandvoort foi o ponto alto da época e um momento raro de brilho puro numa equipa que raramente oferece esse palco. Mas, mais do que esse resultado isolado, foi a consistência que impressionou. Isack Hadjar percebeu rapidamente os limites do carro e aprendeu a explorá-los.
Ainda assim, a sua temporada teve algo de inevitável. Desde cedo, ficou claro que a Racing Bulls era apenas uma etapa. A promoção para a Red Bull em 2026 não foi uma consequência tardia, foi o objetivo desde o primeiro dia.
Isack Hadjar cumpriu, destacou-se e seguiu em frente. Como tantos outros antes dele. Resta saber se o desfecho será diferente.
Liam Lawson: entre dois mundos, mas a pertencer a um
A época de Liam Lawson foi o retrato perfeito da confusão estratégica da Red Bull em 2025. Chamado à equipa principal demasiado cedo, o neozelandês encontrou na Red Bull um carro exigente, um contexto implacável e zero margem de erro.
As corridas ao serviço da equipa principal expuseram fragilidades, mas sobretudo uma realidade: não estava preparado para aquele nível de pressão.
O regresso à Racing Bulls trouxe estabilidade imediata. No mesmo ano, o mesmo piloto apresentou duas versões muito diferentes. Na Red Bull, inseguro e condicionado. Na Racing Bulls, competitivo, solto e eficaz.
Esta diferença diz mais sobre o contexto do que sobre o talento. Liam Lawson mostrou que é um piloto de Fórmula 1 sólido, capaz de pontuar regularmente quando o ambiente o permite. Mas também mostrou que a escada da Red Bull continua a ser íngreme demais para quem não chega pronto.
2025 não destruiu Liam Lawson, mas deixou uma pergunta no ar: quantas oportunidades reais existem, de facto, dentro deste sistema?
BREAKING: Yuki Tsunoda will replace Liam Lawson at Red Bull from the Japanese Grand Prix#F1pic.twitter.com/FCXUOyoBBZ
A Racing Bulls terminou esta temporada como uma equipa melhor do que em 2024. Mais organizada, mais consistente e menos errática. Mas terminou exatamente onde sempre termina: no meio do pelotão, sem ambição própria e sem horizonte claro.
É uma equipa que já não compromete, mas também já não surpreende. Forma pilotos, executa estratégias limpas e aceita o seu papel sem contestação. Cresceu, mas sem sair do lugar.
Enquanto não decidir se quer ser mais do que uma extensão funcional da Red Bull, a Racing Bulls continuará a viver destas épocas competentes, mas inconsequentes. Em 2025, fez quase tudo bem. E talvez este seja, precisamente, o problema.
Aos 26 anos e com 10 desses como profissional, Matthijs de Ligt já foi orientado por 19 treinadores e nenhum deles por mais de uma época.
Matthijs de Ligt é um dos defesas-centrais de maior renome do futebol europeu, com passagens por alguns dos maiores clubes do mundo. Contudo, em 10 anos como profissional o neerlandês já teve 19 treinadores diferentes e nunca cumpriu duas temporadas consecutivas com nenhum deles.
Aos 26 anos e com passagens pelo Ajax, Juventus, Bayern Munique e Manchester United, seria de esperar que o colega de Bruno Fernandes e Diogo Dalot já tivesse encontrado algum tipo de estabilidade numa destas paragens. Contudo, segue com uma média de quase dois treinadores por temporada.
Erik Ten Hag foi o treinador que orientou Matthijs de Ligt durante a sua exponencial ascensão no Ajax e mais tarde insistiu na sua contratação para o Manchester United. Mesmo assim, com dois períodos diferentes e em dois clubes distintos, o técnico neerlandês orientou um total de 82 jogos do defesa-central e nunca chegaram a cumprir duas temporadas consecutivas em conjunto.
Erik ten Hag – 82 games Thomas Tuchel – 42 games Max Allegri – 42 games Ruben Amorim – 41 games Marcel Keizer – 40 games Maurizio Sarri – 40 games Andrea Pirlo – 36 games Julian Nagelsmann – 31 games Peter Bosz – 23 games Gery Vink – 13 games Frank Peereboom – 12 games Wim Jonk -… pic.twitter.com/lZsxlWNigE