O antigo jogador do FC Porto, Hulk, agora no Atlético Mineiro, saiu derrotado frente ao Santos de Neymar no Brasileirão e, no final da partida, falou sobre a possibilidade de o ex-colega da seleção ir ao Mundial.
Hulk, antigo jogador do FC Porto e atualmente no Atlético Mineiro, perdeu frente ao Santos de Neymar no Brasileirão e, no final do jogo, falou sobre o possível regresso do ex-colega à seleção, preferindo não se alongar no tema, mas sublinhando a qualidade da equipa brasileira.
«Peço desculpas, mas eu estava preocupado no jogo. O primeiro objetivo é o Atlético Mineiro, é a instituição. Nós damos a vida aqui. Toda a gente sabe que o Neymar tem qualidade. Não sou eu que tenho que dizer se tem de ir [ao Mundial] ou não. Quem tem de ir é quem merece. Se ele for merecedor, ele estará. A seleção é sempre assim, há muito jogador de qualidade», afirmou o antigo extremo do FC Porto.
Neymar tem sido travado por lesões nos últimos anos e não representa o Brasil desde outubro de 2023, mas mantém o objetivo de ser chamado para o seu quarto Mundial por Carlo Ancelotti. Esta época, ao serviço do Santos, soma três golos e três assistências, em sete partidas.
Vítor Campelos soma a quinta vitória em cinco jogos ao serviço do NK Celje, depois de vencer o Radomlje por 3-1 este sábado.
O técnico português, Vítor Campelos venceu este sábado o Radomlje por 3-1 e soma a quinta vitória na liga eslovena ao serviço do NK Celje.
O jogo começou equilibrado, com a equipa da casa a reagir depois do golo inicial de Juanjo Nieto. Florijan Meznar empatou aos 31 minutos, mas pouco depois Nikita Iosifov voltou a colocar os visitantes na frente. Na segunda parte, a equipa orientada por o técnico português controlou o jogo e chegou ao 3-1 por Rudi Pozeg aos 77 minutos.
O NK Celje lidera o campeonato esloveno com 62 pontos.
Vítor Campelos 🇵🇹 soma 5 vitórias em 5 jogos como treinador do Celje ao vencer o Radomlje por 1-3. pic.twitter.com/25SwotGA1a
A imprensa espanhola avança que o Real Madrid está próximo de um eventual regresso de Toni Kroos ao clube, embora não como jogador. Em Valdebebas acredita-se que o antigo médio pode ter um papel importante no futuro.
Segundo o jornal AS, o Real Madrid está próximo de um eventual regresso de Toni Kroos ao clube, embora não como jogador. Em Valdebebas, acreditam que a sua presença pode ajudar no crescimento do clube, independentemente da função que venha a desempenhar caso se confirme o regresso.
A despedida de Toni Kroos ficou na memória dos adeptos, marcada pela conquista da Liga dos Campeões. A relação com o Real Madrid e com Florentino Pérez sempre foi excelente e sem conflitos, sendo o próprio presidente a defender o regresso do antigo médio ao clube.
Com a vida já estabelecida em Espanha, Toni Kroos criou uma academia em Boadilla del Monte e, nas últimas semanas, levou uma das suas equipas a defrontar o Real Madrid em Valdebebas.
O antigo médio tem transmitido os seus conhecimentos como treinador e esteve recentemente em Villarreal, onde foi bem recebido pela estrutura do clube.
João Neves foi desafiado a escolher quem considera o melhor jogador em várias ligas. Fica com as nomeações do médio.
João Neves considera António Silva o melhor jogador da Primeira Liga. Num vídeo partilhado pela conta MVPs, o internacional português do PSG foi desafiado a nomear os melhores jogadores das principais ligas europeias, além da Primeira Liga, a Liga Saudita e a MLS.
Dentro deste lote, João Neves escolheu ainda os portugueses Rafael Leão (Serie A), Rafa Silva (Liga Turca; iniciou o campeonato na Turquia e regressou ao Benfica a 22 de janeiro de 2026), Bruno Fernandes (Premier League) e João Félix (Arábia Saudita).
Eis as escolhas de João Neves:
Ligue 1: Ousmane Dembélé (PSG)
Bundesliga: Joshua Kimmich (Bayern Munique)
Liga Portuguesa: António Silva (Benfica)
La Liga: Lamine Yamal (Barcelona)
MLS: Lionel Messi (Inter Miami)
Serie A: Rafael Leão (AC Milan)
Premier League: Bruno Fernandes (Manchester United)
O Bodo Glimt voltou a ser goleado por 5-0, desta vez frente ao Viking, líder e campeão norueguês, poucas semanas depois de ter perdido pelo mesmo resultado com o Sporting.
O Bodo Glimt, que há pouco tempo foi goleado pelo Sporting, voltou a sofrer nova derrota pesada este sábado, ao perder por 5-0 no campeonato norueguês frente ao Viking, atual campeão e líder da prova.
Os golos de Peter Christiansen (5’), Kristoffer Askildsen (14’), Simen Kvia-Egeskog (16’ e 74’) e Zlatko Tripic (87’) garantiram a vitória da equipa de Morten Jensen sobre a formação de Kjetil Knutsen, na quarta jornada.
Atualmente, o Bodo Glimt está em nono lugar da tabela norueguesa, enquanto o Viking segue em segundo com nove pontos, tal como Lillestrom. Antes desta derrota, o Bodo/Glimt tinha vencido o Lillestrom por 4-0 na Taça e o Kristiansund por 3-0 no campeonato.
A PSP negou este sábado a acusação do Bétis sobre uma alegada situação perigosa no jogo da Liga Europa com o Braga, explicando que os atrasos nas revistas estiveram relacionados com a deteção de material pirotécnico.
A PSP rejeitou a acusação do Bétis sobre uma alegada situação perigosa no jogo da Liga Europa frente ao Braga, explicando que, por se tratar de um jogo de alto risco, houve reforço policial antes, durante e depois da partida entre Braga e Bétis.
Segundo a polícia, entre o ponto de encontro dos adeptos e o estádio foram lançados artefactos pirotécnicos, o que levou ao reforço das revistas de segurança. A PSP afirmou ainda que os atrasos na entrada dos adeptos espanhóis se deveram à suspeita de posse de pirotecnia, posteriormente confirmada, tendo resultado em, uma detenção e duas expulsões do recinto.
A PSP contrariou a queixa do Bétis à UEFA, que falava numa situação perigosa e numa longa espera nas entradas do estádio em Braga. Segundo a PSP, os últimos adeptos do Bétis entraram no estádio pelas 18h05, sem qualquer ocorrência.
A eliminatória está empatada a 1-1 e será decidida a 16 de abril, em Sevilha.
Portugal terminou o Torneio de Acapulco de futebol de praia com uma vitória clara sobre o México, garantindo o segundo lugarda competição.
Portugal fechou a participação no Torneio de Acapulco de futebol de praia com uma vitória expressiva sobre o México, resultado que garantiu à equipa das quinas o segundo lugar na competição.
A seleção nacional venceu a formação anfitriã por 8-2 na última jornada da prova, disputada este fim de semana, no México. Apesar do triunfo convincente, foi o Paraguai a conquistar o título, depois de superar os Estados Unidos por 9-0 e terminar no topo da classificação.
No encontro decisivo, André Lourenço destacou-se ao apontar três golos, enquanto Léo Martins marcou por duas vezes. Bê Martins, Duarte Algarvio e Bernardo Lopes também contribuíram para o resultado robusto. Este torneio marcou ainda a estreia de Bruno Torres como selecionador, tendo Portugal somado uma vitória frente aos EUA e uma derrota diante do Paraguai.
César Peixoto foi questionado sobre a possibilidade de vir a orientar o Benfica, rejeitando discutir o tema com a imprensa.
César Peixoto falou com a imprensa durante a antevisão do encontro entre o Gil Vicente e o Tondela, relativo à 29.ª jornada da Primeira Liga. O técnico do emblema de Barcelos recusou comentar os rumores que o associam ao Benfica:
«Não vou entrar por aí. Respeito muito o treinador do Benfica e o meu clube, que é o Gil Vicente. Por isso, estou apenas focado no Tondela. São coisas que não fazem sentido».
O treinador cumpre a sua primeira temporada completa no Gil Vicente e a equipa ocupa a sexta posição do campeonato, com 45 pontos somados em 28 jornadas. César Peixoto passou pelo Benfica enquanto jogador entre 2009 e 2011.
O Vizela perdeu fora de casa com o Feirense por 1-0 na jornada 29 da Segunda Liga. Emanuel Fernandes marcou o único golo.
O Vizela podia ter subido ao terceiro lugar da Segunda Liga (caso ganhasse), porém registou a segunda derrota consecutiva (perdeu na semana passada frente ao Benfica B) e mantém-se assim no 5.º posto com 44 pontos. À sua frente estão o Torreense (46), União de Leiria (46), Académico Viseu (50) e o Marítimo (57).
Neste domingo de manhã, o Vizela deslocou-se ao terreno do Feirense e perdeu fora de casa por 1-0 na jornada 29 da Segunda Liga. Emanuel Fernandes marcou o único golo do jogo, após assistência de Zé Ricardo aos 33 minutos.
Já o Feirense encontra-se agora com 41 pontos no 9.º lugar da Segunda Liga, igualado em pontos com o FC Porto B, Benfica B e Sporting B. No entanto, os dragões ainda não disputaram a jornada 29.
Estava em andamento a primeira parte do Estrela da Amadora x Sporting quando um pequeno gatinho, algo assustado com o sítio onde acabou por se meter, entrou pelo relvado do José Gomes e desatou a correr. No dia anterior, foi um ratinho que, qual investigador secreto, esperava Rui Borges na conferência de imprensa de antevisão à partida da 29.ª jornada que, sem grande brilho, acabou por ser ganha pelos leões.
Há, na história da animação, inúmeros gatos e ratos reconhecidos pelas suas façanhas ou características. A poucos jogos do fim da Primeira Liga, e a esperar ansiosamente por mais tropeços do FC Porto, a história do Sporting no campeonato faz-se, um pouco, como a do gato que persegue ansiosamente o rato, qual Tom & Jerry. Pelo rumo dos acontecimentos, este até pode nem ser o exemplo mais desejado para o Sporting, muito menos o do pesaroso Garfield. Talvez o Gato das Botas, cuja leveza só era igualada pela astúcia e manejo da espada, seja a inspiração mais fiel para um Sporting que persegue ansiosamente um FC Porto que já teve algo de Speedy González, o gato mais veloz no México, mas que está agora a apenas dois pontos de distância. Esperam os leões que, nos últimos jogos, não seja o Remy a cozinhar.
Ora, diante do Estrela da Amadora, também se deu uma espécie de jogo do gato e do rato e o balanço, noutra fase da época, nem seria o mais interessante para os leões. No início de um ciclo que contemplará as decisões da Taça de Portugal e da Champions League e passará por um Dérbi Eterno, em Alvalade, o 1-0 é um resultado bem saboroso, até pelas circunstâncias do jogo.
Fonte: Ana Beles / Bola na Rede
É demasiado utópico olhar para o Estrela da Amadora x Sporting e ignorar que o jogo se realizou entre uma eliminatória exigente diante do Arsenal, depois de uma primeira mão inglória em Alvalade, numa fase da época em que algumas lesões ainda se fazem sentir e em plena sequência de jogos de três em três ou quatro em quatro dias. Também o vento, mais do que o frio, condicionou o jogo. Cada bola atirada para longe corria o risco de ganhar velocidade ou de travar no ar, ficando mais perto do que era o objetivo. Por essa razão, o jogo foi, de parte a parte, mais conservador do que num cenário ideal e de céu aberto.
Apesar de todos estes condicionalismos, não dá para olhar para a exibição do Sporting e de a reconhecer como uma das mais pobres da temporada no que diz respeito à fluidez e à criação ofensiva. Também para isso, e porque o jogo tem sempre um gato e um rato, é preciso destacar os méritos que a solidez defensiva do Estrela da Amadora teve ao longo da partida.
Foi uma exibição madura do Tricolor da Reboleira, contrariando a tendência para o caos que, de tempos a tempos, vai demonstrando e sendo capaz de suster o ímpeto ofensivo dos leões. Kevin Jansson descia para formar uma linha de cinco no momento defensivo e para permitir aos laterais – exibições sólidas de Bruno Langa e, principalmente, de Max Scholze – bater de frente com os corredores do Sporting. O objetivo de João Nuno era claro: proteger o espaço interior, retirar o poder combinativo dos leões em espaço central e manter a bola o mais afastada possível da sua baliza.
Fonte: Ana Beles / Bola na Rede
Para isso, Ianis Stoica e Abraham Marcus – a principal fonte de chegada ofensiva do emblema da Reboleira –, defendiam por dentro, procurando condicionar a ação dos médios do Sporting e permitindo a Robinho, mais móvel, e a Eddy Doué, mais posicional, muitas vezes assumindo um papel de controlo nas entrelinhas numa espécie de 5-1-3-1 que pretendia controlar os espaços para combinações do Sporting. Esta estratégia retirava grandes possibilidades de saída ao Estrela da Amadora, constantemente atrás da bola, mas não deixou o Sporting confortável. Mesmo quando Morten Hjulmand se começou a projetar mais, aumentando o congestionamento do espaço central, teve o acompanhamento de Rodrigo Pinho, ponta de lança do emblema da Reboleira.
Com este castelo de cartas para derrubar, o sopro do Sporting não teve grande força, particularmente na primeira parte. Rui Borges admitiu uma circulação muito lenta e sem grande capacidade para, no último terço, provocar desequilíbrios ou gerar vantagens. Também, individualmente, foi um jogo abaixo de nomes como Pedro Gonçalvez ou Luis Suárez, limitando a capacidade de o Sporting criar perigo. O envolvimento dos laterais ia sendo a principal maneira de chegar ao último terço, mas Iván Fresneda e Maxi Araújo também não conseguiram dar o melhor sentido a muitas das bolas.
Foi de Francisco Trincão, pela capacidade de baixar em campo para assumir a construção e procurar entradas no sistema defensivo do Estrela da Amadora, e das variações de Zeno Debast para a direita, à procura de Geny Catamo, que surgiram os principais lances de perigo do Sporting na primeira parte. A segunda parte trouxe uma tendência semelhante, mas com uma grande diferença: o golo de Daniel Bragança.
Fonte: Ana Beles / Bola na Rede
Também aí houve Francisco Trincão, a conduzir da direita para dentro e a perceber a chegada do médio português, mas muito do mérito passa pela capacidade de chegada de Daniel Bragança. O médio cresceu muito nos últimos anos e esta época marca a sua afirmação plena como jogador. Não é apenas um médio de saída de bola e de organização, embora também o continue a ser, e é também cada vez mais um jogador capaz de se desdobrar em campo, quer lateralizando posições, quer invadindo espaços de trás para a frente. Desta feita, pisou a entrada da área para rematar e voltar a dar pontos a Alvalade. Rui Borges disse que Daniel Bragança era um dos reforços de janeiro dos leões e estava certo disso.
BnR na Conferência de Imprensa
Bola na Rede: Já destacou as dificuldades do Sporting perante um bloco baixo e com muitos jogadores atrás da linha da bola e também com os extremos a defender muito dentro. Tendo em conta este posicionamento, qual a importância das dinâmicas nos corredores para lidar com este bloco e quais sente como as maiores dificuldades na implementação das dinâmicas no terço ofensivo?
Rui Borges: É um bocadinho isso. Na primeira parte, a posse foi muito lenta. Tínhamos de fazer a bola andar mais. Percebo a dificuldade, por isso é que digo que o vento acabou por condicionar muito o jogo. Mesmo em receções não é igual. Os jogadores acabam por ter receio de fazer alguns passes porque já tiveram esse sentimento, já fizeram a receção antes e percebem que o vento torna as coisas diferentes e tornou a nossa posse algo lenta. Tínhamos de bascular muito e a bola tinha de andar muito pelo corredor para conseguirmos entrar por dentro, se quiséssemos. Mesmo por fora, tivemos lances em que tínhamos de tomar decisões mais simples, fazer a bola passar na área com muita gente. Nunca metemos a primeira bola, vínhamos sempre atrás tentar passes atrasados e em alguns momentos, ou vínhamos outra vez em posse. Em alguns momentos ganhámos o último terço e tínhamos de tomar decisões simples para ir amassando o adversário e fazê-los sentir que estão a passar mal. Chegámos ao último terço e fomos muito lentos. Não estávamos a ganhar superioridades mesmo com uma ou outra dinâmica que tínhamos. Ao intervalo melhorámos e no início da segunda parte o Dani [Bragança] conseguiu criar algumas superioridades de corredor diferentes. 2×1, 3×2 que na primeira parte não estávamos a conseguir. O Dani estava a tentar vir pegar, mas sempre com um homem na frente para passar, e havia sempre igualdade numérica e dava tempo ao Estrela para se reorganizar e tapar baliza. Foi mais da lentidão da nossa posse do que propriamente dinâmicas da equipa. Sabíamos o que tínhamos de fazer, eles optaram por meter um bloco de cinco, com o médio a encaixar e acaba por ser mais difícil. Jogadores competitivos e intensos em termos físicos e atléticos e é normal que a um ou outro jogador nosso faltasse um bocadinho mais de energia. É natural que isso aconteça. Era um jogo em que tínhamos de competir mais do que jogar muito bem.
Bola na Rede: O Estrela da Amadora foi muito capaz de neutralizar o jogo interior do Sporting, com os extremos a defender por dentro e com as referências bem identificadas. Mesmo quando o Sporting tentava atacar pelas alas – o mister já disse que houve um pequeno problema com o Stoica, que não fez bem aquilo que o mister pretendia – os laterais, com as coberturas próximas do Lekovic e do Jansson, conseguiram controlar o ataque organizado dos leões. Olhando à organização defensiva, o mister considera que esta foi exibição mais consistente da época e que os jogadores responderam bem à tal motivação que o mister pediu na antevisão?
João Nuno: Por aí, sim. Defensivamente, foi das melhores exibições. A melhor exibição foi aqui, com o Casa Pia, onde defendemos e atacámos, que é isso que eu gosto nas minhas equipas. Não gosto só de defender, mas também tenho de saber com quem é que estou a jogar. Do outro lado, temos uma equipa fortíssima e, como eu já disse, não andámos muito para trás. Não há uma média de golos esperados tão baixa do Sporting como esta. Portanto, a minha equipa cumpriu muito bem esse plano. Faltou-nos, sim, em alguns momentos, a ligação no processo ofensivo. Quando chegámos na área, porque tivemos momentos para isso, podíamos e devíamos ter definido melhor. Sofremos o golo com 10, falta falar dessa parte também. O [Rodrigo] Pinho demorou um monte de tempo a entrar. O Pinho, quando vai a entrar, obriga o Robinho a vir a uma zona que não era a dele e obriga-nos a abrir o buraco que o Sporting queria. O nosso golo já é com o Pinho dentro do campo, mas ele vinha a entrar. O golo acaba por ser com dez e mexeu na nossa organização. É um lance. Eu acho que os meus jogadores tiveram uma atitude fantástica, eu gostei muito e acredito que só temos de continuar com esta postura para, nos cinco jogos que faltam, tentarmos somar o máximo de pontos possível. Com esta postura, eu acredito que vamos conseguir!