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Bodo Glimt perde 5-0 um mês depois de ser goleado pelo Sporting

O Bodo Glimt voltou a ser goleado por 5-0, desta vez frente ao Viking, líder e campeão norueguês, poucas semanas depois de ter perdido pelo mesmo resultado com o Sporting.

O Bodo Glimt, que há pouco tempo foi goleado pelo Sporting, voltou a sofrer nova derrota pesada este sábado, ao perder por 5-0 no campeonato norueguês frente ao Viking, atual campeão e líder da prova.

Os golos de Peter Christiansen (5’), Kristoffer Askildsen (14’), Simen Kvia-Egeskog (16’ e 74’) e Zlatko Tripic (87’) garantiram a vitória da equipa de Morten Jensen sobre a formação de Kjetil Knutsen, na quarta jornada.

Atualmente, o Bodo Glimt está em nono lugar da tabela norueguesa, enquanto o Viking segue em segundo com nove pontos, tal como Lillestrom. Antes desta derrota, o Bodo/Glimt tinha vencido o Lillestrom por 4-0 na Taça e o Kristiansund por 3-0 no campeonato.

PSP rejeita acusações do Bétis sobre jogo com o Braga

A PSP negou este sábado a acusação do Bétis sobre uma alegada situação perigosa no jogo da Liga Europa com o Braga, explicando que os atrasos nas revistas estiveram relacionados com a deteção de material pirotécnico.

A PSP rejeitou a acusação do Bétis sobre uma alegada situação perigosa no jogo da Liga Europa frente ao Braga, explicando que, por se tratar de um jogo de alto risco, houve reforço policial antes, durante e depois da partida entre Braga e Bétis.

Segundo a polícia, entre o ponto de encontro dos adeptos e o estádio foram lançados artefactos pirotécnicos, o que levou ao reforço das revistas de segurança. A PSP afirmou ainda que os atrasos na entrada dos adeptos espanhóis se deveram à suspeita de posse de pirotecnia, posteriormente confirmada, tendo resultado em, uma detenção e duas expulsões do recinto.

A PSP contrariou a queixa do Bétis à UEFA, que falava numa situação perigosa e numa longa espera nas entradas do estádio em Braga. Segundo a PSP, os últimos adeptos do Bétis entraram no estádio pelas 18h05, sem qualquer ocorrência.

A eliminatória está empatada a 1-1 e será decidida a 16 de abril, em Sevilha.

Futebol de praia: Portugal vence México

Portugal terminou o Torneio de Acapulco de futebol de praia com uma vitória clara sobre o México, garantindo o segundo lugar da competição.

Portugal fechou a participação no Torneio de Acapulco de futebol de praia com uma vitória expressiva sobre o México, resultado que garantiu à equipa das quinas o segundo lugar na competição.

A seleção nacional venceu a formação anfitriã por 8-2 na última jornada da prova, disputada este fim de semana, no México. Apesar do triunfo convincente, foi o Paraguai a conquistar o título, depois de superar os Estados Unidos por 9-0 e terminar no topo da classificação.

No encontro decisivo, André Lourenço destacou-se ao apontar três golos, enquanto Léo Martins marcou por duas vezes. Bê Martins, Duarte Algarvio e Bernardo Lopes também contribuíram para o resultado robusto. Este torneio marcou ainda a estreia de Bruno Torres como selecionador, tendo Portugal somado uma vitória frente aos EUA e uma derrota diante do Paraguai.

César Peixoto ‘desvia-se’ do Benfica: «Respeito muito José Mourinho»

César Peixoto foi questionado sobre a possibilidade de vir a orientar o Benfica, rejeitando discutir o tema com a imprensa.

César Peixoto falou com a imprensa durante a antevisão do encontro entre o Gil Vicente e o Tondela, relativo à 29.ª jornada da Primeira Liga. O técnico do emblema de Barcelos recusou comentar os rumores que o associam ao Benfica:

«Não vou entrar por aí. Respeito muito o treinador do Benfica e o meu clube, que é o Gil Vicente. Por isso, estou apenas focado no Tondela. São coisas que não fazem sentido».

O treinador cumpre a sua primeira temporada completa no Gil Vicente e a equipa ocupa a sexta posição do campeonato, com 45 pontos somados em 28 jornadas. César Peixoto passou pelo Benfica enquanto jogador entre 2009 e 2011.

Vizela perde com Feirense e falha assalto ao top-3 da Segunda Liga

O Vizela perdeu fora de casa com o Feirense por 1-0 na jornada 29 da Segunda Liga. Emanuel Fernandes marcou o único golo.

O Vizela podia ter subido ao terceiro lugar da Segunda Liga (caso ganhasse), porém registou a segunda derrota consecutiva (perdeu na semana passada frente ao Benfica B) e mantém-se assim no 5.º posto com 44 pontos. À sua frente estão o Torreense (46), União de Leiria (46), Académico Viseu (50) e o Marítimo (57).

Neste domingo de manhã, o Vizela deslocou-se ao terreno do Feirense e perdeu fora de casa por 1-0 na jornada 29 da Segunda Liga. Emanuel Fernandes marcou o único golo do jogo, após assistência de Zé Ricardo aos 33 minutos.

Já o Feirense encontra-se agora com 41 pontos no 9.º lugar da Segunda Liga, igualado em pontos com o FC Porto B, Benfica B e Sporting B. No entanto, os dragões ainda não disputaram a jornada 29.

O jogo do gato e do rato | Estrela da Amadora 0-1 Sporting

Estava em andamento a primeira parte do Estrela da Amadora x Sporting quando um pequeno gatinho, algo assustado com o sítio onde acabou por se meter, entrou pelo relvado do José Gomes e desatou a correr. No dia anterior, foi um ratinho que, qual investigador secreto, esperava Rui Borges na conferência de imprensa de antevisão à partida da 29.ª jornada que, sem grande brilho, acabou por ser ganha pelos leões.

Há, na história da animação, inúmeros gatos e ratos reconhecidos pelas suas façanhas ou características. A poucos jogos do fim da Primeira Liga, e a esperar ansiosamente por mais tropeços do FC Porto, a história do Sporting no campeonato faz-se, um pouco, como a do gato que persegue ansiosamente o rato, qual Tom & Jerry. Pelo rumo dos acontecimentos, este até pode nem ser o exemplo mais desejado para o Sporting, muito menos o do pesaroso Garfield. Talvez o Gato das Botas, cuja leveza só era igualada pela astúcia e manejo da espada, seja a inspiração mais fiel para um Sporting que persegue ansiosamente um FC Porto que já teve algo de Speedy González, o gato mais veloz no México, mas que está agora a apenas dois pontos de distância. Esperam os leões que, nos últimos jogos, não seja o Remy a cozinhar.

Ora, diante do Estrela da Amadora, também se deu uma espécie de jogo do gato e do rato e o balanço, noutra fase da época, nem seria o mais interessante para os leões. No início de um ciclo que contemplará as decisões da Taça de Portugal e da Champions League e passará por um Dérbi Eterno, em Alvalade, o 1-0 é um resultado bem saboroso, até pelas circunstâncias do jogo.

Ianis Stoica Francisco Trincão Estrela da Amadora Sporting
Fonte: Ana Beles / Bola na Rede

É demasiado utópico olhar para o Estrela da Amadora x Sporting e ignorar que o jogo se realizou entre uma eliminatória exigente diante do Arsenal, depois de uma primeira mão inglória em Alvalade, numa fase da época em que algumas lesões ainda se fazem sentir e em plena sequência de jogos de três em três ou quatro em quatro dias. Também o vento, mais do que o frio, condicionou o jogo. Cada bola atirada para longe corria o risco de ganhar velocidade ou de travar no ar, ficando mais perto do que era o objetivo. Por essa razão, o jogo foi, de parte a parte, mais conservador do que num cenário ideal e de céu aberto.

Apesar de todos estes condicionalismos, não dá para olhar para a exibição do Sporting e de a reconhecer como uma das mais pobres da temporada no que diz respeito à fluidez e à criação ofensiva. Também para isso, e porque o jogo tem sempre um gato e um rato, é preciso destacar os méritos que a solidez defensiva do Estrela da Amadora teve ao longo da partida.

Foi uma exibição madura do Tricolor da Reboleira, contrariando a tendência para o caos que, de tempos a tempos, vai demonstrando e sendo capaz de suster o ímpeto ofensivo dos leões. Kevin Jansson descia para formar uma linha de cinco no momento defensivo e para permitir aos laterais – exibições sólidas de Bruno Langa e, principalmente, de Max Scholze – bater de frente com os corredores do Sporting. O objetivo de João Nuno era claro: proteger o espaço interior, retirar o poder combinativo dos leões em espaço central e manter a bola o mais afastada possível da sua baliza.

João Nuno Estrela da Amadora Rui Borges Sporting
Fonte: Ana Beles / Bola na Rede

Para isso, Ianis Stoica e Abraham Marcus – a principal fonte de chegada ofensiva do emblema da Reboleira –, defendiam por dentro, procurando condicionar a ação dos médios do Sporting e permitindo a Robinho, mais móvel, e a Eddy Doué, mais posicional, muitas vezes assumindo um papel de controlo nas entrelinhas numa espécie de 5-1-3-1 que pretendia controlar os espaços para combinações do Sporting. Esta estratégia retirava grandes possibilidades de saída ao Estrela da Amadora, constantemente atrás da bola, mas não deixou o Sporting confortável. Mesmo quando Morten Hjulmand se começou a projetar mais, aumentando o congestionamento do espaço central, teve o acompanhamento de Rodrigo Pinho, ponta de lança do emblema da Reboleira.

Com este castelo de cartas para derrubar, o sopro do Sporting não teve grande força, particularmente na primeira parte. Rui Borges admitiu uma circulação muito lenta e sem grande capacidade para, no último terço, provocar desequilíbrios ou gerar vantagens. Também, individualmente, foi um jogo abaixo de nomes como Pedro Gonçalvez ou Luis Suárez, limitando a capacidade de o Sporting criar perigo. O envolvimento dos laterais ia sendo a principal maneira de chegar ao último terço, mas Iván Fresneda e Maxi Araújo também não conseguiram dar o melhor sentido a muitas das bolas.

Foi de Francisco Trincão, pela capacidade de baixar em campo para assumir a construção e procurar entradas no sistema defensivo do Estrela da Amadora, e das variações de Zeno Debast para a direita, à procura de Geny Catamo, que surgiram os principais lances de perigo do Sporting na primeira parte. A segunda parte trouxe uma tendência semelhante, mas com uma grande diferença: o golo de Daniel Bragança.

Francisco Trincão Sporting
Fonte: Ana Beles / Bola na Rede

Também aí houve Francisco Trincão, a conduzir da direita para dentro e a perceber a chegada do médio português, mas muito do mérito passa pela capacidade de chegada de Daniel Bragança. O médio cresceu muito nos últimos anos e esta época marca a sua afirmação plena como jogador. Não é apenas um médio de saída de bola e de organização, embora também o continue a ser, e é também cada vez mais um jogador capaz de se desdobrar em campo, quer lateralizando posições, quer invadindo espaços de trás para a frente. Desta feita, pisou a entrada da área para rematar e voltar a dar pontos a Alvalade. Rui Borges disse que Daniel Bragança era um dos reforços de janeiro dos leões e estava certo disso.

BnR na Conferência de Imprensa

Bola na Rede: Já destacou as dificuldades do Sporting perante um bloco baixo e com muitos jogadores atrás da linha da bola e também com os extremos a defender muito dentro. Tendo em conta este posicionamento, qual a importância das dinâmicas nos corredores para lidar com este bloco e quais sente como as maiores dificuldades na implementação das dinâmicas no terço ofensivo?

Rui Borges: É um bocadinho isso. Na primeira parte, a posse foi muito lenta. Tínhamos de fazer a bola andar mais. Percebo a dificuldade, por isso é que digo que o vento acabou por condicionar muito o jogo. Mesmo em receções não é igual. Os jogadores acabam por ter receio de fazer alguns passes porque já tiveram esse sentimento, já fizeram a receção antes e percebem que o vento torna as coisas diferentes e tornou a nossa posse algo lenta. Tínhamos de bascular muito e a bola tinha de andar muito pelo corredor para conseguirmos entrar por dentro, se quiséssemos. Mesmo por fora, tivemos lances em que tínhamos de tomar decisões mais simples, fazer a bola passar na área com muita gente. Nunca metemos a primeira bola, vínhamos sempre atrás tentar passes atrasados e em alguns momentos, ou vínhamos outra vez em posse. Em alguns momentos ganhámos o último terço e tínhamos de tomar decisões simples para ir amassando o adversário e fazê-los sentir que estão a passar mal. Chegámos ao último terço e fomos muito lentos. Não estávamos a ganhar superioridades mesmo com uma ou outra dinâmica que tínhamos. Ao intervalo melhorámos e no início da segunda parte o Dani [Bragança] conseguiu criar algumas superioridades de corredor diferentes. 2×1, 3×2 que na primeira parte não estávamos a conseguir. O Dani estava a tentar vir pegar, mas sempre com um homem na frente para passar, e havia sempre igualdade numérica e dava tempo ao Estrela para se reorganizar e tapar baliza. Foi mais da lentidão da nossa posse do que propriamente dinâmicas da equipa. Sabíamos o que tínhamos de fazer, eles optaram por meter um bloco de cinco, com o médio a encaixar e acaba por ser mais difícil. Jogadores competitivos e intensos em termos físicos e atléticos e é normal que a um ou outro jogador nosso faltasse um bocadinho mais de energia. É natural que isso aconteça. Era um jogo em que tínhamos de competir mais do que jogar muito bem.

Bola na Rede: O Estrela da Amadora foi muito capaz de neutralizar o jogo interior do Sporting, com os extremos a defender por dentro e com as referências bem identificadas. Mesmo quando o Sporting tentava atacar pelas alas – o mister já disse que houve um pequeno problema com o Stoica, que não fez bem aquilo que o mister pretendia – os laterais, com as coberturas próximas do Lekovic e do Jansson, conseguiram controlar o ataque organizado dos leões. Olhando à organização defensiva, o mister considera que esta foi exibição mais consistente da época e que os jogadores responderam bem à tal motivação que o mister pediu na antevisão?

João Nuno: Por aí, sim. Defensivamente, foi das melhores exibições. A melhor exibição foi aqui, com o Casa Pia, onde defendemos e atacámos, que é isso que eu gosto nas minhas equipas. Não gosto só de defender, mas também tenho de saber com quem é que estou a jogar. Do outro lado, temos uma equipa fortíssima e, como eu já disse, não andámos muito para trás. Não há uma média de golos esperados tão baixa do Sporting como esta. Portanto, a minha equipa cumpriu muito bem esse plano. Faltou-nos, sim, em alguns momentos, a ligação no processo ofensivo. Quando chegámos na área, porque tivemos momentos para isso, podíamos e devíamos ter definido melhor. Sofremos o golo com 10, falta falar dessa parte também. O [Rodrigo] Pinho demorou um monte de tempo a entrar. O Pinho, quando vai a entrar, obriga o Robinho a vir a uma zona que não era a dele e obriga-nos a abrir o buraco que o Sporting queria. O nosso golo já é com o Pinho dentro do campo, mas ele vinha a entrar. O golo acaba por ser com dez e mexeu na nossa organização. É um lance. Eu acho que os meus jogadores tiveram uma atitude fantástica, eu gostei muito e acredito que só temos de continuar com esta postura para, nos cinco jogos que faltam, tentarmos somar o máximo de pontos possível. Com esta postura, eu acredito que vamos conseguir!

Atenção, Braga: Real Bétis conta com dois regressos de peso para a segunda mão dos quartos-de-final

Giovani Lo Celso regressou à convocatória do Real Bétis para o encontro com o Osasuna na La Liga. Isco está recuperado de lesão mas foi poupado.

Depois do empate no primeiro embate, o Real Bétis prepara-se para receber o Braga na segunda mão dos quartos-de-final da Europa League com dois regressos de lesão importantes. Para o jogo deste domingo frente ao Osasuna, Manuel Pellegrini incluiu Giovani Lo Celso na convocatória e decidiu poupar Isco, apesar de já ter regressado aos treinos.

O experiente médio ex-Real Madrid esteve parado durante quatro meses devido a uma lesão que o levou a fazer apenas dois jogos esta temporada. O argentino falhou também os últimos meses de ação, estando afastado desde a derrota no terreno do PAOK, no dia 22 de janeiro.

O Real Bétis x Braga será disputado às 20h da próxima quarta-feira, dia 15 de abril, no Estadio La Cartuja de Sevilla.

Abde Real Bétis
Fonte: Paulo Ladeira/Bola na Rede

Bruno Fernandes rendido a avançado: «Agora pode ganhar uma Bola de Ouro porque vai ganhar troféus»

Bruno Fernandes acredita que Harry Kane pode ganhar a Bola de Ouro. Médio português aborda decisão do avançado em reforçar o Bayern Munique.

Bruno Fernandes elogia Harry Kane e coloca avançado inglês na rota da Bola de Ouro. Em declarações ao Times Sport, o internacional português do Manchester United abordou a decisão do avançado em trocar o Tottenham pelo Bayern Munique.

«Se tivesse ficado no Tottenham mais uma ou duas épocas, teria sido o melhor marcador de sempre da Premier League. Então, teria sido uma lenda ou não? Teria sido», começou por referir Bruno Fernandes em declarações citadas por Fabrizio Romano e prosseguiu:

«Ele decidiu ir para o Bayern e a decisão é boa porque sabe que tem grandes hipóteses de ganhar troféus. E agora estamos a falar de Harry Kane, que está a marcar a mesma quantidade de golos que marcava no Tottenham, mas que agora pode ganhar uma Bola de Ouro porque vai ganhar troféus…».

Na presente temporada, Harry Kane regista até ao momento 49 golos e cinco assistências em 41 jogos ao serviço do Bayern Munique, clube com o qual tem contrato válido até ao verão de 2027.

CD Nacional com mais uma baixa confirmada para o duelo com o Benfica

Gabriel Veron vai falhar o Benfica x CD Nacional. Extremo brasileiro, que está emprestado pelo FC Porto, está com um problema na coxa.

Gabriel Veron vai falhar o Benfica x CD Nacional, garante o jornal Record. Conforme escreve a fonte, o extremo brasileiro de 23 anos está a contas com um problema na coxa e o objetivo atual do departamento médico é recuperar o jogador para as últimas cinco jornadas da Primeira Liga.

Emprestado pelo FC Porto ao CD Nacional, Gabriel Veron regista até ao momento nove jogos e um golo marcado pelo emblema da Madeira. É o quarto empréstimo que o FC Porto efetua, já tendo passado, desta forma, por três clubes brasileiros: Juventude, Santos e o Cruzeiro.

Além de Gabriel Veron, conforme noticiado, há mais baixas do CD Nacional para o jogo frente ao Benfica: Miguel Baeza, Paulinho Bóia, Ivanildo Fernandes e Ulisses. Podes ler a conferência de antevisão do treinador Tiago Margarido.

Gabriel Veron Nacional da Madeira
Fonte: CD Nacional

Imprensa inglesa não perdoa o Arsenal após derrota frente ao Bournemouth: «Estão a entregar o título»

O Arsenal deixou de depender apenas de si para ser campeão da Champions League, depois do desaire em casa frente ao Bournemouth.

Antes de receber o Sporting na segunda mão dos quartos-de-final da Champions League, o Arsenal foi derrotado pelo Bournemouth e deixou de depender apenas de si para ser sagrado campeão da Premier League, numa altura em que procura voltar a vencer o título que não conquista há 22 anos. Após o encontro, os gunners receberam fortes críticas da imprensa inglesa, como foi o caso do The Telegraph, que escreveu:

«Há uma sensação inescapável de que o Arsenal está a entregar o título. (…) Para Arteta, é também alarmante o estado perturbado dos adeptos da casa, incapazes de ultrapassar a ansiedade e de demonstrar apoio à equipa».

O The Guardian reforçou o histórico vencedor do Manchester City, destando-o como mais um fator de pressão sobre o Arsenal:

«O Arsenal (…) terá de lidar com a pressão de ser perseguido por uma equipa vencedora em série».

A reportagem do jogo do The Athletic entitulada de «Soam os alarmes: o Arsenal está a vacilar», o jornal inglês descreveu o jogo dos gunners como «inibido, nervoso e, de forma atípica, desleixado» e referiu:

«Este foi o mais recente de uma série de jogos preocupantes».