Última horaTorreense ‘Til I Die On The Beach
Publicidade

Jogo épico: eis os 6 destaques da vitória de Portugal diante da Croácia no Mundial 2026

Diogo Ribeiro · 2 min

Gonçalo Ramos Portugal
Foto: FIFA

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Portugal venceu a Croácia por 2-1 nos 16 avos de final do Mundial 2026. Eis os seis destaques do encontro e da vitória portuguesa.

Gonçalo Ramos: Letal, clínico e absolutamente fundamental. Finalmente teve protagonismo e marcou um golo decisivo para Portugal. Entrou para jogar com Cristiano Ronaldo, mas foi já no fim, quando jogava sozinho na frente, que teve um dos melhores momentos com a camisola nacional. Depois do hat-trick à Suíça, agora um golo fundamental diante da Croácia. O gesto técnico do cabeceamento, entre três defesas croatas, e a forma como aguenta o tempo de salto para conseguir cabecear é absolutamente fenomenal.

Cristiano Ronaldo: Há dois ou três momentos decisivos de Cristiano Ronaldo no jogo. Antes do golo, o que contou, tem um pormenor absolutamente fenomenal num daqueles lances que parece pecado ser anulado. Dentro de área, continua a ter momentos geniais e, quando isso acontece, volta a despertar um sentimento único.

Diogo Costa: Felizmente, desta vez não tem o destaque que já teve diante da Colômbia, porque desta vez houve outros nomes na frente capazes de assumir o protagonismo. Ainda assim, a forma como segurou a equipa nos momentos de maior aperto, num início de segunda parte muito delicado, é de guarda-redes decisivo. Está a fazer um grande Mundial.

Rafael Leão: Ainda não são muitos os momentos decisivos pela seleção de um dos maiores talentos do futebol português. Desta vez, entrou ligado ao jogo e esteve na origem dos primeiros lances de perigo. Quando tudo se complicou atirou a bola à barra, num dos quase golos mais bonitos do Mundial, e, no final, quando se tornou no único avançado sem pernas frescas, cruzou para a cabeça de Gonçalo Ramos. Aí está Rafael Leão no seu potencial máximo.

Roberto Martínez: Teve um plano pensado para agredir as costas dos laterais croatas na primeira parte. Na segunda, quando tudo começou a correr mal, não teve receio de mexer. O golo voltou a trazer o jogo para um território desconfortável e, aí, conseguiu voltar a colocar Portugal nas rédeas dos acontecimentos. Soube lidar com o estatuto e colocar Rúben Neves no lugar de Cristiano Ronaldo, o único da frente que poderia sair sem mexer na dinâmica coletiva. Fundamental na vitória portuguesa.

Petar Sucic: O arranque da segunda parte de Portugal é dramático, mas a Croácia também tem muitos méritos na forma como mudou o chip e passou a ocupar a área, atacando a zona do segundo poste e tendo no médio mais avançado no terreno um jogador fundamental para completar ligações e preencher espaços. Para lá de Kovacic a chegar e das mais-valias de Matanovic na área, a presença de Petar Sucic em todo o lado permitiu aos croatas sonhar com o apuramento.

Cristiano Ronaldo Portugal
Fonte: FIFA
Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.