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Mais um reforço: Torreense fecha antigo avançado do AC Milan

O Torreense fechou a contratação de Bobby Omoregbe. Avançado de 22 anos deixa o Novi Pazar e assina contrato válido de três épocas.

Bobby Omoregbe vai ser jogador do Torreense, garante o jornalista Nicolò Schira. De acordo com a fonte, o avançado de 22 anos vai assinar um contrato válido de três temporadas até 2029, com o emblema da Segunda Liga.

Desta forma, Bobby Omoregbe deixa o Novi Pazar (Sérvia), porém o clube, segundo a fonte, mantém uma percentagem de 20% numa futura venda. Este é assim mais uma das várias contratações que o Torreense fechou nos últimos tempos.

Bobby Omoregbe passou pela formação do AC Milan, foi emprestado a vários clubes (Torres, Fiorenzuola e Sestri Levante) e chegou a estrear-se pela equipa principal dos Rossoneri. Na época 2024/25, entrou no AC Milan x Cagliari para a jornada 20 da Serie A.

Estrela da Amadora despede-se de Renan Ribeiro

O Estrela da Amadora oficializou a saída do guarda-redes Renan Ribeiro, após o fim do contrato que ligava o brasileiro ao emblema tricolor.

O Estrela da Amadora anunciou o fim da ligação com o guarda-redes Renan Ribeiro. O brasileiro de 36 anos despede-se após o fim do seu contrato com o emblema da Reboleira.

«O Estrela da Amadora agradece todo o empenho e entrega demonstrados por Renan Ribeiro durante a sua passagem pelo clube e deseja-lhe as maiores felicidades e os maiores sucessos para o futuro, tanto a nível pessoal como profissional», emitiu o clube.

Ao serviço do Estrela da Amadora, Renan Ribeiro disputou 33 jogos e sofreu 54 golos.

João Gonçalves e a estreia pelo Boavista: «O jogo contra o Benfica foi muito especial»

João Gonçalves concedeu uma entrevista em exclusivo ao Bola na Rede. O guarda-redes ex-Boavista recordou a sua estreia pela equipa.

O Bola na Rede entrevistou em exclusivo João Gonçalves, guarda-redes de 25 anos com passagens pelo Boavista e pelo AVS SAD. O guardião destacou o triunfo frente ao Benfica como o verdadeiro início da sua história na equipa principal do clube do Bessa.

«A minha estreia oficial foi para a Taça de Portugal com o Machico, mas eu dou como a minha estreia pelo Boavista o jogo com o Benfica. Aí já tinha jogado em todas as competições, mas para mim a minha estreia foi o jogo com o Benfica, o primeiro jogo de campeonato que ganhámos 3-2. Aquele jogo foi mesmo muito especial, por tudo o que envolvia. Não só pelo jogo em si, como pelo facto de termos ganho a uma equipa grande, pelo estádio cheio e pela maior enchente do Bessa desde que o Boavista tinha subido novamente à Primeira Liga. Foi um jogo super especial. O meu número era o 99, porque os meus pais casaram-se no ano de 1999, a 14 de agosto, e o jogo foi a 14 de agosto. Então, parece que tudo estava alinhado para que as coisas acontecessem. Para mim, embora nesse jogo já tivesse jogado na Taça de Portugal, na Taça da Liga e no campeonato, já tinha feito a estreia nas três competições, essa foi mesmo a minha verdadeira estreia por toda esta história».

Lê toda a entrevista a João Gonçalves.

João Gonçalves e o sonho de jogar pela Seleção Nacional: «Gosto de me visualizar muitas vezes nesses palcos»

João Gonçalves concedeu uma entrevista em exclusivo ao Bola na Rede. O guarda-redes revelou os seus objetivos de carreira a longo prazo.

O Bola na Rede entrevistou em exclusivo João Gonçalves, guarda-redes de 25 anos com passagens pelo Boavista e pelo AVS SAD. O guardião revelou que os grandes objetivos da carreira passam por representar a Seleção Nacional e disputar competições europeias.

«A longo prazo, o meu maior objetivo é representar a nossa Seleção. Já tive a oportunidade de o fazer nos Sub-21 e é uma sensação incrível. Acho que todos os jogadores têm essa ambição e representar a Seleção Nacional é o meu maior objetivo a longo prazo. Depois disso, gostaria também de jogar competições europeias. Há uma coisa na psicologia que é a visualização mental, e eu acho que quanto mais visualizarmos e mais nos sentirmos dentro disso, mais perto ficamos. E outra coisa é que também ficamos mais preparados quando isso acontecer. Portanto, gosto de me visualizar muitas vezes nesses palcos e a viver isso, porque quero mesmo isso e sei que um dia vou alcançar. Para Portugal, eu tenho uma expectativa muito grande. Tenho o feeling de que Portugal vai vencer o Mundial. Óbvio que a forma como começou não foi a melhor, mas isto não é como começa, é como acaba. Tenho essa ambição e acho que temos uma seleção, olhando para a individualidade em cada posição, que pode ser a melhor do mundo. E sinto que, apesar de não ter acontecido no primeiro jogo, a equipa é unida e acredito que vamos conseguir algo muito bom este ano».

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João Gonçalves recorda passagem pela Roménia: «Adorei as condições que me foram proporcionadas no Universitatea Craiova»

João Gonçalves concedeu uma entrevista em exclusivo ao Bola na Rede. O guardião fez um balanço muito positivo da passagem pela Roménia.

O Bola na Rede entrevistou em exclusivo João Gonçalves, guarda-redes de 25 anos com passagens pelo Boavista e pelo AVS SAD. O guardião português elogiou as condições encontradas na Roménia, destacou a competitividade do campeonato e revelou que não fecha a porta a um regresso ao futebol romeno.

«Depois desses dois meses, surgiu a proposta da Roménia, que vi com muito bons olhos e que adorei. Não foi muito longo, foram dois meses, mas foram muito positivos. Não só pelas duas taças, que são a cereja no topo do bolo, mas também pela experiência de uma realidade que eu não conhecia, num país diferente, que me acolheu muito bem. É um campeonato muito competitivo. Aqui em Portugal não temos muita noção disso, como é normal, assim como eles também não têm muita noção de como é o campeonato português. Mas é uma liga muito competitiva, com boas condições de trabalho. Eu adorei as condições que me foram proporcionadas no Universitatea Craiova, foi mesmo incrível. Superou completamente as minhas expectativas, sendo sincero. Vejo com bons olhos um dia voltar à Roménia. Na Roménia sinto que o jogo é mais direto, mais físico, mas, ao mesmo tempo, mais intenso. É um jogo que parte muito nas transições e isso faz com que o ritmo seja sempre elevado. Aqui em Portugal sinto que o jogo é mais tático, mais controlado, mais parado até. Lá não, lá é mais intenso, o jogo parte muitas vezes, e isso muda bastante a dinâmica. Mas acho que é um futebol interessante».

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João Gonçalves e a saída do Boavista: «O clube e os adeptos não mereciam o desfecho que teve»

João Gonçalves concedeu uma entrevista em exclusivo ao Bola na Rede. O guarda-redes recordou a saída do Boavista.

O Bola na Rede entrevistou em exclusivo João Gonçalves, guarda-redes de 25 anos com passagens pelo Boavista e pelo AVS SAD. O guardião admitiu que a saída do Boavista não foi a despedida que desejava, mostrou-se convicto de que o clube regressará à Primeira Liga e confessou o desejo de voltar um dia ao Estádio do Bessa.

«Foi difícil, muito difícil. Hoje, sei e espero que não tenha sido o meu último jogo pelo Boavista. Até hoje, o meu último jogo pelo Boavista foi com o Estoril, em casa. Mas eu acredito que o clube vai voltar à Primeira Liga e, quem sabe, eu vou voltar a jogar pelo Boavista. Tenho esse desejo para a minha carreira. Não sabemos o que vai acontecer no futuro, mas tenho esse desejo. De todo, não era a forma como eu queria sair do clube, porque me ajudou bastante e eu também queria sair de uma forma a ajudar o clube, a retribuir o que fez por mim. Por isso, foi difícil e foi triste. O clube e os adeptos não mereciam o desfecho que teve. Aquele jogo em Arouca foi muito duro, mesmo. Acho que foi duro não só para o Boavista, mas também para o futebol português, porque o Boavista é de Primeira. Não ter o Boavista na Primeira Liga enfraquece-a. Todas as equipas que iam jogar ao Bessa sentiam que era um jogo diferente, sentia-se um ambiente diferente. Por isso, o que posso dizer é que não foi a despedida que eu queria. Tenho a esperança e a convicção de que o clube vai voltar ao lugar onde merece estar. O Boavista é de Primeira e eu ainda vou voltar um dia, quem sabe, a jogar lá».

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João Gonçalves recorda passagem pelo AVS SAD: «As pessoas que me contrataram saíram e o projeto acabou por alterar completamente»

João Gonçalves concedeu uma entrevista em exclusivo ao Bola na Rede. O guarda-redes explicou os motivos que o levaram a deixar o AVS SAD.

O Bola na Rede entrevistou em exclusivo João Gonçalves, guarda-redes de 25 anos com passagens pelo Boavista e pelo AVS SAD. O guardião revelou que o projeto mudou completamente após a saída das pessoas que o contrataram.

«Na altura, foi um projeto que me foi apresentado e vi-o como um projeto bastante ambicioso. Achei que estava dentro da linha de que eu precisava naquele momento e, acima de tudo, foi por isso que o aceitei. Entrei no AVS SAD por essa ambição que me foi apresentada. Depois, o que é certo é que as pessoas que me contrataram saíram e o projeto acabou por alterar completamente. Senti que já não estava alinhado com aquilo que eu queria e com aquilo que eu precisava. Decidi mudar e arriscar bastante, porque foi um risco, mas um risco que vejo como um passo de ambição para o meu futuro. O que é certo é que depois fiquei sem clube durante dois meses. Foram dois meses muito importantes, de aposta em mim próprio. Fiz trabalho de campo especializado com um treinador de guarda-redes, fiz trabalho físico e também mental, que acho super importante. Atualmente, o futebol é muito mais jogado na nossa cabeça do que no resto, e acho que isso representa grande parte do jogador».

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João Gonçalves e o momento mais marcante pelo Boavista: «Parecia que tínhamos sido campeões outra vez»

João Gonçalves concedeu uma entrevista em exclusivo ao Bola na Rede. O guarda-redes relembrou o empate que garantiu a permanência.

O Bola na Rede entrevistou em exclusivo João Gonçalves, guarda-redes de 25 anos com passagens pelo Boavista e pelo AVS SAD. Como momento mais marcante pelo clube do Bessa, o guardião destacou o empate frente ao Vizela, que garantiu a permanência na Primeira Liga.

«Recordo-me do último jogo dessa época, que foi com o Vizela. Nós precisávamos do empate para ficar na Primeira Liga. Depois, estava a decorrer o jogo do Portimonense, e nós estivemos sempre a perder. Estivemos a perder 1-0, empatámos 1-1, eles fazem logo o 2-1 e, quando fazem o 2-1, sabemos que o Portimonense estava a ganhar ao Farense, então estávamos em posição de play-off. Acaba o jogo do Portimonense e nós estávamos em sofrimento, faltava um minuto para acabar o jogo. Entretanto há um penálti no último minuto e o árbitro diz ao Reisinho, que foi bater, que se falhasse ou se a bola batesse no poste não havia recarga, era o último lance do jogo. Ele faz o golo e nós ficámos na Primeira Liga. Houve uma invasão de campo, foi incrível, um momento muito especial. Aliás, acho que faziam 22 ou 23 anos que o Boavista tinha sido campeão naquele dia. Quase parecia que tínhamos sido campeões outra vez, a festa foi enorme, praticamente equiparada a isso. Esse, sem dúvida, foi o momento mais marcante da minha carreira no Boavista».

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João Gonçalves recorda embates com avançado do Arouca: «Foi dos pontas-de-lança que mais me marcou»

João Gonçalves concedeu uma entrevista em exclusivo ao Bola na Rede. O guarda-redes ex-Boavista recordou os embates com Rafa Mujica.

O Bola na Rede entrevistou em exclusivo João Gonçalves, guarda-redes de 25 anos com passagens pelo Boavista e pelo AVS SAD. O guardião falou sobre o sonho de chegar à equipa principal do Boavista e recordou alguns dos avançados que mais dificuldades lhe criaram durante a passagem pela Primeira Liga.

«É o realizar de um sonho, não é? Porque lembro-me de quando era criança, jogar FIFA, fazer modos carreira com o Boavista. Depois estar lá dentro e fazer parte de toda aquela realidade que, quando éramos crianças, parecia uma fantasia, é incrível. É o concretizar de um sonho e é muito gratificante. Acima de tudo, acho que é isso que fica. É um orgulho por conseguir chegar lá e fazer parte disso. Dos avançados, lembro-me do Rafa Mujica, do Arouca. Fez-me uns três ou quatro golos nessa época. Nós fizemos três jogos com eles, um da Taça e dois do campeonato, e ele fez-me três ou quatro golos facilmente. Foi dos pontas de lança que mais me marcou pelos golos. Claro, sem esquecer o Gyokeres no Sporting e o Benfica na altura. No FC Porto, o Taremi marcou-me um golo no Dragão. Nós estávamos a ganhar, e o empate dava manutenção no penúltimo jogo. Ele faz o último golo pelo FC Porto no último minuto, e isso foi um balde de água fria».

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João Gonçalves recorda a lesão no joelho: «Desabei porque senti que estava num momento muito bom da minha carreira»

João Gonçalves concedeu uma entrevista em exclusivo ao Bola na Rede. O guarda-redes recordou a lesão sofrida no joelho em 2024.

O Bola na Rede entrevistou em exclusivo João Gonçalves, guarda-redes de 25 anos com passagens pelo Boavista e pelo AVS SAD. O guardião admitiu que ‘desabou’ no momento em que percebeu a gravidade da lesão, mas garantiu que a recuperação o tornou mais resiliente e mudou a forma como encara o dia-a-dia.

«Desabei. Desabei porque senti que estava num momento muito bom da minha carreira, estava com uma boa sequência de jogos e sentia-me na minha melhor forma. Pelos relatos, parece que as coisas acontecem sempre quando estamos no topo das nossas capacidades, digamos. Mas estava mesmo muito bem e foi algo que aconteceu de forma inesperada, até um pouco caricato na maneira como me lesionei. São coisas que fazem parte da vida e da nossa carreira. É uma das partes menos boas. Mas, naquele momento, desabei e foi difícil. No dia seguinte, acordei com toda a vontade de ultrapassar aquilo o mais rápido possível. Agora, olhando para trás, sinto que foi muito importante para mim, porque me deu ferramentas para lidar com outras adversidades. Mesmo sendo diferente, ajudou-me a lidar melhor com elas e sinto-me mais preparado para a minha carreira, mais resiliente. Já era, mas fiquei ainda mais forte. Acima de tudo, sinto que agora dou mais valor a pequenas coisas, como ir treinar, que era algo que dava como garantido. Ia treinar, via os outros treinar, tudo tranquilo. Depois tive de estar no posto médico a recuperar da lesão, ir para o ginásio e não poder fazer aquilo de que mais gosto. Agora dou um valor especial a isso e quero aproveitar cada minuto do treino, porque nunca sabemos quando pode acontecer alguma coisa e deixamos de fazer aquilo que mais gostamos».

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