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Treinador do Borussia Dortmund destaca evolução de Fábio Silva: «Está a ter cada vez mais tempo de jogo porque vejo que evoluiu muito»

Niko Kovac destacou a evolução de Fábio Silva desde que chegou ao Borussia Dorrmund no início da temporada.

Niko Kovac falou sobre o percurso de Fábio Silva no Borussia Dortmund e fez um balanço da temporada do avançado português, destacando a sua evolução:

«O Fábio Silva começou bem aqui no Borussia Dortmund com uma vitória. Estamos em contacto regular. Tentamos encontrar soluções muito boas, e ele está a trabalhar muito para isso. Claro que ainda não marcou muitos golos, mas isso deve-se ao número de minutos que tem jogado. Quanto mais minutos tiver, mais oportunidades terá para marcar. Está a progredir. Isto mostra, uma vez mais, que os jogadores precisam de tempo. No início, ficava aquém em termos de confiança e físico — coisas que são necessárias numa liga como esta. Antes só entrava por breves momentos. Mas agora está a ter cada vez mais tempo de jogo porque vejo que evoluiu muito. O impacto que teve tem sido muito positivo».

Fábio Silva soma dois golos e sete assistências em 33 jogos realizados pelo Borussia Dortmund.

José Mourinho antevê Benfica x CD Nacional e elogia adversário: «É uma equipa inteligente»

José Mourinho faz a antevisão ao Benfica x Nacional. Águias recebem emblema da Madeira para a jornada 29 da Primeira Liga.

José Mourinho fez a antevisão ao Benfica x Nacional, duelo a contar para a jornada 29 da Primeira Liga e agendado para este domingo pelas 18h00 no Estádio da Luz. Em conferência de imprensa, o técnico das águias começou por dizer o seguinte:

«O CD Nacional precisa de pontos. Não desesperadamente porque estão fora neste momento da zona de despromoção e fora da zona de possível playoff. Estão perto, precisam de pontos. É uma equipa que desde o início da época que joga para pontos, bem treinada, já com algum tempo de trabalho com o Tiago. Sabe defender muito bem, é uma equipa inteligente. É uma equipa que sabe o que faz com bola, sabe o que quer, sabe ser perigosa em contra-ataque, mas também retirar iniciativa de jogo ao adversário. É uma boa equipa e se nos centrarmos nos resultados que fizeram contra as equipas de cima da tabela, penso que ganharam em Braga, mas tiveram jogos muito nivelados, se não no jogo jogado, mas no resultado e é isso que eu espero: uma equipa a vir jogar para o ponto, sem perder de vista a possibilidade de levar pontos. Nós precisamos muito de ganhar, por todas as razões e mais alguma. Precisamos muito de ganhar. Eu li algumas das frases mais marcantes da conferência do Tiago, onde diz que espera um Benfica reativo relativamente à última prestação e resultado e obviamente que é essa a nossa intenção».

José Mourinho recordou declarações após o jogo frente ao Casa Pia e reforçou vontade de continuar no Benfica:

«Disse muita coisa e parece que afinal não disse tanta coisa. Parece que não fui claro e objetivo a dizer que quero ficar no Benfica. Segundo os feedbacks que me chegaram do Gonçalo, tem havido mil e uma dúvidas durante a semana relativamente a isso, quando pensei posso me ter equivocado ou não ter sido explícito. Penso que fui objetivo e explícito a dizer que queria ficar no Benfica na próxima época. Penso que não é preciso agarrar no papel e na caneta e fazer um desenho».

«Em relação ao que disse e identificaste, frustração obviamente sim. Jogadores que não utilizaria mais, uma coisa é aquilo que tu dizes, outra coisa depois é aquilo que acontece na prática. Creio que também frisei que uma coisa poderia ser uma declaração de intenções, mas que depois que existiam valores mais altos. São óbvios. E quando parece que houve quase um tsunami em relação a essas declarações, tive a pensar se seria eu o único treinador no mundo que mudaria alguma coisa no seu plantel. No mundo, só há cinco treinadores que não mudariam nada no seu plantel. A natureza de cada treinador, de cada clube, é de nunca ter o plantel considerado um plantel perfeito. Um gostava de ter um jogador mais alto, mais rápido, especialista na bola parada… eu consegui identificar cinco clubes/treinadores que são os únicos privilegiados neste mundo, onde eu também já fui, já tive a oportunidade de ter algum plantel com essas premissas. Mas é normal que qualquer treinador mudaria algo no seu plantel, principalmente depois de uma exibição e de um resultado frustrante e difícil de aceitar. Agora, na prática, eu também claramente no ar, há outros valores que se levantam, a dificuldade de ter o plantel perfeito. Dentro dessa tempestade de emoções, acho que consegui ter a clarividência de dizer que não o farei», disse ainda sobre as declarações.

José Mourinho falou sobre a convocatória para o jogo com o CD Nacional:

«Na convocatória de amanhã chegarão à conclusão que é exatamente a mesma, não exatamente a mesma mas quase, porque acho que entra o Dedic e o Moreira na convocatória, portanto, para entrarem dois jogadores, sairão dois jogadores. Os paineleiros interpretarão como quiserem, mas a realidade é que a convocatória terá dois jogadores diferentes amanhã».

José Mourinho foi questionado se podia revelar quais os jogadores a que se referiu na última conferência de imprensa:

«Claro que não vou referir. Não posso referir. Como disse anteriormente, há cinco treinadores no futebol europeu que não querem mudar nada na sua equipa, mas se calhar, se perguntar a algum deles mesmo a um desses cinco depois de um mau resultado, vai lhe dizer que mudava alguma coisa. E estou a falar dos cinco treinadores que treinam as cinco equipas mais poderosas, com maios dimensão no mercado, que se estão nas tintas para tudo aquilo que são contas, fair-play financeiro e por aí fora».

«Se fui levado pelas minhas emoções e frustrações? É possível. Estamos em 64 conferências de imprensa, acho que é normal que eu diga coisas que eu não deva dizer ou coisas que alguns não queiram entender. Inclusive aceito o tipo de crítica de ‘resultado mau, critica os outros e não se autocritica’. Também aceito. Se tenho esse defeito, eu aceito. Mas é uma consequência de quem sou. E eu sou aquele que ganhou tudo, e muitas vezes. Admito que tenha essa deficiência na minha personalidade enquanto treinador, mas é consequência de quem sou e do que construí. Mas também tenho uma qualidade que compensa o grupo, eu sou um grande autocrítico. Na cara do grupo sou muito autocrítico e avalio o que poderíamos ter feito mais e melhor. Sou muito exigente comigo e com os outros, fora jogadores – falo do staff e das pessoas que trabalha nas estruturas – e essa qualidade compensa esse defeito que eu possa eventualmente ter», acrescentou José Mourinho.

José Mourinho foi questionado sobre se a vontade do Benfica é recíproca:

«As pessoas que falam de futebol e vivem dessa área podem mudar de opinião a cada dia, a cada hora, do minuto 89 ao 90 porque houve um golo que mudou. Fazer-me a mesma pergunta ou ao presidente Rui Costa não vale a pena. O presidente já vos respondeu. Já me perguntaram se eu queria continuar, já disse que sim. Perguntaram-me sobre o meu agente, eu disse que sou eu que decido. Amanhã vai perguntar-me outra vez se quero continuar ou ao presidente Rui Costa? Acho um bocadinho estranho continuarem a fazer a mesma pergunta. Se quiserem fazer outra vez a pergunta ao presidente Rui Costa, façam-na, mas a mim não. Eu quero continuar no Benfica na próxima época».

José Mourinho disse ainda o seguinte:

«Lá vou ser insultado outra vez. Se a minha carreira reflete alguma coisa é perseverança, trabalho, resiliência. Qualquer palavras que tenha proferido e que parece que passou a ser lei universal não me revejo nisso. Uma das coisas que faço como treinador ou que tento sempre fazer é depois dos jogos não falar aos jogadores, tem qualquer coisa por trás. Falar aos jogadores depois dos jogos arriscas-te a dizer coisas que não queres dizer. Arriscas-te a não expressar verdadeiramente aquilo que tu pensas, sentes, a tua essência. No dia seguinte sim. Só que há uma coisa que toda a gente pode fugir menos o treinador: que é depois do jogo ir à conferência de imprensa. Se fugir, paga multa de 2.500 euros ou mais. Não só pela multa, mas pela circunstância. Eu não sou pessoa para dizer que pago os tais 2.500 euros e não vou à conferência de imprensa. Faz parte do nosso trabalho e arriscamos muito a dizer coisas que muitas vezes não devemos».

José Mourinho falou sobre as contas do campeonato e a qualificação na Champions League:

«Outra coisa que representa a minha carreira é o sentido de realidade, sou muito realista. O que me estimula muito é o facto de ser matematicamente possível, sobretudo quando depende de ti próprio, e outra coisa é o matematicamente possível nas mãos dos outros. A nossa qualificação na Champions League esta época reflete muito bem aquilo que o Benfica é e o que eu sou. Eu tive muita responsabilidade nessa qualificação, quando jogo após jogo havia muita gente morta e diria quase enterrada, havia sempre alguém que puxava e agarrava. A forma como nos qualificámos, tem a cabeça de alguém que colocou a bola lá dentro, mas também tem o dedo de alguém. Quanto ao campeonato, matematicamente é possível. Não preciso que ninguém me diga. Nem aos jogos amigáveis se brinca no Benfica, é sempre a sério. Mas realisticamente vejo difícil que o FC Porto perca sete pontos. Agora, é nossa obrigação e uma coisa são as minhas palavras a dizer ‘acabou’ e outra coisa é o meu trabalho diário e dizer para trabalharmos sempre ‘mais, mais e mais’ e ‘melhor, melhor e melhor’. Os dois pontos que perdemos no Casa Pia empurraram-me a ter esse tipo de declaração. O presidente falou e quando um presidente fala eu calo-me. Mas, ate pela relação que tenho com ele, permite-me dizer, sem que ele se chateie, que ele me conhece bem. Estou aqui só há 8-9 meses, mas ele conhece-me bem porque passa muito tempo comigo. E sabe que eu não me revejo em nada na situação de agora desistimos porque já não temos hipóteses. O que importa é que o Benfica tem de ser mais forte a todos os níveis do que o que foi com o Casa Pia».

José Mourinho confirmou mais duas entradas na convocatória e recordou notícia:

«E entra o Aursnes e o Barreiro. Esqueci-me. E tenho de ter muito cuidado com as coisas que digo aqui porque chamaram-me mentiroso na semana passada por um pequeno detalhe. Disse que o Prestianni nunca tinha cá vindo e levaram exatamente à letra e chamaram-me mentiroso porque um jogador que em três dias de treino fica dois dias em casa de cama e apresenta-se no Seixal um dia, onde faz um pequeno treino condicionado, a minha expressão de ‘nem sequer veio ao Seixal’, foi o suficiente para me catalogarem de mentiroso. Então eu faço uma pergunta relativamente a mentirosos: houve uma reunião entre mim e os jogadores há um par de dias, dois jornalistas que trabalham para a mesma empresa, um escreveu “reunião fantástica, decorrida com grande empatia, o treinador sempre com um tom de voz baixo, sem nenhuma acusação direta”. Mesma empresa, um colega, “a reunião foi um vulcão, o treinador culpou diretamente o Lukebakio, humilhou Lukebakio à frente dos restantes companheiros”. Aqui é que há mentira. Um dos dois é mentiroso. O mentiroso foi o que disse que a reunião foi um vulcão. O outra tinha boas informações. Tinha as informações corretas».

José Mourinho falou sobre os empates do Benfica:

«São nove empates, alguns dos quais foram conseguidos, eu diria, in extremis e com mérito por termos conseguido esse empate, alguns em que fomos também espoliados da vitória e alguns também por culpa própria, onde eu obviamente me incluo. Este jogo com o Casa Pia é o jogo, de todos, que me fere mais enquanto treinador de uma equipa e enquanto individualidade, principalmente pela atitude que tivemos. Fizemos uma autocrítica e análise individualmente e em conjunto. Há coisas que temos de melhorar neste tipo de jogos, os jogos que aparentemente são mais fáceis. Nos jogos mais fáceis tem de haver uma abordagem diferente».

José Mourinho deixou ainda bicada:

«Num jogo de 50 minutos, porque acho que teve 50 minutos, eu achava que isto era só uma coisa da Turquia, mas afinal é igual ou pior em Portugal. Em jogos de 50 minutos, tens de martelar e acabar o jogo o mais rapidamente possível. Não podes ter este tipo de abordagem em que o adversário pode ficar totalmente instalado. E, depois, quando fazes o golo e saltas o muro, não podemos sofrer o golo que sofremos, tal como não podemos sofrer o golo que sofremos em casa com o Rio Ave, não podemos também sofrer o golo que sofremos em casa contra o Santa Clara… Utilizei no outro dia uma expressão com os jogadores que se calhar é uma expressão triste, mas telefonarem a dizer que estão a assaltar a tua casa com a tua família lá dentro, quanto tempo demoras a chegar a casa? Voas. Voas. E és apanhado em mil controlos de velocidade e crias perigo às pessoas que estão na rua, mas tu vais. E no futebol é um bocadinho isso. As equipas que jogam para objetivos importantes, o jogo tem de ter esse tipo de urgência. O golo que sofremos tem contornos ridículos. É uma equipa que não passa do meio-campo o jogo todo, que não faz um remate à baliza durante praticamente o jogo todo. Na segunda parte não passaram da linha do meio-campo. Tivemos três hipóteses para tirar a bola. Amigo, põe a bola na bancada, é lançamento lateral, defendes e ganhas 1-0 num jogo em que foste pobre, mas ganhaste. Tenho de ser mais eloquente com eles. Tenho sido muito criticado relativamente ao meu estilo de liderança e maneira de comunicar. Se houver algum com 27 títulos que me queira criticar, eu aceito. Com menos de 26, acho que eu é que estou certo».

Atenção, Sporting: Arsenal perde em casa com o Bournemouth na Premier League

O Arsenal perdeu em casa com o Bournemouth por 2-1 para a jornada 32 da Premier League. Viktor Gyokeres marcou o único golo dos Gunners.

O Arsenal foi derrotado em casa antes da segunda volta com o Sporting na Champions League. Neste sábado, os Gunners receberam e perderam com o Bournemouth por 2-1 em jogo relativo à jornada 32 da Premier League.

De grande penalidade aos 35 minutos, Viktor Gyokeres marcou o único golo do Arsenal, enquanto que o Bournemouth chegou à vitória com golos de Eli Junior Kroupi (17′) e Alex Scott (74′). O segundo golo foi assistido pelo ex-FC Porto Evanilson.

Com este resultado, o Arsenal continua com 70 pontos em 1.º lugar da Premier League. No entanto, o Manchester City, apesar de levar 61 pontos, tem dois jogos por disputar. Já o Bournemouth encontra-se no 9.º posto com 45 pontos.

A mobilidade de Pablo Rosário e a importância das trocas posicionais no meio campo do FC Porto

O FC Porto empatou a uma bola na primeira mão dos quartos de final da Europa League frente ao Nottingham Forest, de Vítor Pereira. No regresso do técnico português ao Estádio do Dragão, ambas as equipas realizaram várias alterações nos onzes iniciais face ao último encontro. Do lado inglês, Vítor Pereira alterou o seu sistema tático habitual, apresentando um 5-2-3 para responder às mudanças no plantel, embora o próprio tenha referido que alguns jogadores acabaram por desempenhar funções diferentes das habituais.

Os dragões adiantaram-se no marcador aos 11 minutos, através de uma jogada coletiva pelo corredor esquerdo, com William Gomes a finalizar ao segundo poste. No entanto, aos 13 minutos, um mau passe de Martim Fernandes para Diogo Costa permitiu ao Nottingham Forest chegar ao empate.

A partir desse momento, a equipa inglesa conseguiu estabilizar o jogo e tornar-se mais competitiva, embora fosse concedendo espaço para as transições ofensivas do FC Porto. Nesse contexto, Seko Fofana teve um papel determinante no transporte de bola, sendo uma das principais figuras na progressão até ao último terço. Já Gabri Veiga manteve uma exibição consistente, tanto no plano defensivo como ofensivo, equilibrando o meio-campo dos azuis e brancos.

FC Porto x Nottingham Forest
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Do ponto de vista tático, o jogo apresentou vários momentos de interesse, com um FC Porto globalmente competente, sobretudo no momento ofensivo. Em organização defensiva, Francesco Farioli voltou a optar por um bloco médio, tal como já tinha acontecido frente ao Famalicão. Perante um Nottingham Forest que recorreu frequentemente à bola longa, a opção revelou-se ajustada, permitindo ao FC evitar desgaste excessivo nas corridas, manter um melhor controlo das distâncias entre setores e garantir maior chegada na disputa das segundas bolas.

Ainda assim, é visível que a equipa apresenta algumas limitações na primeira fase de pressão. Terem Moffi não demonstra, neste momento, capacidade física para sustentar uma pressão alta constante, o que leva Francesco Farioli a ajustar o bloco e a proteger a estrutura coletiva. Neste contexto, Deniz Gul surge como uma solução mais consistente para a posição 9, sobretudo pela capacidade de dar continuidade à pressão, ainda que necessite de maior confiança e eficácia na finalização. Borja Sainz atravessa também uma fase menos positiva, condicionada não só pelo rendimento desportivo, mas também por fatores pessoais, o que se reflete na sua eficácia no remate e na tomada de decisão.

Jogadores FC Porto William Gomes
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

O grande destaque acabou por ser a maior mobilidade de Pablo Rosario no meio-campo. Conseguiu aparecer mais em zonas adiantadas, permitindo ao FC Porto uma maior capacidade de progressão entre linhas. Gabri Veiga assumiu, esporadicamente, funções mais recuadas e deu maior fluidez ao jogo interior dos dragões. Além disso, esta dinâmica permitiu ao FC Porto ter uma maior imprevisibilidade no jogo com bola e tornou-se mais difícil para a equipa inglesa manter as referências.

Ainda assim, estas variações posicionais no meio-campo, mantendo a estrutura base de 1+2, podem e devem tornar-se mais constantes. Uma maior rotatividade entre os médios poderia permitir ao FC Porto encontrar mais soluções no corredor central e, tendo em conta essa mobilidade (caso o adversário acompanhe as referências), abrir espaços para o ponta de lança receber entre linhas. Estas trocas posicionais criariam também mais dúvidas nas marcações adversárias. A combinação destas dinâmicas com movimentos de rutura dos extremos e do ponta de lança poderia potenciar ainda mais o jogo interior da equipa no último terço para esta fase decisiva da época desportiva.

Com a fase decisiva da época a aproximar-se, a gestão física e emocional do plantel do FC Porto será determinante. Francesco Farioli terá de manter a agressividade na pressão, tendo em conta a gestão que vai fazendo entre jogos da Primeira Liga e da Europa League, mas também continuar a desenvolver mecanismos que permitam uma maior progressão no jogo interior, algo que tem sido frequentemente condicionado pelas equipas adversárias.

Rodrigo Lima

Francesco Farioli FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

BnR na Conferência de Imprensa

Infelizmente, não foi possível colocar uma questão a Francesco Farioli, treinador do FC Porto.

Bola na Rede: A equipa do Nottingham Forest foi testando muitas vezes o jogo direto ao longo do encontro. Pergunto-lhe qual foi o objetivo, tendo em conta a primeira linha de pressão do FC Porto mais baixa na primeira parte, e não uma pressão à entrada da área como já vimos em muitos jogos do FC Porto? E pergunto-lhe também se a entrada do Igor Jesus, para além do regresso após lesão do Wood, foi também para tentar que a equipa conseguisse ter mais jogo interior, com as descidas do avançado brasileiro?

Vítor Pereira: Nós sabemos que o FC Porto normalmente pressiona a primeira fase de construção, é muito agressivo em termos de transição defensiva e também muito agressivo entre linhas, no jogo interior. O que tentámos na primeira parte foi rodar a bola no sentido de criar espaços para depois passarmos a uma segunda fase. Eu penso que, na primeira parte, não foi um grande jogo — já fizemos jogos de melhor qualidade, mas não é fácil. Os jogadores não têm competido regularmente e chegar a um jogo destes, com esta temperatura, neste estádio, frente a uma equipa que está num momento em que lidera o campeonato, quer ganhar a Liga Europa e está a discutir a Taça de Portugal, portanto, está num bom momento. Nós, com tantas mexidas, é claro que aquilo que é a ligação do nosso jogo não foi tão boa, também porque defrontámos um adversário forte. Há umas semanas fomos ao Midtjylland, num relvado muito fraco, e conseguimos fazer um jogo porque o Midtjylland não é tão forte na pressão. Uma equipa joga aquilo que a outra permite. Nós tentámos o nosso jogo, mas, a partir de determinada altura, com jogadores adaptados a certas posições e com uma estrutura que também não é a nossa, mas que serve para gerir os jogadores que temos neste momento e já a pensar no jogo com o Aston Villa, foi a solução que encontrámos. Não é que eu goste de jogar longo, e este jogo longo contra o FC Porto coloca muitas dificuldades, porque eles são fortes na segunda bola e muitas vezes é aí que criam problemas aos adversários. Mas, no final das contas, estamos no intervalo da eliminatória e com tudo em aberto.

Jogo de loucos para abrir o dia: Penafiel vence Académico de Viseu e agita contas da Segunda Liga

O dia na Segunda Liga arrancou com um grande jogo. O Penafiel venceu o Académico de Viseu num embate com quatro golos.

O Penafiel venceu o Académico de Viseu por 4-3 no primeiro jogo deste dia na Segunda Liga. Jogo contou com muitos golos e com Reinaldo Teixeira, presidente da Liga Portugal, na bancada e agita as contas da subida e da manutenção.

Joseph Sery (10′) adiantou o Penafiel na partida, mas Cihan Kahraman (16′) empatou o jogo. Ainda na primeira parte, Davo (22′ e 32′) bisou e devolveu a vantagem à equipa da casa.

Na segunda parte, os visitantes empataram com golos de André Clóvis (60′) e Nils Mortimer (64′), mas o jogo não estava decidido. Um autogolo de Domen Gril (85′) decidiu o vencedor.

Com este resultado, o Académico de Viseu soma a segunda derrota consecutiva e pode ver os adversários aproximarem-se do segundo lugar (50 pontos). O Penafiel chega aos 35 e sobe ao 13.º da Segunda Liga, já a cinco do lugar de playoff.

Mafra vence no terreno do Varzim e sobe ao 5.º lugar da fase de apuramento de campeão da Liga 3

O Mafra venceu no terreno do Varzim por 2-0, na 9.ª jornada da fase de apuramento de campeão da Liga 3.

O Mafra deslocou-se ao terreno do Varzim e venceu a equipa alvi-negra por 2-0, no encontro referente à 9.ª jornada da fase de apuramento de campeão da Liga 3.

Stanley Iheanacho colocou o Mafra em vantagem aos 40 minutos e, dois minutos depois, aos 42’, Rodrigo Matos dilatou a vantagem. Na segunda parte, apesar de uma maior chegada do Varzim à área adversária, o resultado não se alterou até ao apito final.

Com este triunfo, o Mafra chega aos dez pontos na fase de apuramento de campeão da Liga 3 e ultrapassa, curiosamente, o Varzim, que desce ao sexto lugar, com nove pontos.

Varzim x Mafra
Fonte: Duarte Rêgo / Bola na Rede

Barcelona mete 2 jogadores à venda e prepara mudanças de fundo no mercado de verão

O Barcelona quer fazer novas contratações no verão e, em sentido contrário, prepara vendas. Marc Casadó e Ferran Torres na porta de saída.

O Barcelona quer fazer alterações no plantel para a próxima época. De acordo com o diário Sport, os catalães querem fazer pelo menos uma contratação de peso e, como tal, preparam saídas.

Na lista de transferíveis estão Marc Casadó e Ferran Torres. Quer o médio quer o avançado são habituais suplentes e o Barcelona considera que as suas vendas poderão facilitar não só transferências como inscrições de novos jogadores.

Recorde-se que, além desta dupla, há mais uma saída planeada pelo Barcelona, Robert Lewandowski está em final de contrato e deverá deixar o emblema culé a custo zero.

Bruno Costa recorda episódio com Sérgio Conceição no FC Porto: «Pensávamos que era folga no dia seguinte»

Bruno Costa recordou as temporadas ao serviço do FC Porto e deixou elogios a Sérgio Conceição, treinador que mais o marcou.

Em entrevista ao jornal A Bola, Bruno Costa recordou os tempos em que representou o FC Porto e falou sobre Sérgio Conceição. O agora jogador do Gimhae City, da Coreia do Sul, elegeu o treinador português como o técnico que mais o marcou.

«O Sérgio é um treinador muito exigente. Um treinador que adora o que faz, vive o futebol a 1000%. Lembro-me de vezes que tínhamos, por exemplo, um jantar e dizia que podíamos estar à vontade. Pronto, e nós bebíamos um copo de vinho. Pensávamos que no dia seguinte era folga ou assim. Estávamos todos lá, já estava a ficar tarde e ele disse: “Amanhã às oito da manhã, está bem? Vou-me embora, um abraço”».

«Treinador que mais te marcou? Sim, sem dúvida. Tenho treinadores que me marcaram muito também, como o Folha, o Pepa, mas o Sérgio foi o treinador que me estreou e que esteve comigo durante mais anos».

«Gostei muito da minha passagem por lá e sinto que o FC Porto nunca saiu nem nunca vai sair de mim. Não sinto qualquer arrependimento ou que devia ter feito de maneira diferente. Ganhei bastantes coisas pelo FC Porto e cada troféu era uma alegria».

todas as declarações da entrevista de Bruno Costa.

Manchester United disposto a chegar perto dos 60 milhões de euros por mais um defesa central

O Manchester United quer fechar a contratação de Castello Lukeba. RB Leipzig aberto a negociar o defesa abaixo da cláusula de rescisão.

O Manchester United quer contratar mais um defesa central para atacar a próxima temporada e tem definido o nome desejado. De acordo com o diário Fichajes, Castello Lukeba é o alvo predileto dos red devils.

A mesma fonte dá conta de que o RB Leipzig aceita negociar a venda do defesa abaixo da cláusula de rescisão, estipulada nos 80 milhões de euros. Com este fator em mente, o Manchester United acredita que 57,5 milhões de euros serão suficientes para concretizar a transferência.

Castello Lukeba tem 23 anos e está a cumprir a terceira temporada da carreira no RB Leipzig. Esta época, o defesa de 23 anos leva 26 jogos pelos alemães.

Marcelo esteve no Torneio Aurélio Pereira organizado pelo Sporting

Marcelo marcou presença no Torneio Aurélio Pereira, organizado pelo Sporting. Antigo defesa esteve a assistir aos jogos do filho.

O Sporting organizou o Torneio Aurélio Pereira apadrinhado, entre outros, por Geovany Quenda, e que se destinou a homenagear um nome mítico na formação leonina. Entre os presentes nas bancadas do campo n.º 6 do Estádio Universitário, estava Marcelo.

O antigo defesa do Real Madrid e da seleção brasileira esteve a assistir ao Sporting x Real Madrid sub-11 e, em declarações ao jornal A Bola, justificou a presença.

«Estou aqui para apoiar o meu filho Liam», destacou Marcelo à margem do encontro onde atuou o seu filho mais novo.

Torneio Aurélio Pereira Sporting
Fonte: Sporting CP