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O fabuloso mundo dos 4 pontos – Diário do Mundial 2026 #15

Lê também os outros capítulos do Diário do Mundial 2026. 

11 contra 11 e no fim quem ganha não é a Alemanha | Equador 2-1 Alemanha e Curaçau 0-2 Costa do Marfim

Equador Jogadores
Fonte: Federação Equatoriana de Futebol

O Equador era uma das seleções, estilisticamente, mais engraçada do Mundial 2026. É difícil conjugar a solidez defensiva com uma pressão montada tão à frente e de forma tão intensa, mas a equipa de Sebastian Beccacece conseguiu-o. Em 18 jogos, na qualificação sul-americana, sofreu apenas cinco golos e terminou à frente do Brasil, do Uruguai ou da Colômbia. Chegou à última jornada da fase de grupos do Mundial 2026 a precisar de vencer a Alemanha depois da derrota nos descontos diante da Costa do Marfim e do empate surpreendente, onde a faceta perdulária se destacou, contra Curaçau. Foi isso que se sucedeu, garantindo aos equatorianos um apuramento no terceiro lugar.

É impressionante a capacidade para o Equador montar uma pressão alta e intensa a 90 minutos. Diante da Alemanha, abdicou de pressionar os centrais (Nico Schlotterbeck é uma ausência notável) e colocou um autêntico colete de forças na zona dos médios. Retirou a força do jogo interior alemão, fez de Aleksandar Pavlovic um mero fantasma e ganhou bolas na pressão. Foi assim que surgiu o primeiro golo. A grande questão relativamente ao Equador está na capacidade de concretizar os ataques. É uma equipa sempre com mais quantidade de qualidade, como Curaçau comprovou. Desta vez, além de John Yebboah, Nilson Angulo foi titular como extremo agudo e capacidade de olhar para a baliza. Se Enner Valencia até se destaca mais pela capacidade defensiva, Gonzalo Plata é o elemento da ligação. Embora comece como número 10, tem liberdade para jogar em mobilidade total, aproximando-se da bola e gerando associações. Veio de Plata a garantia do Bronze no grupo.

É certo que a Alemanha já entrava apurada no 1.º lugar do Grupo, mas volta a revelar dificuldades. Excetuando a estreia, diante de Curaçau, não mais mostrou argumentos para estar no lote de favoritas. Julian Nagelsmann voltou a fechar o grupo – nunca foi ideia abrí-lo, o próprio já o confirmou – e não ganhou nada com isso. Depois da inferioridade exibicional contra a Costa do Marfim, volta a não deixar qualquer garantia contra o Equador. Os titulares vão continuar até ao fim independentemente do rendimento. Quer de Leroy Sané, que apesar do golo continua a jogar como peixe fora da água, quer de Deniz Undav, que continua pelo banco. 

Costa do Marfim Jogadores
Fonte: Federação Marfinense de Futebol

A odisseia de Curaçau terminou. Chegou ao Mundial para jogar e assim cumpriu. Curiosamente, o jogo da despedida foi o menos simbólico, sem o valor sentimental do golo marcado ou o valor numérico do empate. A Costa do Marfim termina o grupo no segundo lugar. Desta vez não foi preciso chegar aos descontos para o resultado mudar.

É no ataque que surgem os principais destaques da Costa do Marfim, quer à direita por Amad Diallo, quer à esquerda pelo super Yan Diomande. Desta vez, ambos foram titulares, mas o verdadeiro destaque foi Nicolás Pépé. Há uns anos, ninguém imaginaria que conseguisse dar a volta por cima de uma maneira tão alegre. A mudança para Espanha deu-lhe uma nova alma e mudou-lhe o perfil. Já não é apenas o extremo irreverente a pé trocado, embora também o consiga ser, mas principalmente um segundo avançado de qualidade em espaços curtos e de capacidade de infiltração. Um bis com sentimento.

Curaçau entreteu e bem-dispôs. Ficarão para sempre os momentos épicos depois do golo de Livano Comenencia, quando conseguiu fazer tremer a Alemanha com um empate que ninguém esperaria e depois do apito final diante do Equador, o jogo em que Eloy Room converteu num herói de culto. Donald Trump, o maior apreciador de muros nos EUA, deverá ter ficar encantado. De um ponto de vista mais geral, atenção ao Mundial de Tahith Chong. É o mais mediático dos jogadores de Curaçau – e o único nascido na pequena ilha – e mostrou ao que vem. O que lhe falta em definição oferece em energia e imprevisibilidade em campo aberto. 

Eis a classificação final do Grupo E:

  1. Alemanha, 6 pontos
  2. Costa do Marfim, 6 pontos
  3. Equador, 4 pontos
  4. Curaçau, 1 ponto

Tudo dentro dos trâmites legais | Japão 1-1 Suécia e Tunísia 1-3 Países Baixos

Anthony Elanga Suécia Jogadores
Fonte: Federação Sueca de Futebol

Um empate deixaria todos satisfeitos e foi exatamente isso que aconteceu. Num Mundial com protagonismo aos terceiros lugares, a última jornada da fase de grupos teria sempre estas histórias. O Japão sabia que, mesmo ganhando, dificilmente ultrapassaria os Países Baixos, a defrontar a modesta Tunísia. A Suécia sabia que o segundo lugar significa ultrapassar o Japão, mas que o empate era bem saboroso, garantindo um dos melhores terceiros lugares. Foi precisamente isso que se sucedeu.

O Japão continua a testar fórmulas diferentes para utilizar um plantel ao qual se têm ignorado os muitos desfalques. Nesse sentido, o onze escolhido por Hajime Moriyasu tem duas notas relevantes. Sem Wataru Endo, Kaishu Sano tinha sido sempre chamado. Desta vez, ficou no banco para Ao Tanaka e Daichi Kamada, médios de maior mobilidade, atuarem em conjunto. O primeiro funcionou, como tem sido hábito, baixando para a linha de três (no 4-3-3 nipónico no momento asiático). O segundo, que pode também jogar mais à frente, foi mesmo o primeiro médio em muitos momentos. Na frente, Daizen Maeda e Ritsu Doan jogaram no apoio a Ayase Ueda. Sempre que os japoneses conseguiram sediar-se no meio-campo ofensivo, deu certo. Quando tiveram de jogar como interiores, notou-se alguma falta de sensibilidade técnica. Podem ter sido, ambos os casos, testes para um muito saboroso Brasil x Japão, já a eliminar.

Na Suécia, a grande certeza é Anthony Elanga. Era muito estranho o papel reduzido que tinha no plantel, apenas como suplente para agitar os corredores. Desta feita, foi titular como elemento mais solto atrás da dupla de avançados (Alexander Isak e Viktor Gyokeres não mais chegaram ao nível da estreia) e mostrou argumentos. É certo que o homem da máscara foi mais exigido em apoio, mas a agressividade do avançado sueco nas suas costas permitiu explorar espaços importantes. Guardou mais um golo na sua conta pessoal. Veremos como os suecos se vão comportar sem Isak Hien que, sem fazer um grande Mundial, era a grande referência física para duelos mais diretos.

Brian Brobbey Países Baixos
Fonte: Federação Neerlandesa de Futebol

Os Países Baixos sabiam que teriam um jogo sem história, diante de uma das seleções mais frágeis deste Mundial 2026. Com uma vantagem por 2-0 aos sete minutos, acentuou-se a tendência para uma exibição mais a olhar para o relógio que a olhar para o campo. É certo que a Tunísia ainda chegou ao golo, mas o 3-1 bem seguido aliado ao empate do outro lado do grupo voltou a colocar tudo na mesma, numa demonstração inequívoca de superioridade.

Ronald Koeman encontrou algumas fórmulas para dar competitividade aos Países Baixos. Em todos os cenários, a presença de Brian Brobbey no onze ajuda os neerlandeses. É um avançado com presença física,  jogo de costas e felino no ataque a situações de cruzamento. Numa equipa muito capaz em transições e ataques mais rápidos, o ponta de lança tem estatuto definido. De resto, é a partir da direita, com a velocidade e projeção de Denzel Dumfries e Donyell Malen e com o envolvimento de Ryan Gravenberch, de trás para a frente, que esta dimensão mais direta do jogo neerlandês se verifica. Do outro lado, há Cody Gakpo a atacar a área.

Depois da eliminação, na segunda jornada, Ali Abdi, um dos principais jogadores da seleção tunisina foi bem claro. «Peço desculpa aos adeptos tunisinos, mas não às pessoas que se divertem a inventar e a espalhar boatos por aí. Isso não defende os interesses do país. Não temos tempo para trabalhar. Destrói-se tudo para reconstruir do zero em vez de se corrigirem os erros. Viemos jogar um Mundial com jogadores que nunca jogaram juntos. Construir uma seleção competitiva exige tempo e estabilidade. Não se pode preparar um Mundial disputando apenas alguns jogos frente a adversários que se andam a preparar há anos», destacou o lateral esquerdo. A Tunísia chegou ao Mundial 2026 com uma nova geração, mandando muitos dos históricos que garantiram o apuramento embora, e apostando numa mudança à força. Quando tudo descambou, a aposta passou por um novo treinador. Está tudo dito sobre os zero pontos.

Eis a classificação final do Grupo F:

  1. Países Baixos, 7 pontos
  2. Japão, 5 pontos
  3. Suécia, 4 pontos
  4. Tunísia, 0 pontos

O pacto de não agressão | Paraguai 0-0 Austrália e Turquia 3-2 EUA

Jordan Bos Austrália Omar Alderete Paraguai
Fonte: Federação Australiana de Futebol

A última jornada do Grupo D não trouxe futebol champanhe, mas trará, certamente, dados valiosos se alguém na FIFA for discutir duas das mudanças com mais impacto na fase de grupos do Mundial. Com terceiros lugares a apurarem-se, era natural que, em algum momento, as contas entrassem no relvado. Até ao momento, tal nunca tinha acontecido de forma tão declarada como no Paraguai x Austrália.

Um empate sorria, de forma diferente, às duas seleções. A Austrália é quem mais feliz sai com o cruzamento mais favorável nos 16 avos de final. Pelo segundo Mundial, Tony Popovic apura os Cangurus do Futebol, num dos países do soccer para as fases a eliminar do Mundial. Desta vez, num jogo sem história, mais evidente que nunca o impacto das escolhas nos objetivos. Com Nestory Irankunda como falsa referência, entraram Connor Metcalfe e Jackson Irvine, como jogadores de chegada. À direita, nova exibição interessante de Alessandro Circati, central que permite ao ala que se solte. Jogando no lado menos favorável, Jordan Bos sorriu com a liberdade.

O Paraguai só tentou disputar o jogo nos primeiros minutos. Mal percebeu que seguir assim traria desafios – e com a goleada sofrida diante dos EUA na memória – voltou a fechar-se na sua casinha. Desta vez, o 5-3-2 tentou espelhar, principalmente na linha defensiva, o 5-2-3 australiano, dando maior conforto aos alas para saltos maiores a toda a largura. Tirando um ou outro detalhe de Diego Gómez e Maurício (boa entrada vindo do banco), o empate foi rei e senhor. Falta um resultado para o Paraguai celebrar. 

Arda Guler Turquia
Fonte: Federação Turca de Futebol

Do outro lado, a Turquia poderia ter sonhado e o grupo poderia ter-se aberto caso outra das mudanças não tivesse sido implementada. Com o privilégio ao confronto direto, em detrimento do saldo de golos, a última jornada terá sempre mais certezas que dúvidas. O empate do outro lado não mudaria nada, mas abriria cenários diferentes para um jogo que, por não ter nada a jogar, teve um ótimo cenário para as duas equipas jogarem.

Não é aleatório que, depois de 62 remates divididos por dois jogos, a Turquia tenha marcado no primeiro chute que de nada valia. Mostrou-se muito mais capaz quando com espaço para aproveitar. A falta de uma referência no ataque foi demasiado bruta nos jogos contra blocos mais baixos. Neste contexto, onde a honra se sobrepôs aos resultados, houve outra capacidade aos turcos para jogar. Orkun Kokçu conseguiu lançar, Baris Alper Yilmaz teve campo aberto para correr, Oguz Aydin mostrou-se pelo pulmão e Arda Guler fez, finalmente, uma exibição com marca de água. Na despedida, deixou mostras do seu talento.

Aos EUA, o jogo interessou para descansar as principais figuras e procurar ganhar opções para a rotação. O onze titular de Mauricio Pochettino está perfeitamente definido, mas há alternativas. Para lá de Ricardo Pepi, já testado para o lugar de Christian Pulisic, outro nome se destacou. Se Timothy Weah, Giovany Reyna e Brendan Aaaronson têm outro peso no espaço mediático, Sebastian Berhalter mostrou que tem qualidade para assumir outro papel na equipa. Ainda não saiu do contexto norte-americano e, por isso, é um elemento mais alternativo no plantel. Pega bem na bola e tem o dinamismo necessário para saltar do banco e ter influência. 

Eis a classificação final do Grupo D:

  1. EUA, 6 pontos
  2. Austrália, 4 pontos
  3. Paraguai, 4 pontos
  4. Turquia, 3 pontos

EUA e Austrália seguem para os 16 avos de final e Paraguai fica no limbo à espera de boas notícias no Mundial 2026

Tudo resolvido no Grupo D do Mundial 2026. EUA e Austrália seguem em frente e o Paraguai espera por mais um resultado.

O Grupo D já tinha as contas meio definidas, com EUA apurados em primeiro lugar e a Turquia condenada ao último. Além deste resultado sem efeitos práticos, a Austrália e o Paraguai empataram, apurando, desde já os australianos.

No jogo que mais interessava, pouco se passou com o 0-0 a sorrir, teoricamente, às duas seleções. A Austrália, com melhor diferença de golos, passa em segundo, e o Paraguai fica à espera de mais um resultado (entre os grupos em falta) para entrar garantidamente no grupo dos terceiros. A diferença entre as seleções passa pela diferença de golos.

Mais golos na vitória por 3-2 da Turquia e EUA. Os turcos finalmente marcaram por Arda Guler (10′) e Baris Alper Yilmaz (31′). Antes, Auston Trusty (3′) já havia marcado e depois Sebastian Berhalter (49′) empatou. Nos descontos, Kaan Ayhan (90+8′) selou a vitória, que não impede a eliminação.

Eis a classificação final do Grupo D:

  1. EUA, 6 pontos
  2. Austrália, 4 pontos
  3. Paraguai, 4 pontos
  4. Turquia, 3 pontos

Recorda o percurso de todas as seleções envolvidas neste Mundial 2026.

Turquia Jogadores
Fonte: Federação Turca de Futebol

Lista atualizada: já há 8 seleções eliminadas do Mundial 2026

O Curaçau está eliminado do Mundial 2026. Seleção das Caraíbas viu confirmado o afastamento da competição.

O Mundial 2026 continua e, com o desenrolar da terceira jornada da fase de grupos, já há oito seleções sem esperança em seguir em frente. O Curaçau é o conjunto mais recente nesta situação.

No Grupo E, Curaçau perdeu com a Costa do Marfim e viu a eliminação confirmada. No Grupo D, a Turquia já estava eliminada, bem como no Grupo F a Tunísia já jogou sem hipóteses de seguir em frente.

Eis as seleções já eliminadas do Mundial:

  • Haiti
  • Turquia
  • Tunísia
  • Jordânia
  • Panamá
  • Catar
  • Chéquia
  • Curaçau

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Mundial 2026 Trionda Bola
Fonte: FIFA

Grátis, em canal aberto e não só: onde ver todos os jogos do Mundial 2026 nesta sexta-feira, 26 de junho?

Continuam os dias da decisão no Mundial 2026 com seis embates diários. Sabe onde ver os jogos da noite (e madrugada) desta sexta-feira, 26 de junho.

O Mundial 2026 continua a todo o ritmo e a última jornada continua com as decisões de três grupos por dias. São, por isso, seis jogos nesta sexta-feira, 26 de junho, relativos aos grupos G, H e I.

No Grupo G jogam Egito x Irão e Nova Zelândia x Bélgica, no Grupo H há espaço ao Cabo Verde x Arábia Saudita e ao Uruguai x Espanha e, no Grupo I, disputam-se o França x Noruega e o Senegal x Iraque.

Eis os horários e transmissões dos jogos:

  • França x Noruega (20h, 26/06): TVI, LiveMode TV e Sport TV 1
  • Senegal x Iraque (20h, 26/06): Sport TV 5
  • Cabo Verde x Arábia Saudita (01h, 27/06): Sport TV 1
  • Uruguai x Espanha (01h, 27/06): Sport TV 5
  • Nova Zelândia x Bélgica (04h, 27/06): Sport TV 5
  • Egito x Irão (04h, 27/06): Sport TV 1

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Troféu Mundial 2026
Fonte: FIFA

Brasil já conhece o adversário nos 16 avos de final do Mundial 2026

O Brasil já conhece a seleção contra quem vai jogar nos 16 avos de final do Mundial 2026. Canarinhos defrontam o Japão.

O Brasil viu do sofá as decisões do Grupo F e já conhece o adversário nos 16 avos de final do Mundial 2026. Depois de se apurar no 1.º lugar do Grupo C, os canarinhos vão defrontar o Japão.

A seleção do Japão está nos 16 avos depois de empatar com a Suécia e finalizar o Grupo F no segundo lugar. O chaveamento tinha este como um dos confrontos indicados e o jogo é agora confirmado.

O jogo dos 16 avos de final joga-se já no dia 29 de junho, segunda-feira, a partir das 18h. O embate será jogado em Houston, nos EUA.

Japão Jogadores
Fonte: Federação Japonesa de Futebol

Países Baixos confirmam liderança do Grupo F e Japão e Suécia empatam para seguir em frente no Mundial 2026

Os Países Baixos seguem em frente como líderes do Grupo F. Também Japão e Suécia continuam no Mundial 2026.

No Grupo F, continuou tudo igual, mas com as confirmações. Por esta ordem, Países Baixos, Japão e Suécia seguem em frente no Mundial 2026, deixando para trás a Tunísia com zero pontos.

Os Países Baixos seguraram, sem grande dificuldade, a liderança no grupo com a vitória por 3-1 sobre a Tunísia. Um autogolo de Ellyes Skhiri (3′), Brian Brobbey (7′) e Jan Paul van Hecke (62′) anotaram os golos de um triunfo incomodado por Hazem Mastouri (54′).

No jogo decisivo para o segundo e terceiro lugar, o empate (1-1) deixou tudo igual. O Japão, segundo, marcou primeiro por Daizen Maeda (56′), mas Anthony Elanga (62′) empatou logo de seguida.

Eis a classificação final do Grupo F:

  1. Países Baixos, 7 pontos
  2. Japão, 5 pontos
  3. Suécia, 4 pontos
  4. Tunísia, 0 pontos

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Anthony Elanga Suécia
Fonte: Federação Sueca de Futebol

Nuno Dias responde ao Bola na Rede após o Sporting x Benfica: «Principalmente esses aspetos, foram os que mais melhorámos»

Nuno Dias respondeu ao Bola na Rede em conferência de imprensa após o Sporting x Benfica. Leões ganharam por 3-2.

Nuno Dias esteve presente em conferência de imprensa após a vitória do Sporting frente ao Benfica no jogo 4 da final do playoff de futsal. Nesta quinta-feira, os leões venceram em casa as águias por 3-2 e vai assim haver o quinto jogo no domingo.

Bola na Rede: De que forma procurou superar a pressão do Benfica para a segunda parte e quais foram os aspetos que mais gostou de ver no Sporting, a nível tático?

Nuno Dias: O que melhorámos foi, em termos ofensivos, a forma como a bola chegou ao pivot mais depressa e a forma como o apoiámos quando a bola lá entrou. Estávamos a mastigar demais e a tentar jogar a bola muito tempo e os nossos pivots, nas lutas, estavam a perder as linhas de passe. Provavelmente, naquele primeiro momento, a linha de passe existia e a bola não entrava. Depois, pelas lutas que estavam a ser alvo, essas linhas de passes deixavam de existir e já não conseguíamos ligar. Teríamos de ser mais objetivos e na segunda parte acho que fomos mais objetivos. Começámos a ligar com menos toques. Depois de ligar, começámos a correr nas costas e a ajudar mais os pivots. Em vez de tocar e ficar parados, estávamos a tocar e a aparecer, tocar e ajudar, tocar e movimentar de uma forma muito mais objetiva do que estávamos a fazer na primeira parte. Em termos defensivos, começámos a estar mais próximo do portador da bola, incomodar mais a progressão, a limitar mais o ataque do guarda-redes do Benfica. Na segunda parte, melhorámos isso também. Principalmente esses aspetos, foram os que mais melhorámos e que nos dá algum gozo, da forma como alterámos essa postura.

Cassiano Klein responde ao Bola na Rede após Sporting x Benfica: «Não conseguimos ser tão contundentes na segunda parte»

Cassiano Klein respondeu a uma pergunta do Bola na Rede em conferência de imprensa após o Sporting x Benfica.

Cassiano Klein esteve presente em conferência de imprensa após a derrota do Benfica frente ao Sporting no jogo 4 da final do playoff de futsal. Nesta quinta-feira, os leões venceram em casa as águias por 3-2 e vai assim haver o quinto jogo no domingo.

Bola na Rede: Olhando para a segunda parte, quais foram as maiores dificuldades que encontrou com e sem bola contra o Sporting?

Cassiano Klein: Resumidamente, isso garanto que vou melhorar depois de acompanhar o jogo. Acredito que, na primeira parte, fomos mais consistentes. Conseguimos atacar e defender num nível melhor. Na segunda parte, fomos menos consistentes. Tivemos momentos bons, mas não conseguimos, em alguns momentos, defender forte, perdemos a pressão na bola. Quando perdes a pressão na bola, a bola entra mais no pivot, o guarda-redes consegue ter mais espaço para carregar bola e decidir melhor. Conseguimos ter muita energia na primeira etapa, na segunda tivemos energia, mas um milímetro que diminuis nesse jogo faz o estrondo. Olhando o jogo agora, percebo isso. Não conseguimos ser tão contundentes na segunda parte.

Equador vence Alemanha e está apurado no barco do 3º lugar e Costa do Marfim elimina Curaçau para seguir em frente no Mundial 2026

Dia de decisões no Grupo E. Além da Alemanha, também a Costa do Marfim e o Equador se juntam nos 16 avos do Mundial 2026.

Contas finais no Grupo E do Mundial 2026, que entregou o que prometia. A Alemanha já tinha o primeiro lugar assegurado e vê agora a Costa do Marfim e o Equador, como terceiro lugar com quatro pontos, juntarem-se no leque dos 16 avos.

O Equador precisava de ganhar e foi isso que se sucedeu, com um triunfo por 2-1 diante da Alemanha. Leroy Sané (2′) adiantou os europeus, mas Nilson Angulo (9′) e Gonzalo Plata (78′) marcaram os golos da reviravolta, a primeira vitória dos sul-americanos que garantem assim o apuramento, já confirmado com estes números.

Com caminho aberto para o apuramento, a Costa do Marfim venceu Curaçau por 2-0. Nicolás Pépé (7′ e 64′) bisou e garantiu o apuramento da seleção africana no segundo lugar do grupo, eliminando a mais pequena nação a participar na história dos Mundiais.

Eis a classificação final do Grupo E:

  1. Alemanha, 6 pontos
  2. Costa do Marfim, 6 pontos
  3. Equador, 4 pontos
  4. Curaçau, 1 ponto

Recorda o percurso de todas as seleções envolvidas neste Mundial 2026.

Nicolas Pépé Costa do Marfim
Fonte: CAF

Nuno Dias: «Tivemos três bolas no poste, mas o Benfica chega ao intervalo com um resultado magro para aquilo que tinha feito»

Nuno Dias analisou o desfecho do Sporting x Benfica. Leões ganharam por três bolas a duas no jogo 4 da final de Futsal.

Nuno Dias prestou declarações após o Sporting x Benfica. Nesta quinta-feira, os leões receberam as águias e venceram por 3-2 no jogo 4 da final do playoff de Futsal, disputado no Pavilhão João Rocha.

«Concordo que não foi a melhor exibição. Acho que o Benfica foi melhor mais tempo. A primeira parte não foi nada boa, o Benfica nos últimos 7 minutos dominou. Tivemos três bolas no poste, mas o Benfica chega ao intervalo com um resultado magro para aquilo que tinha feito. A segunda parte foi diferente, os jogadores tiveram outra atitude. Quando as coisas não resultam com qualidade, têm que resultar com união, com garra, com duelos cum contra um… apresentámos uma superação diferente. Na segunda parte fizemos um melhor jogo, equilibrámos, passámos para cima. Os jogadores estão de rastos no final da época, mas ainda há um quinto jogo. Zicky não vai estar, se vocês viram como ele viu o amarelo e o Silvestre não viu e podia ter visto… mas valorizar que o Benfica foi melhor na primeira parte, podia ter tirado o Sporting do jogo. Mas reagimos, tivemos comportamentos próximos do que somos. Chegamos a esta fase como o Benfica chegou o ano passado. No ano passado perdemos. Podíamos ter vencido o Benfica no último jogo. Vamos dar tudo para sermos campeões».