Andy Robertson vai deixar o Liverpool no final da época. Confirmação foi dada pelos reds com o lateral em final de contrato.
Andy Robertson não vai continuar o seu percurso no Liverpool. Em final de contrato com os reds, o emblema inglês confirmou a saída do histórico lateral escocês no final da época, a custo zero.
«Após nove temporadas de enorme sucesso em Anfield, o capitão da seleção da Escócia vai deixar o clube quando o seu contrato terminar neste verão. Fá-lo-á como uma verdadeira lenda do Liverpool, tendo desempenhado um papel fundamental nos sucessos dos últimos anos ao longo das suas 373 presenças até à data», destaca o clube em comunicado.
Andy Robertson chegou ao Liverpool em 2017 e vai deixar os reds depois de nove épocas no clube. Esta época, o defesa de 32 anos leva dois golos e duas assistências em 32 jogos pelo clube. Além do lateral, também Mohamed Salah vai deixar o clube no final da temporada.
We can confirm Andy Robertson will bring his Reds career to an end at the conclusion of the current season.
FC Porto e Nottingham Forest medem forças nos quartos de final da Europa League. Já são conhecidos os onzes de Francesco Farioli e Vítor Pereira.
O FC Porto recebe o Nottingham Forest na primeira mão dos quartos de final da Europa League e já são conhecidos os onzes iniciais das duas equipas. No regresso de Vítor Pereira ao Estádio do Dragão, ambos os conjuntos procuram garantir um bom resultado para a segunda mão da eliminatória no City Ground.
Eis os onzes iniciais:
FC Porto: Diogo Costa; Martim Fernandes, Thiago Silva, Jan Bednarek, Zaidu Sanusi; Pablo Rosario, Seko Fofana, Gabri Veiga; William Gomes, Terem Moffi, Borja Sainz.
Nottingham Forest: Stefan Ortega; Nicolás Domínguez, Murillo, Zach Abbott, Morato, Dilane Bakwa; Ryan Yates, James McAtee, Morgan Gibbs-White; Dan Ndoye, Chris Wood
O caminho para a final em Istambul está cada vez mais perto e o Braga continua a afirmar-se como claro candidato ao título, batendo-se de frente contra um Real Bétis que é apontado como favorito desde o arranque da temporada. Num duelo entre duas equipas reconhecidas pela capacidade de reter a posse de bola, os gverreiros venceram essa batalha mas não foram capazes de ganhar conforto para o encontro em Sevilha. Sem Rodrigo Zalazar, Carlos Vicens fez algumas alterações ao onze inicial, avançando Gabri Martinez para uma posição mais avançada no corredor esquerdo e com Diego Rodrigues a fletir para zonas centrais.
Esta estratégia inicial procurava manter uma referencia fixa na profundidade com o espanhol, forçando a defesa adversária a baixar e abrindo espaços entre-linhas, onde o Braga colocou muitos homens. Para o sucesso deste processo, o trabalho de excelência que Ricardo Horta e Pau Victor continuam a fazer nos apoios curtos foi essencial, criando também espaço para as arrancadas de Victor Gómez pela direita. Depois de uma boa entrada no jogo, Florian Grillitsch voltou a mostrar o instinto goleador, desta vez com um calcanhar ao primeiro poste na sequência de um canto batido por Diego Rodrigues. O internacional sub-21 português acabou por ser substituído por lesão aos 18 minutos, o que forçou Carlos Vicens a escolher alguém que pudesse manter o controlo em zonas interiores.
Fonte: Paulo Ladeira/Bola na Rede
Para esse papel escolheu João Moutinho, que acabou por ocupar uma posição de ‘número 10’, também com a ideia de trazer melhor definição no último terço. Desta forma, no momento defensivo, Gabri Martinez recuou para ala-esquerdo e os minhotos adotaram um 5-2-1-2. Esta estratégia ainda permitiu ter um homem responsável pela marcação de Sofyan Amrabat, que funcionou como o cérebro da construção do Real Bétis, o que o forçou a recuar entre os centrais e aumentou a distância entre as linhas dos espanhóis. Contudo, o Bétis mostrou-se capaz de criar perigo através do contra-ataque, utilizando a largura de Abde Ezzalzouli como principal arma.
O caráter ofensivo de Victor Gómez deixou espaços no corredor esquerdo que foram aproveitados pelo extremo marroquino, forçando Gustaf Lagerbielke a defender em zonas laterais e claramente desfavoráveis para o sueco. Através destes perigosos ataques rápidos e de bolas paradas, o Bétis criou várias oportunidades de golo que poderiam ter mudado completamente o contexto do jogo, mas Lukas Hornicek voltou a brilhar com várias defesas de alto calibre. Ainda antes do intervalo, Pau Victor teve também alguns momentos de inspiração no drible, mas a vantagem de um golo manteve-se.
Fonte: Paulo Ladeira/Bola na Rede
Na segunda parte, o contexto do jogo mudou, visto que o Braga entrou num modo de gestão do ritmo de jogo, enquanto os espanhóis lutavam pelo resultado. Condicionado pelo amarelo recebido logo aos 10 minutos, Sofyan Amrabat saiu para a entrada de Antony, o que alterou a disposição tática dos sevilhanos, passando para um 4-3-3 com Marc Roca como o médio mais recuado e com Pablo Fornals e Fidalgo na sua frente. No momento defensivo, esta mudança permitiu ter mais elementos em zonas centrais, condicionando a ideia de jogo dos minhotos.
A turma de Carlos Vicens foi capaz de dominar a posse e evitar grandes oportunidades adversárias até aos 59 minutos, momento no qual Abde encontrou o espaço que o Bétis tanto procurou. Desta vez com Gorby pela frente, bateu o médio francês no drible e ganhou o penálti, numa altura em que precisavam claramente de um momento de inspiração ofensiva individual. Após o empate, o técnico dos gverreiros ainda tentou acrescentar maior qualidade técnica e controlo com as entradas de Dorgeles e Tiknaz, e ainda de uma referência de área com Fran Navarro. Na reta final do encontro, ambas as equipas demonstraram alguma hesitação em comprometer demasiados jogadores a zonas mais avançadas, reconhecendo o perigo ofensivo dos adversários. Assim, o jogo acabou por estabilizar na igualdade até um susto final com o remate de Antony.
Fonte: Paulo Ladeira/Bola na Rede
BnR na Conferência de Imprensa
Com um posicionamento mais adiantado que o costume, Gabri Martinez ofereceu largura e uma ameaça na profundidade ao longo de todo o jogo, forçando a defesa do Betis a recuar, abrindo espaços na zona central. Visto que o Braga colocou depois tantos homens nas zonas entre linhas, que importância teve esta estratégia no jogo de hoje?
Carlos Vicens: Sim, com o Gabri queríamos ter essa ameaça nas costas da defesa e, como referi antes, estivemos um pouco nervosos na primeira parte. Isso privou-nos de conseguir criar mais oportunidades. Na segunda parte estávamos focados em controlar mais o ritmo de jogo, por isso precisávamos de mais apoios no pé do que no espaço. Ele trabalhou muito contra o Moreirense e quando a energia dele acabou hoje decidimos colocar o Mario Dorgeles, que também nos ajuda a ter mais controlo a partir da esquerda.
O Bétis procurou encontrar Abde nos contra ataques, forçando Lagerbielke a defender em zonas mais abertas. Quão importante foi esta dinâmica num jogo em que tiveram dificuldade para controlar a posse de bola?
Manuel Pellegrini: A posse de bola já sabíamos que ia ser difícil contra uma equipa como o Braga. Tivemos o contra-ataque na segunda parte com o Abde que nos permitiu igualar o marcador. Mas acho que na primeira parte conseguimos criar com todo o setor ofensivo, não só pelo lado do Abde. E acabamos por criar 4 ou 5 oportunidades claras.
Raúl Asencio foi questionado sobre as opções de Álvaro Arbeloa e já se pronunciou. Defesa respondeu no X.
Nos últimos dias, a imprensa espanhola deu conta de um mal-estar entre Raúl Asencio e Álvaro Arbeloa, defesa e treinador do Real Madrid. Questionado à saída do centro de treinos sobre a ausência de minutos, o defesa respondeu de forma curta.
«Isso têm de perguntar ao Arbeloa», respondeu Raúl Asencio, que, num segundo momento, veio ao X explicar a decisão.
«Não percebo por que é que dão tanta importância a isto. O treinador é que manda, é ele que decide quem joga e quem fica no banco. Tenho o maior respeito por ele e por todos os meus colegas. Um abraço a todos e Hala Madrid», escreveu Raúl Asencio na conta pessoal do X.
Raúl Asencio não joga pelo Real Madrid há mais de um mês, desde o dia 6 de março. O defesa de 23 anos soma 30 jogos pelos merengues esta época.
No entiendo las vueltas que le dais a las cosas. El Míster es el que manda, pone y quita a los jugadores. Tengo el máximo respeto hacia él y todo mis compañeros. Un saludo a todos y Hala Madrid🤍 https://t.co/cznE2rwn8V
Vladimir Smicer elogiou Patrik Schick e comparou-o a Viktor Gyokeres. Antigo médio do Liverpool queria ver o compatriota no Arsenal.
Vladimir Smicer, antigo médio do Liverpool, deixou grandes elogios a Patrik Schick. Em declarações à BetVictor, o antigo jogador garantiu que queria ver o jogador no Arsenal ao invés de Viktor Gyokeres.
«O Patrik Schick é um goleador clássico. Na área é muito, muito inteligente e consegue finalizar de todos os ângulos. O seu pé esquerdo é realmente bom. Infelizmente para ele, sofreu muito com lesões musculares. Se o Schick tivesse ido para o Arsenal em vez do Viktor Gyokeres, penso que eles já poderiam ter ganho o título da Premier League», começou o médio, que prosseguiu o raciocínio.
«Com as mesmas oportunidades, ele teria marcado muito mais golos. Tenho a certeza disso porque ele é um finalizador muito melhor. Ainda gostaria de o ver na Premier League», destacou ainda Vladimir Smicer.
Marco Silva foi suspenso por um jogo após comentários feitos no rescaldo do Fulham x West Ham. Em causa, críticas à arbitragem.
Marco Silva foi suspenso por um jogo e tem uma multa superior aos 100 mil euros para pagar. Em causa, estão as declarações do técnico que visaram a arbitragem depois da derrota do Fulham contra o West Ham, já no dia 4 de março.
«As decisões dos árbitros foram de um nível muito baixo, na minha opinião. Não estiveram ao nível que um jogo como este, decisivo nesta fase da época, deveria ter, sobretudo com o impacto do VAR. O John Brooks, com o Fulham, decidiu contra a decisão do árbitro em campo. É inacreditável. Tem sido um pouco a história da nossa época quando ele está envolvido connosco. Foi muito infeliz outra vez, mesmo não estando no relvado, foi uma decisão tomada no gabinete. Até o penálti, volto a repetir, foi o John Brooks que decidiu contra a decisão do árbitro em campo. É muito difícil de entender estes erros em jogos contra nós, mas é o que é. Temos de respeitar. Não podemos controlar. Todas as decisões foram contra nós», referiu na altura Marco Silva.
O próximo jogo do Fulham de Marco Silva na Premier League joga-se este sábado, dia 11 de abril, a partir das 17h30. Os cottagers deslocam-se a Anfield, onde vão receber o clube orientado pelo português.
🚨 An independent Regulatory Commission has handed Marco Silva a one-match touchline ban and £90,000 fine for comments made after the Premier League match between Fulham and West Ham United on Wednesday 4 March.
Abel Ferreira foi alvo de mão pesada. Técnico suspenso por oito jogos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) do Brasil.
Abel Ferreira já conhece a dimensão do castigo depois de duas expulsões em jogos do Brasileirão. O técnico foi suspenso por oito jogos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) do Brasil. Em causa, estão as expulsões contra o São Paulo e o Fluminense, embora o técnico já tenha cumprido dois jogos de suspensão, a sanção automática por parte de cada um dos cartões vermelhos.
«Estas manifestações, de forma inequívoca, mostram que a conduta não se limitou a um facto isolado, mas foi reiterada e contínua. Este inconformismo veio com linguagem ofensiva, postura hostil, inclusive após a aplicação da sanção disciplinar. O relatório, somado aos factos notórios, confirma que estamos perante um comportamento reiterado de descontrolo e confronto com a arbitragem. A conduta evidencia um padrão de comportamento incompatível», destacou a auditora Ana Ralil, relatora do caso.
Já em relação ao confronto contra o Fluminense, a suspensão de dois jogos também se deveu a palavras dirigidas à árbitra assistente. «Você é cega, não viu que o lateral era para a nossa equipa, c******. Vocês nunca veem nada», acusou Abel Ferreira na altura.
«A conduta do técnico Abel Ferreira é marcada pela alta competitividade, um treinador que ganha títulos. Mas, igualmente, tem reclamações frequentes e um número elevado de cartões desde a sua chegada. As sanções anteriormente aplicadas não foram suficientes para inibir a conduta. Não se pode admitir a normalização de comportamentos desta natureza», acrescentou a auditora.
Gustavo Sá foi eleito o Jovem Jogador do Mês da Liga Portugal. Médio do Famalicão empatou com Andreas Schjelderup e houve critério de desempate.
Gustavo Sá é o Jovem Jogador do Mês da Liga Portugal. Referente ao período de março, o médio do Famalicão ficou empatado com Andreas Schjelderup (Benfica) com 20,41% dos votos dos treinadores principais da competição, mas o organismo recorreu a critério de desempate.
«Gustavo Sá e Schjelderup (SL Benfica) dividiram o topo das preferências dos principais treinadores da prova, ambos com 20,41%, sendo necessário recorrer ao critério de desempate relacionado com a idade: ambos nascidos em 2004, o médio famalicense é cerca de 5 meses mais novo. A completar o pódio da votação surge Froholdt (FC Porto), com 16,33% das preferências», assim pode ler-se no site oficial da Liga Portugal.
Gustavo Sá está no Famalicão desde a temporada 2018/19 (formação), sendo que se afirmou na equipa principal em 2022/23. Esta temporada, o médio de 21 anos leva até ao momento 29 jogos, quatro golos e duas assistências pelo respetivo emblema da Primeira Liga.
Vítor Pereira regressa a Portugal esta noite. Carlitos, diretor desportivo do Espinho, foi treinado pelo técnico a quem deixou elogios.
Vítor Pereira orientou o Espinho entre 2005 e 2007, antes de regressar à formação do FC Porto. Nos tigres, o técnico orientou Carlitos, atualmente diretor desportivo do Espinho, e o antigo avançado recordou a ligação com o técnico.
«Lembro-me do mister chegar perto de mim e dizer que eu estava a ser uma agradável surpresa. Era uma equipa muito forte, gente de barba rija, eu sabia que não teria grandes hipóteses de jogar. Era um miúdo e ouvir aquelas palavras foi algo muito marcante. Ele era um homem de fé, de trabalho e resiliência. Eu era um miúdo, mas absorvi isso. Acho que estes três fatores fizeram a sua carreira e foram importantes para o sucesso que alcançou. Não estou surpreendido, teve a sorte que precisava, mas já se previa que teria êxito», elogiou o antigo avançado em declarações ao jornal O Jogo.
«Evoluí mais como jogador dele, apenas treinando, do que em algumas épocas a jogar com outros treinadores. Tudo o que ele metia no treino era incrível para um jovem jogador», salientou Carlitos.
«Vai ser um jogo especial para ele, mas tem experiência suficiente para gerir emoções neste tipo de jogos. Foi muito feliz no FC Porto, onde deixou a sua marca e onde construiu uma grande história», destacou o diretor desportivo do Espinho.
«Ele é um homem da terra, sabe disso, e é um grande exemplo para todos nós! Quem é espinhense deve sentir orgulho por aquilo que tem feito. Ele anda nas ruas de Espinho com uma humildade fantástica, não se esconde de ninguém e fala para toda a gente», frisou Carlitos.
João Pinheiro e os assistentes Luciano Maia e Bruno Jesus foram convocados para o Mundial 2026. Pedro Proença felicitou os três.
A Federação Portuguesa de Futebol emitiu uma nota oficial após a nomeação de João Pinheiro para o Mundial 2026, além das chamadas dos assistentes Luciano Maia e Bruno Jesus. Entretanto, Pedro Proença, presidente do respetivo organismo, deixou mensagem de felicitação:
«A nomeação do árbitro João Pinheiro e dos assistentes Luciano Maia e Bruno Jesus para o Campeonato do Mundo de 2026 não é apenas uma grande notícia para a arbitragem portuguesa. É uma grande notícia para o Futebol Português e para Portugal. É o reconhecimento, por parte da FIFA, do talento e da dedicação dos árbitros portugueses e do excelente trabalho realizado pelo setor da arbitragem em Portugal. Pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, liderado por Luciano Gonçalves, pela Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), presidido por José Borges, e pelos Conselhos de Arbitragem e Núcleos das Associações Distritais e Regionais», referiu Pedro Proença.
«Portugal volta a ter, 12 anos depois, uma equipa de arbitragem na fase final de um Campeonato do Mundo. Sei, por experiência própria, o que representa para João Pinheiro, Luciano Maia e Bruno Jesus a presença num palco tão importante. Desejo-lhes, por isso, a maior das felicidades para o Mundial. Sei que representarão dignamente a arbitragem e o Futebol Português. No Mundial dos Estados Unidos, Canadá e México, também na arbitragem Vai dar Portugal!», disse ainda Pedro Proença.