Início Site Página 487

Grátis e não só: onde ver todos os jogos do Mundial 2026 nesta sexta-feira, 19 de junho?

O Mundial 2026 continua com quatro partidas por dia. Sabe onde ver os jogos da noite (e madrugada) desta sexta-feira, 19 de junho.

O Mundial continua a todo o ritmo e com quatro jogos por dia. Esta sexta-feira, 19 de junho, disputam-se os encontros do Grupo C e Grupo D.

No Grupo C, a Escócia defronta Marrocos e o Brasil defronta o Haiti. No Grupo D, há espaço a um EUA x Austrália e ao Turquia x Paraguai.

Eis os horários e transmissões dos jogos:

  • EUA x Austrália (20h, 19 de junho): Sport TV 5
  • Escócia x Marrocos (23h, 19 de junho): Sport TV 5
  • Brasil x Haiti (00h30, 20 de junho): LiveMode TV e Sport TV 1/5
  • Turquia x Paraguai (04h, 20 de junho): Sport TV 5

Recorda todos os grupos do Mundial 2026. Acompanha também tudo sobre a competição nas redes sociais do Bola na Rede.

Troféu Mundial 2026
Fonte: FIFA

Já se fazem contas e já se usam as calculadoras – Diário do Mundial 2026 #8

Lê também os outros capítulos do Diário do Mundial 2026. 

Saudades do Portugal x RD Congo? | Chéquia 1-1 África do Sul

Oswin Appollis África do Sul Vladimír Darida Chéquia
Fonte: Federação Sul-Africana de Futebol

Além da divisão continental, com uma seleção europeia e uma africana, há muito pouco que une a Chéquia a Portugal, tal como também é muito pouco aquilo que aproxima a África do Sul à RD Congo. Ainda assim, a forma como o roteiro dos dois jogos se construiu tem uma semelhança base que influenciou todo o jogo: um golo aos seis minutos.

A relação da Chéquia com golos a partir de lançamentos laterais é uma das histórias deste Mundial 2026. Desta vez, bem diferente, mas ainda assim com a mesma origem. A fragilidade defensiva da África do Sul, despreocupada com um fora de jogo que não existe quando a bola vem dos dedos da mão, foi chave e Michal Sadílek aproveitou. Foi uma das novidades no onze de Miroslav Koubek e correspondeu desde início.

O golo era, e vejam lá se a história não se repete, tendencialmente benéfico para a Chéquia. De resto, tudo diferente, mas a base do golo precoce que levou a um relaxar em demasia também se verificou. Para os checos, marcar cedo significava baixar linhas, oferecer a bola à África do Sul e esperar que perdas de bola e lances de transição aproximassem a equipa novamente da baliza.

Michal Sadílek Chéquia
Fonte: Federação Checa de Futebol

E foi isso que aconteceu. O 5-3-2 da Chéquia – de resto, o 5-3-2 tem sido uma das tendências táticas deste Mundial – fechou espaços por dentro e a África do Sul não conseguiu, durante largos períodos arranjar uma estratégia para chegar perto da baliza de Matej Kovar. É notório o impacto da má estreia e dos erros em construção na confiança dos Bafana Bafana, que voltaram a acumular erros e imprecisões técnicas no terreno. Quando a bola ia longa, direta ao fim do campo, a capacidade física checa impôs-se e, para lá de um ou dois lances em que Iqraam Rayners conseguiu jogar em apoio.

Ainda assim, quando Hugo Broos se deixou seduzir pela criatividade e libertou Relebohile Mofokeng do cativeiro do banco de suplentes, o jogo mudou. O médio criativo nem fez uma exibição por aí além, mas a sua presença nas costas dos médios checos ajudou a libertar Oswin Appollis, o mais irreverente dos extremos, e Teboho Mokoena, o melhor jogador da África do Sul e baixa para a última jornada.

Teboho Mokoena África do Sul
Fonte: Federação Sul-Africana de Futebol

Não foi um jogo de grande sequência técnica da África do Sul, que chegava ao Mundial 2026 com uma ideia de jogo bem definida, mas sem certezas quanto à sua concretização quando o nível subisse. A resposta está dada, mas o penálti, aparecido como um milagre para a seleção africana, mudou o paradigma e permitiu um empate. Nem tudo é mau. 

Para a Chéquia, e retomando o Portugal x RD Congo, o golo muito cedo acabou por fazer a equipa cair num adormecimento coletivo, confiando que o desacerto dos Bafana Bafana seria eterno. Não só defensivamente a equipa foi descurando posicionamentos, abrindo espaços  e permitindo um perigo crescente, como praticamente desistiu de tentar ameaçar com um segundo golo que resolvesse o jogo. O empate seria um Azar do Krejci, não tivesse sido um puro exercício de desinteresse com o jogo. E Krejci até foi o melhor checo em campo.

O dia em que Murat Yakin se tornou no Tambor | Suíça 4-1 Bósnia e Herzegovina

Johan Manzambi Suíça
Fonte: Federação Suíça de Futebol

Entre todas as personagens secundárias do universo da Disney, há poucas tão fofinhas como Tambor, o coelho amigo de Bambi conhecido por um movimento incessante: o bater constante da pata no chão. No filme, um dos mais conhecidos neste mundo encantado, Tambor é uma espécie de abre-olhos e de abertura para o pequeno veado, tímido e muito reservado por razões que todos sabemos e que escusam de ser relembradas, não vá tal memória dar uma tónica triste à melhor altura do ano. Tambor é também o melhor amigo do Bambi.

Não haverá no mundo homem tão feliz no mundo com Johan Manzambi como Murat Yakin, o Tambor desta história. Afinal, também ele é o protagonista da vitória helvética, a primeira dos suíços deste Mundial. O próximo jogo determinará se Murat Yakin se tornou mesmo ou não no Tambor, fielmente escudado no Bambi, encarnado na figura de Manzambi. Se tal não acontecer, então o futebol é mesmo uma ciência muito complexa.

É impressionante a forma como, partindo do banco, Manzambi não tem medo de chamar sobre si a pressão. Aos 20 anos, entra leve, levezinho, como quem não tem noção se joga num Mundial ou num parque infantil, com os amigos ao final do dia. Tem condições físicas e técnicas determinantes para se impor a este nível e um potencial desmedido para ser um dos melhores talentos helvéticos do século.

Johan Manzambi Suíça Ruben Vargas Jogadores
Fonte: Federação Suíça de Futebol

Já diante do Catar, num jogo que terminou da pior maneira para a Suíça, tinha entrado com vontade e determinação para mudar o jogo. Foi um dos isentos do resultado mau a abrir. Desta feita, não só voltou a agitar o jogo, como o assumiu como seu e, se a Suíça venceu, deve-o quase exclusivamente a Johan Manzambi. Sem grandes rodriguinhos, marcou o primeiro e o terceiro golos, fez um passe do outro mundo que levou Tarik Muharemovic a ser expulso (com 1-0 no marcador) e fez a pré assistência para o segundo golo helvético. Absolutamente dominante.

A Suíça está num estágio meio indefinido neste Mundial 2026. Consegue ser uma seleção dominadora e tem variabilidade tática para surpreender adversários. Desta vez, partiu para um 4-4-2 com Aebischer de fora para dentro sobre a direita, com Widmer a chegar à linha de fundo, e tentou juntar gente à esquerda com Rieder a tentar gerar superioridades. Entre tudo isto, apenas dois jogadores se destacaram. Granit Xhaka é eterno. Tem-se desenvolvido como um passador de elite. Dan Ndoye, para o bem e para o mal, com uma definição ao nível do desastre, tentou algo para ir contra a monotonia helvética. Que bem faz Joham Manzambi à Suíça. Murat Yakin tem de se tornar amigo dele como Tambor.

Edin Dzeko Bósnia e Herzegovina
Fonte: Federação Bósnia de Futebol

A Bósnia e Herzegovina acabou goleada, mas a imagem de solidez e segurança continua visível. De resto, poucos jogos tinham mostrado uma influência tão grande da pausa de hidratação como este. A meio da primeira parte, para evitar que Widmer chegasse tantas vezes sozinho à linha de fundo, Sergej Barbarez chamou Amar Memic para fechar a cinco no lado esquerdo e equilibrou o conjunto bósnio num 5-3-2 que metia Alajbegovic por dentro. Curiosamente, sempre que a Bósnia ganhou a bola, beneficiou desta dinâmica à esquerda, com o jovem talento a juntar-se a Memic, para construir superioridades. 

Depois, a seleção europeia tem sempre argumentos para defender a área e chegar à frente. Até à expulsão, que o tira do jogo diante do Catar, Tarik Muharemovic estava a ser o melhor jogador em campo da Bósnia e Herzegovina precisamente pela capacidade de defender a área, ganhar duelos e impedir situações de golo. Sofreu muito Breel Embolo. Na frente, Edin Dzeko recuperou e continua a ser uma espécie de guia para a sua seleção, mas é Ermedin Demirovic, pela capacidade de conciliar a estampa física com as soluções de ligação, quem mais se destaca. Serão muito necessários na última jornada, tentando uma vitória que leve a Bósnia em frente.

O esgar de dor de Ismael Koné que transformou a festa num momento protocolar | Canadá 6-0 Catar

Nathan-Dylan Saliba Canadá Ismael Koné
Fonte: Federação Canadiana de Futebol

Se alguém dissesse a qualquer jogador do Canadá que a primeira vitória do país na história dos Mundiais chegaria, em casa, com uma goleada por 6-0, era difícil imaginar que alguém recusasse a assinatura. No entanto, depois do jogo, o momento era quase protocolar, onde cada sorriso era calculado e contido. A lesão grave de Ismael Koné assim obriga.

Mais do que o futuro do Canadá no Mundial, cuja proposta de jogo era muito dependente da capacidade do médio jogar uma ou duas rotações acima, funcionando de trás para a frente e aproximando a equipa da área adversária, a preocupação com o estado físico do colega era evidente. O pé de Ismael Koné fugiu à bota num lance horripilante com Assim Madibo, também ele profundamente afetado com a lesão que, involuntariamente, provocou. O momento em que o médio do Sassuolo olhou para a perna e esboçou um esgar de dor ao ver a lesão é marcante e simbólico. Desta vez, quando os jogadores se reuniram e cercaram o colega de equipa, os corações não ficaram em suspenso como naquele dia em Copenhaga, ainda tão presente na memória. Ficaram apreensivos, receosos e com uma sensação de surpresa perante a gravidade de uma lesão que vai travar o médio de continuar a jogar futebol, pelo menos neste Mundial 2026. E, assim, havia muito pouco a celebrar. A homenagem fez-se, primeiro quando Ismael Koné acenou aos adeptos em Vancouver e foi recebido por um coro de aplausos e depois quando Nathan-Dylan Saliba, o seu substituto, marcou de livre e ergueu a camisola estampada com o número 8 nas costas. O futuro do Canadá no Mundial joga-se sem Ismael Koné.

O jogo, esse, já estava altamente condicionado e ainda mais ficou. O resultado dilatado espelha uma diferença entre as duas seleções estabelecida ainda 11×11 e tornada arrebatadora por um 11×9. Antes de Assim Madibo, já Homam Al-Amin havia sido expulso. Pequenos pormenores sem grande influência num jogo que mostrou que o Catar é, de facto, uma das seleções com mais fragilidades no Mundial 2026. O empate na estreia é que parece ter sido acidente de percurso.

Canadá Jogadores
Fonte: Federação Canadiana de Futebol

A seleção do Canadá fez-se valer da pressão alta e da capacidade para sufocar adversários e impedir saídas limpas, mas curiosamente, no primeiro momento do Catar com bola, deixou os centrais ter segundos para pensar, impediu a bola de entrar nos médios e, só quando se começou a sentir o nervosismo de quem tinha a bola, mas não tinha qualquer sítio onde a colocar, apertou. Também nestes pormenores se vê o sucesso das pressões. Ainda assim, o contexto do jogo teve desafios bem diferentes para os canadianos.

Foi, no fundo, um exercício de ataque organizado contra uma defesa cada vez mais baixa e cada vez com menos gente, como um daqueles treinos que vai perdendo elementos para ter uma conversa com os treinadores, à parte do grupo. A única diferença é que a conversa, desta vez, foi daquelas feita sozinha, no banho. Neste contexto, não há muito valor coletivo que se possa extrair do jogo, para lá do fantasma da seleção que cria muito e marca pouco, como se viu na estreia. Desta vez, a seleção criou muito, mas também marcou muito.

Jonathan David Canadá
Fonte: Federação Canadiana de Futebol

Para isso, há duas exibições exemplares, antes das trocas e do jogo ter ficado de sentido único. A primeira é a de Tajon Buchanan. Tinha estado apagado e errático na primeira jornada, mas desta vez foi capaz de acrescentar muita energia ao jogo a partir da direita. A segunda é a de Jonathan David. Marcou o segundo hat-trick do Mundial numa exibição completamente dominadora. Não só contribuiu em apoio, baixando em campo para ligar jogo, como também soube ser um homem de área. Vive um momento de alguma crise de confiança, mas contra o Catar mostrou um à vontade imenso para trabalhar a bola na área e virar-se para a baliza e na reação. Com Alphonso Davies ainda a recuperar os melhores índices físicos, assumiu-se como protagonista. E, por falar, em indíces físicos, num jogo tão influenciado por uma lesão, é de saudar o regresso de Moise Bombito. Será fundamental no futuro canadiano.

Quanto ao Catar, o jogo é esquecível. Nem Mahmud Abunada, que garantiu um ponto na primeira jornada, fica isento de culpas. A partir da primeira expulsão, a seleção catari quis apenas atenuar os números da derrota e, para a segunda parte, ainda com 10 em campo, a estratégia foi ainda mais conservadora, num 5-4-0 de base que, em muitos momentos, se transformava num 7-2-0. E não, esse conjunto de resultados não ganhava o Mundial.

O 1.º apuramento | México 1-0 Coreia do Sul

Luis Romo México
Fonte: Federação Mexicana de Futebol

O México é a primeira seleção a garantir a classificação para os 16 avos de final e, mais do que isso, já sabe que terminou o Grupo A em primeiro lugar e, por isso, jogará a próxima fase e, potencialmente, a seguinte, no Estádio Azteca, um local que apenas os mexicanos e Diego Armando Maradona podem chamar de casa. Aí está o prémio pelas duas vitórias no Mundial 2026.

A Coreia do Sul foi um desafio bem mais complicado de ultrapassar que aquele com que o México se deparou na estreia, diante da homónima de apelido. Até por isso, a estratégia e a disposição das peças mexicanas mudou. Por opção técnica, Javier Aguirre lançou Jorge Sánchez para o lugar de Israel Reyes, no lado direito da defesa, e foi a partir da dinâmica do antigo lateral do FC Porto com Roberto Alvarado que o conjunto da casa, no primeiro jogo da sua história em Guadalajara, criou superioridades. 

Jorge Sánchez começava baixo, mas rapidamente procurava soltar-se e atacar a linha de fundo, quer por dentro, quer por fora. Mais alto ou mais baixo, por vezes até mais recuado que o companheiro, Roberto Alvarado – importante também defensivamente, a fechar a linha de 5 – abria completamente o campo e permitia que, em muitos momentos, o México atacasse a última linha coreana com até seis jogadores. Taticamente, foi uma das vantagens que a equipa da CONCACAF identificou e conseguiu explorar. 

Roberto Alvarado México Lee Jae-sung Coreia do Sul
Fonte: Federação Mexicana de Futebol

A outra vantagem que o México procurou voltar a ter, tal como no jogo de abertura, passou por Julián Quiñones. O avançado parte da esquerda para o meio, tentando gerar vantagens por dentro. Foi sempre controlado por Lee Han-beom, um dos principais destaques do jogo da Coreia do Sul que, depois da pausa, saiu reforçado. Não é de hoje, mas foi mais um dia que mostrou que, no Mundial 2026, não há duas, mas quatro partes distintas nos jogos. 

Depois da primeira pausa, a Coreia do Sul cresceu no jogo, muito por influência de Lee Kang-in. Já na primeira partida dos sul-coreanos no Mundial tinha sido destaque pela capacidade técnica e pelas vantagens que conseguia identificar não só sobre a meia-direita, mas também baixando em campo para atrair marcações e abrir espaços. Aí, os alas coreanos e Son Heung-min conseguiram criar oportunidades.

A verdade é que, por mais interessante que tenha sido a batalha estratégica em campo, o jogo nasceu de um erro de Kim Seung-gyu, guarda-redes da Coreia do Sul. Na tentativa de afastar a bola, atrapalhou-se com um próprio colega de equipa e colocou-a nos pés de Luis Romo, o médio responsável por influenciar a construção sobre a esquerda. O golo surgiu do nada e, depois deste, o México deu uma demonstração de solidez defensiva. Ainda não sofreu um golo neste Mundial 2026. Edson Álvarez entrou na defesa e fez um jogo muito exuberante e, simultaneamente, sóbrio. Do banco, Javier Aguirre fechou-se e Obed Vargas entrou com tudo para fechar o meio. No fim, Raúl Rangel fez o impossível e defendeu o golo de vantagem. O México faz um bom Mundial até então e pode ir descansado para a última jornada. 

Já há uma seleção apurada para os 16 avos de final do Mundial 2026 e com lugar definido no chaveamento

O México está apurado para os oitavos de final do Mundial 2026. Seleção mexicana já sabe que terminará o Grupo A no primeiro lugar.

No primeiro dia da segunda jornada do Mundial 2026 ficou-se a conhecer a primeira seleção matematicamente confirmada na próxima fase da prova. O México, um dos anfitriões, está nos 16 avos de final depois de vencer a Coreia do Sul por 1-0.

Além do apuramento, a equipa anfitriã confirmou ainda o 1.º lugar do Grupo A, independentemente da combinação de resultados da última jornada. Desta forma, também já há novidades sobre o seu jogo.

O México jogará os 16 avos de final a 30 de junho diante de um dos terceiros lugares dos grupos C, E, F, H ou I, ainda por conhecer. Este jogo será jogado no Estádio Azteca e o, seu vencedor, jogará os oitavos de final no mesmo estádio, no que será o último encontro do Mundial 2026 em solo mexicano.

Mundial 2026
Fonte: Seleção México

México vence Coreia do Sul e é a 1ª seleção apurada para os 16 avos de final do Mundial 2026

O México está nos 16 avos de final do Mundial 2026. Vitória sobre a Coreia do Sul permite apuramento e 1.º lugar do Grupo A.

O México é a primeira seleção a confirmar o apuramento para os 16 avos de final do Mundial 2026. Vitória sobre a Coreia do Sul, que tem João Aroso como adjunto, por 1-0 sela contas dos mexicanos no grupo e pode permitir gestão na última jornada.

Depois de uma primeira parte entretida, mas sem golos, a segunda arrancou com a bola na rede. Luis Romo (50′) aproveitou um erro crasso de Kim Seung-gyu, guarda-redes coreano, e adiantou os mexicanos na partida.

Mais cedo, no Grupo A, a Chéquia e a África do Sul empataram por 1-1. Esta conjugação significa que o México chega aos seis pontos e, como o confronto direto é o primeiro fator de desempate, garante o primeiro lugar, com mais três pontos que a Coreia do Sul.

O primeiro lugar significa ainda que nos 16 avos e, potencialmente, nos oitavos de final, o México continuará por terras mexicanas e jogará no Estádio Azteca. O primeiro adversário será um dos terceiros lugares dos grupos C, E, F, H ou I.

Eis o 11 da 1ª jornada do Mundial 2026 pelo Bola na Rede

O Bola na Rede vai escolher a melhor equipa da jornada de todas as rondas do Mundial 2026. Eis as escolhas da 1.ª jornada da fase de grupos.

O Bola na Rede está de olho no Mundial 2026 e vai, a cada ronda, selecionar o melhor 11 da jornada. A primeira jornada já tem o seu onze definido.

Eis o 11 da 1.ª jornada:

  • Vozinha
  • Ramin Rezaeian
  • Harry Souttar
  • Diney Borges
  • Keito Nakamura
  • Ayyoub Bouaddi
  • Hwang In-beom
  • Weston McKennie
  • Lionel Messi
  • Michael Olise
  • Harry Kane

Podes perceber o fundamento por detrás de cada escolha (e conhecer as menções honrosas) no podcast “AM Bola na Rede”. Ouve o episódio onde escolhemos este XI.

Recorda o percurso de todas as seleções envolvidas neste Mundial 2026.

Canadá goleia Catar por 6-0 no Mundial 2026 e homenageia da melhor maneira Ismael Koné que saiu de maca com uma grave lesão

O Canadá goleou o Catar na segunda jornada do Mundial 2026. Além do resultado avolumado, jogo ficou marcado pela grave lesão de Ismael Koné.

O Canadá goleou o Catar por 6-0 em jogo da segunda jornada do Mundial 2026. O jogo, que terminou 11×9, ficou marcado pelo resultado e pela grave lesão de Ismael Koné.

No que toca aos golos, enquanto estava 11×11, marcaram Cyle Larin (16′) e Jonathan David (29′). Depois, Homam Al-Amin foi expulso e Jonathan David (45+3′) bisou. Na segunda parte, no lance que lesionou Ismael Koné, Assim Madibo (53′) foi expulso e, 11×9, Nathan-Dylan Saliba (64′), um autogolo de Mohamed Almanai (75′) e um hat-trick de Jonathan David (90+2′) fecharam o resultado.

No tal lance, momento arrepiante em Vancouver. Assim Madibo atingiu o pé de Ismael Koné que, num primeiro momento, nem se apercebeu da gravidade da lesão. Quando olhou para o pé, torto, o mundo desabou. O médio saiu de maca e acenou aos adeptos, num momento de tranquilização.

Com este resultado, a primeira vitória de sempre num Mundial, o Canadá ultrapassa a Suíça, que também venceu esta noite, pela diferença de golos. Ambas as seleções têm quatro pontos e disputarão o primeiro lugar na última jornada. O Catar é o último com um ponto, tal como a Bósnia e Herzegovina.

Arrepiante: Ismael Koné sai de maca após lance com Madibo em lesão horripilante no Canadá x Catar

É um dos momentos mais delicados deste Mundial 2026. Uma lesão arrepiante aos olhos deixa Ismael Koné fora do Canadá x Catar.

Lesão arrepiante a marcar o Canadá x Catar. Numa disputa de bola, Assim Madibo atingiu Ismael Koné e, num lance horrível de ver e difícil de descrever, lesionou o médio canadiano. Poco depois dos 50 minutos, o jogo ficou manchado.

Mal os jogadores se aperceberam da lesão, levaram as mãos à cabeça e rodearam-se em torno do médio, aparantado com um problema físico muito grave e que, certamente, o retira do resto do Mundial 2026.

Assim Madibo, inconsolável depois de perceber a gravidade da lesão do colega, foi expulso. Até ao fim do jogo, o Catar fica a jogar reduzido a nove, já que Homam Al-Amin havia sido expulso na primeira parte.

Na saída ao relvado, de maca, Ismael Koné tinha o pé – e a perna – imobilizados e acenou aos adeptos presentes em Vancouver, que o aplaudiram de pé. Depois de ser o melhor em campo na primeira jornada, o médio de 24 anos tem pela frente o momento mais delicado da carreira. O diagnóstico chegará nas próximas horas.

Não é Luis Suárez: Fenerbahçe cumpre promessa eleitoral e contrata goleador

O Fenerbahçe cumpriu uma promessa eleitoral ao garantir o regresso de Vedat Muriqi. Luis Suárez era o escolhido do candidato derrotado.

O Fenerbahçe confirmou o regresso do avançado Vedat Muriqi, seis anos após a sua saída, concretizando uma das promessas eleitorais do presidente do clube, Aziz Yildirim. A transferência foi fechada por cerca de 15 milhões de euros e envolve ainda a Lazio, que mantém direito a uma percentagem de uma futura venda.

O ponta de lança, de 32 anos, chega proveniente do Mallorca, após uma época de grande impacto em Espanha. Vedat Muriqi marcou 23 golos e ficou em segundo lugar na disputa de melhor marcador da La Liga, apenas atrás de Kylian Mbappé. Apesar dos bons números individuais, o kosovar não conseguiu evitar a descida de divisão da equipa espanhola.

Recorde-se que, nas eleições para presidente do clube turco, Aziz Yildirim venceu Hakan Safi, candidato que garantiu ter um acordo com Luis Suárez, avançado do Sporting.

Cristiano Ronaldo duramente criticado pela imprensa internacional: «10 homens e uma estátua»

O jornal inglês The Independent publicou um artigo muito crítico à exibição de Cristiano Ronaldo no empate de Portugal frente à RD Congo.

A exibição de Cristiano Ronaldo no empate de Portugal frente à RD Congo (1-1), na estreia do Mundial 2026, foi alvo de duras críticas por parte do The Independent. O jornal inglês publicou um artigo muito crítico ao desempenho do capitão da Seleção Nacional e à gestão da equipa por parte de Roberto Martínez.

«Tudo o que Lionel Messi fez, Cristiano Ronaldo não conseguiu fazer melhor. Enquanto Messi começou o Mundial de forma a sugerir que o seu talento é intemporal, o seu grande rival começou de uma forma que mostra que os seus poderes diminuíram com a passagem do tempo», citou.

O artigo refere ainda que a estratégia de Portugal para construir a equipa à volta do capitão poderá estar a limitar o rendimento coletivo.

«Pela terceira vez consecutiva num grande torneio, o perigo é que Ronaldo esteja a travar Portugal. O empate com a RD Congo destacou as dificuldades de tentar ganhar um Campeonato do Mundo com uma equipa de 10 homens e uma estátua. A impotência de Ronaldo condenou Portugal a um empate».

A análise prossegue com críticas à mobilidade e condição física do avançado e aponta dificuldades em pressionar, atacar a profundidade e libertar-se da marcação adversária.

«Portugal tentou bater uma defesa obstinada com uma não-presença na área. Faltava-lhe velocidade para atacar as costas dos defesas e movimentação para escapar à marcação. Não conseguia pressionar, esticar a defesa ou arrastar adversários para fora de posição. Em vez disso, Ronaldo ficou à margem do jogo. Mesmo quando um cruzamento ia na direção para o que parecia ser um golo típico de Ronaldo, o marcador foi, na verdade, o pequeno médio João Neves», apontou.

O The Independent vai mais longe ao questionar a gestão de Roberto Martínez, sugerindo que o selecionador espanhol poderá estar a conceder tratamento preferencial ao capitão e que isso influencia as decisões táticas da equipa. O artigo refere ainda que Portugal poderia beneficiar de alternativas ofensivas e até levanta a hipótese de a equipa ser mais competitiva sem a presença de Cristiano Ronaldo.

«A impressão é a de que recebe tratamento preferencial. A estranha aliança entre capitão e selecionador faz com que as decisões afetem apenas os outros jogadores. Se Ronaldo estivesse indisponível, Portugal teria sido forçado a explorar a vida sem ele. Teria tentado outro ponta de lança ou outra forma de jogar. É difícil escapar à sensação de que Portugal teria vencido se tivesse jogado sem Ronaldo. Como no Euro 2024, Portugal corre o risco de sacrificar outra oportunidade de glória no altar do ego dele».

O próximo jogo de Portugal será terça-feira, dia 23, frente ao Uzbequistão.

Médios argentinos enaltecem atitude de Lionel Messi: «Não quer saber de recordes individuais»

De Paul e Alexis Mac Allister referiram que Lionel Messi coloca sempre o sucesso coletivo acima de qualquer registo individual.

Lionel Messi marcou um hat-trick na vitória da Argentina sobre a Argélia (3-0), na primeira jornada do Grupo J no Mundial de 2026. Com estes golos, La Pulga igualou o recorde de golos de Miroslav Klose em Campeonatos do Mundo, mas que, segundo os seus colegas de equipa, não desvia o foco do objetivo coletivo da seleção.

 «É uma vantagem ter o Messi, pela forma como gere o grupo e o lidera, por quem ele é. Ele não quer saber de recordes individuais, dá prioridade ao grupo e para nós isso é incrível», referiu Rodrigo De Paul, compatriota e companheiro no Inter Miami.

Alexis Mac Allister partilha a opinião do colega de meio-campo e destacou a influência do capitão no grupo.

«Não há palavras para o Messi! Se alguém pensava que esta equipa era melhor sem o Leo, ficou claro que ele é o mais importante», apontou.

Depois da vitória na ronda inaugural, a Argentina de Lionel Messi e companhia volta a entrar em campo contra a Áustria, segunda-feira, às 18h, num encontro que poderá definir a liderança do grupo.