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Inter Milão quer Lukas Hornicek e Braga define valor de venda

O Inter Milão continua interessado em Lukas Hornicek. O Braga não vai deixar sair o jogador por menos de 30 milhões de euros.

O Inter Milão continua interessado em garantir Lukas Hornicek no mercado de transferências de verão e prepara-se para fazer uma oferta ao Braga pelo guarda-redes. A informação está a ser avançada pelo jornal O Jogo, que indica que os minhotos não baixaram o valor pretendido pelo checo.

A ideia do Braga é receber 30 milhões de euros por um dos destaques do seu plantel e planeiam ser intransigentes, tal como aconteceu no caso de Rodrigo Zalazar, que se mudou para o Sporting precisamente por essa verba. Lukas Hornicek conta com mais interessados nos seus serviços.

O guarda-redes de 23 anos chegou ao Braga em 2019, inicialmente por empréstimo do Pardubice. Na última temporada realizou 56 encontros, com 52 golos sofridos.

Sporting: há mais um extremo apontado aos leões

Adrian Mazilu é o mais recente nome a ser associado ao Sporting. O jogador pertence ao Dínamo de Bucareste, conjunto da Roménia.

A imprensa romena está a apontar o nome de Adrian Mazilu ao Sporting. O extremo de 20 anos é visto como um jovem recheado de potencial e pertence aos quadros do Dínamo de Bucareste, emblema que recentemente confirmou o português Nuno Campos como novo treinador.

A ideia dos leões passa por integrar o jovem na equipa B, mas com possibilidades de ser promovido ao conjunto de Rui Borges, caso demonstre qualidade para tal. Adrian Mazilu é extremo direito e na última temporada realizou 14 encontros, sem qualquer golo marcado.

O jogador destacou-se em 2022/23 no Farul, o que motivou o Brighton a investir três milhões de euros no seu passe. Em 2023/24 esteve cedido à mesma turma romena e ao Vitesse, ficando nos Sub-21 do emblema inglês em 2024/25.

Chegada de César Peixoto ao Wolverhampton já gera confusão: internacional inglês considera rescindir

César Peixoto vai ser o sucessor de Rob Edwards no comando técnico do Wolverhampton. Kieran Trippier não ficou contente com a decisão.

César Peixoto prepara-se para suceder a Rob Edwards no comando técnico do Wolverhampton. Porém, nem todos ficaram satisfeitos com a decisão da direção do emblema inglês. De acordo com a Sky Sports, Kieran Trippier está a pensar inclusivamente em rescindir o contrato que assinou recentemente.

O internacional inglês tinha aceitado o projeto do Wolverhampton devido à presença de Rob Edwards e não gostou da atitude tomada. O anterior treinador também soube da decisão por intermédio de um familiar e não diretamente da direção da equipa recentemente despromovida ao Championship.

Kieran Trippier tem35 anos e representava o Newcastle United. Na última época fez 37 partidas, com quatro assistências. O anúncio da contratação de César Peixoto deve estar por horas.

André Silva de regresso ao FC Porto: eis a o tempo contratual e a cláusula de rescisão

André Silva está muito perto de ser reforço do FC Porto. O jogador deve ser oficializado nos azuis e branco esta sexta-feira.

André Silva está perto de ser novamente jogador do FC Porto, com a sua oficialização a ser feita esta sexta-feira. De acordo com o jornal O Jogo, o internacional português vai assinar um contrato válido por uma temporada, com outra de opção. O avançado também terá direito a uma cláusula de rescisão.

A mesma vai ser de 30 milhões de euros, sendo que André Silva já realizou os exames médicos e está tudo pronto para que volte a vestir a camisola azul e branca. No seu último contrato com o Elche, André Silva também contou com uma cláusula de rescisão, mas esta era de apenas oito milhões de euros.

O luso de 30 anos regressa a uma casa quem bem conhece e que deixou em 2017, para assinar pelo AC Milan por 38 milhões de euros. Na última temporada realizou 32 encontros, com 10 golos marcados, ajudando a turma de Eder Sarabia a manter-se na La Liga.

FC Porto fecha a porta de saída a jogador importante

O FC Porto não tem qualquer intenção em negociar o passe de Jakub Kiwior no mercado de transferências de verão. O polaco é para ficar.

O FC Porto não tem interesse em negociar o passe de Jakub Kiwior e vai rejeitar todas as abordagens que cheguem ao Dragão no mercado de transferências de verão. A informação está a ser avançada pelo jornal A Bola, que também indica que os azuis e brancos sabem que existem interessados no polaco.

Jakub Kiwior foi um nome importante para Francesco Farioli em 2025/26, afirmando-se em pleno no FC Porto. O jogador pode atuar como central, mas também faz a posição de lateral esquerdo. O defesa tem 26 anos e conta com um contrato válido até ao verão de 2030.

O atleta conta com uma cláusula de rescisão de 70 milhões de euros e será necessário pagar essa verba para que Jakub Kiwior saia do FC Porto. Chegou à Primeira Liga depois de uma passagem pelo Arsenal, que o vendeu por 17 milhões de euros. Em 2025/26 fez 39 jogos, com duas assistências.

O início – Diário do Mundial 2026 #1

Chegou o dia mais esperado dos últimos quatro anos. 11 de junho de 2026, uma quinta-feira que beira o verão em solo português, e o dia que inaugura os dias mais globais do globo. Começou o Mundial 2026. 

Trata-se de uma prova única e singular. Em mais de um mês – o alargar da competição ditou também um alargar do calendário – são 104 jogos com todas as particularidade tão próprias dos Mundiais. 

Ciente deste caráter, entre o divino e o mítico, o Bola na Rede preparou uma cobertura especial para um dos maiores eventos de todo o mundo. Diariamente, vais poder ler uma crónica com o resumo de todos os jogos da competição. Assim que a madrugada do futebol que vai entrando noite dentro terminar, podes verificar sempre o teu Diário do Mundial para recordar tudo o que se passou em campo pelas Américas.

Para não perderes nada, acompanha todos os Diários do Mundial 2026. 

Um jogo inaugural para heróis e vilões | México 2-0 África do Sul

México Jogadores Mundial 2026
Fonte: Federação Mexicana de Futebol

Dizem que o Mundial é feito, mais do que de jogos, de histórias. Tendo a concordar, dirão todos aqueles que passaram os olhos pelo México x África do Sul, o jogo inaugural desta edição do Mundial 2026. A reedição do Mundial 2010, jogado no ponto mais a sul do continente africano, não trouxe Tshabalala, Chicharito Hernández ou a Jabulani, mas nem por isso deixou de contar histórias e de entrar na história. 

Para contar a história, que não seja para o fazer em inglês. É o que dirá Wilton Pereira Sampaio, árbitro do jogo inaugural já viral por todos os cantos do mundo. Nas Américas, era muito mais fácil ser americano, mas mais fácil ainda seria comunicar em brasileiro. Também aí poderia haver um cartão vermelho, mas por parte de William Shakespeare e da sua língua. 

O México venceu e venceu bem a África do Sul. Os sul-africanos traziam sobre si uma dose da mais desperta curiosidade. As expectativas nunca seriam muitas, mas havia todo um potencial para explorar nos Bafana Bafana e numa caminhada de uma das propostas de jogo – teoricamente – mais interessantes e, consequentemente, desafiantes de todo o torneio. Foi tudo ao lado, ajudando o México a garantir um triunfo confortável e menos expressivo do que poderia ter sido.

Raúl Jiménez Gilberto Mora México
Fonte: Federação Mexicana de Futebol

Foi um jogo de imposição total por parte dos anfitriões, perante um Azteca, o mais mítico dos estádios em prova, repleto de gente. Na sua assimetria habitual, com Jesús Gallardo a projetar e Israel Reyes mais baixo, o México foi encontrado espaço para jogar e entrar por todo o lado. Erik Lira jogou à vontade nas costas dos avançados, Álvaro Fidalgo acrescentou constantemente soluções a partir da esquerda e, na frente, apareceram dois heróis, a desfilar para o momento mais épico da carreira.

Julián Quiñones era um dos três nomes que disputava a vaga sobre a esquerda do ataque. Cresceu na Colômbia, fugiu da miséria e encontrou no México o maior refúgio. Na Arábia Saudita, superou Cristiano Ronaldo, Karim Benzema ou Ivan Toney para se sagrar melhor marcador local. Na estreia no Mundial 2026, inaugurou o marcador e mostrou-se no melhor nível. É, pela agressividade nas conduções e pelo instinto na procura da baliza, o complemento perfeito a Raúl Jiménez, o outro herói da noite. Não é preciso recuar muito no tempo para nos lembrarmos da grave lesão sofrida pelo avançado na cabeça, do risco de não voltar a jogar e da longa recuperação. Numa fase de transição de gerações, é a principal figura da seleção mexicana e, com a cabeça que já deu problemas, marcou o golo da tranquilidade. Não conteve a emoção na celebração, dedicada ao pai que ouviu, esteja onde estiver, o nome do filho ecoado por mais de 80 mil. Último pormenor: foi apenas o primeiro golo do avançado em Mundiais.

Fora do radar, esteve a seleção da África do Sul. Por mais pragmático que Hugo Broos tenha tentado ser, segurando um resultado que se desnivelou logo no apito inicial, tudo correu mal. O 4-2-3-1 da diversão deu lugar a um 5-3-2 deslavado, com espaço por todo o lado e a sensação de desconforto evidente. As saídas de bola desde trás comportam um risco inerente a um benefício, mas desta vez só ficou evidente o lado mal. Yaya Sithole, médio do Tondela, foi vilão com um erro que deu golo e uma expulsão. O vermelho foi também visto por Themba Zwane (e César Montes, já no fim), na mais fiel representação do jogo da África do Sul. Pouco se viu da equipa sul-africana, nada se viu do tridente entusiasmante do Orlando Pirates (Oswin Appollis entrou só para inglês ver, Tshepang Moremi e Relebohile Mofonkeng nem isso coneguiram) e, de tão apagada exibição, dois nomes apagaram o seu registo do jogo. Há muito a fazer no que resta da fase de grupos.

As 1.001 artes do golo | Coreia do Sul 2-1 Chéquia

Hwang In-beom Coreia do Sul
Fonte: Federação Coreana de Futebol

Há poucos jogos com rótulo de Mundial mais evidente do que este Coreia do Sul x Chéquia. Duas estratégias radicalmente diferentes, duas maneiras de ver o jogo sem pontos em comum e duas equipas competentes, da sua forma, em valorizar os pontos fortes. 

Não há, no futebol, uma maneira certa ou errada de atacar, defender ou de preparar o jogo. No futebol de seleções, ainda há menos exigências morais, procurando um lado certo e outro errado. Os confrontos de estilos não são mais do que isso mesmo: formas diferentes de encarar a possibilidade de 11 jogadores em campo não fazerem quase nada de forma igual e, ainda assim, chegarem ao mesmo objetivo. Foi isso que Guadalajara presenciou.

A Chéquia nunca teve o domínio do jogo de forma territorial ou pela bola. Ainda assim, também nunca precisou dele para pairar no ar a sensação de que o golo poderia surgir em qualquer momento. A forma como foi construído, sem o envolvimento dos pés, baseado numa capacidade assombrosa de lançar a bola para a área com as mãos – sempre Vladimir Coufal a definir e a colocar a bola na área – e de a atacar de cabeça. Movimento exemplar de Ladislav Krejci.

Ladislav Krejci Chéquia
Fonte: Federação Checa de Futebol

De resto, é curioso como a Chéquia foi muito melhor e mais consequente quando simplificou ao máximo os processos. Pavel Sulc, no seu estilo falso de desengonçado que sabe o que está a fazer, foi fundamental para os checos respirarem, a dinâmica na esquerda com Ladislav Krejci, um central passador, e Janoslav Zeleny, um ala com capacidade de jogar mais baixo e de crescer com bola, foram importantes para quebrar o domínio coreano, mas não meteram a bola perto da baliza. Para isso, bastou à equipa de Miroslav Koubek ganhar cantos, livres e lançamentos. Aí, a altura e o trabalho nas bolas paradas foi decisivo.

Como se de outro desporto se tratasse, a Coreia do Sul quis ser protagonista. Partindo de um 3-4-2-1 com uma ocupação racional dos espaços, a equipa de Hong Myung-bo, que tem João Aroso como principal adjunto, teve mais bola e foi capaz de chegar com perigo à baliza por várias situações. Ainda assim, só depois do golo sofrido foi capaz de festejar, à sua maneira e da sua forma. Não deixa de ser curioso como os golos são retratos fiéis das duas propostas em campo.

Antes do homem do golo e das assistências, há que destacar o jogador que é Lee Kang-in. Uma pena que não tenha tantos minutos regularmente. Esconde a bola, define sobre a meia-esquerda, faz malabarismos sobre os adversários e consegue inventar passes para desequilibrar. Com a Chéquia com problemas no espaço entre central-lateral, fartou-se de lançar colegas na profundidade. Quando mais era necessário, apareceu Hwang In-beom, primeiro a rematar, num golo que entrará nos compêndios de bom futebol do Mundial 2026 e abrilhantado por um calcanhar, e depois a assistir. Passou grande parte da época lesionado, mas apareceu na melhor altura. Se Lee Kang-in é dos melhores do mundo, Hwang In-beom é daqueles jogadores de culto. Na primeira jornada do Mundial, ditou a palavra do Senhor.

Coreia do Sul de João Aroso arranca reviravolta contra a Chéquia e apanha o México na liderança do Grupo A do Mundial 2026

A Coreia do Sul venceu a Chéquia na primeira jornada do Mundial 2026. Seleção asiática carimbou reviravolta num jogo só com golos na segunda parte.

Duas maneiras diferente de olhar para o jogo e um confronto de estilos bem diferentes. Num jogo com todos os ingredientes de um Mundial, a Coreia do Sul, que tem João Aroso como principal adjunto, bateu a Chéquia por 2-1.

Depois de uma primeira parte sem golos, a segunda parte trouxe mais animação. Num lançamento de linha lateral, Ladislav Krejci (57′) apareceu de rompante para adiantar a formação checa na partida.

A resposta coreana chegou sem demoras e com um daqueles golos que estará no compêndio do Mundial 2026. Com um calcanhar Hwang In-beom (67′) tirou todos da frente e empatou o jogo. Depois de marcar, o médio assistiu Oh Hyeon-gyu (80′), recém-entrado, para o golo da reviravolta.

Com este resultado, a Coreia do Sul soma os primeiros três pontos no Grupo A e apanha o México na liderança, embora com menor diferença de golos. Mais cedo, os mexicanos venceram a África do Sul por 2-0.

5 nomes a seguir das equipas promovidas à Primeira Liga

O Marítimo, um clube histórico que passou três épocas no escalão secundário, está de volta ao convívio dos “grandes” depois de se ter sagrado campeão nacional da Segunda Liga. O Académico de Viseu também um clube emblemático do nosso futebol, está de volta à I Liga 37 anos depois, após garantir o segundo lugar na Liga secundária esta temporada.

Nos dois clubes, vários jogadores deram nas vistas esta época e vamos neste texto destacar cinco nomes das duas equipas que integraram o melhor Onze do Ano da Segunda Liga na época 2025/26 e que podem estar no radar de equipas do escalão maior de maior poderio.

1.

Samuel Silva
Fonte: Bernardo Benjamim/Bola na Rede

Samu Silva – O guarda-redes do Marítimo de 27 anos, nascido em Paris, foi um dos maiores destaques dos insulares esta época. No clube desde 2023/24, com passagens por Chaves e Mafra, só este ano assumiu a baliza verde-rubra depois de ter entrado a meio do primeiro jogo do campeonato a substituir o expulso Gonçalo Tabuaço.

Depois, através da sua consistência e talento, manteve o lugar entre os postes e tornou-se figura maior da subida do Marítimo. Fez 33 jogos e sofreu 28 golos. Foi considerado sete vezes guarda-redes do mês da Segunda Liga. É um elemento que parece ter atingido um grau de maturidade que lhe pode garantir um clube com mais projeção no futuro, no futebol nacional.

2.

Noah Madsen Marítimo (2)
Fonte: Bernardo Benjamim / Bola na Rede

Noah Madsen – O defesa central dinamarquês de 24 anos foi mais uma peça importante da defensiva marítimista, a menos batida do campeonato. O nórdico teve passagens anteriores pelo Nacional e Estrela da Amadora, veio para o Marítimo para integrar a equipa B e a de sub-23.

Fixou-se definitivamente na equipa principal em 2024/25 e depois de uma época de adaptação, afirmou-se definitivamente na segunda onde realizou 29 jogos e marcou um golo. Para se avaliar da importância que Madsen teve na equipa basta dizer que foi o terceiro jogador mais utilizado em todas as competições, com 2476 minutos jogados.

É um jogador jovem com muita margem de progressão e grande maturidade que pode facilmente atingir voos mais altos.

3.

Soufiane Messeguem
Fonte: Paulo Ladeira/Bola na Rede

Soufiane Messeguem – No Académico desde 2022/23, este médio defensivo de 25 anos de grande qualidade fez a sua formação no Wolfsburgo.

Chegou a Viseu, fruto do investimento feito no clube pela Hobra uma empresa alemã que chegou e investiu para levar o clube à I Liga. Com dupla nacionalidade alemã e argelina, foi sempre um dos jogadores mais utilizados do Académico nas últimas épocas. Com 35 jogos disputados e um golo, foi um verdadeiro farol no meio-campo beirão, destacando-se pela sua visão de jogo. Prova disso foram as 10 assistências que somou esta temporada e que muito ajudaram os homens da frente dos viseenses a marcar vários golos.

É um jogador que tem muito mercado internacionalmente. Se sair, pode não ficar no nosso país, mas se se mantiver será uma indiscutível mais-valia para o nosso campeonato.

4.

Cihan Kahraman
Fonte: Paulo Ladeira/Bola na Rede

Cihan Karhaman – Outro exemplo do investimento estrangeiro no emblema beirão. Este médio ofensivo, típico número 10, de 27 anos, chegou a Viseu em 2023/24. Depois de fazer a sua formação no Union Berlin, passou pela Turquia onde realizou duas épocas ao serviço do Samsunspor.

Quando ingressou no Académico, o azar bateu-lhe à porta por conta de uma lesão grave que sofreu mesmo no início da época que não lhe permitiu fazer nenhum minuto na primeira época. No entanto, as expectativas dos responsáveis academistas não esmoreceram e o jogador que tem dupla nacionalidade alemã e turca continuou a ser aposta do clube. Aposta essa que se confirmou esta época com 32 jogos, seis golos e oito assistências para este médio de fino recorte técnico ao qual falta talvez um pouco mais de intensidade de jogo.

Mais um jogador que se não sair para o estrangeiro, acrescentará qualidade ao nosso campeonato.

5.

André Clóvis Académico de Viseu
Fonte: Pedro Figueira/Bola na Rede

André Clóvis – Por fim, ficou guardado um dos destaques da Segunda Liga das últimas épocas. O ponta de lança brasileiro de 28 anos está no Académico desde 2022/23, embora na primeira época emprestado pelo Estoril. Assumiu-se desde muito cedo como um “matador” que não costuma perdoar diante das balizas adversárias.

Durante as quatro temporadas que está em Viseu, foi melhor marcador da liga secundária por duas ocasiões, incluindo a última com 23 golos em 34 jogos. Clóvis que representou em Portugal, Portimonense, Leixões e Estoril, clube de onde saiu para o Académico em definitivo por 1,25 milhões de euros que comprova a aposta feita pelos novos dirigentes viseenses no jogador. É neste momento um dos melhores e mais valiosos jogadores da Segunda Liga.

Tem contrato até Junho de 2028 com uma cláusula de rescisão de 10 milhões de euros algo completamente invulgar num escalão secundário. Apesar da idade e se mantiver a eficácia, ainda vai a tempo de fazer o contrato da sua vida, com os beirões a poderem lucrar com um jogador no qual apostaram incondicionalmente.

Em canal aberto, grátis e não só: onde ver todos os jogos do Mundial 2026 desta sexta-feira, 12 de junho?

O Mundial 2026 prossegue a toda a velocidade. Conhece onde ver os jogos da noite (e madrugada) desta sexta-feira.

O segundo dia do Mundial 2026 joga-se esta sexta-feira, 12 de junho. Depois dos embates do Grupo A, há mais dois jogos agendados de grupos distintos.

Às 20h, o Canadá e a Bósnia e Herzegovina defrontam-se no Grupo B. Mais tarde, já na madrugada de sexta para sábado, às 02h, os EUA e o Paraguai abrem as portas do Grupo D.

Onde ver os jogos?

  • Canadá x Bósnia e Herzegovina (12/06, 20h): SIC, Sport TV 5, Livemode TV
  • EUA x Paraguai (13/06, 02h): Sport TV 5

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