O Grupo A do Mundial 2026 contempla México, África do Sul, Coreia do Sul e Chéquia. Conhece melhor as seleções.
O Mundial 2026 está em andamento e tem 48 seleções repartidas por 12 grupos. No Grupo A, o primeiro da competição, figuram México, África do Sul, Coreia do Sul e Chéquia.
Aspirações distintas, todas as seleções apresentam nuances e sistemas táticos distintos. Em baixo, podes conhecer melhor como jogam cada uma das integrantes no Grupo A, bem como as suas principais figuras, pontos fortes e pontos fortes.
No jogo inaugural do Mundial 2026, foram mostrados três cartões vermelhos. Eis dois registos curiosos relativamente a este dado.
O México bateu a África do Sul por 2-0 no jogo que inaugurou o Mundial 2026. O jogo foi jogado ao sabor dos mexicanos e ficou ainda marcado pelos cartões vermelhos exibidos pelo árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio.
Siphephelo Sithole (49′), Themba Zwane (84′) e César Montes (90+2′) viram todos vermelho, deixando México reduzido a 10 e África do Sul a nove jogadores. Estas três expusões são históricas.
Nunca na história dos Mundiais tinham sido mostrados três cartões vermelhos no jogo inaugural. É preciso recuar a 1990 para ver também uma seleção com dois vermelhos vistos num jogo inaugural: Camarões em 1990 foi vítima do mesmo destino fatídico.
Ora, para recuar a um jogo num Mundial em que uma seleção tenha visto dois vermelhos, é preciso chegar a 2006 e a um dos mais míticos encontros da história da competição: a Batalha de Nuremberga. Nos oitavos de final do Mundial na Alemanha, Portugal e Holanda viram, cada qual, dois jogadores expulsos.
2 – South Africa are the first team to receive two red cards in a FIFA World Cup match since 2006, when both Portugal and Netherlands had two players sent off in their round of 16 clash.
Está fechado. De acordo com Fabrizio Romano, Bernardo Silva vai mesmo ser reforço do Real Madrid, persuadido por José Mourinho.
Estava tudo alinhado e agora não há volta a dar. De acordo com Fabrizio Romano, Bernardo Silva vai mesmo ser reforço do Real Madrid, num negócio fechado em 36 horas e com o cunho de José Mourinho.
O internacional português, que estará no Mundial 2026, vai assinar um contrato por dois anos, com um terceiro de opção. Foi José Mourinho, o novo treinador dos merengues, quem quis o jogador, sem contrato depois de deixar o Manchester City, e o negócio rapidamente se desbloqueou.
Aos 31 anos, Bernardo Silva jogará pelo quarto clube da carreira. Depois de Benfica, AS Mónaco e Manchester City, o jogador que pode atuar como extremo ou como médio vai experimentar o futebol espanhol.
🚨 Bernardo Silva to Real Madrid, HERE WE GO! Agreement in place and contract approved.
Two year deal plus one year option, fast deal by Madrid started 36h ago and closed immediately.
Mourinho wanted Bernardo, he says yes and advanced talks revealed today are 100% confirmed. pic.twitter.com/2qYSHutAfX
A chuva interrompeu a vitória de Nuno Borges frente a Marin Cilic na ATP 250 de ‘s-Hertogenbosch. O encontro será concluído sexta-feira.
O tenista português Nuno Borges estava a vencer na segunda ronda do ATP 250 de ‘s-Hertogenbosch, antes de o encontro ser interrompido pela chuva e adiado para sexta-feira. O número um nacional, atualmente 50.º do ranking mundial, chegou a estar a um passo do triunfo frente a Marin Cilić.
No momento da interrupção, o tenista de 29 anos vencia por 6-3 e 6-5 frente ao croata de 37 anos, antigo número 3 mundial, e já tinha disposto de um match point ao longo da partida. O encontro ficou suspenso devido às condições meteorológicas e terá de ser concluído na manhã de sexta-feira.
Caso confirme a vitória na reabertura do encontro, Nuno Borges avançará para os quartos de final, onde terá pela frente o vencedor do duelo entre o russo Daniil Medvedev, ex-número 1 mundial, e o neerlandês Thijs Boogaard.
José Fonte foi homenageado esta quinta-feira na Cidade do Futebol, poucos dias depois de anunciar o fim da carreira.
A Cidade do Futebol recebeu esta quinta-feira uma homenagem a José Fonte, que colocou um ponto final na carreira aos 42 anos. A cerimónia contou com a presença de várias figuras do futebol português e ficou marcada pelas palavras de Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, que classificou o antigo internacional português como «uma lenda» e destacou o percurso de superação que o levou da terceira divisão inglesa ao título europeu conquistado por Portugal em 2016.
«Em cada história que termina, há outra que fica para ser contada. Hoje, contamos a história de um campeão. A história, até vou dizer, de uma lenda. Hoje termina a história do José Fonte enquanto jogador. Mas começa outra história. E dizemos sempre, não se trata de uma despedida, mas sim de uma celebração. Neste caso, a celebração de a carreira de um enormíssimo jogador. Nenhuma carreira é fácil, a de José Fonte não foi certeza. Uma carreira feita de esforço, de sacrifício, mas de muito amor ao futebol. Um jogador que aceita emigrar para a Inglaterra, para jogar na terceira divisão, com o sonho de jogar na melhor Liga do mundo. E que deixa a Inglaterra com quase 200 jogos na Primeira Liga e um troféu, até se tornar campeão nacional em França. Com toda a naturalidade, José Fonte chegou à Seleção Nacional e fez parte da maior conquista do futebol português até o momento. José Fonte é vencedor do Euro 2016 e junta a si também a Liga das Nações. Atrevo-me a dizer, um dos pilares da nossa Seleção, que nos deu uma das maiores alegrias até hoje, até à data em que vamos embarcar para os Estados Unidos», destacou o dirigente.
Já José Fonte aproveitou o momento para agradecer a todos aqueles que marcaram o seu percurso, desde a família aos treinadores que acreditaram nele nos momentos mais difíceis.
«Aproveito para deixar à nossa Seleção todo o apoio para o Mundial, que corra tudo da melhor maneira e que consigamos trazer o troféu, que é o mais importante. Hoje estou aqui a ser homenageado e é muito por vossa culpa. Sim, culpa vossa. Estou aqui porque o meu pai, com a sua sabedoria, os seus conselhos e as suas palavras por vezes duras, me guiou até ao dia de hoje. Estou aqui porque a minha mãe nunca me deixou cair, sobretudo nos dias mais difíceis. Foi ela que encontrou em mim a resiliência que me caracteriza. Estou aqui muito por causa do meu irmão, pela nossa ligação única. Das vezes sem conta que treinámos juntos, na rua, na praia ou em casa, das duras que levámos por partir tudo. Não posso esquecer a minha avó. Foi ela que apanhou o avião para a Inglaterra para cuidar dos netos. Mesmo sem saber a língua, ia às compras sozinha, sem medo de nada, só para termos o conforto da sua comida e da sua companhia. E há quem tenha sacrificado mais do que eu, sem nunca pisar um relvado: a minha mulher. Durante anos, a nossa vida foi feita de distância. Eu em França, vocês em Inglaterra. Foi ela que segurou a nossa casa e a nossa família, para que eu só tivesse que pensar em jogar. O sucesso desta carreira é tanto dela como o meu. Mais dela, talvez, porque o dela foi sem aplausos. Luca, Luna, espero que me perdoem os aniversários que falhei, as peças de teatro e os jogos que não pude ir. Mas tudo o que fiz, foi também por vocês. Uma palavra muito especial para os dois homens que acreditaram em mim: o míster Norton Matos, que me deu a mão aos 19 anos, acabado de ser dispensado do Sporting. Obrigado, mister. E o mister Fernando Santos, que depois de duas dispensas, me deu a estreia por Portugal aos 30 anos. A estes dois, devo momentos decisivos da minha carreira. Por isso, esta homenagem não é para mim, é para todas as pessoas que contribuíram para o meu caminho. Para toda a minha família, para todos os meus amigos, para todos os treinadores, todos os meus colegas de equipa, todo o staff que tudo fez para me tornar melhor jogador e melhor pessoa. E é para todos os adeptos, claro. Para os que me apoiaram, mas também para aqueles que me criticaram, porque todos me obrigaram a ser melhor. Aos 19 anos fui dispensado e quase ninguém apostava em mim. 882 jogos depois, estou aqui à vossa frente. Tudo começou porque alguém me deu a mão. E termino agora com ela estendida a quem vem a seguir. Um muito obrigado a todos e um resto de bom dia», referiu o antigo defesa central no discurso.
Ao longo da carreira, José Fonte, além de ser uma peça importante na conquista do Euro 2016, disputou 882 jogos e marcou 36 golos.
Julián Quiñones foi eleito o homem do jogo no México x África do Sul. Avançado marcou o primeiro golo do Mundial 2026.
Julián Quiñones é o primeiro MVP do Mundial 2026. Nesta quinta-feira, o avançado de 29 anos fez o primeiro golo da competição e colocou, dessa forma, o México em vantagem frente à África do Sul. Raúl Jiménez marcou o segundo golo.
No final, o México venceu a África do Sul por 2-0 no jogo de abertura do Mundial 2026. Uma partida que aconteceu esta quinta-feira, dia 11 de junho, pelas 20h00. Ambas as seleções fazem parte do Grupo A do Campeonato do Mundo.
Com este resultado, o México é assim o líder à condição do Grupo A, faltando ainda, na primeira jornada, a Coreia do Sul e a Chéquia jogarem. As equipas enfrentam-se nesta madrugada pelas 03h00 e é o segundo jogo do Mundial 2026.
Maria Inês Nogueira, assinou contrato com o FC Porto até 2028 e regressa a Portugal após quatro anos nos Estados Unidos da América.
O FC Porto anunciou esta quarta-feira a contratação de Maria Inês Nogueira até 2028. A lateral, de 22 anos, regressa a Portugal após quatro anos no futebol universitário norte-americano. Internacional sub-15 e sub-19 por Portugal, a jogadora iniciou a carreira na Escola de Futebol os Belenenses antes de rumar ao Sporting em 2017/2018, onde jogou nas equipas de formação.
A chegada ao FC Porto representa a concretização de um sonho antigo para Maria, que admitiu ter dito ao pai, ainda durante a faculdade, que queria jogar nos azuis e brancos. O clube abriu a equipa feminina precisamente no seu primeiro ano universitário, e a jogadora nunca perdeu de vista esse objetivo.
Em declarações ao clube, a lateral não escondeu a emoção:
«Foi sempre um sonho chegar ao patamar mais alto do futebol português e poder chegar a esse patamar a representar o meu clube do coração é algo que não consigo colocar em palavras. Estou muito feliz e pronta para dar tudo o que tenho pelo clube que me faz amar jogar futebol», afirmou a jogadora.
O Osasuna anunciou a contratação de Luis Ramis como novo treinador da equipa principal até junho de 2028.
O Osasuna oficializou a contratação de Luis Ramis para o comando técnico da equipa principal. O treinador catalão assinou contrato válido por duas temporadas, até junho de 2028, e terá a sua primeira experiência como treinador na La Liga após uma longa carreira nos escalões secundários do futebol espanhol.
Na apresentação do novo técnico, o Osasuna destacou o percurso de Luis Miguel Ramis e a qualidade do trabalho desenvolvido nos últimos anos, sublinhando a capacidade do treinador para construir equipas competitivas e organizadas. Aos 55 anos, chega a Pamplona depois de uma excelente temporada ao serviço do Burgos.
Na temporada passada, Luis Ramis orientou 46 jogos, venceu 23 e perdeu 11.
COMUNICADO OFICIAL | Luis Miguel Ramis, nuevo entrenador de Osasuna.
Rui Costa apresentou-se esta quinta-feira na sala de imprensa do Estádio da Luz, acompanhado por Pedro Pinto, diretor de comunicação do Benfica, procurando responder a várias questões dos jornalistas, não existindo um limite para o final da conferência, uma abertura total que geralmente não ocorre.
O presidente sabia que o nome de José Mourinho seria o protagonista da conversa, por muito que a temporada das águias tenha sido rotulada como uma desilusão. Rui Costa não tem o dom da oratória, com a sua postura a merecer elogios e críticas nas redes sociais.
Contudo, existem algumas notas que se podem retirar das palavras do antigo médio, que começa a época questionado por uma boa percentagem dos sócios, que não vão tolerar uma repetição de 2025/26.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Marco Silva não era a primeira opção
Rui Costa dedicou parte da conferência a responder a perguntas sobre a saída de José Mourinho para o Real Madrid. O dirigente assumiu sem qualquer receio de que a sua ideia inicial passava pela manutenção do treinador para a próxima temporada, inclusivamente afirmou que o técnico renovaria o seu contrato antes do começo de 2026/27. O setubalense era o homem do projeto e que contava com a total confiança da direção, apesar de não ter vencido qualquer título:
«O sucesso de Marco Silva será o sucesso do Benfica. Fizemos a proposta a Mourinho quando achámos melhor. Mourinho sabia perfeitamente que era o treinador que desejava ter na próxima época. Tinha mais um ano e sabia que não ia entrar no último ano de contrato, que íamos renovar, mas preferiu o Real Madrid».
Isto faz com que Marco Silva entenda que não era a primeira opção de Rui Costa para o banco de suplentes, embora o antigo médio tenha afirmado que o ex-Fulham passou a ser o grande sonho do Benfica a partir do momento em que se mostrou disponível para rumar à Luz. O presidente admitiu inclusivamente que existiram outras hipóteses.
Marco Silva terá um ano de margem
Marco Silva vai assinar um contrato válido por duas temporadas, com a hipótese de se estender por mais uma época. Para que isto aconteça, o treinador terá de guiar o Benfica ao título da Primeira Liga em pelo menos uma ocasião. Isto dá ao técnico a margem de erro de um ano, ainda que não possa realizar um trabalho desastroso, já que o Tribunal da Luz não perdoa.
Rui Costa mostrou-se satisfeito com o trabalho de José Mourinho, que terminou a Primeira Liga em terceiro lugar. Marco Silva terá sempre essa ‘arma de defesa’. O Benfica tem pressa para voltar aos títulos, mas a cláusula existente no contrato dá uma curta margem de erro ao novo técnico, que não conquistou a Primeira Liga ao serviço do Sporting.
Rui Costa não fecha a porta a um terceiro capítulo da história entre o Benfica e José Mourinho
Rui Costa podia ter aproveitado a conferência de imprensa para deixar algumas farpas a José Mourinho, algo que se recusou a fazer. O seu discurso foi outro, elogioso para com o trabalho do treinador, aparentando compreender a saída do setubalense para o Real Madrid, como se para o próprio presidente do Benfica os merengues fossem um emblema superior aos encarnados e um desafio mais apetecível.
O dirigente defendeu certas atitudes de José Mourinho, deixando igualmente elogios à sua conduta, recordando por várias ocasiões que a continuidade estava em cima da mesa e que o treinador estava nos planos de 2026/27. Podemos concluir que não existe mágoa entre as duas partes, não se fechando a porta a um segundo retorno do timoneiro.
Um terceiro lugar não dá margem a praticamente ninguém, mas Rui Costa ficou convencido com o trabalho apresentado. O discurso de José Mourinho na conferência de imprensa da partida contra o Estoril Praia, na qual o técnico referiu que tinha 99% de possibilidades de ficar no Benfica, continua na cabeça do presidente das águias, que, caso se mantenha na Luz a longo prazo, não fechará a porta a um agora ‘amor antigo’.
Mercado do Benfica será calmo, pelo menos no princípio
O mercado não foi um tema muito desenvolvido por Rui Costa. O dirigente deixou uma garantia aos sócios: não há necessidade de realizar vendas, ainda que o Benfica não vá marcar presença na Champions League. Os encarnados tampouco têm muitos elementos que lhes possam render algumas dezenas de milhões de euros. Vangelis Pavlidis e Andreas Schjelderup seriam os eventuais candidatos. O dirigente também não mostrou estar com pressa para fechar nomes, essencialmente pela disputa do Mundial 2026, que certamente contará com alguns dos alvos das águias:
«O Marco está otimista, está contente com o que tem em casa, embora sejam necessários reforços. Há um grande otimismo da parte dele. Até agora o mercado está parado, é ano de Mundial. Não temos urgência em fazer vendas»
Rodrigo Zalazar foi o único nome que mereceu algum desenvolvimento. Rui Costa afirmou que não entraria numa corrida pelo uruguaio que rendeu 30 milhões de euros ao Braga. Contudo, se o médio ofensivo na ótica do dirigente não vale esse dinheiro, que jogador da Primeira Liga valerá?
As renovações de António Silva e Andreas Schjelderup também foram esmiuçadas por Rui Costa, afirmando que foram realizadas ofertas aos jogadores. Se no caso do norueguês, o dirigente afirmou que não havia pressa, no do central o discurso foi ligeiramente diferente. O desejo de uma manutenção foi reiterado. Porém, que não se descarte a venda do internacional português.
Tudo o que não seja um top 4 na Europa League será desilusão
Em momento algum Rui Costa afirmou que quer vencer a Europa League, mas admitiu que um emblema como o Benfica terá de ser candidato na competição. Uma prova que terá importância imediata no calendário das águias, que quer chegar à fase da liga, algo que mudou os planos da pré-temporada e que parece não ter agradado nada o antigo médio.
Rui Costa conhece a exigência dos adeptos do Benfica e sabe que os mesmos não vão perdoar uma eliminação contra uma equipa ‘menor’ (lembrar-se-á do ruído que a derrota contra o Qarabag causou):
«O primeiro passo é entrar na Europa League, depois queremos assumir-nos como candidatos à prova. Queremos atacar todas as frentes a nível nacional».
Marco Silva também está pressionado neste aspeto. A Europa League conta com alguns participantes com peso no continente: Juventus, Marselha, Bayer Leverkusen, AC Milan, Real Sociedad, Celta de Vigo ou Bournemouth (sem esquecer Sunderland ou Hoffenheim e o ‘nosso’ Torreense, um dos outsiders). Ainda assim, o Benfica terá de ser capaz de bater-se com qualquer um destes conjuntos, que também devem ambicionar erguer o troféu. Além disso, os prémios da competição, ainda que longe dos chorudos apresentados na Champions League, ajudam no orçamento.
O Gil Vicente oficializou a contratação de Ricardo Esgaio. Lateral de 33 anos volta a Portugal e já prestou declarações.
Ricardo Esgaio está oficialmente de volta ao futebol português. Foi esta quarta-feira que o Gil Vicente apresentou o lateral direito de 33 anos, que chega de uma experiência no Karagumruk, equipa que joga na Liga da Turquia.
«Acompanhei o campeonato português no ano passado, apesar de estar fora. O que o Gil Vicente fez o ano passado foi muito bom, com um futebol muito atrativo», começou por referir Ricardo Esgaio, que deixou elogios ao clube: «Nota-se que o clube está a crescer bastante e acho que é uma boa oportunidade para poder voltar a Portugal e tentar ajudar a um crescimento ainda maior com a minha experiência».
«O Gil Vicente tinha sempre equipas muito competitivas e aguerridas. Os adeptos, na minha altura, puxavam muito pelo Gil Vicente e é o que eu quero que volte a acontecer. Um apelo a eles, que nos acompanhem durante esta época, confiem em nós, porque vamos dar o nosso melhor para puxar o clube ainda mais para cima», disse ainda o lateral.