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Atenção, Portugal: Ex-dirigente do Al Nassr revela quando Cristiano Ronaldo pretende terminar a carreira

Antigo diretor do Al Nassr divulgou que Cristiano Ronaldo vai terminar a sua carreira na próxima temporada.

Cristiano Ronaldo deverá terminar a sua carreira profissional no final da próxima temporada. A informação foi avançada pelo antigo diretor do departamento legal do Al Nassr.

O português prepara-se assim para o Mundial 2026, podendo este ser mesmo o último da sua carreira. Cristiano Ronaldo tem contrato com o clube saudita até junho de 2027, data em que pode ser confirmada a reforma.

Se esta informação se confirmar, Cristiano Ronaldo vai-se reformar depois de ter representado Sporting, Manchester United, Real Madrid, Juventus e Al Nassr.

AO MINUTO: Rui Costa fala sobre a atualidade do Benfica e faz balanço da época

Rui Costa vai falar com o jornalistas a partir das 18 horas desta quinta-feira, na sala de imprensa do Estádio da Luz.

Rui Costa vai falar com os jornalistas a partir das 18 horas desta quinta-feira, de maneira a abordar o futuro do Benfica e também do que aconteceu na última época no emblema encarnado. A saída de José Mourinho e a entrada de Marco Silva para o banco serão pontos de debate.

O Benfica venceu apenas a Supertaça de Portugal durante 2025/26, terminando a Primeira Liga na terceira posição. Já pela Champions League, ficou-se no playoff de apuramento para os oitavos de final da prova.

Podes acompanhar as declarações de Rui Costa:

«A seguir ao jogo tinha prometido falar aos sócios. Mas como toda a gente já sabe, está tudo a par do porquê de ter vindo falar só agora. O Mourinho disse que ia decidir o seu futuro depois do jogo do Estoril. A partir do momento em que existiram eleições e que Mourinho quis juntar-se ao Real Madrid caso Florentino Pérez as vencesse, fomos prudentes e decidimos aguardar para falar sobre todos estes temas. Não podíamos ser levianos e agi da melhor maneira para defender o Benfica. Esta paciência deu-nos razão. Lamento só falar agora, foi um processo que demorou mais do que esperávamos. Havia uma cláusula também pelo meio e o Benfica não poderia arriscar».

O dirigente falou sobre Marco Silva:

«Espero aqui que todos os benfiquistas esperam. Que consiga trazer os títulos que tanto ambicionamos. É o treinador ideal para o Benfica. A sua experiência em Inglaterra e o que tem feito dá-nos esperança. Estou satisfeito com a escolha. Acredito que nos pode trazer o que desejamos».

Rui Costa falou da proposta feita a José Mourinho:

«O sucesso de Marco Silva será o sucesso do Benfica. Fizemos a proposta a Mourinho quando achámos melhor. Mourinho sabia perfeitamente que era o treinador que desejava ter na próxima época. Tinha mais um ano e sabia que não ia entrar no último ano de contrato, que íamos renovar, mas preferiu o Real Madrid».

«O Benfica teve de aguardar as eleições, não ficou nas mãos de ninguém. José Mourinho assumiu que gostaria de ir para lá, em caso de vitória do Florentino Pérez. Controlámos toda a situação, todos os cenários foram analisados e estávamos preparados para tudo. O clube não esteve parado, apesar do silêncio. O clube não estava bloqueado, trabalhou para estar pronto no começo da temporada. A única coisa que altera é o facto de que as pré-eliminatórias são a primeira prova. Esse não era o plano A. São menos 18 dias. Tivemos que mexer na pré-temporada, mas nada deste processo atrasou o nosso andamento do que é a pré-temporada. Vamos entrar nas pré-eliminatórias da Europa League como tudo preparado. Também temos de esperar pelos jogadores do Mundial. Mas nada atrasou», prosseguiu Rui Costa.

O presidente comentou a presença de Mourinho com a camisola do Real Madrid:

«Fiquei incomodado, mas houve uma justificação».

Rui Costa falou dos 15 milhões de euros a receber:

«Os acordos são respeitados, os 15 milhões estão para chegar a qualquer momento. Não há tema sequer. A última conferência de Mourinho disse que tinha 99% de hipóteses de ficar no Benfica. Havia uma proposta firme e boa e não havia nada do Real Madrid. Não apresentei uma oferta só por apresentar. Perguntaram-me depois do Casa Pia se eu ia continuar com Mourinho e eu assumi que era o meu treinador para a próxima época».

Rui Costa abordou a cláusula de rescisão de sete milhões de euros:

«Essa cláusula foi feita em período eleitoral. Isso permitia que se eu não ganhasse as eleições, quem chegasse pudesse ter uma maior mobilidade. Só que essa cláusula valia para o Benfica e para José Mourinho. Se ele quisesse sair do Benfica teria de pagar os sete milhões de euros. Essa cláusula era só para essas duas entidades. Se algum clube quisesse Mourinho nesses dias, teria de pagar sempre os 15 milhões de euros. Em nada interferiu. Essa cláusula servia mesmo para isso. Nenhum de nós esperava que não existisse uma continuidade de José Mourinho».

Rui Costa comentou a escolha de Marco Silva:

«O Benfica vai mudar de treinador porque o treinador entendeu sair. Não foi uma decisão minha. O mesmo aconteceu no primeiro ano. Procurarei sempre que os treinadores estejam o máximo de tempo. Mourinho escolheu um projeto. A aposta no treinador português visa duas coisas: eu gosto e considerado que Marco Silva está no momento ideal. A partir do momento em que eu cheguei a Marco Silva, todas as outras alternativas caíram».

O presidente voltou a falar da renovação de José Mourinho:

«Se eles pagassem ao Mourinho, ele podia sair pelos sete milhões de euros. Nós fizemos a renovação quando entendemos. Não falamos de um treinador a prazo, ele tinha contrato. O foco era recuperar os pontos perdidos. Se eu tivesse renovado em março, se aparecesse o Real Madrid no final da época, não invertia nenhum dos papéis. Fui criticado em 2023 por ter renovado com um treinador que tinha nove pontos de avanço. Hoje sou criticado. Mourinho sabia que não ia começar a próxima época sem a renovação de contrato. Entendemos fazer isso no final da época. A proposta oficial surge antes da última jornada, quando ainda tínhamos esperança de ficar em segunda, ainda que algo remoto».

Rui Costa falou do mercado:

«Nem todos os jogadores são negociáveis. Sabemos de antemão que o facto de não termos a Champions vamos ter de fazer esforços. Mas a ideia é manter o grosso modo do plantel e retocá-lo. A saída de Otamendi vai obrigar a reforço dessa zona. Vai haver mais um ou outro reforço. Depois vemos o que o mercado nos vier a dar. É verdade que a ausência da Champions dificulta, mas não vai afetar».

Rui Costa comentou a possibilidade de Enrique Riquelme ter vencido as eleições do Real Madrid:

«Equacionámos todos os cenários. Tivemos que nos fazer ao caminho e planear a próxima época. José Mourinho não seria o treinador do Benfica na próxima época e não saía prejudicado. Só posso dizer isto. Havia um acordo amigável».

Rui Costa comentou a eleição de Marco Silva:

«Apresentámos uma proposta de renovação a Mourinho. O Marco Silva vem porque ele a rejeitou, isso é óbvio e o Marco Silva sabe. Aqui gosta-se muito de falar em primeira ou segunda escolhas. Há uma short list, é normal neste nível. Mas assim que Marco Silva mostrou vontade de treinar o Benfica, o nosso foco foi tentar contratar».

«Mourinho nunca nos escondeu que tinha existido uma aproximação do Real Madrid. O resto teve de ter o seu percurso. Basta lembrar a última conferência de imprensa de José Mourinho. Ele disse que havia 99% de possibilidade de ficar. Houve uma proposta séria e ele optou por outro caminho», referiu Rui Costa.

Rui Costa abordou a preparação da pré-temporada:

«Quem está a preparar a pré-temporada é a estrutura para dar as melhores condições a Marco Silva. Não ficámos à espera. O treinador já está a trabalhar, já tem em posse dele tudo o que são relatórios da época passada, do que consideramos que não funcionou bem. Não estivemos sem trabalhar. Há muito para fazer».

O presidente não considera que esta seja a pior época enquanto presidente do Benfica:

«A  pior temporada que eu tive enquanto presidente foi a primeira. Não ganhámos nada. Ficámos em terceiro. Este ano é frustrante. Foi um ano muito negativo por parte do Benfica e peço desculpa a todos os benfiquistas, num ano que ficou aquém. Temos de corrigir o que não correu bem e entrar na próxima época com esperança e assertividade. Tudo o que o Benfica tem de ter».

Rui Costa falou de Marco Silva e o mercado:

«A imprensa dizia que Marco Silva existia um monte de coisas, nós ainda nem tínhamos acordo financeiro. Evidentemente que ir buscar um treinador à Premier não é fácil. Não podia ter valores similares ao que se paga no campeonato mais caro do mundo. Está tudo identificado, ser do Benfica leva a que se vejam os jogos. Não vou comentar o que ele pediu. Mas Marco Silva é um treinador exigente. Queremos formar o melhor plantel. Toca ser um ano diferente. O primeiro passo é entrar na Europa League, depois queremos assumir-nos como candidatos à prova. Queremos atacar todas as frentes a nível nacional. O Marco está otimista, está contente com o que tem em casa, embora sejam necessários reforços. Há um grande otimismo da parte dele. Até agora o mercado está parado, é ano de Mundial. Não temos urgência em fazer vendas».

Rui Costa confirmou que Marco Silva tem cláusula de rescisão:

«Há uma cláusula de rescisão e é de 15 milhões de euros. Vai ser apresentado amanhã como treinador do Benfica. Não nos podemos esconder».

Rui Costa comentou a última temporada do Benfica:

«A época correu mal. Foi uma época atípica em muitos aspetos. Nada é mais preocupante do que aconteceu o ano passado, logo a forma como ela começou, sem férias, sem pré-temporada. Custou-nos bastante, muito mais do que este período atual. Tivemos um foco muito grande nas competições que tínhamos que enfrentar, a Supertaça e a pré-eliminatória da Champions. Foram ambos alcançados, mas levou a um grande esforço. Não houve um desligar de uma temporada para a outra. Houve uma descarga enorme. Durante o campeonato tivemos erros que não podíamos ter. Jogámos para ser campeão e não podíamos ter 11 empates durante um ano. Foram esses erros que nos afastaram no campeonato, principalmente em momentos cruciais. Isto não poderia ter acontecido. Também existiram erros que nos prejudicaram. Não me escondo por trás da arbitragem, mas não poso não criticar. Não me lembro de um clube ser tão prejudicado como o Benfica. Isso teve implicações na classificação final. Não posso dar essas desculpas, assumo a má época, responsabilizo-me. Mas não se pode esconder o que aconteceu a nível arbitral. Os casos são muito flagrantes. Havia muitos prejuízos. Exigimos que o Benfica seja respeitado e que o próximo ano seja respeitado. Chegou a roçar o escandaloso, tal como aconteceu no Famalicão. Fui suspenso 45 dias».

Rui Costa não está desiludido com José Mourinho:

«Se ficasse desiludido com José Mourinho, não lhe dava uma proposta de renovação. A minha relação com ele é boa. Com o Schjelderup não há pressa, ele está no Mundial, falaremos depois».

O dirigente confirmou que António Silva tem uma proposta de renovação:

«António Silva tem uma proposta de renovação. Espero que ele aceite como é óbvio. Soubemos que ele ia para o Real Madrid na semana em que são marcadas as eleições para o Real Madrid. Acho que até José Mourinho ficou surpreendido».

Rui Costa comentou o contrato de Marco Silva e a possibilidade de contratar Rodrigo Zalazar:

«A opção de renovação é de campeão nacional. Se for campeão, o contrato é renovado. Rodrigo Zalazar foi desejado, mas conhecem alguma proposta pelo Zalazar? Se eu tiver de analisar todos os jogadores que são apontados, temos de fazer uma conferência de 24 horas. Por aqueles valores, não existiria oferta por parte do Benfica».

Rui Costa voltou a falar da arbitragem:

«Temos exposto às entidades competentes o nosso mal-estar. José Mourinho disse o que sentimos. Sentimo-nos muito prejudicados pela arbitragem. Isto é um facto. Não justifica o nosso fracasso, mas ajudou. Já fizemos as reclamações todas, exigimos uma transparência que não vimos. Também não queremos ser beneficiados».

O presidente comentou as palavras de André Villas-Boas:

«Não estou aqui para ser o menino querido de toda a gente, mas para defender os direitos do Benfica. Não é por Villas-Boas me considere um senhor, que tenho de estar aqui a dormir».

Rui Costa comentou novamente a saída de José Mourinho:

«Todos os treinadores deixam a sua marca. Mourinho com a sua experiência deixou algo marcante para nós claro. Ele merecia a continuidade e foi o que tentámos. Grato pelo seu trabalho».

Rui Costa referiu que a lista de capitães não mexe:

«Os capitães do Benfica vão se manter: António Silva, Aursnes e Tomás Araújo, isso não mexe».

Rui Costa explicou o que o convenceu a contratar Marco Silva:

«O sistema tático já está imposto. Ele tem capacidade, o modelo de jogo é parecido ao que temos utilizado nos últimos anos. Isto teve grande influência. Está pronto para fazer esta equipa funcionar. É um treinador com uma grande carreira e que acompanha o futebol português. Este ano não foi bom e ele teve a coragem de assumir o projeto».

Rui Costa Benfica
Fonte: SL Benfica

5 seleções favoritas à vitória no Mundial 2026

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O Campeonato do Mundo 2026 tem início neste dia 11 de junho e a expetativa é enorme. Ao contrário de algumas edições anteriores, em que o favoritismo a vencer o troféu recaía em poucas seleções, ou seja, apenas naquelas que eram consideradas especialmente fortes ou singulares, a atual edição aparenta ser diferente.

 O Mundial 2026 apresenta-se extraordinariamente aberto, com várias equipas com elencos muito fortes e bem trabalhados. Embora existam os tradicionais escudos favoritos a vencer a prova, muitas outras têm qualidade suficiente para contrariar qualquer favoritismo não estando entre as favoritas. Seleções como os Países Baixos, Bélgica, Colômbia, Senegal, Croácia, Noruega, Uruguai ou Marrocos estão entre as que o podem fazer. Entre os dois lotes (favoritas e não favoritas) estão duas equipas: Alemanha e Portugal.

Alemanha
Fonte: Alemanha

A Mannschaft apresenta novamente um elenco muito forte e com imensa qualidade (Wirtz, Havertz, Sané, Musiala, Kimmich ou Pavlovic), além de ter uma enorme tradição no Campeonato do Mundo (quatro vezes campeã do mundo, em 1954, 1974, 1990 e 2014) e um palmarés rico (vencedora do Euro 1972, 1980 e 1996 e da Taça das Confederações 2017). No entanto, o histórico recente dos alemães conta com duas eliminações na fase de grupos (Mundiais 2018 e 2022), uma eliminação nos oitavos de final (Euro 2020) e uma queda nos quartos de final no “seu” último Euro (2024 disputado na Alemanha). Além do passado recente ser bastante negativo para os germânicos, ainda não recuperou a consistência de outrora, dois fatores que podem excluir a seleção orientada por Julian Nagelsmann das favoritas a vencer a prova.

Roberto Martínez Portugal
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Já Portugal ocupa uma posição semelhante à Alemanha, mas por motivos um pouco distintos. Apesar da equipa lusitana ter um histórico recente muito positivo (venceu o Euro 2016 e as Ligas das Nações de 2019 e 2025), respirar qualidade no seu elenco (Cristiano Ronaldo, Vitinha, João Neves, Bruno Fernandes, Nuno Mendes e Bernardo Silva entre os principais nomes), sendo uma das melhores gerações da sua história e com uma profundidade relevante, vários entraves continuam a impedi-la de entrar nas favoritas. O fio de jogo ainda não mostra ser o mais consistente e funcional, tal como as opções (convocatórias e durante os jogos) de Roberto Martínez serem muito contestadas ao ponto de fazer do espanhol um técnico nada consensual. Além de ser uma seleção que nunca foi campeã do mundo e o histórico na competição se dividir entre o prestigiante (1966 e 2006) e a desilusão (1986, 2002, 2010, 2014 e 2018), estando o mesmo abaixo das tradicionais seleções favoritas.

Nuno Mendes Waldemar Anton Portugal Alemanha
Fonte: Federação Alemã de Futebol

Logo, Alemanha e Portugal partem um pouco atrás no lote dos candidatos a vencedor, sendo algo que é perfeitamente possível de reverter. No arranque da competição, aqui fica o lote das cinco seleções favoritas a vencer este Mundial. A escolha é feita com base no misto de critérios que englobam histórico global, histórico recente, qualidade da geração de jogadores atual e equipa técnica.  

5.

Thomas Tuchel Inglaterra
Fonte: Federação Inglesa de Futebol

Inglaterra- É uma seleção que tem vindo a crescer e a consolidar-se durante a última década. Com duas finais do Campeonato da Europa disputadas e um quarto lugar no penúltimo Mundial, faz crescer a ideia “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura” ou “quem espera sempre alcança”.

Conta com uma geração que está entre os elencos mais fortes individualmente (Jude Bellingham, Harry Kane, Bukayo Saka e Declan Rice entre os nomes mais prestigiados) e é uma das seleções com um técnico estrangeiro. Após oito anos com Gareth Southgate, a Federação Inglesa decide repetir a receita do passado recente quando contratou Sven-Göran Eriksson e Fabio Capello, optando desta vez Thomas Tuchel. Um técnico experiente e vencedor em três países, entre os quais a Inglaterra, onde foi campeão europeu pelo Chelsea.

É uma equipa que atua de forma mais física, intensa e uma organização tática aliada a transições. Apesar de ainda existir a dificuldade de transformar a qualidade em títulos, a verdade é que um percurso de louvar nos últimos dez anos, juntamente com uma circunstância favorável, coloca a Inglaterra num patamar que pode sonhar com a vitória.

O país que é a “pátria mãe do futebol” tem um historial modesto. Além dos 54 Interbritânicos, a Inglaterra conta apenas com um Mundial conquistado e disputado no seu próprio país (1966). Tem a fama “de quase lá chegar”, visto ter já perdido duas finais do Campeonato da Europa (2020 e 2024) e ter ficado pelas meias-finais nos Mundiais de 1990 e 2018 e no Euro 1996.

4.

Rayan, Endrick, Brasil
Fonte: CBF

Brasil- A “canarinha” é a seleção que simboliza o “gigante adormecido” que muitos adeptos de futebol querem ver reerguido. Não vence uma grande competição há sete anos e o Mundial já foge há 24 anos. No entanto, a conjuntura atual é a mais favorável da última década para voltar a vencer.

A tradição mantém-se quanto ao talento à disposição. A atual geração brasileira que vai participar nas Américas em 2026, é repleta de qualidade (Raphinha, Vinícius Júnior, Neymar, Alisson Becker, Bruno Guimarães e Gabriel Magalhães entre os principais rostos). O fator que distingue os cenários anteriores está na equipa técnica. Numa seleção em que o seu valor e desempenho, muito dependem da firmeza e consolidação do projeto técnico, optou-se por uma alternativa diferente.

Carlo Ancelotti é o primeiro estrangeiro a orientar a seleção brasileira desde 1965. Uma aposta forte e distinta das anteriores, num treinador sem qualquer experiência como selecionador, mas com currículo cheio de títulos (32) e trinta anos nos bancos. Um contributo que enriquece a equipa nacional brasileira e poderá ser decisiva nos momentos-chave deste Mundial. Apesar das desilusões que foram os últimos cinco Campeonatos do Mundo, uns pelas exibições e outros pelos resultados e tendo perdido bastante favoritismo em comparação a outras seleções, o Brasil tenta agora virar a página com uma preparação mais completa.

Afinal, a “canarinha” entra sempre em num Mundial para estar entre os candidatos ao título e o potencial de crescimento da equipa durante o torneio é forte. Dentro do campo, é expectável ver um Brasil que alia a mítica criatividade e genialidade ofensiva com uma maior organização no setor defensivo e controlo adequado dos jogos.

O histórico da seleção “canarinha” é o mais rico dos Campeonato do Mundo (cinco vezes vencedor, em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002) e dos mais completos no global: nove Copas América (1919, 1922, 1949, 1989, 1997, 1999, 2004, 2007 e 2019), quatro Taças das Confederações (1997, 2005, 2009 e 2013), dois Jogos Olímpicos (2016 e 2020) e cinco Jogos Pan-Americanos (1963, 1975, 1979, 1987 e 2023).

3.

Lionel Messi
Fonte: Argentina

Argentina- A atual campeã do mundo conta com um dos ciclos mais vencedores nos últimos seis anos. Embora não esteja entre os três planteis mais profundos e completos da competição e tenha uma média de idades alta (29,09), a Argentina tem ainda assim, muitos pontos a seu favor para renovar o título.

Tem das melhores individualidades (Lionel Messi, Julián Álvarez, Enzo Fernández, Lautaro Martínez, Nico Paz, Mac Allister e Cristian Romero entre os principais), não está dependente uma só estrela, mantém a base que venceu o Campeonato do Mundo há quatro anos e um coletivo que se conhece bem pelo percurso dos últimos anos. Para completar, Lionel Scaloni tem conseguido uma orientação, uma versatilidade tática e uma gestão do grupo absolutamente exemplar, que o faz o melhor selecionador da atualidade.

A seleção azul-celeste tem um dos históricos mais ricos da América Latina: Três Mundiais (1978, 1986 e 2022), 16 Copas América (1921, 1925, 1927, 1929, 1937, 1941, 1945, 1946, 1947, 1955, 1957, 1959, 1991, 1993, 2021 e 2024), uma Taça das Confederações (1992), dois Jogos Olímpicos (2004 e 2008), duas Finalíssimas Intercontinentais de Seleções (1993 e 2022), sete Jogos Pan-Americanos (1951, 1955, 1959, 1971, 2003, 2011 e 2019) e um Pré-Olímpico CONMEBOL (2020).

2.

França Jogadores
Fonte: Federação Francesa de Futebol

França- Embora tenha vencido apenas duas competições nos últimos 12 anos (o Mundial 2018 e a Liga das Nações 2021), a equipa de Deschamps foi muito competitiva e esteve presente em várias decisões. Foi finalista do último Mundial (2022) e foi semifinalista no Euro 2024. Conta com um plantel bastante profundo e recheado de qualidade, ambos do melhor da atualidade (Mbappé, Olise, Dembelé e Saliba entre os principais nomes). Tem estilo de jogo baseado no equilíbrio defensivo com transições ofensivas rápidas e pragmáticas.

Apesar de ser um desafio para o atual elenco e para o treinador, transformar toda a qualidade existente num coletivo forte e sair por cima nos momentos decisivos que irão aparecer, tem tudo a seu favor para o conseguir. O misto de juventude com experiência presente no plantel, juntamente com o facto de ter o selecionador mais consistente da última década, confirma tal prognóstico.

O histórico gaulês é muito completo: Dois Mundiais (1998 e 2018), dois Campeonatos da Europa (1984 e 2000), uma Liga das Nações (2021), duas Taças das Confederações (2001 e 2003), uns Jogos Olímpicos (1984) e uma Finalíssima Intercontinental de Seleções (1986).

1.

Lamine Yamal, Espanha
Fonte: Federação Espanhola

Espanha- A atual seleção campeã da Europa. Provavelmente, a equipa que chega ao Mundial com o melhor futebol praticado e com um dos plantéis mais completos. Conta com uma geração de futebolistas novamente muito rica (Lamine Yamal, Pedri, Nico Williams e Rodri são fortes exemplos) e com a contribuição de Luis De La Fuente, forma uma coletividade muito forte e dominadora.

Tem novamente tudo o que é necessário para sair vencedora. Já há muito tempo que tem consolidado um modelo de jogo baseado na posse de bola e na pressão alta, dominador na esmagadora maioria dos jogos.

Conta com um histórico rico, nomeadamente a nível europeu: Um Mundial (2010), quatro Campeonatos Europeus (1964, 2008, 2012 e 2024), uma Liga das Nações (2023) e dois Jogos Olímpicos (1992 e 2024).

Imprensa internacional avança os nomes dos 9 jogadores que podem sair do Manchester City: Um internacional português e ex-FC Porto na lista

Nove jogadores do Manchester City podem estar na porta de saída. Rubén Dias e Nico González estão presentes na lista de jogadores perto de sair.

O jornal The Athletic publicou uma lista de nove jogadores que podem abandonar o Manchester City no verão. A fonte inclui os nomes de Rúben Dias, James Trafford, Rico Lewis, Nathan Aké, Tijjani Reijnders, Josko Gvardiol, Mateo Kovacic, Nico González e Omar Marmoush.

A estrutura do clube inglês já confirmou oficialmente as saídas do treinador Pep Guardiola e dos atletas Bernardo Silva e John Stones. O técnico Enzo Maresca é o nome esperado para assumir o cargo principal na nova equipa técnica britânica. A formação do Manchester City prepara uma reestruturação no seu plantel para a próxima temporada.

De relembrar que Bernardo Silva está a suscitar uma batalha entre os três grandes de Espanha. Real Madrid, Barcelona e Atlético de Madrid estão na luta pela contratação do português. O Real Madrid também demonstrou interesse em Gvardiol.

Rúben Dias elogia novo treinador do Braga
Fonte: Luís Batista Ferreira/Bola na Rede

Para mexer com o mercado do… Sporting? Levante deve perder peça importante no mercado de verão

Pablo Martínez pode deixar o Levante nas próximas semanas. O médio está em final de contrato e tem interessados nos seus serviços.

Pablo Martínez não deve prosseguir a sua carreira no Levante, já que está em final de contrato com a formação orientada por Luís Castro. O jogador é considerado como um membro importante em Orriols, mas conta com vários interessados nos seus serviços, de acordo com a imprensa espanhola.

O médio de 28 anos está a ser seguido por Sevilha, Osasuna e Deportivo Alavés, sendo visto como uma grande oportunidade de mercado. A possível saída de Pablo Martínez pode afetar a janela de transferências do Sporting. O Levante estaria aberto a receber de volta Giorgi Kochorashvili, que não entra nos planos de Rui Borges em 2025/26.

O georgiano passou pelo Levante entre 2019 e 2025, sendo que pelo meio foi cedido ao Castellón. Pelo Sporting somou 26 encontros, com duas assistências. Cruzou-se com Pablo Martínez durante algumas épocas. O espanhol fez 29 partidas em 2025/26, com um tento e cinco assistências.

Mercado: Barcelona toma decisão importante sobre Bernardo Silva

O Barcelona não vai entrar num leilão por Bernardo Silva. O Real Madrid e o Atlético Madrid estão interessados no médio.

O Barcelona não vai entrar num leilão por Bernardo Silva. De acordo com o jornal Marca, o conjunto catalão não vai aceitar apresentar uma proposta salarial muito elevada ao internacional português, como se se tratasse da futura estrela da equipa, quando o seu estatuto estará mais próximo de um suplente de luxo.

Bernardo Silva está a ser apontado ao Real Madrid e ao Atlético Madrid, o que pode motivar que existam ofertas superiores pelo médio ofensivo, que terminou recentemente o seu contrato com o Manchester City. O jogador de 31 anos realizou na última época um total de 60 jogos, com quatro golos e seis assistências.

O Barcelona tem uma hierarquia de salários e não está disposto a colocar Bernardo Silva com um ordenado superior a certos elementos, que têm outro nível de importância. O tema somente deve ser resolvido depois do Mundial 2026, mas é quase certo que o futuro do luso passará por Espanha.

Jogador do Braga dispensado do estágio da seleção da Turquia: Eis as razões

Demir Tiknaz abandonou o estágio da Turquia. O jogador foi dispensado devido à confirmação da disponibilidade de todos os atletas para o Mundial.

Demir Tiknaz foi dispensado do estágio de preparação da seleção da Turquia para o Mundial 2026. O médio do Braga cumpria a função de reserva na comitiva orientada pelo selecionador Vincenzo Montella na América do Norte.

A equipa turca defrontou a seleção da Venezuela no domingo e não registou qualquer lesão no seu setor intermédio. A equipa técnica libertou o atleta do Braga após confirmar a total disponibilidade física de todos os jogadores eleitos. De recordar que da liga portuguesa só Deniz Gul marca presença nos convocados da seleção turca para o Campeonato do Mundo.

O futebolista vai ter um período de descanso antes de integrar o regresso aos treinos da formação bracarense. A equipa minhota inicia os trabalhos no dia 22 de julho e realiza um estágio em Inglaterra durante o mês de julho. Esta época pelo Braga, Tiknaz conta com 35 jogos, dois golos e duas assistências para todas as competições.

Braga: Carlos Vicens apontado à saída para histórico europeu

Carlos Vicens pode abandonar o Braga nas próximas semanas. O espanhol é alvo do Feyenoord, que demitiu Robin van Persie.

Carlos Vicens pode não continuar ao serviço do Braga, depois de uma temporada no Minho. De acordo com o Algemeen Dagblad, o Feyenoord está interessado na contratação do treinador espanhol. Robin van Persie foi demitido recentemente do comando técnico da formação de Roterdão.

O espanhol de 43 anos nunca passou pelo futebol neerlandês, passando grande parte da sua carreira nos quadros do Manchester City, onde chegou mesmo a ser adjunto de Pep Guardiola. Pelo Braga conseguiu 34 vitórias em 61 encontros. Deixou a equipa no quarto lugar, chegando aos quartos de final da Europa League e à final da Taça da Liga.

O Feyenoord terminou a última edição da Eredivisie na segunda posição, com 65 pontos conquistados em 34 jornadas.

Baliza do Benfica é tema de mercado: velho conhecido pode regressar à Luz

Ederson Moraes pode vir a ser reforço do Benfica no mercado de verão, caso Anatoliy Trubin seja vendido pelo conjunto da Luz.

O Benfica pode ver Anatoliy Trubin sair da Luz no mercado de transferências de verão, caso chegue uma oferta convincente pelo guarda-redes. De acordo com a SIC Notícias, Ederson Moraes pode regressar aos encarnados para ocupar o lugar do internacional ucraniano na baliza.

O brasileiro de 32 anos representa o Fenerbahçe e tem contrato até 2032, levando a que o Benfica tenha que apresentar uma oferta aos turcos para poder contar com Ederson Moraes nas suas fileiras em 2026/27.

O jogador chegou ao Fenerbahçe em 2025, depois de ter sido comprado ao Manchester City por 11 milhões de euros. Ederson Moraes assinou pelo Benfica pela primeira vez em 2009 e deixou a Luz em 2011, regressando às águias em 2015, para sair novamente em 2017, por 40 milhões de euros.

O brasileiro realizou na última época 39 partidas, com 40 golos. Ederson Moraes faz parte dos convocados do Brasil para o Mundial 2026.

Alterações na convocatória de Marrocos: duas saídas por lesão e duas entradas

Abde falha o Campeonato do mundo por lesão no joelho. A seleção de Marrocos chamou Amine Sbai para o seu lugar.

Abde foi oficialmente retirado da convocatória da seleção de Marrocos para o Mundial 2026. O avançado contraiu uma entorse no joelho durante o empate no amigável disputado contra a Noruega.

A avaliação final da equipa médica foi desfavorável à recuperação do atleta a tempo da fase de grupos. O selecionador Mohamed Ouahbi convocou o avançado Amine Sbai para colmatar a ausência definitiva do futebolista do Betis. A comitiva africana registou ainda a dispensa do defesa do Marselha, Nayef Aguerd, por motivos físicos, sendo este substituído por Marwane Saadane.

A seleção de Marrocos começa a competição no dia 13 de junho contra o Brasil e está incluída no grupo C onde vai defrontar também o Haiti e a Escócia.

Abde Ezzalzouli
Fonte: Edmilson Monteiro/Bola na Rede