Francisco Trincão realizou a antevisão do Portugal x Nigéria. Avançado português foi questionado sobre o seu futuro no Sporting.
Francisco Trincão fez a antevisão do encontro entre Portugal e Nigéria, o último dos jogos de preparação portugueses antes do Mundial 2026. O internacional português evitou a questão sobre o seu futuro no Sporting, reforçando que está concentrado em ajudar a Seleção Nacional:
«Estou bem fisicamente. Tive estes dias para recuperar, tive férias antes do estágio. O foco é ajudar, ganhar o máximo de jogos possíveis e o resto não interessa muito».
O extremo do Sporting referiu também que sente que chega ao torneio em grande forma:
«into que estes últimos anos desenvolvi o meu jogo, fisicamente e mentalmente também. Acredito que estou na minha melhor fase. Óbvio que ambiciono melhorar e estar num nível acima. Chego na minha melhor forma ao Mundial».
Francisco Trincão realizou a antevisão do Portugal x Nigéria. Avançado português falou sobre as expectativas para o Mundial 2026.
Francisco Trincão fez a antevisão do encontro entre Portugal e Nigéria, o último dos jogos de preparação portugueses antes do Mundial 2026. O extremo português refletiu sobre as expectativas para a sua estreia no torneio e para a campanha da Seleção Nacional:
«Acima de tudo diria entusiasmo. É uma experiência única, um torneio completamente diferente do resto. Não posso dizer muito, porque que não tenho muita experiência, mas da minha parte estou entusiasmado para ajudar de que forma for. Temos de ter sempre confiança, acreditar. Sabemos que é um torneio muito difícil, mas daquilo que vejo temos um grupo incrível, jogadores com muita qualidade. Portanto só temos de aproveitar, sabendo que é difícil, mas sempre com a crença de que podemos fazer algo bonito».
A mesma fonte adianta que esta decisão deve-se ao facto de o Real Bétis necessitar da transferência para evitar prejuízo no próximo exercício das contas do clube, numa altura em que pede uma verba entre os 20 e os 25 milhões de euros.
Sergi Altimira cumpriu a terceira temporada ao serviço do conjunto da cidade de Sevilha, durante a qual registou dois golos e três assistências, num total de 40 jogos. Para além dos leões, é também reportado o interesse do RB Leipzig.
Roberto Martínez realizou a antevisão do Portugal x Nigéria. Último jogo de preparação luso antes do Mundial 2026.
Roberto Martínez fez a antevisão do encontro entre Portugal e Nigéria, o último dos jogos de preparação portugueses antes do Mundial 2026. O selecionador nacional começou por ser questionado sobre se pode este ser um ensaio geral para o jogo com o Congo:
«Não. Porque o primeiro jogo para cinco ou seis jogadores, continuamos. É o último jogo da preparação, o foco é preparar, recuperar e dar minutos a quem precisa. O primeiro objetivo é levar os jogadores para o avião preparados para o Mundial. É o objetivo número 1. Queremos ganhar. No futebol tens de esperar o inesperado. Aconteceu com o Chile, fizemos uma primeira parte de controlo total, com o vermelho jogar 10 contra 10 atingimos um bom resultado, mas também há aspetos a melhorar. Temos uma oportunidade agora para trabalhar aspetos que são semelhantes ao que teremos diante do Congo. Uma equipa africana diferente. Um adversário exigente, que será um teste para preparar o nosso grupo».
«São muitos jogos que preparámos sem onze inicial. A força de Portugal é o compromisso de todos. A responsabilidade é preparar os jogadores para ajudar a equipa. Para usarem o seu talento para ganhar. A ideia é fazer onze substituições. E tentar que todos tenham minutos», prosseguiu Roberto Martínez.
Roberto Martínez foi questionado sobre qual o estilo de jogo desta Seleção:
«É muito fácil. É um grupo de jogadores com muito talento. Temos uma estrutura e disciplina dentro desse talento para ganhar todos os jogos. Os números estão aí. Golos, vitórias… Compromisso total, para defender rápido, em cima, e isso é o estilo, o que temos depois de 15 anos de trabalho na formação do futebol português. Outro aspeto é o tático. É algo diferente de falar da nossa estrutura tática. O estilo é o que temos. A estrutura tática é a estratégia de jogo para ter uma vantagem sobre o adversário. A ideia é ter flexibilidade tática para ajustar o talento individual dentro da estrutura da equipa. E isso é o que estamos a trabalhar. É muito difícil para pessoas de fora que não têm conhecimento de futebol poder falar do aspeto tático, mas o estilo é muito fácil e definido».
Roberto Martínez deixou vários elogios a Cristiano Ronaldo:
«O nosso capitão é um exemplo para o dia a dia. São 24 horas a dar tudo para ajudar a Seleção. Eles não pensam no futuro. Não sabemos. Há lesões. Há decisões que não estão nas tuas mãos. Foco é treinar, ser o melhor, executar os conceitos. Mostrar orgulho de vestir a camisola. É esse o exemplo dele. O único objetivo dele é usar o amanhã para melhorar».
Roberto Martínez abordou o aspeto físico da Seleção Nacional:
«Não é o fim de época. Agora é o começo de época… O balneário tem frescura, alegria… Os que jogaram na Champions já estão totalmente recuperados. Agora é reativar e recomeçar o aspeto físico para o Mundial. Lá haverá dois Mundiais. Estamos preparados para os três primeiros jogos. No Mundial é preciso melhorar muito nesses três jogos. É aqui onde podemos pensar no segundo Mundial. Temos amanhã um bom jogo, dia de Portugal, precisamos dos adeptos, a energia que tivemos no Jamor ajudou muito no aspeto psicológico. Que amanhã seja um passo em frente nessa preparação».
Roberto Martínez falou sobre João Cancelo e confirmou titularidade de Diogo Costa:
«Todos os jogadores que jogaram mais de 45 minutos recuperaram muito bem. A nossa ideia era o João Cancelo ter mais de 45 minutos. O seu estilo e capacidade física permite isso. Como Bruno Fernandes, Ruben Dias. Há jogadores que precisam de aspetos fisicamente diferentes. Amanhã temos só a limitação do Rafael Leão. Todos os outros estão preparados. Na baliza o Diogo Costa vai jogar os 90 minutos. É o nosso guarda-redes número 1, é uma posição que precisa de muita clareza. Nas posições de campo são para utilizar amanhã e que seja um jogo com muitos jogadores, mas com a mesma intensidade e ideia. Para ganhar o jogo juntos».
Roberto Martínez respondeu ao Bola na Rede, a nível dos adversários desta preparação:
«É uma mistura importante. Estamos a falar de uma equipa asiática, mas tem um treinador europeu com muita experiência em Mundiais. É uma equipa que tem clareza tática muito forte. O resto é uma mistura. Também há um aspeto de desconhecido. Não sabemos como uma equipa que nunca jogou um Mundial pode ajustar num jogo. Durante 3 ou 4 cinco jogos é fácil poder esperar um nível. Durante o jogo, já tive essa experiência contra o Panamá, há um aspeto inesperado, pois não consegues preparar o nível a que podem chegar. É uma final dentro das suas carreiras. O Chile, o aspeto emocional, de duelos, é muito semelhante à Colômbia. A Nigéria é muito diferente do Congo, mas tem aspetos semelhantes ao Congo. A capacidade dos atacantes, os espaços da linha defensiva, muitos jogadores na zona central. O aspeto tático é diferente, mas culturalmente há aspetos semelhantes. Os quatro adversários deram tudo aquilo que precisamos para a fase de grupos».
«Nunca um selecionador estrangeiro foi campeão do mundo? É um desafio que adoro. A minha carreira está cheia de desafios assim. É o primeiro Mundial com este formato. Acho que é o momento especial para poder fazer uma conquista, algo que nunca foi feito», disse ainda Roberto Martínez.
Roberto Martínez falou sobre o objetivo de Portugal para este Mundial, depois de Pedro Proença, presidente da FPF, dizer que a meta mínima ser os quartos de final:
«O presidente é uma pessoa que tem a sua opinião. Respeito a sua opinião. Para mim, o Mundial são 3 jogos. É muito chato dizer isso, mas é a realidade. O foco é o jogo de amanhã. Depois os três jogos a seguir. A ideia é ganhar tudo, ganhar oito jogos. Seja nos 90, aos 120 ou nos penáltis. O que podemos controlar é a atitude, mostrar talento, arriscar, com a personalidade que mostrámos na Liga das Nações».
«Episódios extra-jogo no Mundial? Não me preocupa. Estamos a falar de um Mundial. Aconteceu o mesmo em todos os Mundiais. É a maior competição do mundo. Fazem parte do que significa estar num Mundial. Nós só preparámos o treino, recebemos o Presidente da República, sempre portas fechadas. Preparar o jogo de amanhã e mais nada», disse ainda Roberto Martínez.
Roberto Martínez deixou mais elogios à Nigéria:
«Gosto muito ideias do selecionador da Nigéria. A forma como muda. Utiliza muito bem as valências da sua equipa. Atacantes muito rápidos e fortes. Estilo diferente do Chile. É importante trabalhar isso. Quando há jogos pela seleção, o trabalho é sempre consequência para ganhar. Precisamos de fazer o que fizemos bem. O trabalho na Seleção é importante todos os dias. O jogo do Chile acelerou muito, acho melhor ganhar 2-1 do que 2-0, para aspetos de avaliar, poder melhorar. Amanhã o mesmo. Vamos tentar ganhar, mostrar clareza no que queremos no relvado. Abrir competitividade no relvado. E no final celebrar com os adeptos o último jogo da preparação para o Mundial».
Roberto Martínez foi questionado sobre se ponderou dar minutos a Ricardo Velho:
«É um equilíbrio o que todos precisam. Era importante o José Sá e o Rui Silva tivessem minutos, mas também recuperar o Diogo Costa, pois esteve acima dos 4000 minutos. A sua preparação para o primeiro jogo precisava de mais treinos. O Ricardo está a trabalhar muito bem. A posição do guarda-redes é muito importante ter 90 minutos antes de um Mundial. Para o Diogo Costa foi o processo perfeito. É o começo da nova época. O Diogo desligou e agora começa a nova época. E faz sentido jogar os 90 minutos amanhã».
Francisco Trincão realizou a antevisão do Portugal x Nigéria. Último jogo de preparação luso antes do Mundial 2026.
Francisco Trincão fez a antevisão do encontro entre Portugal e Nigéria, o último dos jogos de preparação portugueses antes do Mundial 2026. O extremo português tocou em vários temas.
«Mundial? Acima de tudo diria entusiasmo. É uma experiência única, um torneio completamente diferente do resto. Não posso dizer muito, porque que não tenho muita experiência, mas da minha parte estou entusiasmado para ajudar de que forma for».
«Temos de ter sempre confiança, acreditar. Sabemos que é um torneio muito difícil, mas daquilo que vejo temos um grupo incrível, jogadores com muita qualidade. Portanto só temos de aproveitar, sabendo que é difícil, mas sempre com a crença de que podemos fazer algo bonito», prosseguiu.
Francisco Trincão falou sobre como está fisicamente:
«Estou ótimo. Estes dias também serve para isso, para adaptar da melhor forma possível, regenerar o corpo. O importante é preparar da melhor forma possível para quando começar o Mundial estar bem fisicamente».
Francisco Trincão respondeu ao Bola na Rede:
«Diferenças de jogar mais dentro e mais fora? Acho que não influencia muito. Hoje em dia, o jogo tem muitas movimentações, estou preparado para jogar tanto por fora como por dentro. Também tem a ver muito com o adversário. Há alguns que podem pedir certas coisas, estar mais por dentro ou mais por fora. Depende muito do jogo em si e estou preparado para jogar tanto fora como dentro».
Francisco Trincão revelou conversa com Luis Suárez, sendo que haverá um Portugal x Colômbia na fase de grupos do Mundial 2026:
«Falámos bastante. Brincámos, a dizer que ele ia ficar em segundo e nós em primeiro. Foi a brincadeira no balneário durante algum tempo. Falámos também sobre trocar camisolas, mas só brincadeira entre nós».
Francisco Trincão foi questionado sobre o tema mercado:
«Estou bem fisicamente. Tive estes dias para recuperar, tive férias antes do estágio. O foco é ajudar, ganhar o máximo de jogos possíveis e o resto não interessa muito».
Francisco Trincão foi questionado sobre se esta é a sua melhor versão da carreira:
«Sinto que estes últimos anos desenvolvi o meu jogo, fisicamente e mentalmente também. Acredito que estou na minha melhor fase. Óbvio que ambiciono melhorar e estar num nível acima. Chego na minha melhor forma ao Mundial».
Francisco Trincão olhou para o jogo com a Nigéria:
«Aproveitar o jogo. São duas seleções parecidas. São físicas. Temos de focar no que temos treinado e colocar em prática. Olhar para o que podemos fazer e tirar alguma nuance do que tenham de parecido, mas acho que é mais focar em Portugal.
«Vamos tentar dar o nosso melhor. Uma equipa similar ao Congo. Vamos jogar o que treinámos. Tentar focar em nós mesmos do que na Nigéria. Será difícil. Tentaremos fazer um bom jogo e chegar ao Mundial confiantes», referiu ainda.
Sergiy Kovalets, antigo internacional ucraniano, criticou o médio do Benfica Georgiy Sudakov pela falta de intensidade sem bola.
Georgiy Sudakov voltou a ser alvo de críticas na Ucrânia, depois de uma temporada em que teve dificuldades para afirmar-se como peça importante do plantel do Benfica, apesar do investimento de 27 milhões de euros. Em declarações à imprensa ucraniana, o antigo internacional Sergiy Kovalets deixou fortes críticas à falta de intensidade do médio de 23 anos a nível defensivo:
«Se Sudakov não entender que precisa de trabalhar tanto no ataque, como na defesa — pressionar, fechar a posição e entrar na área — será muito difícil para ele conseguir manter-se no mais alto nível».
De seguida, destacou Vitinha, João Neves e outras estrelas do PSG como exemplos de como um jogador deve competir no futebol moderno:
«Vejam o que João Neves, Vitinha, Dembéléou Kvaratskheliaestão a fazer no PSG. No futebol moderno quase já não existem ‘jogadores livres. Enquanto os nossos jogadores não perceberem isso, podem repetir o destino de Sudakov».
Na sua temporada de estreia com a camisola do Benfica, Georgiy Sudakov acumulou quatro golos e cinco assistências em 36 presenças.
A história de todas as nações fica marcada por altos e baixos. Olhando aos grandes impérios, analisamos que existe um momento de apogeu, seguido de uma queda, que não é imediata. Ao mesmo tempo, um novo protagonista surge no domínio global. Foi o que aconteceu com Portugal, Espanha, Países Baixos ou o Reino Unido. Vivemos um período de transição de liderança mundial dos Estados Unidos da América para a China (se é que a mesma já não finalizou).
Certos países já estiveram em lugares de destaque, ditando a lei em regiões sem fim à vista, com líderes a deterem o poder totalitário. Contudo, a ‘fama’ não dura para sempre e as crises aparecem ciclicamente. Nicolau I, czar da Rússia, foi o autor de uma das expressões mais curiosas relativamente a este tema, acusando o Império Otomano de ser o ‘doente da Europa’. E, de facto, a nação vivia uma crise socioeconómica sem precedentes, com várias regiões a procurarem a sua independência. Os séculos de crescimento tinham ficado no passado e o Império Otomano não era um protagonista.
Uma das consequências da Primeira Guerra Mundial passou pelo fim destes ‘doentes da Europa’. Império Otomano e Império Austro-húngaro chegaram ao seu final, desenhando-se uma nova geografia no continente, que não acabou com as tensões existentes.
Fonte: Girona
Este fenómeno de ciclos também pode ser inserido no futebol. Trata-se mesmo de um bom exercício para entendermos quem está no domínio e quem se encontra numa quebra clara, colocando o rótulo de ‘homem doente’ em várias equipas espalhadas pelo mundo. Em Espanha, 2025/26 apresentou-nos uma série de projetos que estão em crise, quando já ocuparam um lugar de protagonistas dentro do desporto rei, ainda que longe de Barcelona, Real Madrid, Atlético Madrid. Há três casos ilustrativos:
Girona
Mallorca
Osasuna
As formações dos Países Catalães foram despromovidas. Os navarros ficaram a bater à porta, rezando para serem bafejados pela sorte até ao último minuto. Nenhum emblema desta lista era colocado como favorito à despromoção, embora se admitisse que o seu melhor momento tinha passado. O caso dos catalães é mesmo o mais gritante, dado o seu passado recente.
Os comandados por Míchel finalizaram a La Liga 2023/24 no terceiro lugar, conseguindo uma qualificação para a Champions League e a entrada de um capital importantes nas contas bancárias. A instituição que faz parte do City Group não conseguiu estabilizar-se sequer na primeira metade da tabela, acusando a pressão de ter de jogar duas vezes por semana na primeira metade da época. A maioria das contratações tampouco funcionara, apesar dos 50 milhões de euros investidos. As saídas de Aleix García, Savinho ou Artem Dovbyk não foram compensadas da melhor maneira, apesar das compras de Yáser Asprilla, Ladislav Krejci, Abel Ruiz ou Bojan Miovski. O 16.º posto de 2024/25 tinha sido o aviso de que Quique Cárcel e Míchel teriam de mudar algo. Caso contrário, o futuro seria negro.
Fonte: Girona
O Girona voltou a realizar alguns investimentos, ainda que não com a mesma força. De fora, aparentava que podia pelo menos ser uma temporada tranquila para a turma do Montilivi. Bryan Gil, Azzedine Ounahi (o melhor da equipa, com alguma distância), Vladyslav Vanat, Axel Witsel, Thomas Lemar entre outros, eram atletas com provas dadas. Fran Beltrán chegou no inverno para dar outra pujança ao meio campo. Marc-André Ter Stegen também viajou para norte, mas as lesões ‘tramaram-no’. Nem com as saídas de Ladislav Krejci, Miguel Gutiérrez e Yangel Herrera criou-se uma grande aflição.
Contudo, mais do que uma crise de momento, a situação negativa do Girona é do foro institucional, precisava quase de uma mudança a 100% e um recomeço. O começo de época foi terrível e o final penoso. Pelo meio, laivos de esperança. Míchel não conseguiu dar a volta à situação e passou de herói a vilão. Em maio, os blanquivermells passaram a ser uma equipa de La Liga 2, dando um tropeção na sua evolução enquanto clube e voltando a ser a terceira força da Catalunha.
Quem fez companhia ao Girona na zona de despromoção foi o Mallorca (além do Real Oviedo, que cedo se percebeu que estava condenado). Tal como a formação do Montilivi, os insulares tinham atingido um momento de auge não há tanto tempo assim. Em 2024/25, a equipa chegou à final da Taça do Rei, perdida nas grandes penalidades para o Athletic, numa despedida quase perfeita de Javier Aguirre. No verão de 2025 chegou um novo homem ao leme. Jagoba Arrasate vinha com a missão de começar um novo ciclo, depois de ter deixado uma imagem de excelência no Osasuna. Ao deixar o El Sadar, o basco estaria em busca de um desafio mais exigente, de outro patamar, mas deu um passo ao lado na carreira. O décimo lugar obtido em 2024/25 está longe de ser terrível, além de que a participação na Supertaça de Espanha deu uma notoriedade mundial aos barralets.
Fonte: Mallorca
Contudo, o ambiente que se vivia no Son Moix estava longe de ser o melhor. Não era praticado um futebol entusiasmante, mas houve um particular interesse no acompanhamento do projeto depois das contratações de Pablo Torre e Jan Virgili ao Barcelona quase nove milhões de euros. As saídas de Greif e Copete não pareciam fatais (a substituição do defesa por Kumbulla foi uma desgraça, vista aos dias de hoje). Tudo apontava a uma época tranquila. Porém, em setembro de 2025 viu-se a verdadeira face de um projeto que estava podre por dentro. O balneário vivia um clima de tensão, com o experiente Dani Rodríguez a vir-se queixar a público por ter sido ultrapassado por Jan Virgili. O experiente extremo, um histórico da instituição, tinha sido ultrapassado pelo rookie. Uma história que já vimos tantas vezes e que raramente acaba bem para o mais velho. Jagoba Arrasate não contava com o apoio de um dos líderes do plantel e isso custou caro. Nenhum deles acabou a época nas Baleares.
Dani Rodríguez foi para o Leganés em janeiro, onde batalhou para que os madrilenos não fossem despromovidos à Primera RFEF. Jagoba Arrasate acabou mesmo demitido em fevereiro, numa fase em que o fantasma de uma eventual despromoção pairava no ar. Martín Demichelis deu ares da sua graça, mas não conseguiu evitar a descida. O Mallorca foi do céu ao inverno em dois anos. Porém, neste caso, o plantel era muito desequilibrado. Se Vedat Muriqi (segundo melhor marcador da La Liga), Samu Costa ou Jan Virgili são jogadores para outros patamares, existiam outas peças que ficaram aquém do pedido (Marash Kumbulla à cabeça). Ao contrário do Girona, Pablo Ortells, ainda que saiba que vai perder os destaques, terá uma base para trabalhar e uma equipa técnica definida. Martín Demichelis é para continuar. Só o facto de o treinador estar confirmado, já dá um outro balanço aos baleares para o que vem aí de 2026/27, onde terão de lutar obrigatoriamente pela subida de divisão.
Fonte: Mallorca
Voltando para a Espanha Continental, o Osasuna é aos dias de hoje o ‘doente’ do futebol castelhano, alcançando a manutenção por muito pouco em 2025/26. Com Jagoba Arrasate, a formação de Pamplona conseguiu fixar-se como um ‘cliente habitual’ dos lugares de meio de tabela, permitindo-se lutar pelo acesso às provas europeias, olhando mais vezes para a frente do que para trás. A saída do basco, deu a entender que o projeto montado por Braulio Vázquez era aquele, o que estava longe de lançar os alarmes. O nome de Vicente Moreno não conseguiu entusiasmar ninguém, mas o nono lugar alcançado em 2024/25 provou que a missão foi cumprida.
A direção desportiva cedo confirmou que estava em busca de um novo técnico e viu um dos treinadores da moda deixar-se encantar pelo Reino de Navarra. Alessio Lisci guiou o Mirandés aos playoffs de subida, quando o objetivo da turma de Anduva era a manutenção, com um plantel recheado de cedidos, como habitual. O italiano trazia uma proposta de bom futebol que convenceu os adeptos do Osasuna e a estrutura. Fazendo uma retrospetiva, podemos concluir que aquela equipa do Mirandés tinha nomes brutais, inacreditáveis para aquele patamar e que grande parte do sucesso se devia aos mesmos e não a quem os liderava.
Fonte: Osasuna
Víctor Muñoz foi gradualmente transformando-se no protagonista do plantel, o que o levou a ser convocado para o Mundial 2026. O Osasuna tem uma base montada e muito clara: Herrera, Boyomo, Catena, Torró, Moncayola, Aimar, Rubén García e Ante Budimir, além do citado Víctor Muñoz.
Contudo, parte destes jogadores não logrou evoluir mais, entrando inclusivamente em regressão. É uma elite que necessita de ser renovada. Alguns adeptos nas redes sociais descrevem que o Osasuna passou de ser um clube exemplo e humilde, a uma instituição com uma estrutura ‘snob’, sem grandes justificações para tal. O 17.º lugar desta temporada é uma mensagem de alerta (cinco derrotas seguidas nas últimas cinco jornadas). São necessárias mudanças profundas, vender jogadores que têm estatuto de estrela, mas que não podem ficar mais tempo no El Sadar (Jesús Areso saiu no timing ideal para os rojillos). Porém, todo o processo já está atrasado. À data a que se escreve este artigo, os espanhóis ainda não têm treinador. Carles Martínez foi para o Bayer Leverkusen, Imanol Alguacil não quer assinar, José Bordalás preferiu ficar no Getafe. Ramis passou a ser o grande candidato. O tarragonês guiou o Burgos à posição de surpresa da La Liga 2, falhando por pouco o playoff de subida, mas poucos esperavam que a sua saída do El Plantío seria para um emblema da La Liga.
Quem for orientar o Osasuna sabe perfeitamente que não é a primeira nem a segunda escolha da estrutura. E ter esse rótulo é passar por uma das piores posições no futebol e começando a época já com a desconfiança dos adeptos. A ‘aposta’ dos próprios dirigentes na descida do clube também terá de deixar em alerta os aficionados.
Fonte: Osasuna
O Osasuna fez um seguro de mais de um milhão de euros em caso de despromoção em 2025/26, o que faria com que recebesse seis milhões de euros. Uma situação 100% legal, mas que mereceu críticas. Não se confiava a 100% na manutenção? Além de que os navarros perderam a verba que investiram. Certo é que passou a ser plenamente normal colocar a equipa nos candidatos à descida para 2026/27, após uma temporada longe de impressionar.
A La Liga também nos traz os casos de Valência e Sevilha, históricos fundamentais para perceber a evolução do desporto rei no país vizinho, que estão num momento negativo, provocado pelas direções. Não sabemos se as instituições serão candidatas à Europa ou à despromoção, mas a tendência é desiludirem. O contrário, deixaria os próprios adeptos surpreendidos. No entanto, são casos distintos de Osasuna, Girona e Mallorca. Não houve um apogeu recente, estão mergulhados numa crise.
As despromoções da última época (exceto a do Real Oviedo) deixaram um alerta às restantes equipas. A manutenção esteve ‘cara’, nos 42 pontos, e apenas um dos promovidos desceu. Ninguém estará a olhar para o Racing Santander e Deportivo de La Coruña (não se conhece ainda o terceiro promovido) como os ‘patinhos feios’ da prova, com uma La Liga recheada de históricos. Todos os anos o futebol europeu traz-nos histórias bonitas como a do Bodo/Glimt, a do Thun ou as temporadas marcantes de Bournemouth e Friburgo. Contudo, também existem exemplos a não seguir e que merecem uma reflexão, para se entender o que falhou.
Além disso, de acordo com a fonte, o Colónia ficará com uma cláusula de 20% sobre uma eventual transferência futura. O facto de a equipa comandada por Carlos Vicens participar em competições europeias pode também ter sido um fator importante na decisão do médio de 24 anos.
Denis Huseibasic cumpriu quatro temporadas na equipa principal do Colónia, acumulando apenas 16 jogos sem golos ou assistências em 2025/26, devido a várias interrupções por lesões.
✍️ Done deal! Denis Huseinbašić (24/🇧🇦) joins Braga on a contract until 2031. It’s said FC Cologne have secured a 20% sell-on clause. @SkySportDEhttps://t.co/1ZU6vNGuSe
O árbitro Omar Artan foi impedido de entrar nos EUA para o Mundial 2026 e o governo da Somália já reagiu à decisão e à falta de ação da FIFA.
Omar Artan, distinguido como o melhor árbitro de África em 2025, foi impedido de entrar nos EUA para o Mundial 2026. Desde então, um porta-voz da FIFA já confirmou que o organismo não tem qualquer opção para reverter a decisão do governo norte-americano.
O árbitro foi deportado para Istambul, numa altura em que os EUA limitam a passagem de vistos a cidadãos da Somália, apesar de o jovem de 34 anos ter recebido um passaporte diplomático.
Esta terça-feira, o governo da Somália emitiu um comunicado em que lamenta a «situação lamentável», reforçando que Omar Artan «tem sempre representado o pais e o desporto somali com profissionalismo». O ministério de Juventude e Desporto revelou também que está a trabalhar em articulação com o ministério dos Negócios Estrangeiros para «através da via diplomática» falar com «as autoridades competentes dos Estados Unidos e da FIFA para obter uma explicação clara sobre o assunto».
Omar Artan foi citado no comunicado em reação à decisão, desejando «muito sucesso» aos colegas de profissão e referindo:
«Apesar das circunstâncias, mantenho uma atitude positiva e estou centrado nos próximos desafios da minha carreira como árbitro»
O Sporting, Vitória SC e Estoril Praia perguntaram pelo mesmo jogador. Elves Baldé também chamou à atenção do Rennes.
O Sporting, Vitória SC e Estoril Praia estão todos interessados em Elves Baldé, garante o jornalista Rudy Galetti. A mesma fonte refere que os três clubes de Portugal pediram informações atualizadas acerca do extremo de 26 anos.
Além disso, outro clube que também mostrou interesse e acompanha Elves Baldé de perto é o Rennes. Neste momento, o extremo de 26 anos joga no Radomiak (Polónia), onde fez 27 jogos, marcou cinco golos e deu três assistências.
Elves Baldé passou vários anos na formação do Sporting, jogou na equipa B, mas viria a sair depois para o Farense, onde esteve quatro temporadas. Tem atualmente contrato válido até ao verão de 2027.
🚨🔥 EXCL | Sporting CP, Vitória Guimarães and Estoril have all requested updated info on Elves Baldé.
The Radomiak winger – who recorded 5 G and 3 A this season – is also being closely monitored by Rennes, where he has been shortlisted as a potential attacking reinforcement. pic.twitter.com/RCCLfBPbY7