O Famalicão vai participar na Como Cup, prestigiado torneio internacional que se realiza entre 28 de julho e 1 de agosto.
O Famalicão anunciou a participação na próxima edição da Como Cup. Em comunicado, o clube minhoto referiu ter sido convidado para integrar o prestigiado torneio internacional, que contará com quatro clubes do futebol europeu e um da Arábia Saudita.
Para além do Famalicão, estarão em competição o Como de Itália, o Crystal Palace de Inglaterra, o Lens de França, o Villarreal de Espanha e o Al Ula da Arábia Saudita.
Recorde-se que o Famalicão terminou a Primeira Liga no quinto lugar, posição que poderia dar acesso às competições europeias. No entanto, com o triunfo do Torreense na Taça de Portugal, a equipa minhota acabou por não garantir a qualificação para a Conference League.
Em entrevista à Sport TV, Rafael Leão refletiu sobre a temporada negativa do AC Milan e revelou detalhes sobre a abordagem do rival Inter Milão.
Rafael Leão concedeu uma entrevista à Sport TV, na qual abordou vários temas, depois de já ter manifestado a vontade de deixar o AC Milan. O internacional português começou por refletir sobre a temporada negativa a nível individual e coletivo, apontando para um sistema tático desadequado:
«Foi uma temporada difícil. Não chegámos à Liga dos Campeões. Joguei lesionado durante quatro ou cinco meses com uma pubalgia, numa posição que não é a minha. (…) O sistema tático não me ajudava. Sentia que podia fazer a diferença, mas a forma como a equipa jogava não me proporcionou as condições para o conseguir. No final, torna-se desgastante».
O extremo de 26 anos revelou ainda que o rival Inter Milão demonstrou interesse, antes de acabar por assinar pelo AC Milan:
«Primeiro houve um interesse do Inter. O Luís Campos disse-me que estavam a pensar vender-me. Eu disse que queria ficar mais um ano. (…) Algumas horas depois, passam-me um telefone e era Maldini, o Maldini a falar comigo. Não podia dizer que não. Recebi uma boa energia da parte dele».
Por fim, abordou a relação com Zlatan Ibrahimovic, antigo jogador e atual diretor dos rossoneri:
«É uma boa pessoa, mas se fores fraco psicologicamente, deixas-te influenciar. A abordagem dele por vezes parece negativa. Se fores uma pessoa que se sente logo atacada pela forma como ele se dirige a ti, vais sentir-te mal. Ele não é do tipo que te dá uma palmadinha nas costas, nem mesmo nos treinos».
António Barbosa elogiou José Mourinho e destacou-o como uma das suas principais referências enquanto treinador.
António Barbosa destacou a admiração por José Mourinho em declarações no programa Homem do Leme, da Liga TV. O treinador, que garantiu a subida da Académica à Segunda Liga, apontou o técnico como a sua principal referência:
«A minha licenciatura e o meu doutoramento foram feitos sobre José Mourinho e sobre as equipas dele. É alguém completamente diferente, que mudou definitivamente o paradigma do treinador, pela cultura, pela capacidade de comunicar e pela forma de interagir».
O treinador da Académica recordou ainda um episódio com José Mourinho:
«Cruzei-me com ele no Rossio, não estava mais ninguém na rua, e não fui capaz de lhe dizer bom dia. Baixei a cabeça e tentei passar o mais despercebido possível».
O clássico das meias-finais entre Sporting e FC Porto confirmou aquilo que tem sido a realidade do basquetebol português nos últimos anos: os detalhes continuam a separar as equipas nos momentos decisivos. O FC Porto venceu a série por 3-1 e garantiu presença na final da Liga Betclic, após triunfar no quarto jogo por 94-86, eliminando um Sporting que entrou na eliminatória com legítimas aspirações de chegar à decisão do campeonato.
Os números contam apenas parte da história. O que verdadeiramente decidiu a meia-final foi a capacidade dos dragões para impor o seu ritmo nos momentos de maior pressão. Desde o primeiro jogo, quando roubaram o fator casa em Alvalade, os portistas mostraram uma consistência competitiva que o Sporting nunca conseguiu igualar durante toda a série. A equipa de Fernando Sá foi mais forte nas tabelas, teve maior profundidade de banco e revelou uma maturidade coletiva que acabou por fazer a diferença.
Para o Sporting, fica um sentimento agridoce. Os leões demonstraram qualidade suficiente para discutir a eliminatória, mas voltaram a evidenciar dificuldades quando os jogos entram na fase decisiva. A irregularidade no lançamento exterior, alguns apagões ofensivos e a incapacidade para manter a intensidade durante quarenta minutos acabaram por custar caro. Uma equipa que durante a época venceu o FC Porto em momentos importantes, incluindo na final da Taça de Portugal, não conseguiu transportar essa superioridade para o playoff.
Atleta em destaque: Devyn Marble: o homem dos momentos decisivos
Se existiu um jogador que simbolizou a superioridade portista na série foi Devyn Marble. No jogo que garantiu a passagem à final foi o melhor marcador dos dragões com 22 pontos, assumindo a responsabilidade nos momentos de maior pressão e revelando uma eficácia que o Sporting raramente conseguiu travar.
Final
Agora, o basquetebol português terá a repetição das finais das últimas duas temporadas: Benfica contra FC Porto. E aqui começa uma história diferente.
O Benfica chega à final com o estatuto de tetracampeão nacional e depois de uma meia-final tranquila diante da Oliveirense. Os encarnados têm sido a referência da modalidade na última década e apresentam um núcleo competitivo habituado a ganhar. Do outro lado estará um FC Porto que tem marcado presença regular nas finais, mas que continua à procura de quebrar um jejum de títulos nacionais que dura desde 2016.
Se o Porto chega moralizado pela eliminação do Sporting, o Benfica surge com a serenidade de quem conhece melhor do que ninguém o caminho para o título. É precisamente por isso que esta final promete ser tão equilibrada. Os dragões parecem atravessar o seu melhor momento da época, enquanto os encarnados apresentam a estabilidade e a experiência dos campeões.
Mais do que uma disputa pelo troféu, esta série será um confronto entre duas filosofias: a urgência de quem quer recuperar o trono e a confiança de quem se habituou a ocupá-lo.
O FC Porto conquistou o direito de sonhar. O Benfica continua a ser a equipa a bater e é exatamente por isso que a final promete ser imperdível.
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Atleta em destaque: Devyn Marble: o homem dos momentos decisivos
Se houve um jogador que simbolizou a superioridade portista na série foi Devyn Marble. No jogo que garantiu a passagem à final foi o melhor marcador dos dragões com 22 pontos, assumindo a responsabilidade nos momentos de maior pressão e revelando uma eficácia que o Sporting raramente conseguiu travar.
Candidato à presidência do Fenerbahçe, Hakan Safi, voltou a comentar o acordo que tem com Luis Suárez caso vença as eleições.
Em entrevista ao HT Sport, Hakan Safi, candidato à presidência do Fenerbahçe SK, voltou a reforçar o acordo que diz ter com Luis Suárez caso vença as eleições. O candidato referiu ainda que tem estado em contacto com o Sporting relativamente à possível transferência:
«Enquanto falámos com os jogadores para chegar a um acordo, também falámos com os clubes. Fizemos tudo de acordo e falámos com o Sporting. Eles estão a par da situação, mas algumas pessoas tentam manipular isso. Depois de vencer as eleições, vou mostrar esses contratos com Luis Suárez e Demiral».
A última semana do Giro d’Italia de 2026 foi o palco da consagração absoluta de dois nomes que marcaram esta edição de forma indelével: Jonas Vingegaard, que dominou com punho de ferro a montanha e a classificação geral, e o português Afonso Eulálio, que assinou uma das páginas mais brilhantes da história do ciclismo nacional ao conquistar a camisola branca.
A lei do mais forte nas montanhas
A entrada na decisiva semana final não deixou margem para dúvidas sobre quem ditava as regras. Na 16.ª etapa, Jonas Vingegaard voltou a erguer os braços, demonstrando a sua superioridade e consolidando ainda mais a Maglia Rosa perante os rivais. No dia seguinte (17.ª etapa), o espetáculo e a glória ficaram a cargo do dinamarquês Michael Valgren, que encontrou o seu momento de triunfo e festejou na linha de meta.
A 18.ª etapa proporcionou um regresso às chegadas rápidas, com o prodígio francês Paul Magnier a mostrar mais uma vez a sua ponta final letal, somando nova vitória para o seu currículo nesta impressionante estreia.
Mas os grandes colossos italianos ainda tinham muito para dar. A chegada aos temíveis picos das Dolomitas na 19.ª etapa serviu de palco para a afirmação do “Durango Kid”. Sepp Kuss conquistou a etapa e completou o tão cobiçado “treble” em Grandes Voltas, juntando vitórias em etapas no Giro àquelas já conquistadas no Tour e na Vuelta.
O “xeque-mate” do Rei e o voo histórico de Eulálio
A mítica 20.ª etapa era o último grande e brutal teste antes da viagem para a capital italiana. E o mestre Vingegaard não quis meias medidas: o dinamarquês atacou, venceu a etapa e fechou definitivamente as contas da Maglia Rosa, à espera apenas da consagração em Roma.
Ao mesmo tempo, as estradas italianas presenciavam um feito histórico para as cores de Portugal. Num exercício de pura resiliência, inteligência e classe, Afonso Eulálio defendeu a sua posição com unhas e dentes. O jovem português selou o 6.º lugar na classificação geral e garantiu matematicamente a Camisola Branca (líder da classificação da juventude), elevando o ciclismo nacional a um patamar de excelência.
A apoteose na Cidade Eterna
A tradicional etapa de consagração (21.ª etapa) percorreu as belas e históricas ruas de Roma sob um ambiente de pura festa. Numa chegada ao sprint idealizada para os homens mais potentes do pelotão, o italiano Jonathan Milan impôs a sua força e fechou o Giro com uma imponente vitória caseira.
No pódio final, no coração de Roma, a história do ciclismo abraçou os seus novos heróis. Jonas Vingegaard ergueu o Trofeo Senza Fine e vestiu a Maglia Rosa definitiva, enquanto Afonso Eulálio subiu ao palanque para receber a camisola branca, encerrando de forma épica e memorável um Giro d’Italia que ficará para sempre gravado na memória dos adeptos portugueses da modalidade.
Esta sexta-feira, Eslováquia e Montenegro empataram a duas bolas. O avançado ex-Boavista Róbert Bozeník abriu o marcador da partida.
A Eslováquia empatou 2-2 na receção ao Montenegro, num jogo entre duas seleções que falharam a qualificação para o Mundial 2026. Logo aos 4 minutos, o avançado ex-Boavista Róbert Bozeník colocou a equipa da casa na frente do marcador.
Montenegro respondeu, completando a reviravolta com um bis de Milutin Osmajic (44′, 66′). Contudo, a Eslováquia voltou a restabelecer a igualdade aos 74 minutos, pelos pés do experiente Ondrej Duda.
Desta forma, um empate dita o último jogo de ambas seleções nos próximos meses, regressando apenas em setembro para a Liga das Nações.
A Hungria venceu a Finlândia por 2-1, em Budapeste, num jogo particular. Ambos os conjuntos não vão participar na fase final do Mundial 2026.
A Hungria recebeu a Finlândia na Puskás Aréna e venceu a seleção nórdica por 2-1, em jogo particular. No encontro disputado no mesmo recinto onde o PSG se sagrou bicampeão da Champions League ao bater o Arsenal, Barnabás Varga abriu o marcador aos 26 minutos.
O avançado húngaro bisou na partida aos 43 minutos, dilatando a vantagem da seleção da casa antes do intervalo. Na segunda parte, Tony Miettinen reduziu o marcador aos 72 minutos, mas não evitou a derrota da Finlândia.
Importa lembrar que ambas as seleções não vão participar na fase final do Mundial 2026.
Luan Patrick revelou o momento em que sentiu que o Estrela da Amadora iria assegurar a manutenção na Primeira Liga.
Luan Patrick deu uma entrevista exclusiva ao Bola na Rede e abordou a temporada de estreia na Primeira Liga ao serviço do Estrela da Amadora. O defesa brasileiro destacou o momento em que sentiu que a equipa tricolor não iria descer de divisão:
«Nós trabalhámos sempre para vencer, independentemente do adversário. Pensávamos sempre em ganhar. Tivemos também as nossas oportunidades contra o Famalicão, contra o Braga… acho que criámos sempre situações de golo. Contra o FC Porto, sinceramente, acho que até podíamos ter virado o resultado pelas ocasiões que criámos na segunda parte, pelas oportunidades falhadas, recordo-me de duas do Abraham Marcus. Ou seja, fomos sempre criando e à procura do resultado, mas infelizmente os resultados não apareciam. E, pessoalmente, senti também que não íamos descer depois daquele lance do avançado do Famalicão, quando falha um golo praticamente em cima da linha. Naquele momento, falei com o Renan no balneário e disse-lhe: “a partir daqui, tenho a certeza de que não vamos descer, não é possível”. Porque muitas vezes nada nos corria bem: jogávamos bem, mas não conseguíamos ganhar, ou acabávamos por sofrer empates ou derrotas muito difíceis. Por isso, depois desse lance, senti mesmo que não íamos descer de divisão».
Luís Freire assumiu o comando de Portugal sub-21 em julho de 2025 e soma, desde então, sete vitórias e um empate.
Luís Freire soma um arranque imaculado ao leme da Seleção Nacional sub-21. Desde que assumiu o comando a 16 de julho de 2025, Portugal contabiliza oito jogos, com sete vitórias e um empate, num registo de 32 golos marcados e nenhum sofrido (32-0).
Na fase de qualificação para o Euro 2027, a Seleção Nacional apresenta ainda o melhor ataque da prova, com 28 golos marcados, e a melhor defesa, com zero golos sofridos, liderando também o melhor diferencial de golos (+28).
Luís Freire tornou-se o primeiro selecionador na história de Portugal sub-21 a não sofrer qualquer golo nos primeiros cinco jogos, série que entretanto foi prolongada para oito encontros consecutivos sem conceder golos. O treinador de 40 anos assinou ainda a melhor estreia de sempre de um selecionador sub-21, com uma vitória por 5-0 frente ao Azerbaijão.