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Enrique Riquelme espalha autocarros pela cidade onde se realizou a final da Champions League com a mensagem: «Aproveitem hoje, nós voltaremos»

Enrique Riquelme enviou quatro autocarros para as ruas de Budapeste a avisar os adeptos de Arsenal e PSG que o Real Madrid ia voltar.

Enrique Riquelme concorre contra Florentino Pérez à presidência do Real Madrid. O candidato enviou quatro autocarros para a cidade de Budapeste durante a final da Liga dos Campeões ,que colocou frente a frente o Paris Saint-Germain e o Arsenal.

Os veículos exibiam mensagens direcionadas aos rivais europeus. Enrique Riquelme provocou os adversários com as seguintes frases:

«Aproveitem hoje, nós voltaremos» e «Rivais vão e vêm, o Real Madrid volta sempre».

A vitória de Enrique Riquelme pode dificultar a chegada de José Mourinho a Madrid, visto que para o candidato há melhores opções disponíveis, sendo que este considerou um erro despedir Xabi Alonso que outrora já assinou pelo Chelsea.

Recorde-se que, dentro de campo, o encontro terminou empatado por 1-1 depois dos golos de Kai Havertz (6′) e Ousmane Dembélé (65′). Nos penáltis, o PSG foi mais forte e venceu o Arsenal por 4-3.

Casa Pia define preço de Jérémy Livolant: avançado francês soma vários interessados na sua contratação

Jérémy Livolant soma vários clubes interessados na sua contratação e pode deixar o Casa Pia neste mercado de verão.

Jérémy Livolant pode estar de saída do Casa Pia neste mercado de verão. Segundo o jornal Record, os gansos pretendem receber cerca de dois milhões de euros pelo avançado francês.

O jogador de 28 anos soma vários interessados na sua contratação, entre eles o Rayo Vallecano, duas equipas da Bundesliga, clubes do Championship, além de emblemas do Qatar e de França.

Com contrato até 2027, Livolant está avaliado em 2,5 milhões de euros, segundo o Transfermarkt. Na temporada 2025/26, o avançado francês somou cinco golos e oito assistências em 37 jogos pelo Casa Pia.

Martin Odegaard desapontado com a derrota mas realça: «Fizemos algo incrível esta época»

Martin Odegaard analisou a final da Champions League. PSG venceu Arsenal nos penáltis e é bicampeão continental.

Martin Odegaard fez a análise da final da Champions League ganha pelos parisienses. Depois de um empate por 1-1 ao final dos 120 minutos, o PSG venceu o Arsenal por 4-3 nos penáltis e conquistou a prova pela segunda vez na sua história, ambas de forma consecutiva.

O capitão dos gunners começou por destacar que, apesar da desilusão, 2025/26 foi uma temporada histórica para o clube:

«Todos estão muito desiludidos. Quando se está tão perto da vitória, é realmente difícil de aceitar. Ao mesmo tempo, sabemos o que fizemos esta época e que alcançámos algo incrível, e hoje estivemos tão perto de fazer ainda melhor. Por isso, temos de olhar para o panorama geral e lembrar-nos também de todas as coisas boas. (…) Queríamos ganhar tanto a Premier League como a Champions League. Estamos desapontados por não termos conseguido, mas a Premier League é uma conquista enorme».

De seguida, o médio norueguês referiu que o Arsenal controlou o jogo defensivamente, a partir do golo de Kai Havertz:

«Senti que controlámos o jogo depois de marcarmos o primeiro golo. Eles tiveram bastante posse de bola, mas não criaram muitas oportunidades. No final, perder nos penáltis é uma forma difícil de perder».

Martin Odegaard deixou ainda fortes elogios a Marquinhos pelo gesto com Gabriel, após o brasileiro falhar o penálti decisivo:

«Ele é um cavalheiro. É provavelmente um dos jogadores mais experientes que existem atualmente. Já esteve dos dois lados de uma final como esta e sabe bem o que estamos a passar neste momento».

Relativamente aos penáltis falhados por Eberechi Eze e Gabriel, o capitão referiu:

«Cabe-nos agora dar-lhes ânimo. Sabemos o que deram a esta equipa nesta época e não estaríamos aqui sem eles. Isso faz parte do futebol, faz parte da vida; cabe-nos dar-lhes ânimo — e a todos os outros — e garantir que voltamos ainda melhores na próxima época».

Imprensa brasileira avança: jogador do Corinthians fechado num dos três grandes de Portugal

A Rádio Craque Neto avança que André vai jogar em Portugal. André já interessou ao Benfica no mercado de inverno.

A Rádio Craque Neto avança que André está fechado num dos três grandes de Portugal, Benfica, FC Porto ou Sporting. O negócio vai custar cerca de quinze milhões de euros e três milhões em bónus, no entanto, o destino de André continua em segredo.

É importante relembrar que André já foi apontado ao Benfica no mercado de inverno. Diogo Silva representante de André, confirmou a proposta do Benfica na altura ao portal R7 Esportes e explicou:

«O Corinthians recusou na hora e nem quis estabelecer um valor ou fazer contraproposta».

O Milan também tentou comprar André por quinze milhões de euros. Osmar Stábile recuou na decisão após ouvir Dorival Júnior, técnico da altura, que considerava André uma peça essencial no Corinthians e então o ex-treinador do clube travou a saída do jogador.

De recordar que esta temporada ao serviço do Corinthians André conta com 29 jogos efetuados aos quais junta cinco golos, três no Brasileirão e dois no Campeonato Paulista.

Luis Enrique reflete sobre a conquista da Champions League: «A primeira foi histórica, a segunda será ainda mais»

Luis Enrique analisou a final da Champions League. PSG venceu Arsenal nos penáltis e é bicampeão continental.

Luis Enrique fez a análise da final da Champions League ganha pelos parisienses. Depois de um empate por 1-1 ao final dos 120 minutos, o PSG venceu o Arsenal por 4-3 nos penáltis e conquistou a prova pela segunda vez na sua história, ambas de forma consecutiva.

O técnico espanhol começou por abordar a vitória em penáltis, relembrando as críticas que recebeu quando perdeu dessa forma frente a Marrocos, ainda enquanto selecionador espanhol:

«Perdi o jogo de Marrocos contra a Espanha, e foram por isso que me criticaram tanto. Quando se chega aos penáltis, depende da qualidade dos jogadores, não é sorte; depende da qualidade dos guarda-redes e, depois, do acaso. Uma série de penáltis não vai alterar nem o desempenho do Arsenal nem o nosso».

De seguida, refletiu sobre os 120 minutos de jogo:

«Foi muito, muito difícil. O Arsenal é uma equipa muito competitiva, uma equipa que demonstrou ter perdido muito pouco esta época. Começaram o jogo da melhor maneira possível, com um pouco de sorte precisamente naquilo que é decisivo numa final: marcar o primeiro golo».

Luís Enrique destacou o peso histórico da revalidação do título europeu:

«E foi difícil, foi uma verdadeira luta. Mas enfim, em Paris estamos no auge e isso faz bem de vez em quando. Como só vi o Real Madrid fazer isto, não faço ideia de como é. A primeira foi histórica, a segunda vai ser ainda mais. O PSG é uma equipa que precisava de entrar no grupo das melhores equipas, agora já estamos lá e não queremos sair. Queremos continuar a identificar-nos por uma forma de jogar que agrada às pessoas».

Relativamente às dificuldades que o PSG foi sentindo ao longo do jogo, referiu:

«Quando se joga contra o Arsenal, se tentarmos avançar pelo corredor central, estamos perdidos. Era algo que tínhamos discutido antes do jogo e acabámos por ir por lá demasiadas vezes, devido à frustração de termos sofrido o golo. Na segunda parte, tentámos corrigir isso e acho que conseguimos aparecer mais na área. (…) Este tipo de jogos é controlado por quem está a perder, não por quem está a ganhar; e, nesse sentido, estamos muito habituados a jogar contra equipas que se fecham na defesa. Mas isto é outro nível, eles tiram partido de qualquer jogada, de qualquer falta, de qualquer momento. É muito frustrante jogar assim, mas acho que merecemos ganhar esta final; o Arsenal também teria merecido, não vou enganar-te. Mas acho que o que fizemos ao longo da época é algo notável e estamos muito contentes».

Por fim, deixou elogios a Mikel Arteta e à equipa técnica do Arsenal, reforçando que cada equipa tem a sua forma de jogar e atingir os objetivos:

«No futebol, conhecemo-nos todos. Tenho um grande respeito pelo Mikel, claro; pelo Gaby Heinze, que foi meu jogador, e pelo Arsenal enquanto clube. Mas cada um tenta levar o jogo para o seu terreno, para onde se sente mais forte. Nesse caso, tentamos que, quanto mais tempo de jogo efetivo houver, melhor para nós, e acho que também tentamos tirar partido das qualidades que temos. Mas tudo é respeitável».

Diogo Costa na mira dos vencedores da Champions League

PSG tem interesse em contratar Diogo Costa. Luís Campos lidera as negociações para reforçar a equipa de Luis Enrique.

O Paris Saint-Germain prepara o mercado de transferências após vencer a Liga dos Campeões. A direção procura opções para o plantel e Diogo Costa surge na lista de alvos da formação de Paris, segundo avança o jornal francês L’Équipe.

A mesma fonte indica que Luís Campos retomou as reuniões com agentes para planear as contratações e que Diogo Costa agrada aos responsáveis para a baliza. O guarda-redes pode assim vir a fazer companhia a outros portugueses como Vitinha, Nuno Mendes, João Neves e Gonçalo Ramos.

O interesse em Diogo Costa surge numa altura em que Lucas Chevalier pondera o futuro, pois continua com pouca utilização após perder a titularidade para Safanov. A saída de Lucas Chevalier pode abrir espaço para a chegada de Diogo Costa.

Mikel Arteta reage à derrota na final da Champions League e revela: «Gabriel queria bater o quinto penálti»

Mikel Arteta analisou a final da Champions League. PSG venceu Arsenal nos penáltis e é bicampeão continental.

Mikel Arteta fez a análise da final da Champions League ganha pelos parisienses. Depois de um empate por 1-1 ao final dos 120 minutos, o PSG venceu o Arsenal por 4-3 nos penáltis e conquistou a prova pela segunda vez na sua história, ambas de forma consecutiva.

O técnico espanhol começou por confessar o peso de uma derrota nos penáltis:

«É muito difícil de aceitar. Mantiveste-te tão consistente na competição até à final e, no final, acabas por perder o troféu nos penáltis. É uma situação difícil».

De seguida, abordou o lance de possível penálti sobre Noni Madueke:

«Voltei a ver a jogada e podia facilmente ser penálti. Basicamente, vemos os penáltis que foram marcados na competição esta época. O árbitro tomou essa decisão, mas tomou uma decisão diferente numa jogada com o Mosquera. Essa é uma decisão importante».

Contudo, Mikel Arteta deixou fortes elogios aos jogadores do Arsenal, destacando a temporada histórica dos gunners:

«Que estou muito orgulhoso deles. Dadas as circunstâncias que conhecemos internamente e tudo o que passámos, conseguimos gerir este grupo de jogadores e a forma como eles defendem este emblema. Chegámos à grande final e falhámos a mais importante. Já não o fazemos há 22 anos (conquistar a Premier League) e é apenas a segunda vez na nossa história (que chegamos à final). Temos de reconhecer a época que tivemos. Ninguém vai tirar-vos essa dor».

Relativamente ao impacto da derrota na confiança da equipa, referiu:

«Acho que tens de seguir em frente. Se estás a sofrer, tem de aguentar a dor. Se cometeste um erro, tens de aprender com ele. Refletir sobre isso. Mostrar a ambição de que queremos tentar de novo».

O técnico espanhol revelou a mensagem que passou ao plantel após o encontro:

«O que eu disse aos jogadores e à equipa técnica é que, mesmo que lhes dissesse «obrigado» um milhão de vezes, não seria suficiente. E não é por termos ganho a Premier League, não é por termos disputado a final da Taça da Liga e não é por termos disputado a final da Liga dos Campeões da forma como o fizemos. É por causa da alegria e dos momentos que vivemos juntos todos os dias, e isso está acima de tudo o resto».

Por fim, Mikel Arteta refletiu sobre os penáltis, referindo que Gabriel pediu para bater o penálti decisivo:

«O Gabriel queria marcar o quinto penálti. Preparámo-nos e treinámos para este momento. Normalmente, os marcadores de penáltis seriam, sem dúvida, o Bukayo (Saka), o Martin (Odegaard) e o Kai (Havertz), e sabíamos, quando chegámos ao prolongamento e aos penáltis, que os marcadores seriam outros jogadores. Ainda assim, com a qualidade que temos, quando o Ebs (Eze) marca penáltis nos treinos, ele não falha nenhum, mas depois é preciso fazê-lo neste momento. Tivemos a infelicidade de não ter a mesma precisão e eficiência que eles tiveram e é por isso que não ganhámos».

Final da Supertaça Europeia já tem data marcada: PSG e Aston Villa decidem primeiro troféu europeu de 2026/27

A final da Supertaça Europeia entre PSG e Aston Villa está marcada para o dia 12 de agosto, na Red Bull Arena, em Salzburgo.

O PSG derrotou o Arsenal na final da Champions League no desempate por grandes penalidades e ficou definido o duelo da Supertaça Europeia de 2026/27. A formação parisiense e o Aston Villa, vencedor da Europa League, vão defrontar-se no dia 12 de agosto.

A final da Supertaça Europeia será disputada na Red Bull Arena, em Salzburgo, na Áustria. O PSG procura voltar a conquistar o troféu, depois de ter vencido o Tottenham na última edição.

Já o Aston Villa nunca conquistou a Supertaça Europeia, apesar de ter uma Champions League no seu palmarés.

Jorge Jesus confessa: «O Flamengo de 2019 foi a melhor equipa que tive na minha vida»

Jorge Jesus assistiu ao triunfo do Flamengo e confessou que a equipa de 2019 foi a melhor que teve enquanto treinador.

Jorge Jesus esteve de férias no Brasil e aproveitou para assistir ao jogo entre o Flamengo e o Coritiba, no Maracanã. No final da partida, Diego Ribas, antigo jogador do emblema rubro-negro, partilhou um vídeo nas redes sociais de uma conversa com Jorge Jesus:

«Mister, dá tempo ainda (de nós voltarmos) se montarmos esta equipa aqui?», perguntou Diego.

«Esta foi a melhor equipa que tive na minha vida», declarou Jorge Jesus.

«Oh pá! Incrível! Com este treinador dá para nós voltarmos já (risos)» concluiu Diego.

Recorde-se que Jorge Jesus deixou o Al Nassr no final da temporada após conquistar a Liga Saudita.

Médio do Manchester City explica a saída de Pep Guardiola: «Disse-nos que já não tinha energia para desapontar os rapazes quando não jogavam»

Tijjani Reijnders destacou o motivo pelo qual Pep Guardiola deixou o Manchester City no final da presente temporada.

Tijjani Reijnders explicou uma das razões pelas quais Pep Guardiola deixou o Manchester City ao fim de dez temporadas. O médio neerlandês revelou as palavras do técnico espanhol:

«É um treinador muito intenso e um génio do futebol. É uma pena só ter podido desfrutar dele durante uma temporada, mas é a escolha dele. Disse-nos que já não tinha energia para desapontar os rapazes quando não estavam na lista de convocados ou a jogar. Passados dez anos, chega. Percebo isso… Ele tenta retirar o melhor de um grupo de jogadores».

O médio neerlandês recordou também as saídas de Bernardo Silva e John Stones:

«Bernardo Silva e John Stones também se despediram, além do treinador, três pessoas que tanto significaram para o Manchester City. Sinto-me orgulhoso e feliz por ainda ter podido jogar sob as ordens deles e com eles, por mais um ano».