Abdul Fatawu faz parte dos quadros do Leicester City, mas pode mudar-se de clube no verão. O Everton está interessado.
Abdul Fatawu pode regressar à Premier League no próximo mercado de transferências. De acordo com o Team Talk, o jogador interessa ao Everton, que pode apresentar uma oferta em breve ao Leicester City, que foi recentemente despromovido ao terceiro escalão do futebol inglês.
O extremo ganês tem 22 anos e finaliza contrato em 2027, o que pode facilitar a negociação entre todas as partes. A cláusula de rescisão do jogador é de 60 milhões de euros. Abdul Fatawu realizou 44 partidas esta época, com nove golos marcados e sete assistências.
O atleta passou pelo Sporting entre 2022 e 2023, rendendo aos leões 16 milhões de euros. O atual valor de mercado de Abdul Fatawu é de 24 milhões de euros, segundo o Transfermarkt.
Enrique Riquelme prepara a sua candidatura à presidência do Real Madrid e quer contar com Jurgen Klopp e Erling Haaland no seu projeto.
Enrique Riquelme prepara-se para ser o adversário de Florentino Pérez nas eleições do Real Madrid. Para bater-se com o presidente dos merengues, o empresário prepara-se para ter dois trunfos importantes, de acordo com o El Confidencial: Jurgen Klopp e Erling Haaland.
A mesma fonte indica que o espanhol não vê José Mourinho com o nome certo para comandar a equipa principal, encaixando-se melhor o alemão, que faz parte da estrutura do Grupo Red Bull, mas que já foi associado em inúmeras ocasiões ao Santiago Bernabéu.
Já em relação ao ponta de lança norueguês, é referido que Enrique Riquelme já entrou em contacto com o ponta de lança, mas ainda tem de negociar com o Manchester City, o que promete não ser tarefa simples, já que o contrato de Erling Haaland termina apenas em junho de 2034.
Enrique Riquelme ainda tem alguns dias para apresentar a sua candidatura. A data final para a divulgação dos candidatos é o dia 23 de maio, iniciando-se em seguida um período eleitoral.
O Vitória SC vai receber de volta Vando Félix, já que o Vojvodina não exerceu a cláusula de opção de compra do extremo.
Vando Félix está de regresso ao Vitória SC, depois de meia época cedido ao Vojvodina. O emblema sérvio não quis exercer a cláusula de opção de compra de um milhão de euros por 75% do passe. Ainda assim, de acordo com o jornal O Jogo, o futuro do jogador ainda não está definido.
Em cima da mesa está uma nova saída, sendo o seu contrato válido até ao verão de 2029. Vando Félix tem 23 anos e pelo Vojvodina realizou nove partidas, com uma assistência. O Vitória SC avançou para a sua contratação em janeiro de 2025, depois de se ter destacado no Torreense.
Vando Félix custou aos minhotos um milhão de euros e o objetivo é recuperar o investimento. O seu atual valor de mercado é de 700 mil euros, segundo o Transfermarkt.
O Braga está disposto a ouvir propostas por Leonardo Lelo. O lateral esquerdo esteve longe de ser protagonista no Minho.
O Braga está disposto a ouvir ofertas de Leonardo Lelo, abrindo as portas de saída para o lateral rumo ao estrangeiro. A informação está a ser avançada pelo jornal O Jogo. O jogador chegou ao Minho no verão de 2025, depois de se ter conseguido destacar ao serviço do Casa Pia.
Leonardo Lelo não se afirmou nas ideias de Carlos Vicens, que preferiu utilizar outros nomes na asa esquerda, como Gabri Martínez. O português de 26 anos ainda assim realizou muitos encontros (saltando do banco), somando 47 desafios esta época, com um golo e oito assistências.
O seu contrato com o Braga termina em 2029 e tem uma cláusula de rescisão de 30 milhões de euros. O seu valor de mercado é de sete milhões de euros, segundo o Transfermarkt.
Juanfran Moreno foi treinado por Francesco Farioli no Alanyaspor e mostrou-se encantado com o atual técnico do FC Porto.
Juanfran Moreno esteve por convite na Radio Marca, onde falou sobre a sua carreira. Desafiado a escolher um treinador que o marcou, o antigo lateral escolheu dois nomes: Francesco Farioli e Alberto Toril. O espanhol elogiou o atual técnico do FC Porto:
«Francesco Farioli, na Turquia. É amigo e lenda, para mim. Foi para a Turquia como treinador adjunto e cruzei-me com ele no Alanyaspor. Vi-o nascer como treinador principal. Nós jogadores pedimos ao presidente que o repescasse como treinador principal, foi brutal, já que estava em outro emblema da Turquia. Taticamente dizia o que ia acontecer e acontecia, a nível individual, dizia para te moveres assim e aparecia-te o espaço. Sabe adaptar-se e tem um rendimento brutal. No Ajax quase que foi campeão, este ano o Ajax foi uma deceção. No Nice esteve bem, enquanto que no FC Porto foi campeão».
Francesco Farioli e Juanfran Moreno trabalharam juntos no Alanyaspor em 2020, numa fase em que o italiano era adjunto, e em 2021/22. Em seguida, o antigo lateral direito regressou a Espanha, enquanto que o técnico se manteve na Turquia.
O FC Porto vai realizar um estágio de pré-temporada no próximo verão. Áustria, Alemanha e Inglaterra são as possibilidades.
O FC Porto prepara-se para realizar um estágio fora de Portugal durante a próxima pré-temporada. De acordo com o jornal A Bola, existem três países em cima da mesa para a estrutura dos azuis e brancos, ainda que sem cidades definidas: Áustria, Inglaterra e Alemanha.
Nas duas últimas épocas, os dragões estiveram alguns dias na Áustria, mas os outros dois destinos são conhecidos dos azuis e brancos. Em 2014, com Julen Lopetegui no banco de suplentes, o estágio foi realizado em Inglaterra. Já em 2016, liderados por Nuno Espírito Santo, viajam até a Alemanha.
Os jogadores do FC Porto só têm de se apresentar no Olival a partir do dia 1 de julho, sendo que alguns elementos vão estar presentes no Mundial 2026.
O Lens x Nice vai passar na Sport TV 1. Final da Taça de França joga-se esta sexta-feira, dia 22 de maio, pelas 20h00.
O Lens x Nice vai ter transmissão televisiva na Sport TV 1. Trata-se da final da Taça de França e está marcada para esta sexta-feira, dia 22 de maio, pelas 20h00, num duelo entre o 2.º classificado da Ligue 1 com o 16.º, que vai ao playoff de manutenção/subida.
A Ligue 1 2025/2026 já terminou e o PSG foi o grande vencedor. Seguiu-se o Lens (70P) e o Lille (61P) no pódio, com o Lyon de Paulo Fonseca a terminar em 4.º lugar do campeonato.
As eleições do Real Madrid não devem afetar a chegada de José Mourinho ao Santiago Bernabéu, mas o treinador pode ser apresentado apenas em junho.
José Mourinho tem tudo encaminhado para ser o novo treinador do Real Madrid e as eleições dos merengues não devem mudar a situação. De acordo com o jornal A Bola, o único que pode mudar é a data da apresentação do técnico português, que pode passar para o pós-período eleitoral, apontando-se a data de 10 de junho.
Contudo, a mesma fonte indica que o mais provável é que o Real Madrid pague a cláusula de rescisão de José Mourinho até ao próximo domingo. O Benfica terá de confirmar a entrada do dinheiro num comunicado à CMVM, já que se encontra quotizado em bolsa.
Há muitas maneiras distintas de olhar para um 0-0, principalmente quando este chega nos primeiros 90 minutos de uma eliminatória resolvida apenas a duas mãos. A última vaga na Primeira Liga, a mais alta divisão do panorama português, está 90 minutos mais próxima de ser decidida embora, na sua génese, continue perfeitamente equiparada ao cenário anterior ao jogo. O empate por 0-0 entre o Casa Pia e o Torreense na primeira mão do playoff não mudou, na prática, nada. Mas, se há 1.001 maneiras de comer bacalhau, também há 1.001 maneiras de olhar para um 0-0. E, se há maus 0-0, este nem foi um desses.
É, antes de olhar para o panorama do jogo e para as intenções dos treinadores e ações dos jogadores, um embate que comprova o equilíbrio entre os últimos da Primeira Liga e os primeiros da Segunda. A diferença não existe, em muitos cenários, para lá do mais importante: o nome da prova. De resto, e à exceção do último ano, um feito inédito que o Casa Pia pretende alcançar, as equipas que procuram a subida até se têm superiorizado face às que lutam com todas as forças pela manutenção. Há uma dinâmica de vitória e de embalo impossível de igualar, se for preciso identificar favoritismos.
Por falar em favoritismos, e como última adenda antes do jogo puro e cru, este playoff é o exemplo mais contraditório à suposta valorização do mérito com que se premeiam – ou assim deveria ser feito – os protagonistas. Em poucos cenários o Torreense chegaria à final da Taça de Portugal, mas conquistou-o de forma tão legítima como justa. Inserir o playoff de subida de divisão a meio do jogo do Jamor – a primeira vez em 70 anos dos de Torres Vedras no Estádio Nacional – é uma calendarização no mínimo questionável e que não só não premeia o mérito, como que o penaliza. Haveria espaço e, provavelmente, boa vontade para fazer diferente.
Fonte: Pedro Barrelas / Bola na Rede
Posto isto, há que olhar para o jogo e perceber que o 0-0 é um resultado enganador. Há estratégias diferentes, intenções diferentes, níveis de volume ofensivos diferentes, mas foi um jogo bem jogado e com intenções claras de ambos os lados, acentuadas por uma expulsão que, curiosamente, tornou o jogo mais monótono. Com todas as delicadezas de um jogo no final de uma época que vai longa, jogou-se futebol em Torres Vedras.
É natural e justo também olhar para o Torreense para a equipa que fez mais para vencer o jogo e ganhar uma boa vantagem para Rio Maior, a casa do Casa Pia que, curiosamente, fica mais perto de Torres Vedras que de Pina Manique. Um ingrediente que também poderá marcar a segunda mão. Pela primeira, houve clara proatividade do conjunto de Luís Tralhão para gerar volume ofensivo.
O Torreense é uma equipa que, na sua génese, procura impor-se com bola sem que tal seja sinónimo de longas posses no terço ofensivo. O objetivo da equipa é claro: convidar o adversário a pressionar, chamar a pressão forasteira para depois criar espaços nas costas e agredi-los a partir dos jogadores muito rápidos no último terço. Nesta intenção, o emblema da segunda Liga tem recursos valiosos, quer no momento de construção, quer no momento da aceleração.
Fonte: Pedro Barrelas / Bola na Rede
A influência espanhola na construção do plantel trouxe a Torres Vedras Javi Vázquez e Alejandro Alfaro. São os principais construtores e organizadores do jogo do conjunto do Oeste, que se concentra principalmente sob a esquerda. O lateral é um organizador de jogo a partir de posições mais baixas e tem no pé esquerdo uma mais-valia pela batida na bola. Quer nos lançamentos para a frente, quer na bola parada, quer nas situações em que se projeta para cruzar, cria lances de perigo para a sua formação.
Face à presença de Léo Azevedo e Guilherme Liberato em simultâneo em campo, para permitir ao primeiro baixar para a linha defensiva e criar situações de igualdade na última linha no momento sem bola, Alejandro Alfaro tinha um híbrido de posições. A defender, ocupava o espaço à direita de Liberato; com bola, flutuava sobre a esquerda para ver o jogo de frente a pé trocado. No seu espaço potencial, na meia direita, uma dinâmica que procurava aproveitar potenciais inferioridades numéricas do Casa Pia no meio-campo: Luis Quintero, extremo direito, baixava para funcionar como uma espécie de médio interior para receber e virar-se de frente para o jogo, com espaço e possibilidade de definir em áreas mais centrais.
Depois de atrair a pressão adversária, o objetivo do Torreense era chegar rápido à baliza adversária. A intenção é bem clara: chamar a pressão adversária para criar espaços nas costas e acelerar. Este objetivo criou duelos muito interessantes entre as duas flechas do ataque da equipa da casa e os dois marcadores diretos da formação casapiana.
Fonte: Pedro Barrelas / Bola na Rede
O principal jogador do Torreense para receber e acelerar é Dany Jean. Internacional A pelo Haiti, embora não faça parte das escolhas da sua seleção pelo Mundial 2026, o extremo de 23 anos fez a época de plena afirmação no futebol português. Tem agilidade para vir mais atrás receber e rodar, oferece soluções no drible e na condução em velocidade e ataca espaços. Também Musa Drammeh, menos criativo, mas igualmente rápido e com mais sentido de baliza (até por jogar em terrenos centrais), cumpriu o propósito de se tornar solução para o jogo de lançamentos e de ataque à profundidade.
O 0-0 facilmente poderia ter sido outro resultado. Para isso, contribuíram as exibições defensivas de João Goulart, marcador direto de Dany Jean, e de Khaly, que batia de frente com Musa Drammeh. O primeiro é um jogador mais experiente, voz de comando da linha defensiva e com capacidade para, com bola, desequilibrar através do passe. O segundo tem perfil de central moderno, com estampa física e muito atleticismo, sendo forte nos duelos aéreos e, principalmente, a jogar longe da baliza, com velocidade para voltar atrás nas corridas.
Com menos bola que o adversário, o Casa Pia contou com estas duas exibições, bem como a de Lawrence Ofori no meio-campo, ocupando vastas áreas do terreno e limpando bolas, para ter segurança defensiva. O Torreense teve várias oportunidades para criar golo, mas não teve assim tantas oportunidades de golo. Essas, chegaram na segunda parte e em dose dupla para o Casa Pia. Cassiano, tantas vezes farol, acabou por não dar o seguimento a nenhum dos lances, também pela imponência de Lucas Paes na baliza.
Fonte: Pedro Barrelas / Bola na Rede
Num desses lances, Pedro Rosas acabou por ser expulso. A superioridade do Torreense acentuou-se, mas o cenário predileto para criar perigo, desapareceu. O Torreense mudou o perfil do ataque, juntou referências na área e procurou dar ao cerco mais componentes para fazer a bola entrar na baliza. Sem o espaço de antes, o jogo mudou, mas não o resultado. Há novo embate dentro de uma semana e uma Taça de Portugal a jogar pelo meio. No dia 28 de maio, não haverá outra solução que não seja definir a última equipa a jogar a próxima Primeira Liga.
BnR na Conferência de Imprensa
Bola na Rede: O Torreense tem jogadores muito rápidos na frente e o Casa Pia acabou por apostar numa marcação que primava por muitos duelos, exponenciados no embate muito claro entre o Khaly e o Musa Drammeh. Que avaliação faz da estratégia defensiva da equipa e o que pretendia implementar em campo?
Álvaro Pacheco: Nós defensivamente estivemos bem. Tivemos um período na primeira parte. Sabemos que o Torreense é uma equipa que, mesmo com bola, tem como primeiro instinto atacar a profundidade. São sempre extremos muito rápidos, muito verticais, abertos. Estão constantemente a atrair a pressão para depois meter lá a bola. Sabemos que o comportamento da linha defensiva tem de ser sempre dar prioridade aquilo que é defender a profundidade. Só por uma situação ou outra é que o Torreense foi capaz de aproveitar. As vezes em que aproveitou com mais facilidade foi com momentos em transição, um momento em que o Torreense é muito forte. Tem muita verticalidade no seu jogo e nós tínhamos de estar atentos a isso, não só no equilíbrio como na proteção. Penso que fomos capazes de resolver isso, não de uma forma tão eficiente como gostava, mas mesmo quando fomos obrigados a recuar, à frente da nossa área fomos capazes de resolver. O Torreense não teve oportunidades assim muito flagrantes. Faltou-nos foi com bola estarmos mais tranquilos no momento da finalização e aproveitar os espaços que o Torreense estava a deixar no jogo. São espaços que agora vamos trabalhar, vamos analisar a vamos explorá-los no segundo jogo.
Bola na Rede: Falou da importância de valorizar o jogo com bola. Além dos médios, o Luis Quintero procurava baixar para receber na meia-direita. O que pretendia com este elemento nesta posição e com a substituição, colocando três “flechas” na frente a atacar espaços?
Luís Tralhão: Relativamente ao Luis Quintero, ele é um jogador com uma qualidade técnica muito acima da média e gosta muito de jogar em espaços interiores, de receber a bola. Tem essa capacidade entrelinhas. Está a melhorar a decisão dele. É um miúdo com muita capacidade e acho que ainda não vimos o melhor dele. Teve uma primeira metade da época em Espanha com pouco tempo de jogo, está a habituar-se ao nosso estilo de jogo. Acho que toda a gente fica entusiasmada quando ele toca a bola no jogo interior, mas ele não se esgota aí. É um jogador que consegue partir de fora e vir para dentro com capacidade de drible no 1X1. Quanto às substituições, quando ainda estávamos 11X11, senti que a última linha defensiva já estava um pouco cansada. O Ismail Seydi é um jogador que nos traz essa velocidade e, com os corredores bastante rápidos, podíamos aproveitar o facto de eles já terem alguns amarelados na última linha. Com a expulsão, o jogo acabou por mudar um pouco de figura e daí ter entrado o Kévin [Zohi]. O André [Simões] já tinha entrado, entrou também o Costinha para nos darem alguma clarividência no jogo posicional, com a procura do Kévin, para fazer algo que já tínhamos feito, por exemplo em Lourosa. Ter mais presença na finalização porque, de facto, o Kévin e o Musa [Drammeh] são jogadores que procuram vários espaços na área e são muito fortes nisso.
Abel Ferreira admite ter sido um «jogo mau». Palmeiras perdeu em casa com o Cerro Porteño por 1-0 na Taça Libertadores.
Abel Ferreira falou à imprensa após a derrota do Palmeiras frente ao Cerro Porteño por 1-0 na quinta jornada da Taça Libertadores. No final do encontro, em declarações citadas ela imprensa, o técnico português assumiu ter sido um «jogo mau»:
«A responsabilidade máxima é sempre do treinador, mas houve dificuldade de inspiração, de algumas ações técnicas que não criaram oportunidades. Foi um jogo mau, mal jogado de uma equipa que não perdia há 17 jogos».
«Em termos de vontade, desempenho e efetividade, o nosso adversário foi mais eficiente do que nós», referiu Abel Ferreira, que ainda disse o seguinte sobre o jogo: «Mesmo não fazendo um bom jogo, tivemos oportunidades para, pelo menos, fazer um golo. Na segunda parte tivemos uma clara, e uma equipa como o Palmeiras tem de fazer esse tipo de golo, aconteça o que acontecer».