Início Site Página 918

Rodrigo Zalazar pode rumar ao Sporting devido a… Georgiy Sudakov

Rodrigo Zalazar pode ser reforço do Sporting, apesar do interesse do Benfica em contar com os seus serviços.

Rodrigo Zalazar pode estar mais próximo de se juntar ao Sporting, apesar do interesse do Benfica na sua contratação se ter relevado mais cedo. Contudo, de acordo com o jornal A Bola, a negociação dom os encarnados está estagnada devido a Georgiy Sudakov, médio ofensvido das águias.

O Benfica notificou o Braga que apenas avançaria pelo uruguaio depois de conseguirem um acordo para a venda do ucraniano, algo que não aconteceu. Já os leões não estão dependentes de nenhuma situação como esta e encontram-se a negociar, ainda que não exista um acordo.

Rodrigo Zalazar custa 30 milhões de euros e é considerado um investimento avultado para os dois rivais da Segunda Circular. Esta época soma 46 partidas, 23 encontros e oito assistências, sendo um dos craques do emblema do Minho.

Mudança quase total? Sporting pode passar por remodelação no meio campo

O Sporting pode passar por uma remodelação quase total no meio campo no próximo mercado de transferências de verão.

O Sporting deverá sofrer uma série de mudanças no seu plantel durante o próximo mercado de transferências, com o setor do meio campo a ser um dos mais afetados. Há duas certezas: Hidemasa Morita termina contrato e Morten Hjulmand deve ser a grande venda dos leões.

Contudo, podem não ser os únicos a abandonar Alvalade. Giorgi Kochorashvili não convenceu os adeptos, depois de ter criado expectativa com a sua chegada do Levante. O georgiano foi pouco utilizado e caiu para última opção nas ideias de Rui Borges, apesar de ter custado cinco milhões e meio de euros.

Assim sendo, João Simões e Daniel Bragança devem ser os únicos médios a manterem-se de leão ao peito, prevendo-se a chegada de nomes nos próximos meses. Issa Doumbia tem sido o atleta mais associado ao Sporting, falando-se inclusivamente de uma proposta de 15 milhões de euros. O Benfica também está na corrida.

O italiano do Venezia seria o sucessor direto de Hidemasa Morita. Já para o posto de Morten Hjulmand, Sergi Altimira é o jogador que surge com mais força, mas que implica igualmente um investimento elevado. O Real Bétis não vai libertar o espanhol por menos de 20 milhões de euros.

Este sábado trouxe novidades em relação ao tema. Além de Rodrigo Zalazar, que não seria para atuar no duplo pivot, Pedro Lima também foi apontado aos verde e brancos. O brasileiro impressionou o no AVS SAD, apesar da época fraca dos nortenhos. O negócio pode ser feito por três milhões e meio de euros.

As próximas semanas devem trazer várias novidades em relação ao tema, mas é certo que o Sporting prepara as melhores mexidas possíveis, para tentar recuperar o título da Primeira Liga.

Barcelona aproveita fragilidades encarnadas e garante presença na final | Barcelona 4-3 Benfica

O Benfica voltou a cair. Depois de há duas semanas, ter sido afastado pelo OC Barcelos nas meias-finais da Taça de Portugal, a equipa encarnada (que já havia demonstrado sinais de quebra abrupta de rendimento no jogo dos quartos de final contra o Reus), viu mais um dos objetivos da época escapar-se por entre as mãos.

E voltou a fazê-lo num jogo onde criou oportunidades suficientes para discutir outro resultado, mas onde os erros individuais e a falta de eficácia acabaram por ser fatais perante um Barcelona extremamente competente e emocionalmente estável.

A derrota por 4-3 deixa um sabor particularmente amargo às águias, porque durante largos períodos a equipa encarnada conseguiu empurrar os catalães para trás, criou muito perigo e teve em Zé Miranda um dos jogadores mais inconformados da partida.

Logo nos minutos iniciais, Roberto di Benedetto e Zé Miranda obrigaram Sergi Fernández a duas grandes defesas, mas foi o Barcelona quem marcou primeiro, por intermédio de Ignacio Alabart (3’), num lance onde ficou a sensação de que o guardião encarnado Conti Acevedo podia ter feito mais.

A resposta encarnada foi imediata. João Rodrigues empatou praticamente na jogada seguinte, concluindo da melhor forma uma boa iniciativa ofensiva conduzida por Nil Roca.

O Benfica viveu depois um dos seus melhores períodos no encontro. Zé Miranda esteve em enorme destaque, criando sucessivos desequilíbrios e obrigando Sergi Fernández a defesas monumentais. Gonçalo Pinto ainda chegou a operar a reviravolta no marcador, mas o golo foi anulado por toque com o patim. E talvez aí o jogo tenha começado emocionalmente a fugir ao Benfica.

Porque apesar da boa exibição ofensiva, os encarnados continuaram demasiado vulneráveis defensivamente e acabaram castigados na segunda parte. Primeiro por Marc Grau (33’), que marcou praticamente contra a corrente do jogo, e logo depois por Ferran Font (34’), aproveitando uma perda de bola infantil de Zé Miranda para aumentar a vantagem catalã.

O Benfica não deitou a toalha ao chão, e teve uma reação bastante positiva. Sustentados numa massa adepta muito apaixonada e igualmente ruidosa, as águias pressionaram, e João Rodrigues (36’) reduziu de penalty para 3-2 e a equipa encarnada carregou intensamente em busca do empate, mas voltou a encontrar pela frente um Sergi Fernández (um ícone mundial do hóquei em patins, que aos 41 anos ainda demonstra que está na plenitude das suas faculdades) em estado de graça.

E quando o Benfica parecia mais próximo do empate, surgiu o golpe final. Após a 10ª falta encarnada, Alabart (44’) converteu com enorme classe o livre direto que fez o 4-2, e cujo lance teve o condão de silenciar (ainda que temporariamente) os adeptos encarnados.

Pau Bargalló ainda voltou a reduzir já nos últimos instantes (48’), reacendendo a esperança, e devolvendo emoção ao resultado, mas o Barcelona soube sofrer e segurou uma vitória extremamente importante.

O problema do Benfica já não é apenas perder jogos. É a forma como os perde. A equipa continua a mostrar qualidade ofensiva, talento individual e capacidade para discutir jogos grandes. Mas volta demasiadas vezes a cair nos mesmos erros: perdas de bola evitáveis, desconcentrações defensivas e enorme dificuldade em gerir emocionalmente momentos decisivos.

E no hóquei de alto nível, isso paga-se caro. 22 vezes vencedora deste troféu (recorde absoluto), a equipa do Barcelona longe da sua melhor versão, não ganhando uma Liga dos Campeões há mais de oito anos, foi mais fria, mais eficaz e mais madura.  O Benfica foi mais emocional, mais precipitado… e voltou a cair. E a sensação de queda livre começa cada vez mais a instalar-se na Luz. Ricardo Ares (técnico do Barcelona) reencontrará na final de domingo a sua antiga equipa, com quem foi campeão europeu há 4 anos atrás, num encontro que promete ser bastante aliciante entre ambos conjuntos, e igualmente emocionante para o técnico catalão.

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Bola na Rede: Quais foram as maiores dificuldades que o Barcelona criou à sua equipa, e o que é que poderiam ter feito de diferente para inverter o rumo dos acontecimentos? Concorda com o favoritismo que foi atribuído à sua equipa antes do jogo? 

Edu Castro: Eu passei 19 anos no Barcelona, e não houve nenhum jogo que nós tivéssemos disputado em que o Barça não tenha sido o favorito. É casualidade que hoje seja o primeiro dia. Basta avaliar o orçamento de uma equipa e de outra e comparar o mesmo. Em relação ao jogo, na primeira parte jogamos muitíssimo bem, e só permitimos ao Barcelona fazer quatro remates à baliza. Na segunda parte, concedemos demasiado espaço e fomos precipitados em algumas saídas de bola, e com a qualidade dos jogadores do Barcelona, isso é absolutamente fatal. Sergi Fernández fez uma exibição fantástica e tapou todos os caminhos para uma possível recuperação da minha equipa, que deu tudo até ao fim, mas não foi suficiente. O Barcelona foi muito eficaz nos contra-ataques, e a nós faltou-nos um pouco mais de fluidez, num final de jogo que foi muito caótico. Há que pensar já no campeonato a partir de amanhã.
 

Bola na Rede: Um jogo muito especial para si, voltando a uma casa que lhe é muito querida, tendo inclusive se sagrado campeão europeu com o FC Porto. Certamente que tem um profundo conhecimento dos jogadores portistas O que é que pensa que será determinante na final de amanhã, e considera que ter menos tempo de descanso, vai ser um factor que terá algum peso, ou não dá relevância a esse aspecto? 

Ricardo Ares: Este é um projecto muito no início e é incrível podermos estar a disputar uma final da Champions. Isto é muito importante para a consolidação do trabalho que queremos desenvolver aqui. Respondendo à sua pergunta. Conheço muito bem os atletas do FC Porto, e será fundamental que os meus atletas saibam como interpretar o jogo em todos os momentos. Irei partilhar com os meus jogadores todo o conhecimento que tenho da equipa do FC Porto, mas como vimos hoje nas outras meias-finais contra o OC Barcelos, o FC Porto tem jogadores que podem equilibrar ou desequilibrar um encontro a qualquer momento. O FC Porto terá mais 4 horas de descanso, mas numa final de Champions não há cansaço. A ilusão e a vontade de conquistar um título sobrepôr-se-á a qualquer cansaço que possa existir.

À Porto: sobreviver, acreditar e vencer no limite | FC Porto 3-3 OC Barcelos (3-1 g.p.)

Há jogos que explicam perfeitamente porque é que o desporto nos agarra de forma tão irracional. Este jogo que opôs o FC Porto ao OC Barcelos, foi a personificação da afirmação anterior.

Numa reedição da final da temporada passada (ganha pelo OC Barcelos após desempate na marcação de grandes penalidades), transformou-se numa batalha emocional, física e competitiva absolutamente extraordinária, decidida apenas (tal como na edição transacta) nas grandes penalidades, depois de mais de duas horas de sofrimento, talento, nervos e resistência.

No fim, sorriu o FC Porto. Mas o hóquei ganhou muito mais do que um vencedor. Uma tarde que começou em silêncio. Antes da bola começar a rolar, o Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia, viveu um momento profundamente emotivo.

Foi cumprido unanimemente um minuto de silêncio em memória do Furriel do Exército Português Ismael Lamela, natural de Barcelos, que faleceu tragicamente na passada quinta-feira durante os saltos finais dos cursos de paraquedismo.

E talvez tenha havido algo simbólico nisso tudo: o jogo nunca perdeu intensidade competitiva… mas teve sempre um peso emocional diferente.

O OC Barcelos entrou sem medo. O FC Porto chegava embalado por uma impressionante série de 15 vitórias consecutivas, vivendo talvez o momento mais sólido da temporada. Mas rapidamente percebeu que teria pela frente um adversário sem qualquer complexo.

O OC Barcelos entrou melhor. Mais agressivo.  Mais intenso. Mais confortável emocionalmente no jogo.

Logo aos três minutos, Carlos Ramos acertou no poste da baliza de Xavi Malián, e pouco depois surgiu o primeiro golo da partida. Excelente contra-ataque conduzido por Miguel Rocha e finalização fácil de Vieirinha (4’), premiando a superior entrada minhota.

O treinador do FC Porto Paulo Freitas percebeu imediatamente o problema e pediu pausa técnica ainda muito cedo, claramente insatisfeito com a passividade competitiva da sua equipa.

Se o OC Barcelos foi superior durante largos momentos da primeira parte, muito se deveu também à exibição monumental de Guillem Torrents,travando um duelo particular com Gonçalo Alves.

Mas não só Gonçalo Alves teve os seus intentos travados pelo guardião espanhol. Também Ezequiel Mena, Rafa e Hélder Nunes, embateram na muralha que Torrents havia erguido nos primeiros vinte e cinco minutos. Ora com a máscara, ora no um para um, Torrents transformou-se rapidamente num pesadelo para os dragões.

Mas do outro lado também surgia um enorme Xavi Malián, mantendo o FC Porto vivo em momentos particularmente delicados, e foi igualmente bafejado pela sorte.

Porque a verdade é que o OC Barcelos esteve muito perto do segundo golo em várias ocasiões: Pedro Silva acertou no poste, Morales rematou à barra em power play e Vieirinha voltou a acertar simultaneamente no poste e na barra. O FC Porto sobrevivia. E às vezes sobreviver já é uma forma de competir.

Quando o OC Barcelos parecia mais perto do segundo golo do que os portistas (sempre com imensas dificuldades durante a primeira parte para penetrar a defesa barcelense muito organizada e compacta), surgiu o talento individual.

Ezequiel Mena (22’), praticamente contra a corrente do jogo, empatou a partida com um remate extremamente colocado após passe de Hélder Nunes.

E o jogo mudou. O conjunto minhoto acusou emocionalmente o golpe. Surgiram perdas de bola que até aí não existiam e o FC Porto cresceu no encontro. Mas sem nunca controlar verdadeiramente a partida.

A segunda parte trouxe ainda mais tensão. As defesas começaram por superiorizar-se aos ataques até surgir um dos momentos mais importantes do encontro: cartão azul para Carlo di Benedetto e grande penalidade para o OC Barcelos.

Chamado à cobrança, Miguel Rocha (34’) não perdoou. E se houve jogador que personificou a alma competitiva do Barcelos durante esta partida, foi precisamente o avançado internacional português. Intensidade, visão de jogo, capacidade de aceleração e personalidade competitiva em todos os momentos deste encontro.

O avançado português esteve em praticamente tudo o que de melhor o OC Barcelos construiu ofensivamente. E talvez tenha sido cruel que uma exibição desta dimensão terminasse com uma bola na barra no desempate por penalties.

Em desvantagem, os dragões empurraram o jogo para diante e carregaram a linha defensiva da equipa comandada por Rui Neto. Procuraram intensidade, volume ofensivo e circulação rápida, mas encontraram sempre uma muralha coletiva extremamente organizada.

Um OC Barcelos compacto. Solidário. Competitivo. Sem nunca perder capacidade para sair em transição. O FC Porto teve até um penalty inicialmente assinalado sobre Rafa, mas após revisão os árbitros consideraram simulação do internacional português, aumentando a tensão emocional da partida.

O cronómetro dizia que os dragões estavam a menos de três minutos de serem eliminados, mas a equipa azul e branca tem individualidades que desequilibram qualquer estratégia, por melhor que esta tenha sido desenhada pelo treinador da equipa barcelense.

Há jogadores que parecem nascer para estes momentos. Quando o FC Porto começava a sentir o peso do relógio, surgiu uma obra-prima de Gonçalo Alves (48’). Picadinha sobre o guardião da turma de Barcelos. Frieza absoluta. Golo monumental, só ao alcance dos elegidos. Os adeptos azuis e brancos (que durante o jogo até foram globalmente “calados” pela sempre apaixonada massa adepta do OC Barcelos), explodiram de alegria.

O prolongamento trouxe tudo aquilo que o hóquei tem de mais bonito e cruel. Primeiro, Miguel Rocha voltou a colocar o OC Barcelos em vantagem, desviando oportunamente uma assistência de Ivan Morales.

Logo depois, Gonçalo Alves voltou a aparecer para empatar novamente o encontro, através de mais um gesto técnico de enorme qualidade, não sem antes Xavi Malián se ter agigantado para travar uma finalização aparentemente fácil de Luís Querido, realizando uma defesa absolutamente magistral, e que impediu que o OC Barcelos se colocasse com dois golos de vantagem a menos de cinco minutos para o final do prolongamento.

Até ao final, tudo podia ter caído para qualquer lado. Malián salvou o FC Porto.
Torrents manteve o Barcelos vivo. O jogo recusava-se a escolher um vencedor.

E depois chegaram os penalties. Miguel Rocha acertou na barra. Luís Querido atirou ao lado. Xavi Malián defendeu perante Carlos Ramos. Do outro lado, Edu Lamas, Gonçalo Alves e Carlo di Benedetto foram frios, eficazes e decisivos.

O FC Porto seguiu em frente. Mas entre ganhar e perder… houve quase nada. O FC Porto mostrou alma. O OC Barcelos mostrou grandeza. Os dragões demonstraram algo muito importante: capacidade para resistir quando tudo parecia fugir-lhes.

Mas seria profundamente injusto transformar esta história apenas numa narrativa de sobrevivência portista. O OC Barcelos fez um jogo extraordinário. Competiu sem medo, foi melhor durante largos períodos e perdeu apenas em mínimos detalhes. Num poste.  Numa defesa. Num penalty. Numa e outra genialidade de Gonçalo Alves.

Às vezes, no desporto de elite, a diferença entre glória e desilusão mede-se exatamente assim.

Foi uma vitória à Porto, onde sobreviveu, acreditou e venceu no limite, mantendo intactas as suas aspirações de voltar a ser o rei do hóquei europeu.


BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Bola na Rede: Qual foi a razão pela qual decidiu manter o Gonçalo Alves durante tanto tempo no banco? Foi uma decisão estratégica ou uma questão física?

Paulo Freitas: O Gonçalo é um atleta de eleição com uma qualidade acima da média, e que sabemos que nos pode ajudar em vários momentos do jogo. Fazemos um trabalho colectivo para sobressair a individualidade. Para mim, é uma satisfação treinar estes jogadores. Nós percebemos que as rupturas que o Gonçalo estava a conseguir criar, estavam a ser bem defendidas pela equipa do OC Barcelos, estavam a povoar muito bem o corredor central, e estava a alargar corredores laterais. Eu disse ao Gonçalo para procurar corredor lateral, e depois volta ao corredor central. Nós tínhamos que criar uma dinâmica que tirasse o OC Barcelos da sua zona de conforto. Estava a ser muito confortável para eles defender em ações de um contra um, e estavam a encurtar a pista muito bem. É uma equipa muito física, e que espera para sair em transição, e percebemos que o Gonçalo ia ser um jogador importante para aproveitar esse momento, e assim foi.
 

Bola na Rede:  Nos últimos três minutos do tempo regulamentar, a sua equipa encontrava-se em vantagem. Para além de não ter sido bafejada pela sorte com os lances ao poste e à trave que referiu, o que sente que a sua equipa podia ter feito de diferente naquele momento do jogo para segurar essa vantagem e marcar presença numa nova final?

Rui Neto: O que faltou foi que tomamos uma decisão errada. Houve ali uma perda de bola que acontece a quem está lá dentro, e o Gonçalo Alves fruto da sua qualidade, conseguiu aproveitar. O lance do 2-2 é exactamente igual ao lance do 3-3, e ainda é mais difícil de explicar, a não ser pela qualidade absurda do Gonçalo. Uma recarga num recurso que só ele poderia ter encontrado naquele momento. Foram dois erros que são altamente penalizantes para a minha equipa. Hoje demonstramos porque fomos campeões da Europa no ano passado, não foi casualidade, e demonstramos também que temos muita qualidade e que somos uma das grandes equipas do hóquei nacional, apesar de não nos reconhecerem esse valor.

Torreense vence Lusitânia de Lourosa e evita subida do Académico de Viseu à Primeira Liga neste sábado: eis os resultados do dia

O Torreense, Vizela e Académico de Viseu venceram esta noite de sábado os seus desafios. Vê os resultados da Segunda Liga.

O Torreense venceu na casa do Lusitânia de Lourosa por 2-1 e evitou a festa do Académico de Viseu neste sábado. Com o empate do Torreense, o emblema de Viseu, que ganhou ao Benfica B por 2-0, garantia este sábado a subida à Primeira Liga, porém a equipa de Torres Vedras marcou nos últimos minutos e conquistou os três pontos.

Depois de Miguel Pereira abrir o marcador aos 37 minutos, o Torreense conseguiu a reviravolta através de Musa Drammeh (76′) e Kévin Zohi (86′). Quanto ao Benfica B x Académico de Viseu, que terminou 2-0 para os visitantes, Cihan Kahraman (19′) e André Clóvis (44′; grande penalidade) marcaram os golos da vitória do Académico de Viseu.

Por fim, relativamente aos jogos desta noite da Segunda Liga, o Vizela venceu em casa o União de Leiria por 1-0, com golo de Yassin Fortune (12′). Podes ver os restantes resultados do dia da Segunda Liga, que também tiveram decisões importantes.

Eis os resultados desta noite:

  • Lusitânia de Lourosa 1-2 Torreense
  • Benfica B 0-2 Académico de Viseu
  • Vizela 1-0 União de Leiria

Quem é Pedro Lima? Brasileiro pertence ao AVS SAD e é alvo do Sporting

Pedro Lima está a ser apontado ao Sporting. O jogador brasileiro é um dos destaques do AVS SAD nesta temporada.

Pedro Lima é um dos nomes que está referenciado pelo Sporting para o próximo mercado de transferências, podendo chegar do AVS SAD com um custo de três milhões e meio de euros. O jogador tem 23 anos e tem um contrato válido até ao verão de 2028, mas a sua carreira futebolística começou do outro lado do Atlântico.

O médio realizou a sua formação no Palmeiras, onde conseguiu captar a atenção de Abel Ferreira, chegando a realizar uma partida pela equipa principal em 2023, depois de uma época de alto nível nos Sub-20: 30 jogos, 12 golos marcados e uma assistência. Em 2023/24, Pedro Lima viveu a sua primeira aventura na Europa.

O verdão foi cedido ao Norwich City por uma temporada, mas foi apenas opção nos Sub-21, com bons registos, chegando aos 19 encontros, seis tentos e quatro assistências, o que levou a uma nova cedência, desta vez num primeiro escalão. O destino foi o Osijek, conjunto da Croácia.

Nos Balcãs, o médio foi um elemento importante, com 28 partidas, seis golos e duas assistências. Pedro Lima terminou o seu vínculo com o Palmeiras, sem garantir mais oportunidades na equipa A, assinando pelo AVS SAD em 2025. Apesar da época complicada, o brasileiro assumiu-se como uma das boas surpresas da Primeira Liga.

Pedro Lima foi usado por José Mota, mas ganhou importância nas mãos de João Pedro Sousa e João Henriques,s endo que marcou nas últimas três partidas. O registo é positivo: 28 encontros, seis golos e duas assistências, num emblema que passou a maior parte de 2025/26 na última posição.

Sporting quer Pedro Lima e está disposto a oferecer 3,5 milhões de euros ao AVS SAD

Pedro Lima interessa ao Sporting e pode deixar o AVS SAD. A operação teria um custo de três milhões e meio de euros.

Pedro Lima é alvo do Sporting para o mercado de transferências de verão. A informação está a ser avançada pelo jornal A Bola, que indica que o negócio pode ter um custo de três milhões e meio de euros, de maneira a convencer o AVS SAD a libertar o médio brasileiro.

Apesar da despromoção dos nortenhos, Pedro Lima foi um dos nomes que impressionou no AVS SAD, sendo fundamental no meio campo de João Henriques. Pedro Lima vive a sua primeira época em Portugal, depois de se formar no Palmeiras e sido emprestado ao Osijek e ao Norwich City.

Pedro Lima tem 23 anos e o seu contrato com o AVS SAD termina em 2028. Esta época leva 28 encontros disputados, com seis golos marcados e duas assistências. Rodrigo Zalazar também foi apontado ao Sporting durante este sábado.

Real Bétis não segura vantagem e empata com Real Sociedad em final dramático: eis os resultados do dia da La Liga

A Real Sociedad e o Real Bétis empataram 2-2 na jornada 35 da La Liga. Houve golo de Mikel Oyarzabal aos 90+1′ minutos.

A Real Sociedad conseguiu recuperar uma desvantagem de dois golos frente ao Real Bétis e empatar com final dramático. Depois de golo de Orri Steinn Óskarsson aos 79 minutos, Mikel Oyzarbal empatou a partida com golo de penálti, aos 90+1′ minutos.

Numa partida fora de casa, o Real Bétis esteve a ganhar à Real Sociedad por 2-0 com golos de Antony (39′) e Abdessamad Ezzalzouli (47′), mas não conseguiu segurar a vantagem e o jogo terminou 2-2.

Com este resultado, o Real Bétis está em 5.º lugar da La Liga com 54 pontos, enquanto que a Real Sociedad encontra-se na oitava posição com 44 pontos.

Eis os resultados do dia:

  • Elche 1-1 Alavés
  • Sevilha 2-1 Espanyol
  • Atlético Madrid 0-1 Celta de Vigo
  • Real Sociedad 2-2 Real Bétis

Jogo de loucos na Liga 3: Académica recupera desvantagem de 3 golos e empata com Mafra

A Académica empatou 3-3 na casa do Mafra na jornada 13 da fase de promoção da Liga 3. Emblema de Coimbra recuperou desvantagem de 3 golos.

A Académica esteve a perder com o Mafra por 3-0 e conseguiu recuperar a desvantagem na segunda parte, pelo que o resultado terminou 3-3. O jogo foi referente à jornada 13 da fase de promoção da Liga 3 e o emblema de Coimbra pode agora ver o Amarante isolar-se na liderança da respetive fase.

Stanley Iheanacho bisou na partida com golos aos 10′ e 25′ minutos. No início da segunda parte, Lénio Neves fez o 3-0 para o Mafra. Depois, a Académica conseguiu chegar ao empate com golos de Beni Souza (57′), Cuba (71′) e Camilo Triana (76′).

Com este resultado, a Académica encontra-se com 25 pontos no 2.º lugar da fase de subida da Liga 3, enquanto que o Mafra ocupa de momento o 5.º posto com 17 pontos, os mesmos do que o Vitória SC B. O Amarante tem 25 pontos e ainda não disputou a jornada 13.

Eis os resultados do dia:

  • Trofense 1-1 Vitória SC B
  • Mafra 3-3 Académica

Juventus regressa às vitórias na Serie A e continua na luta pela Champions League

A Juventus venceu fora de casa o Lecce por 1-0 na jornada 36 da Serie A. Dusan Vlahovic marcou logo no primeiro minuto.

A Juventus deu novo passo em frente na luta pela Champions League, pois venceu fora de casa o Lecce por 1-0 e regressou assim aos triunfos. Depois de dois empates consecutivos (0-0 com o AC Milan e 1-1 com o Hellas Verona), os bianconeri voltaram aos três pontos.

Numa partida fora de casa, a Juventus ganhou com golo de Dusan Vlahovic logo no primeiro minuto de jogo e a assistência foi dada por Andrea Cambiaso. O internacional português Francisco Conceição foi titular pelos bianconeri, enquanto, do outro lado, jogaram os portugueses Tiago Gabriel e Danilo Veiga.

Com este resultado, a Juventus, que vive uma série de 10 jogos consecutivos sem perder na Serie A, tem agora 68 pontos em 3.º lugar. Sem ainda terem disputado esta jornada, o AC Milan encontra-se com 67 pontos e a AS Roma com 64 pontos.