A Espanha garantiu uma vaga extra para a Champions League com o apuramento do Rayo Vallecano para a final da Conference League. Além deste fator, ficou definido que o Atlético Madrid vai estar na prova milionária de 2026/27.
A Espanha juntou-se à Inglaterra no grupo de países que conseguiu garantir uma vaga extra na Champions League da próxima temporada. Bastava que o Rayo Vallecano garantisse o acesso à final da Conference League e foi esse cenário que acabou por acontecer.
Com o acesso de mais um clube espanhol a uma final europeia, a Alemanha ficou sem capacidade para atingir o terceiro lugar, sendo que esse fator também poderia ter sido determinado por uma eventual eliminação do Friburgo frente ao Braga, algo que acabou por não acontecer.
Face a este cenário, a Espanha sabe que o quinto classificado da La Liga terá acesso também à Champions League, o que confirma, desde já, que o Atlético Madrid, que está no quarto lugar, tem acesso direto à competição milionária, uma vez que a formação de Diego Simeone nunca poderá descer para lá do quinto posto. Real Bétis e Celta de Vigo disputam agora esse último posto de acesso à Champions League, onde já estão 13 formações garantidas.
Eis as equipas já apuradas para a Champions League:
FC Porto, Barcelona, Real Madrid, Villarreal, Atlético Madrid, Bayern Munique, Borussia Dortmund, PSV, Arsenal, Manchester City, Manchester United, Inter Milão e PSG
A UEFA divulgou o ranking após os jogos das meias-finais da Europa League e Conference League. O Braga acabou por cair frente ao Friburgo.
O ranking da UEFA confirmou que Portugal finalizou a temporada 2025/26 com 20500 pontos, o que permite fechar o ano no sexto lugar e com mais pontos nesta temporada do que Itália (segunda classificada), França (18178) ou Países Baixos (9797 pontos).
No topo do ranking está a Inglaterra, que ainda tem três equipas em prova e que já somou 28125 pontos nesta época. A Itália está no segundo posto, seguida da Espanha, que ainda tem o Rayo Vallecano em prova e pode aproximar-se do segundo posto.
Portugal fecha a época com 73166 pontos, após a eliminação do Braga, nas meias-finais da Europa League, frente ao Friburgo.
FRIBURGO NA BRISGÓVIA, ALEMANHA- Não bastou a ambição, ainda que a esperança tenha durado até ao apito final de Davide Massa. O Braga ficou pelo caminho na Europa League, ao cair aos pés do Friburgo por 3-1, na segunda-mão das meias-finais da prova europeia, não aproveitando a vantagem construída na Pedreira. Um jogo condicionado praticamente desde o primeiro minuto, impedindo ver a estratégia inicial de Carlos Vicens em prática.
Os alemães são especialistas no contra-ataque e provocaram assim a primeira ferida no adversário. Jan-Niklas Beste, numa versão muito melhorada daquilo que apresentou no Benfica, só foi parado por Mario Dorgeles com falta e Davide Massa exibiu um vermelho, que marcou claramente tudo o que faltava da partida. O Braga perdeu o seu ala direito e Rodrigo Zalazar foi obrigado a baixar no terreno (durante o primeiro tempo), não se sentindo confortável. O Friburgo ganhou assim espaço para crescer, assumir a bola, explorar as bandas do terreno, com Lukas Kubler a aparecer no ataque, fazendo companhia a Beste pela direita. Já pela esquerda, Vicenzo Grifo partia para o meio, com Philipp Treu a conseguir uma série de cruzamentos com o pé direito.
Fonte: Europa League
Ainda assim, o lado esquerdo dos fuchs ia sendo travado por Víctor Gómez. Se o primeiro tento nasce de uma série de ressaltos que colocaram Lukas Kubler frente a frente com Lukas Hornicek, o segundo surgiu dos pés mágicos de Johan Manzambi. Percebeu-se porque é que deve ser vendido por algumas dezenas de milhões no mercado de verão. É diferenciado. O suíço foi colocado por Julian Schuster a médio ofensivo, quando habitualmente faz parte do duplo pivot, quando Yuito Suzuki está presente. Na teoria, o atleta substituiu o nipónico, mas na prática desempenhou tarefas diferentes.
Enquanto Suzuki deambula mais sobre as alas, como um falso 9, Johan Manzambi atuou mais de costas para a baliza e com um toque conseguia colocar a bola em Grifo ou em Beste. Além disso, também baixava no terreno quando necessário. O golo foi de belo efeito, sem grandes chances para Hornicek, mas há que se criticar a postura da defesa do Braga. Nenhum homem saiu à bola num lance em que era obrigatório tal movimento. Manzambi viu-se à vontade e colocou o Friburgo numa situação confortável: um 2-0, com o controlo do jogo. A verdade é que os germânicos poderiam inclusivamente ter chegado ao terceiro mais cedo, ainda na primeira parte. Todavia, só se voltou a fazer o gosto ao pé na segunda parte, neste caso, gosto à cabeça. Lukas Kubler, que não é um habitual titular, viveu provavelmente a melhor noite da sua carreira, com um bis. O alemão subiu ao terceiro andar e bateu toda a concorrência. Com 3-0, o Europa Park Stadion foi abaixo e os aficionados já estavam a pensar em Istambul.
Fonte: Friburgo
O Braga foi à luta e tentou assumir as despesas do jogo. A partir dos 70’, a equipa assumiu o controlo da partida, empurrando o Friburgo para a sua grande área. Pau Víctor reduziu aos 79’ e gerou-se algum pânico. Os minhotos beneficiaram de uma série de cantos, mas Noah Atubolu disse presente, terminando com a ideia dos guerreiros de viajarem até Istambul.
Após o apito final de Davide Massa, o campo foi invadido por milhares de adeptos, que perceberam que o momento era histórico. Foi a consequência de uma alegria que estava a ser contida desde a expulsão de Mario Dorgeles. Os jogadores foram abraçados, tomados como heróis. Afinal, acabaram de entrar nos anais do Friburgo. Se do lado direito do relvado a festa era intensa, do lado esquerdo o cenário era distinto, embora o sentimento de orgulho também se manifestasse. Os 2500 adeptos do Braga aplaudiram os seus atletas, que defenderam o escudo até ao fim, mesmo reduzidos a 10 praticamente desde o começo. Carlos Vicens pediu raça, pediu para que sentissem o clube e eles responderam da melhor maneira. Alguns atletas acabaram no chão, devido ao esforço. Outros, a chorar de uma forma compulsiva. É uma eliminação que custa, mas que é difícil de ser criticada. O Friburgo foi superior, mostrou por que razão é tão elogiado no panorama internacional.
A noite promete ser longa nas ruas da grande cidade da Brisgóvia, já que assistimos a História, algo que não acontece muitas vezes. Vicenzo Grifo, depois de uma fidelidade que apresentou na sua carreira, merece capitanear uma instituição assim, com os valores corretos. O Braga vai em silêncio rumo a Estrasburgo, mas com o sentimento de dever cumprido.
Última nota para João Moutinho. Odiado por uns, adorado por outros, depende do lado da história em que estamos. Porém, aos 39 anos, é complicado encontrarmos jogadores com a sua capacidade, o seu esforço e resiliência. Muitas vezes era o primeiro homem a sair na pressão, levando os seus colegas a subirem no terreno. Noutras ocasiões, disputou duelos como se o último da sua carreira se tratasse. É o representante de Carlos Vicens dentro do terreno, o seu braço direito. Vai dar treinador.
O Braga pode retirar conclusões positivas desta caminhada, embora tenha falhado o sonho de estar em Istambul. Todavia, como Carlos Vicens referiu na conferência, os minhotos têm capacidade para lutar por este objetivo mais vezes, ganhando caule na Europa League. Dois projetos entusiasmantes enfrentaram-se no Europa Park Stadion e que seguramente ganharam seguidores durante a noite de quinta-feira.
A presença de Portugal na Europa em 2025/26 está fechada, num ano em que se gerou um relativo entusiasmo e em parte isso deve-se ao Braga. Para o ano há mais.
Bola na Rede: O Friburgo teve algum à vontade nos corredores, com o Braga a revelar algumas dificuldades em controlar os alemães na primeira parte. Como é que tentou que a equipa encurtasse o espaço detido pelos alemães?
Carlos Vicens: Falas do momento a partir do momento em que estávamos com 10, não? Porque 11 contra 11 não aconteceu isso. O que tentámos foi manter uma estrutura que nos permitisse estar juntos em tudo o que fizéssemos, desde o momento em que vemos o vermelho e que não era fora de jogo. Tentámos que o esforço de uma maneira ou outra nos permitisse que os jogadores chegassem aos sítios. Depois procurámos que o Rodrigo Zalazar se situasse à direita para intercambiar jogo com o Víctor Gómez e o Pau Víctor na esquerda porque o Zalazar levava menos tempo depois da lesão. O Pau Víctor tinha mais rodagem, digamos assim. Estava mais habituado a repetir esforços na última semana. Há muito dinamismo entre o Pau e o Rodrigo. Assim mantivemo-nos com a ideia de tentar, sempre que fosse possível, empurrar o Friburgo para trás. Obviamente que com 10 custa mais, mas conseguimos bastante. Mais coisas aconteciam em campo rival. Forçavas o jogo direto e tinhas que tentar a segunda bola. Quando não acontecia, tinha que correr para trás, para nos juntarmos outra vez. Acho que através disso gerámos muita incerteza no marcador, muito incómodo no rival. Foi isso que realmente que fez com que nos aproximássemos do marcador. O terceiro golo é uma bola parada, de um centro. Faz dano, mas a equipa nunca deixou de acreditar, sempre achou que havia opções. Tínhamos a mentalidade de marcar um golo para chegar ao prolongamento. Infelizmente, não aconteceu, mas tenho de agradecer aos rapazes pelo esforço. Temos de estar orgulhosos desta equipa.
Carlos Vicens respondeu a uma pergunta do Bola na Rede, depois da eliminação do Braga da Europa League.
Carlos Vicens esteve presente na sala de imprensa do Europa Park Stadion, onde analisou a eliminação do Braga da Europa League, depois de uma derrota contra o Friburgo por 3-1. O espanhol respondeu a uma pergunta do Bola na Rede.
Bola na Rede: O Friburgo teve algum à vontade nos corredores, com o Braga a revelar algumas dificuldades em controlar os alemães na primeira parte. Como é que tentou que a equipa encurtasse o espaço detido pelos alemães?
Carlos Vicens: Falas do momento a partir do momento em que estávamos com 10, não? Porque 11 contra 11 não aconteceu isso. O que tentámos foi manter uma estrutura que nos permitisse estar juntos em tudo o que fizéssemos, desde o momento em que vemos o vermelho e que não era fora de jogo. Tentámos que o esforço de uma maneira ou outra nos permitisse que os jogadores chegassem aos sítios. Depois procurámos que o Rodrigo Zalazar se situasse à direita para intercambiar jogo com o Víctor Gómez e o Pau Víctor na esquerda porque o Zalazar levava menos tempo depois da lesão. O Pau Víctor tinha mais rodagem, digamos assim. Estava mais habituado a repetir esforços na última semana. Há muito dinamismo entre o Pau e o Rodrigo. Assim mantivemo-nos com a ideia de tentar, sempre que fosse possível, empurrar o Friburgo para trás. Obviamente que com 10 custa mais, mas conseguimos bastante. Mais coisas aconteciam em campo rival. Forçavas o jogo direto e tinhas que tentar a segunda bola. Quando não acontecia, tinha que correr para trás, para nos juntarmos outra vez. Acho que através disso gerámos muita incerteza no marcador, muito incómodo no rival. Foi isso que realmente que fez com que nos aproximássemos do marcador. O terceiro golo é uma bola parada, de um centro. Faz dano, mas a equipa nunca deixou de acreditar, sempre achou que havia opções. Tínhamos a mentalidade de marcar um golo para chegar ao prolongamento. Infelizmente, não aconteceu, mas tenho de agradecer aos rapazes pelo esforço. Temos de estar orgulhosos desta equipa.
Carlos Vicens analisou a derrota do Braga contra o Friburgo, num encontro da segunda-mão das meias-finais da Europa League.
Carlos Vicens falou com os jornalistas depois da eliminação do Braga na Europa League, após a derrota por 3-1 frente ao Friburgo. O espanhol mostrou orgulho no elenco:
«Encaramos esta saída com dignidade, com respeito pelo rival. Deixámos uma imagem que deixa orgulho. A série de eventos nos dois jogos, que foram contra ti, foram muito numerosos. Lembro-me da falta de entendimento dos colegas que gerou o golo em Braga, a lesão do Horta, a expulsão. Custa-me a entender o golo de hoje… é uma série de eventos que vão contra ti. São eliminatórias de alto nível. Este grupo de jogadores… a equipa insistiu, mesmo com situações menos favoráveis. Há um reconhecimento enorme pelo esforço. Perdes 3-0 e abres os olhos para acreditar que está 3-0. Não deixam de insistir, de pressionar, criámos oportunidades. Estou muito orgulhoso. Não podem passar tantos anos para o Braga estar sem lutar por finais europeias».
O técnico quer animar os atletas:
«São 24 horas par estarmos tristes, é normal. Tínhamos muita vontade de estar na final. Depois temos que recuperar mentalmente, prepararmo-nos para o próximo jogo, para mostrar identidade, personalidade, ser equipa… o jogo vai ser difícil. É momento de animar os jogadores, temos de confiar neles. Eles já mostraram que eles lutam, não se dão por vencidos».
Carlos Vicens salientou a quantidade de jogos que o Braga vai realizar esta época:
«A cada três dias estamos a ter jogos. Vamos tentar gerir como fazemos sempre. Segunda queremos dar novamente uma boa versão. São muitos jogos. Mais do que ver isto como algo negativo, temos que ter orgulho. Vamos ser a equipa que mais jogos fez numa época na história de Portugal. Vamos estar orgulhosos. Os adeptos, depois de perder 3-1 estão lá para aplaudir. Isto é futebol, é vida, a equipa não deixa de lutar. São 10 dias de competição, temos que nos preparar para o próximo jogo. Temos que ter orgulho».
O treinador respondeu a uma pergunta do Bola na Rede:
«Falas do momento a partir do momento em que estávamos com 10, não? Porque 11 contra 11 não aconteceu isso. O que intentámos foi manter uma estrutura que nos permitisse estar juntos em tudo o que fizéssemos, desde o momento em que vemos o vermelho e que não era fora de jogo. Tentámos que o esforço de uma maneira ou outra nos permitisse que os jogadores chegassem aos sítios. Depois procurámos que o Rodrigo Zalazar se situasse à direita para intercambiar jogo com o Víctor Gómez e o Pau Víctor na esquerda porque o Zalazar levava menos tempo depois da lesão. O Pau Víctor tinha mais rodagem, digamos assim. Estava mais habituado a repetir esforços na última semana. Há muito dinamismo entre o Pau e o Rodrigo. Assim mantivemo-nos com a ideia de tentar, sempre que fosse possível, empurrar o Friburgo para trás. Obviamente que com 10 custa mais, mas conseguimos bastante. Mais coisas aconteciam em campo rival. Forçavas o jogo direto e tinhas que tentar a segunda bola. Quando não acontecia, tinha que correr para trás, para nos juntarmos outra vez. Acho que através disso gerámos muita incerteza no marcador, muito incómodo no rival. Foi isso que realmente que fez com que nos aproximássemos do marcador. O terceiro golo é uma bola parada, de um centro. Faz dano, mas a equipa nunca deixou de acreditar, sempre achou que havia opções. Tínhamos a mentalidade de marcar um golo para chegar ao prolongamento. Infelizmente, não aconteceu, mas tenho que agradecer aos rapazes pelo esforço. Temos que estar orgulhosos desta equipa»-
As três finais europeias da época registam a presença de quatro técnicos espanhóis: Mikel Arteta e Luis Enrique na Liga dos Campeões; Unai Emery na Liga Europa; e Inigo Pérez na Liga Conferência.
As finais das três competições da UEFA desta temporada contam com a participação de quatro treinadores de nacionalidade espanhola: Mikel Arteta, Luis Enrique, Unai Emery e Inigo Pérez.
Na Liga dos Campeões, o encontro decisivo será disputado entre o Arsenal, orientado por Mikel Arteta, e o Paris Saint-Germain, comandado por Luis Enrique.
Na final da Liga Europa, o Aston Villa, treinado por Unai Emery, vai defrontar a equipa alemã do Friburgo.
Por fim, a final da Liga Conferência coloca frente a frente o Rayo Vallecano, de Inigo Pérez, e o Crystal Palace, liderado pelo austríaco Oliver Glasner.
Carlos Vicens já reagiu ao encontro entre o Braga e o Friburgo, relativo à segunda-mão da meia-final da Europa League.
Carlos Vicens falou na flash interview após o Friburgo x Braga, a contar para a segunda-mão das meias-finais da Europa League. A partida terminou com um triunfo da equipa alemã por 3-1, o que ditou a eliminação dos arsenalistas. O técnico disse o seguinte:
«Saio orgulhoso da eliminatória que fizemos, penso que fomos a equipa que merecia estar na final, mas há ocasiões em que a energia e o que passa no futebol, que é um reflexo da vida, vão-te dando a informação que não vai cair para o teu lado. Mas parabéns ao Friburgo, que também lutaram. Não podia estar mais orgulhoso, tanto deste como do último jogo. A equipa em nenhum momento utilizou as baixas como desculpa, tentou sempre ir atrás da eliminatória e do objetivo. Colocando em perspetiva, vamos ver isto como uma temporada, sobretudo na Europa League, histórica e exemplar. Tenho um grupo de jogadores que deixam a pele em campo e este jogo foi reflexo disto. O jogo às vezes sorri-te, outras vezes não».
«Sabíamos que não íamos ter tanto a bola como queríamos e optámos por essa troca. O mais fácil era o Zalazar ir para a frente, porque estava já quase nessa função semelhante, mas sentiu-se que, se o mantivéssemos à direita, havia relações diferentes com o Victor Gómez e o Pau Víctor, pelo que estava a dar, ia ser bom do lado esquerdo. Com o bloco mais alto, podíamos utilizá-los, tivemos uma oportunidade assim no final da primeira parte. Depois, acho que todos vimos a reação da equipa na segunda parte que, apesar do sofrimento, lutou. A equipa reagiu a momentos de sofrimento e fomos atrás do golo. Foi um dia triste pelo resultado, mas um dia mais de orgulho pelo que foi jogado», prosseguiu Carlos Vicens.
«Temos que trabalhar e disse aos rapazes no balneário. Na vida, podes ter situações em que cais, mas isso faz parte. A diferença é o que fazem quando caem e a equipa acho que se levanta, já demonstrou isso este ano. Estamos orgulhosos do esforço e é mais uma experiência acumulada. É um grupo de seres humanos que trabalha com um objetivo claro e tem de trabalhar para que, quando existam momentos destes, possam lutar e chegar longe, conseguindo os objetivos», disse ainda Carlos Vicens.
Pau Víctor já reagiu ao encontro entre o Braga e o Friburgo, relativo à segunda-mão da meia-final da Europa League.
Pau Víctor reagiu ao encontro entre o Braga e o Friburgo, a contar para a segunda-mão das meias-finais da Europa League. A partida terminou com um triunfo da equipa alemã por 3-1, o que ditou a eliminação dos arsenalistas. O avançado disse o seguinte:
«Acho que o jogo rapidamente foi-nos colocado em contra [com a expulsão], não previmos essa situação. Cada um tinha que dar o máximo de si, jogadores em posições que não eram as suas. Estou orgulhoso como esta equipa compete. Creio que, se conseguíamos o 3-2, tínhamos dado a volta no prolongamento. Mas tenho que dar os parabéns ao Friburgo, é seguir a lutar. No próximo ano voltaremos a tentar».
«Temos que analisar muitas coisas, queremos competir por tudo, construir um Braga grande e os adeptos merecem, com o ambiente incrível. Temos que continuar em frente e o orgulho que sinto por este clube é imenso, esta equipa demonstrou o que é o Braga em campo», disse ainda Pau Víctor.
Já estão definidas as três finais das competições europeias. Há, pelo menos, uma equipa inglesa em cada uma das finais.
Já são conhecidas as finais das três competições europeias desta temporada: PSG x Arsenal (Champions League), Friburgo x Aston Villa (Europa League) e Crystal Palace x Rayo Vallecano (Conference League). Esta quinta-feira, o Braga perdeu com o Friburgo por 3-1 e foi eliminado nas meias-finais da competição.
Na terça e quarta-feira, o Arsenal e o PSG qualificaram-se para a final da Champions League, enquanto que o Atlético Madrid e o Bayern Munique ficaram pelas meias-finais. Há assim uma equipa inglesa em cada final.
O Sporting foi eliminado da Liga dos Campeões de Hóquei em Patins pelo Barcelona, ao perder por 2-0 no prolongamento com um bis de Marc Grau. Os catalães seguem em frente e vão defrontar o Benfica nas meias-finais.
O Sporting despede-se esta quinta-feira da Liga dos Campeões de Hóquei em Patins, após ser eliminado pelo Barcelona nos quartos de final da competição. No embate disputado no Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia, em Coimbra, resultou num nulo que se arrastou até ao final do tempo regulamentar.
Foi no tempo extra que a formação catalã conseguiu quebrar a resistência verde e branca. O nulo foi desfeito por Marc Grau, que com classe picou a bola sobre o guarda-redes Xano Edo. Na tentativa de reverter a desvantagem, a equipa leonina apostou num 5×4 e deixou a baliza deserta, permitindo que o Barcelona aproveitasse o espaço para sentenciar o marcador (2-0) com um novo golo de Marc Grau.
Com este triunfo, os catalães garantem o passaporte para as meias-finais da prova milionária, onde já têm um grande encontro marcado diante do Benfica. Na outra meia-final, o FC Porto vai medir forças com o OC Barcelos, que derrotou o Hockey Trissino por 6-2, nos quartos de final da competição.
#HóqueiSCP | ⏹️ Derrota dos Leões nos quartos-de-final da WSE Champions League.