Liga Europa 2017/18: O que haverá de novo nesta edição?

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As equipas portuguesas que disputam a fase de grupos da Liga Europa, excluindo o Braga, costumam ser, em primeira instância, alvos relativamente fáceis. Este ano não foge à regra e, desta vez, até incluo os bracarenses nesta equação. Apesar de o Marítimo se ter batido bastante bem diante do Dínamo de Kiev, tenho a dizer que não é anormal se o Guimarães e o Braga calharem a passar à fase seguinte da prova, mas é difícil. Deslocações, plantéis curtos e preferência pela sedimentação de um bom lugar na Liga Portuguesa deitam por terra ambições mais longínquas, em termos europeus.

O Grupo A, em casos normais, terá o Villarreal como vencedor. Entre Maccabi Tel Aviv, Astana e Slavia Praga, é difícil escolher para segundo posto. Porém, o Astana é uma equipa muito perigosa no seu terreno, como se pôde ver no tão recente embate frente ao Celtic de Glasgow, que, embora tenha ditado o seu afastamento da prova milionária da UEFA, teve uma exibição bem convincente. Para mim, esta equipa, proveniente do Azerbaijão, será a segunda classificada, muito devido ao fator casa. A maioria dos pontos amealhados, muito possivelmente, será obtida em solo azeri.

No final de contas, o único foco de todas as equipas é só um: o troféu da Liga Europa Fonte: Getty Images
No final de contas, o único foco de todas as equipas é só um: o troféu da Liga Europa
Fonte: Getty Images

O grupo B seria o grupo onde o Marítimo se inseriria. Dínamo de Kiev e Young Boys disputarão o primeiro lugar, teoricamente falando. Partizan e Skenderbeu ainda estão a anos luz de equipas capazes de deixar a sua marca em contexto europeu.

O SC Braga calhou no grupo C, junto com Ludogorets da Bulgária, com o empolgante Hoffenheim e com o pouco experiente Istanbul Basaksehir. Este último deixou uma boa imagem, disputando acesamente o apuramento para a Liga dos Campeões contra o Sevilha! Se Ludogorets e Hoffenheim já eram adversários complicados, acrescentando esta prometedora equipa turca às contas, a tarefa do Braga torna-se mais árdua, mas também esta equipa do Minho já demonstrou que é guerreira e que não vira a cara às contrariedades.

Paulinho, proveniente do Gil Vicente, certamente não enchia as medidas dos adeptos bracarenses, mas foi muito importante na chegada da equipa à fase de grupos Fonte: SC Braga
Paulinho, proveniente do Gil Vicente, certamente não enchia as medidas dos adeptos bracarenses, mas foi muito importante na chegada da equipa à fase de grupos
Fonte: SC Braga

Foto de Capa:cjhrsolutions.co.uk

Diogo Fresco
Diogo Frescohttp://www.bolanarede.pt
Fã de um futebol que, julga, não voltará a ver, interessa-se por praticamente tudo o que envolve este desporto, dando larga preferência ao que ocorre dentro das quatro linhas. Vibra bastante com a Seleção Portuguesa de Futebol.                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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