Publicidade

Assim não, Vasco!

Daniel Melo · 1 min

Assim não, Vasco!

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

brasileirao

Acabou recentemente o Campeonato Brasileiro de Futebol 2015, mais conhecido simplesmente como Brasileirão. Como sempre, houve uma equipe campeã – o Corinthians – e houve aquelas que desceram de divisão. Joinville, Avaí, Goiás e Vasco da Gama. Com todo o respeito por todas, é sobre a última delas que nos devemos debruçar.

O Clube de Regatas Vasco da Gama é uma instituição de nível mundial. Tem uma torcida imensa – provavelmente a terceira ou quarta maior do Brasil, com um apoio social entre os 20 e 25 milhões de adeptos –, um estádio próprio – o famoso e bonito São Januário –, que é coisa rara nos clubes cariocas e muitos títulos para contar. Quatro Brasileiros e uma Libertadores figuram nos principais. Assim sendo, é um Clube que tem de figurar (obrigatoriamente) na primeira divisão nacional do Brasil. O Vasco anda instável. Não consegue se reerguer.

Os problemas financeiros dos Cruz-Maltinos atingiram, claro está, o rendimento da equipa de futebol. E agora o Vasco vai cair na Série B novamente, quando no último jogo dependia apenas de si próprio para ir vencer ao Curitiba – outro dos aflitos, mas que acabou por garantir a manutenção.

Esta torcida merece mais! Fonte: blog.opovo.com.br
Esta torcida merece mais!
Fonte: blog.opovo.com.br

Este não é o Vasco que eu e muitos conhecem. O clube pioneiro na colocação de jogadores e até presidentes negros. O Clube da capelinha dentro do estádio. O Vasco merece mais. As pessoas do Vasco merecem mais. O time da querida zona norte do Rio; onde a vida custa mais a suportar. Dos pobres. Enfim. Que pelo menos seja um adeus breve. Mas que o retorno ao convívio entre os maiores também seja mais sustentado.

Foto de Capa: Clube de Regatas Vasco da Gama

Daniel Melo

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
La Liga

Quem vive do passado é che | Valência

Para os adeptos do Valência, os che, o virar do milénio foi sinónimo de coleccionar quadros bonitos para mais tarde apreciar. No final dos anos 90 e início dos anos 2000, o Valência encheu a vitrina: uma Taça do Rei, uma Supertaça de Espanha, dois campeonatos, uma Taça UEFA e uma Supertaça Europeia. Importa referir que, embora não tenha vencido, disputou duas finais consecutivas da Liga dos Campeões, sendo derrotado primeiro pelo Real Madrid, depois pelo Bayern de Munique. Em campo brilharam nomes como Santiago Cañizares, David Albelda, Pablo Aimar, Rubén Baraja e Gaizka Mendieta; já no banco, Claudio Ranieri, o futuro obreiro do conto de fadas em Leicester, plantou as sementes que Héctor Cúper e Rafael Benítez souberam regar e transformar em frutos.

Ailton Pereira · 3 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.