Última horaRui Borges analisa a vitória do Sporting frente ao Marítimo na Taça da Liga: «É natural uma falta de confiança que foi aparecendo»

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Recordar é Viver | Luís Figo: O Príncipe Génio que fintava com o corpo

O futebol é protagonizado por craques e as memórias que ficam são muito constituídas pelas lembranças que os mesmos deixam. A memória e as lembranças dos craques que outrora vimos são fundamentais para um dia os recordar devidamente. E este é sem dúvida um dos melhores que as quatro linhas de um campo algum dia teve o privilégio de ver atuar. No verão de 2026 fez 20 anos que alguém absolutamente lendário no futebol português e mundial deixou de representar a seleção nacional. Fê-lo pela última vez no Campeonato do Mundo de 2006 na Alemanha, ajudando a equipa orientada por Luiz Felipe Scolari a chegar ao pódio das quatro melhores seleções. Trata-se de Luís Figo. Um jogador absolutamente singular na história do futebol português e internacional, pelo seu percurso, pela sua genialidade com a bola nos pés, momentos individuais e coletivos inesquecíveis e pelo seu tipo de liderança. Uma liderança serena e com base no respeito para com os adversários e vice-versa. A sua carreira brilhante dentro do campo, foi também marcada por algumas polémicas. Nunca com base no seu temperamento, visto ter tido sempre um perfil discreto, reservado e tendo sido um líder dentro e fora do campo. Mas com base nas decisões tomadas e na gestão da carreira. 

Jorge Afonso · 16 min de leitura
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Recordar é viver | Dimitar Berbatov, a última estrela búlgara

Quando se fala de grandes nações futebolísticas, a Bulgária raramente é incluída na conversa, principalmente para quem não viveu (ou não recorda) o desporto rei dos anos 90. Em 1994, a seleção balcânica surpreendeu tudo e todos em território norte-americano, conseguindo um histórico quarto lugar no mundial. Hristo Stoichkov, estrela do Barcelona, foi bota de ouro do torneio e viria a arrecadar nesse ano a única Bola D’Ouro do seu país. A lista de nomes sonantes do futebol búlgaro fica, no entanto, quase toda confinada ao século XX. Asparuhov, Bonev e Penev foram três grandes figuras que chegaram a alinhar simultaneamente pela seleção até à morte trágica de Asparuhov (num acidente rodoviário), em 1971. São os três considerados lendas da Bulgária, com Dimitar Penev a ter o mérito acrescido de orientar a seleção durante a campanha memorável de 1994.

João Pedro Santos · 3 min de leitura
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Recordar é Viver | Franco Baresi: Não Fare Il Portoghese

A expressão italiana utiliza-se quando alguém se aproveita das circunstâncias para poupar uns trocos. Mas porquê a associação do carácter português à mesquinhez? Qual a origem? Explicam-nos os responsáveis pelo sítio digital da embaixada lusa em Roma.  «A má reputação que os portugueses ganharam em Roma, a de entrar nos locais sem pagar (o sentido comum desta expressão), é totalmente injusta e tem uma justificação histórica que redime a reputação que o povo português tem em todo o lado, a de ser um povo humilde, mas honrado. Acontece que nem sempre fomos humildes….

Pedro Cantoneiro · 5 min de leitura
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Recordar é Viver | Uma década após a conquista do Euro 2016

Será sempre difícil, para não dizer impossível, recordar o dia 10 de julho de 2016 sem um pingo de nostalgia e uma lágrima de saudade no olho. Faz 10 anos que Portugal, contra todas as probabilidades, ganhou o título de Campeão Europeu com um golo de Éder, contra a França. Mas este momento tem que ser reconstruído com toda a glória que merece. Porque foi um dos títulos ganhos da forma mais portuguesa possível. No Stade de France, e já bem depois dos 90 minutos, o herói mais improvável de sempre da seleção portuguesa colocou a bola dentro das redes da seleção francesa, que até hoje deve ter pesadelos com esse momento, com o número 109 (minuto do golo) e com o nome do camisola 9.

Francisca Marafona Graça · 3 min de leitura
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Recordar é Viver: Friburgo 1-1 Estoril Praia

FRIBURGO NA BRISGÓVIA, ALEMANHA- O Braga não é a primeira equipa portuguesa que se vai deslocar à Alemanha para enfrentar o Friburgo. Contudo, os embates entre emblemas lusos e a formação do Europa Park Stadion são poucos, apenas três, contando já com a primeira-mão da meia final da Europa League. Somente numa ocasião uma formação portuguesa enfrentou o Friburgo em solo germânico. A viagem no tempo não é tão curta assim, mas traz-nos memórias de um plantel que encantou Portugal: o Estoril Praia de 2013/14. A turma da Linha, que finalizou essa Primeira Liga na quarta posição, conseguiu chegar à fase de grupos da Europa League depois de ultrapassar os israelitas do Hapoel Ramat Gan e os austríacos do Pasching.

Ricardo João Lopes · 5 min de leitura
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Recordar é Viver | Mundial 94 – Estados Unidos da América

Os anos 90 foram período de estabelecimento do soccer nos Estados Unidos da América. Em 1988, a organização do maior evento do futebol mundial foi atribuída aos EUA, país que na altura não tinha uma liga profissional e não participava num Campeonato do Mundo desde 1950. As muitas dúvidas em torno desta decisão acabaram por ser dissipadas, com o Mundial de 1994 a ser ao dia de hoje o recordista em média de espetadores por jogo (68,991), muito graças aos imigrantes e à comunidade hispânica. Passados 32 anos, a maior competição desportiva do mundo está de volta à América do Norte. Quando faltam menos de dois meses para o apito inicial do Mundial de 2026, recordamos a edição de 1994, aproveitando para estabelecer alguns paralelismos entre as duas.

João Pedro Santos · 4 min de leitura
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Recordar é Viver | Jorge de Brito

Decretada ficou a vontade do povo benfiquista, tão grande e tão convicta que chegou a recorde de Guinness. Será, pois, sensível reservar para as próximas semanas uma exaustiva reflexão sobre o que significará a manutenção dum status quo que para a Luz não tem conseguido construir grandes méritos, muito menos grandes prémios. Mas a democracia disse-nos, veementemente, que só interessava segurar Rui Costa no gabinete máximo; e assim sendo, a esperança será mesmo a última a morrer e o optimismo terá que ser facultado em rações de guerra, tudo muito comedido para durar e fazer render. Diz-nos o presidente que os quatro anos anteriores dotaram o clube da capacidade para ganhar consecutivamente nos quatro anos vindouros – que tudo não passara de sofrida, mas intensiva preparação; os títulos virão, alapados à megalomania do Benfica District, Colombo melhor que o original e que suportará um estádio ainda mais monumental, com 15 mil lugares adicionais e exterior rejuvenescido. A cifra da despesa arrendondam-na aos 220 milhões e o adepto mais céptico olha, mete a mão no queixo e gasta um bocado do tal optimismo para conseguir ver alguma seriedade na coisa.  

Pedro Cantoneiro · 5 min de leitura
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Recordar é Viver | 1994/95 – Ajax Limpa Tudo

Vou começar por admitir: o título deste artigo não corresponde 100% à verdade. O Ajax não conquistou a Taça dos Países Baixos na temporada em questão, mas não consegui resistir ao trocadilho fácil com a famosa marca de detergentes. Ainda assim, esta foi sem dúvida a época mais dominante de sempre protagonizada por um clube neerlandês e é assim digna de destaque nesta rubrica. Uma equipa muito jovem orientada por Louis van Gaal, técnico natural de Amesterdão, conquistou a Europa apesar da sua falta de experiência nos grandes palcos. A irreverência dos vários elementos provenientes do De Toekomst foi um dos principais motores para a campanha fenomenal do Ajax em 95/95.

João Pedro Santos · 3 min de leitura
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Recordar é Viver | Dirk Kuyt, produto do Utrecht

Há histórias que resistem ao tempo, não pelo brilho fácil das fintas, mas pela obstinação silenciosa de quem fez do suor a sua linguagem. Dirk Kuyt é uma dessas histórias. Filho do vento que sopra em Katwijk aan Zee, cresceu entre o mar e os relvados, entre o cheiro a sal e o barulho das bancadas pequenas, onde o futebol ainda é artesanal e os sonhos têm a textura da relva húmida.

Raul Saraiva · 4 min de leitura
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Recordar é viver | Gilberto Silva, a parede invisível

Nascido em Outubro de 1976 em Lagoa da Prata, no estado de Minas Gerais, Gilberto Aparecido da Silva juntou-se aos escalões de formação do América Mineiro com 12 anos. Vindo de uma família com dificuldades financeiras, e após a reforma do seu pai, Gilberto Silva abandonou os relvados com apenas 17 anos para suportar a sua família. Em 1997, com a família em situação mais estável, Gilberto teve a oportunidade de relançar a sua carreira e estreou-se como profissional pelo seu clube de formação. Durante a sua primeira época como profissional, ajudou a equipa a vencer a série B e ascender ao Brasileirão.

João Pedro Santos · 2 min de leitura
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Recordar é Viver | Mesut Ozil, o último grande “10”

No futebol existem sempre aqueles jogadores que não são consensuais para ninguém. Uns gostam, outros não… Muitas das vezes são criticados, noutras são amplamente elogiados. Sempre existiram jogadores que, por uma ou outra característica, são mais propensos à crítica, essencialmente negativa, porque esta é mais fácil de fazer quando tudo está mal. Quando um jogo corre mal para uma equipa, a culpa é de 11 homens, não é de um só. E normalmente, nestas situações, o culpado é o maior génio da equipa, mas eu até percebo isto, talvez seja um mecanismo de defesa que o adepto cria na sua cabeça para tentar levantar a moral do seu fantasista, ou talvez não.

Bernardo Santos · 4 min de leitura
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Recordar é Viver | O brilhante início de século do Lyon

Gerações recentes responderão sem grande hesitação à pergunta “qual é o melhor clube de futebol francês?”. No entanto, dos 12 títulos da Ligue 1 conquistados pelo PSG, apenas dois aconteceram há mais de 15 anos, o que pode facilmente toldar o julgamento de quem acompanha o desporto rei há menos tempo. Antes do “financiamento árabe” ao clube parisiense, o cenário do futebol francês era bem diferente e, no início do corrente século, houve um emblema que deixou uma marca épica na sua história. Com as suas origens a remontar ao final do século XIX, o Olympique Lyonnais foi oficialmente fundado em 1950. Até 2000, o clube conquistou quatro títulos da Ligue 2, três Taças de França e uma Supertaça. O estatuto de grande não lhe era atribuído de forma indiscutível e não se adivinhava que, nos primeiros 10 anos do novo século, o número de troféus no seu palmarés aumentaria para mais que o dobro.

João Pedro Santos · 3 min de leitura
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Recordar é Viver: Carlos Gomes, o homem mais livre

Difícil é para nós, crianças do Portugal livre e Europeu, imaginar sobreviver sem os direitos democráticos que para os nossos avós não passavam de mordomias e luxos. Mais difícil será, para estas crianças, imaginar os seus ídolos da bola, dum futebol tão cheio de si e de dinheiro, prisioneiros políticos. Contratos das Árabias podem indiciar um outro tipo de prisão – mas em 2025, não metemos em causa a segurança física dum desses craques da nossa Liga, por mais impertinente ou disruptivo que seja. A crescente polarização da nossa praça não se pode comparar ainda com o retrato do Portugal do século XX, acorrentado a um canto da Europa, embebido em memórias duma grandeza que o tornavam esquizofrénico aos olhos dos verdadeiros protagonistas. Carlos Gomes nasceu muito antes do tempo a que teria direito – foi um dos precursores da liberdade enquanto cidadão e especialmente enquanto futebolista, uma década antes de António Simões e Artur Jorge sequer imaginarem um projecto como o Sindicato de Jogadores.  «Acabara de me estrear pelo Barreirense e um senhor veio ter comigo a felicitar-me por ter assinado pelo Sporting. Mas como assim Vossa Exª? Era mesmo assim, os clubes decidiam pelos jogadores, não havia respeito nenhum. Estava claríssimo que o meu futuro seria mais negro que o fumo de todas as chaminés da CUF[1]« relatava certo dia no Jogo de Vida, o seu livro de memórias. Claro que, com o seu feitio revolucionário, Carlos teria que ser filho do independentíssimo Barreiro. Rezam as lendas espalhadas por quem teve a sorte de o ver e conhecer que nasceu Keeper, sempre se dissociando das tendências juvenis de ataque à baliza adversária – como bom rebelde, de carácter imaculado na defesa dos seus próprios interesses, percebia que havia mais caminho a percorrer no artificio de evitar o golo, ainda mais que fazê-lo. E percebeu também desde cedo que para perceber a ciência por trás da coisa, seria obrigatório ver o que faziam os melhores: e por isso não perdia um jogo caseiro do Barreirense, pondo-se atrás da baliza de Francisco Silva – o suplente da Selecção – a anotar todos os pormenores. A observação criou admiração. Antes de ir para os jogos, começou a roubar laranjas para dar ao “Ti Chico” nas pausas. Quis o destino que, uns anos depois, fosse Carlos o suplente dum já experiente Ti Chico e com ele treinasse todos os dias…

Pedro Cantoneiro · 9 min de leitura
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Recordar é viver | Guti, o “outro” galáctico

A 31 de outubro de 1976, nasceu em Torrejón de Ardoz, nos arredores de Madrid, José María Gutiérrez Hernández, mais conhecido no mundo do futebol por Guti. Juntou-se à academia do Real Madrid aos oito anos e viria a jogar na equipa principal dos blancos durante praticamente toda a sua carreira. O seu enorme potencial foi identificado logo nas camadas jovens e a sua ascensão dentro do clube tornou-se um exemplo para todos os jovens que ingressavam em La Fábrica com ambições de um dia representar um dos melhores clubes do mundo. Em 15 temporadas (1995-2010), foi um elemento importante na conquista de vários troféus, incluindo três edições da Liga dos Campeões e cinco da La Liga.

João Pedro Santos · 2 min de leitura
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Recordar é Viver | Kaká, o maestro que parava o tempo

Ricardo Izecson dos Santos Leite, ou Kaká como sempre foi conhecido no mundo do futebol, é um dos poucos jogadores a conseguir conquistar uma Bola de Ouro no reinado de Cristiano e Messi, e o último brasileiro a fazê-lo até então. Acredito que só isto é cartão de visita suficiente para que continuem a ler este artigo, mas Kaká era muito mais que isso.  Ficou conhecido no mundo do futebol com a sua chegada a Milão, para representar o histórico AC Milan, um clube recheado de vedetas que prometiam dificultar a vida ao jovem Ricardo. Muito recentemente li uma entrevista de Carlo Ancelotti, que dizia que na altura em que avançaram para a contratação de Kaká, não esperavam receber um menino “da faculdade”, um rapaz que parecia um estudante quando entrou em Milanello. 

Bernardo Santos · 3 min de leitura
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Recordar é Viver: O Middlesbrough de Steve McClaren

Enquanto clube fundador da Premier League, em 1992, o Middlesbrough teimou em cumprir expectativas nessa década. Mesmo quando se conseguia ir a São Paulo contratar alguém como Juninho Paulista, ir a Turim seduzir a rockstar Ravanelli ou aterrar no Porto com garantias para a contratação do todo-o-terreno Emerson, imprescindível nuns Dragões que seriam Penta. Bryan Robson, antiga figura do United, tinha assumido como Jogador-Treinador em 1994, sem nunca mostrar as mesmas credenciais de talento superlativo a partir do banco. Na viragem do milénio, o presidente Steve Gibson decidiu de forma ousada e quase vexatória: para salvar o Boro de mais uma descida, Bryan Robson precisava de se chegar para o lado porque o lendário Terry Venables ia ser o treinador principal para o que restava da época. Foi já com os dois a decidir que o clube consegue a série de dez jogos sem perder (sete empates) que lhe garante o 14.º lugar final.

Pedro Cantoneiro · 9 min de leitura
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Recordar é Viver | Nani

Luís Carlos Almeida da Cunha – conhecido no mundo do futebol por Nani ou por Nanaca com quem partilhou balneário - decidiu pendurar as “botas” aos 38 anos, depois de uma carreira recheada de momentos de glória e de escrever a sua marca na história do futebol português. Conhecido pelos seus dribles estonteantes e pela vertigem do seu jogo, Nani começou o seu percurso no futebol em 1996 nos escalões de formação do Real SC, clube de Queluz, perto da Amadora, onde o astro português coabitava de forma bastante humilde com a sua família de origem cabo-verdiana. Ingressa nos juniores do Sporting quando Cristiano Ronaldo esta de bagagens feitas para Manchester e é na academia leonina que tem o palco perfeito para mostrar o seu potencial e procurar espaço no exigente mundo do futebol. Estreia-se na equipa principal dos leões pelas mãos de José Peseiro em 2005 e ao fim de duas épocas com grande rendimento e sendo um dos protagonistas do nosso campeonato, parte para Manchester a troco de 25 milhões de euros, com uma Taça de Portugal conquistada.

Rafael Velho · 3 min de leitura
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Recordar é viver | Eidur Gudjohnsen: o “Maradona loiro”

Correndo o risco de ofender os fãs de El Pibe, foi mesmo com Diego Armando Maradona que José Mourinho (e depois vários adeptos) compararam Eidur Gudjohnsen. Não tendo chegado perto do nível do craque argentino, o avançado nórdico deixou a sua marca em mais do que um grande europeu e também na sua seleção, sendo quase unanimemente considerado o melhor futebolista islandês da história. Eidur Smari Gudjohnsen nasceu a 15 de setembro de 1978 em Reiquiavique, cidade onde fez a sua formação e estreia no plantel sénior ao serviço do Valur. O seu talento foi rapidamente descoberto e seguiu-se uma mudança para o PSV, onde partilhou balneário com Ronaldo “Fenómeno”. No entanto, uma lesão no tornozelo acabou por levar o islandês de volta a casa para alinhar por outro clube da capital, o KR, por empréstimo do emblema de Eindhoven.

João Pedro Santos · 3 min de leitura
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