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Os 5 jogadores mais fiéis na História da NBA

Clara Maria Oliveira · 4 min

Os 5 jogadores mais fiéis na História da NBA
Foto: NBA

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O desporto está cheio de promessas de amor eterno. Acaba por ser poética a ideia de ver um jogador passar toda a carreira ligado a apenas uma equipa, mas isso está longe de ser fácil e tão linear como por vezes nos fazem parecer. Temos casos de atletas que se movem pelo dinheiro e pelo projeto, e outros que nos parecem ser colocados fora do plantel, mesmo não sendo da sua vontade sair, como foi o caso de Isaiah Thomas, por exemplo.

Neste TOP 5, tentei elencar os cinco basquetebolistas mais fiéis que já atuaram na história da NBA. A lista podia ser mais extensa, porque na melhor liga de basquetebol do mundo são muitos os exemplos de lealdade e liderança importantes ao franchise que defenderam.

Foto de Capa: NBA

5.

Udonis Haslem (Miami Heat) – Nascido em Miami, o ala já soma 16 anos ao serviço dos Heat. Apesar de não ter sido escolhido no draft de 2002, Udonis Haslem rumou a França por um ano, mas depressa voltou à terra natal, e conseguiu ganhar lugar numa equipa da NBA. O resto é história, porque a ligação do número 40 aos Miami Heat foi cheia de sucessos e troféus.

Aos 40 anos, e muito perto de terminar a carreira, Udonis Haslem conquistou três campeonatos. O americano acompanhou bem de perto o projeto de Pat Riley, que resultou em tornar a equipa dos Heat na melhor da NBA, e contribuiu bastante para o sucesso do franchise. Os anos foram passando, e mesmo sem jogar muito, continua a ser uma peça fundamental no balneário.

4.

Jerry West (Los Angeles Lakers) – Numa era mais precoce da NBA, Jerry West ganhou o estatuto de lenda, e tem um lugar assegurado no Hall Of Fame da liga. Ao serviço dos Lakers, o base realizou 14 anos ao mais alto nível, vencendo um campeonato e um prémio de MVP das finais.

Hoje, depois da lealdade no pavilhão, o antigo jogador é conselheiro no rival da cidade de Los Angeles, os Clippers. No entanto, o nome de Jerry West vai estar para sempre ligado aos amarelos e roxos.

3.

Tim Duncan (San Antonio Spurs) – Nos 19 anos em que defendeu a camisola dos San Antonio Spurs, Tim Duncan criou com Greg Popovich a simbiose perfeita. Do basquetebol no estado mais puro nasceu uma dinastia que marcou a história da melhor liga de basquetebol do mundo.

Em quase duas décadas, Tim Duncan arrecadou cinco campeonatos, onde foi nomeado por três vezes para MVP das finais, e venceu dois prémios de MVP na fase regular. Um currículo vistoso de um atleta que nunca deu nas vistas, a não ser quando brilhava nos pavilhões de todo o mundo.

2.

Dirk Nowitzki (Dallas Mavericks) – Apesar de escolhido pelos Milwaukee Bucks, Dirk Nowitzki foi prontamente trocado para a cidade onde jogou toda a carreira, Dallas. Ao serviço dos Mavericks, o alemão realizou 21 temporadas ao mais alto nível, e depressa se tornou o melhor europeu de sempre na liga milionária.

Nowitzki ajudou os Dallas Mavericks a conquistar o tão desejado troféu de campeão e, devido às grandes exibições na final frente aos Miami Heat, também venceu o troféu de MVP das finais de 2011. Além disso, o ala também recebeu um MVP da temporada regular, em 2007, e, com toda a naturalidade, tornou-se o europeu com mais pontos na NBA. Muito em breve, veremos o seu nome no Hall Of Fame, e é mais do que merecido.

1.

Kobe Bryant (Los Angeles Lakers) – O nome que faltava nesta lista. Tal como Dirk, Kobe foi trocado na noite do Draft. Os Charlotte Hornets escolheram um jovem jogador que vinha do secundário em Filadélfia, mas prontamente o enviaram para os Los Angeles Lakers, a pedido do próprio. Eram poucos os que na altura esperavam o que iria acontecer após essa exigência de um miúdo de apenas 17 anos.

Com The Black Mamba, os Lakers voltaram à glória das conquistas do passado. Nos 20 anos de Kobe Bryant na NBA, o shooting-guard venceu cinco campeonatos, onde foi o MVP em duas das conquistas dos amarelos e roxos, e conquistou um MVP da temporada regular em 2008. Além dos troféus, será eterna a sua influência nos atuais basquetebolistas, que cresceram a admirá-lo.

Artigo revisto por Joana Mendes

Clara Maria Oliveira

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