Última horaChelsea pode ter baixa importante até ao final de 2026
Publicidade

AD10S, Diego Armando Maradona

Jorge Faria Sousa · 2 min

AD10S, Diego Armando Maradona
Foto: Seleção da Argentina

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O mundo do futebol despede-se do jogador de sempre, o único e inigualável Diego Armando Maradona. “El Pibe” divertiu os adeptos do futebol, capaz dos mais incríveis dribles, dos mais mágicos golos. Foi considerado o melhor do mundo em 1986.

Diego Maradona nasceu em Lanús, a 30 de outubro de 1960. Desde criança que tinha um sonho: ser profissional de futebol e vencer um Mundial. Encantou com a camisola do AA Argentino Juniors, deslumbrou com a camisola dez do CA Boca Juniors, o verdadeiro rei do “La Bombonera”. No FC Barcelona conquistou títulos – um campeonato, uma Supertaça e uma Taça do Rei – e viveu um período extremamente difícil com lesões.

Na década de 80, Maradona e SSC Napoli eram um só. Os napolitanos liderados por Diego Maradona, venceram dois campeonatos, uma Taça de Itália, uma Supertaça e uma Taça UEFA. O maior ídolo do futebol napolitano fez vibrar o San Paolo, com 115 golos em 259 jogos.

O maior futebolista argentino de sempre conquistou o mundial 1986 e um mundial sub-20. Sendo ainda finalista no Campeonato do Mundo de 1990, disputado em Itália. Foram 91 jogos e 34 golos pela seleção Argentina.

Definir Diego Armando Maradona é recordar os quartos-de-final, no Mundial 86, perante a Inglaterra liderada por Sir. Bobby Robson – vitória dos argentinos por 2-1. “El Pibe” e a dicotomia entre o génio e o malandro – no primeiro golo a “mão de Deus”, o malandro – no segundo golo, Maradona demonstrou o seu talento driblando seis adversários até a bola estar no fundo das redes inglesas.

Diego Maradona é, e será, um dos melhores de sempre, pois o seu talento, os seus dribles, a velocidade, e a qualidade com que colocava a bola onde queria com o seu pé esquerdo irão permanecer na memória dos apaixonados por futebol. “El Pibe” o rei argentino, o rei de Nápoles, que encantou sobretudo no seu país e em Itália, a cada fim-de-semana. O génio que brilhou no “La Bombonera” e no Estádio San Paolo.

O mundo despede-se do rebelde genial, mas para sempre ficarão os golos, os dribles e os títulos. O melhor de sempre!

Obrigado, Diego Armando Maradona!

Jorge Faria Sousa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.