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As 3 maiores fragilidades do FC Porto

Ricardo Rafael Silva · 2 min

FC Porto Varzim SC
Foto: Diogo Cardoso / Bola na Rede

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Estamos de regresso com um Clássico entre Sporting CP e FC Porto para aquela que é, fora o campeonato, a competição mais importante entre portas. A Taça de Portugal é feita de grandes momentos, as melhores equipas portuguesas encontram-se e elevam o futebol português.

Em jeito de fair-play, algo que todos quereremos ver na próxima quarta-feira, a secção do FC Porto do BnR vai lançar as maiores fragilidades de dragões e leões, que podem ser aproveitadas para tornar o jogo cheio de golos (ou com a total falta deles).

Sporting CP e FC Porto defrontam-se naquele que é, ou pode muito bem ser, o clássico mais antecipado dos últimos anos. Após os acontecimentos do último clássico, será imperativo para ambas as equipas manter o foco no resultado. D

eixar que as emoções levem a melhor é deixar o futebol, mais uma vez, dececionado.

Assim sendo, é tempo de olhar para a equipa portista e os processos que coloca em campo para identificar algumas das fragilidades que podem ser aproveitadas pelos leões para causar danos.

3. Defesa lenta

Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede

Os centrais do FC Porto sofrem durante a aproximação dos 90’ minutos. Contra avançados rápidos e físicos  é notável uma clara quebra no rendimento, tanto de Pepe, como de Mbemba. Neste tipo de jogos, onde todos os detalhes contam, é necessário que estes tenham atenção a qualquer movimentação dos avançados leoninos.

2. Falta de cruzamentos

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Apesar de o conjunto de Sérgio Conceição ter alguns dos melhores jogadores a definir no último terço, como Fábio Vieira ou Taremi, existe uma clara falta de qualidade no cruzamento por parte de Zaidu e de João Mário, que acumulam cruzamentos sem qualquer sentido quando a equipa precisa de bolas com qualidade dentro da área.

1. 10 oportunidades para um golo

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Tal como é conhecido, a equipa do FC Porto cria muito durante um encontro. A pressão alta, aliada a uma avalanche ofensiva, permite que o conjunto azul e branco chegue facilmente à grande área adversária com relativa facilidade. Mas existe um grande défice de aproveitamento dessas oportunidades criadas. Tal como se viu na última jornada do campeonato, não são aproveitadas as oportunidades de perigo.

Artigo revisto por Gonçalo Tristão Santos

Ricardo Rafael Silva

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