GP Mónaco: Erro de Ferrari entrega vitória a Pérez

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A CORRIDA: A COMBINAÇÃO IMPERFEITA QUE DEU “SHOW”

Começou a chover mesmo antes do início da prova, com os pilotos a meterem todos o pneu intermédio. Mas durou pouco tempo, uma vez que o diluvio chegara mesmo antes da corrida começar, atrás de Safety-Car. Com pneus full wet, os pilotos fizeram duas voltas de formação atrás de Bernd Maylander (SC) até a direção de prova declarar bandeira vermelha, a primeira do dia. Foi uma longa pausa, com chuva intensa, até as 15h05, quando todas as equipas tiveram a confirmação de que se iria voltar a correr no Mónaco.

Com começo atrás do SC, os canadianos Latifi e Stroll tiveram alguns contratempos, depois de darem toques no muro. Entraram nas boxs para trocarem de pneus e asa dianteira. Duas voltas depois, reentraram nas boxs, na companhia de Gasly, e ambos os canadianos quase se tocariam na altura de sair/entrar na sua zona de paragem.

Lá pela frente, Charles Leclerc liderava a corrida com uma boa vantagem, tendo Carlos Sainz perdido bastante tempo para o colega de equipa e defendendo de ambos os Red Bull.

O primeiro piloto a meter pneus intermédios seria Gasly, que não teria um bom desempenho até à volta seis, onde fez a volta mais rápida. Com esse sinal, Vettel e Tsunoda param nas boxs para meterem também pneu intermédio. O francês acaba mesmo por se adaptar aos pneus totalmente e começa a ultrapassar, primeiro Zhou e seguido de Ricciardo.

Sérgio Perez para na volta 17 para o pneu intermédio. Duas voltas depois, tanto Leclerc como Verstappen iriam parar, também para intermédios. Na rádio, ouvia-se Sainz a dizer para irem diretamente para o pneu seco. Por falar em pneu seco, Mick Schumacher foi o primeiro dos 20 pilotos a meter o pneu duro. Logo a seguir, os pilotos decidiram seguir esses paços. Entretanto, Hamilton e Ocon lutavam por posição, com o piloto britânico impaciente pela ultrapassagem.

Sainz e Leclerc foram chamado, ao mesmo tempo, para meter o pneu duro na volta 22. Porém, não seria aquilo que o engenheiro queria, uma vez que gritou para o monegasco ficar na pista. O mau ambiente estava instalado. Na volta seguinte, Perez e Verstappen também param ao mesmo tempo, também para o pneu duro, saem intercalados e à frente dos Ferrari.

A corrida voltaria ao normal no Mónaco até à volta 27, quando Mich Schumacher bate no muro e vê o seu Haas partir-se depois da batida, ficando fora da corrida como o seu colega de equipa. O Safety-Car sairia novamente para a pista, mas por pouco tempo, pois a corrida seria novamente interrompida com a bandeira vermelha, para repararem a barreira.

No segundo recomeço, tivemos Hamilton a lutar com Alonso pela nona posição, luta essa que durou até ao final da corrida, com o britânico a não conseguir a ultrapassagem. Ocon, que lutou com Hamilton, acabou por ser penalizado em cinco segundos por colidir com o mesmo.

Com 35 voltas completadas, o cronometro para as duas horas de corrida começava a apertar, então trocaram a 35 voltas para 35 minutos de corridas. Mas pouco aconteceu, com a pista a secar, os pilotos atrás de Alonso sem conseguir ultrapassar ninguém.

Ainda houve tempo para o TOP4 se juntar todos para o final da corrida, dando mais emoção de alguma possível ultrapassagem… que não aconteceu.

Sérgio Pérez ganhou assim a sua terceira corrida. Carlos Sainz acabou em segundo e logo atrás Max Verstappen. Para desilusão de muitos tifosi, ainda não foi desta que Charles Leclerc venceu a sua corrida de casa ou ficou no pódio.

Foto de Capa: Red Bull Racing

Ana Catarina Ventura
Ana Catarina Venturahttp://www.bolanarede.pt
Esta é a Ana Catarina. Apaixonou-se pela Fórmula 1 com 14 anos e a partir desse momento, descobriu o mundo do desporto motorizado. Graças a isso, seguiu o caminho do jornalismo até se licenciar em Jornalismo e Comunicação, na capital do Alto Alentejo.

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