Última horaBruno Pinheiro: «Demos uma boa resposta e fomos extremamente competitivos, deixa-me muito satisfeito»
Publicidade

Rúben Amorim confirma baixa para o embate com o Casa Pia e analisa PSV x Sporting: «Foi um jogo divertido para as pessoas e difícil para os treinadores»

Diogo Ribeiro · 1 min

Rúben Amorim Sporting
Foto: Luís Batista Ferreira/Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Rúben Amorim analisou o encontro entre o PSV e o Sporting. Jogo da segunda jornada da fase de liga da Champions League.

Rúben Amorim analisou o encontro entre o PSV e o Sporting. Jogo da segunda jornada da fase de liga da Champions League.

Rúben Amorim fez a análise do PSV x Sporting da Champions League.

«Um jogo difícil, não entrámos bem e perdemos as bolas divididas. Escorregámos nos momentos importantes e faltou ligação no início. O golo é numa bola a sair a jogar, sabíamos que era importante virar para ter o campo aberto. Na segunda parte foi um jogo partido, oportunidades para os dois lados. Foi um jogo divertido para as pessoas e difícil para os treinadores. Podemos fazer melhor, mas temos muito que crescer», referiu Rúben Amorim que analisou o posicionamento de Geny Catamo e Francisco Trincão.

«Sempre que não há um resultado que não é a vitória fazíamos diferentes. Queríamos o Geny para empurrar um jogador para a linha defensiva. O Trincão como número 10 mais central para isolar o Viktor Gyokeres, mas escorregou muitas vezes. Com o Daniel Bragança e o Trincão entrelinhas complicámos a vida do PSV a deixar o Gyokeres 1X1», prosseguiu Rúben Amorim que confirmou baixa de Ousmane Diomande.

«Ousmane Diomande? Está fora deste jogo e depois vamos ver. Acho que está de muletas, vamos ver. Temos um jogo muito importante no sábado», vincou o técnico, antes de tocar no estado do relvado.

«Não estou a dizer que os escorregões foram determinantes, mas podíamos ter atacado e defendido melhor. Não estávamos habituados ao piso, é um ponto a refletir», concluiu o treinador do Sporting.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Enquanto houver estrada para andar Rui Borges vai continuar | Sporting 2-1 Marítimo

Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.