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FC Porto derrota Rio Ave com show de Gabri Veiga

Rodrigo Lima · 1 min

Samu Aghehowa FC Porto
Foto: Tiago Cruz / Bola na Rede

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O FC Porto deslocou-se até ao Estádio dos Arcos para defrontar o Rio Ave. O encontro terminou com a vitória dos dragões por 3-0.

O FC Porto venceu o Rio Ave por 3-0 no Estádio dos Arcos, em jogo da jornada 6 da Primeira Liga. Os dragões abriram o marcador logo aos 4 minutos, por Pablo Rosario, após um pontapé de canto exemplar de Gabri Veiga. Aos 14’, foi Samu quem apareceu ao segundo poste, novamente na sequência de um canto batido pelo médio espanhol, para dilatar a vantagem.

Na segunda parte, as dúvidas ficaram dissipadas quando Gabri Veiga, aos 52 minutos, assinou o terceiro golo, depois de uma bela incursão e assistência de Pepê.

Com este triunfo, o FC Porto consolida a liderança da Primeira Liga, somando 18 pontos em seis jornadas (seis vitórias em seis jogos. Já o Rio Ave continua sem vencer na competição, permanecendo na 16.ª posição, com apenas três pontos conquistados até ao momento.

Rodrigo Lima

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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