Publicidade

Achraf Hakimi vence o prémio de melhor jogador africano do ano e Bubista ganha o de melhor treinador

Mário Cagica Oliveira · 1 min

Achraf Hakimi CAF
Foto: CAF

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Achraf Hakimi foi eleito o melhor jogador africano do ano. O lateral do PSG levou a melhor perante Mohamed Salah e Victor Osimhen. Bubista venceu o prémio de melhor treinador.

Achraf Hakimi venceu o prémio para melhor jogador africano do ano. O lateral internacional marroquino do PSG foi distinguido nesta quarta-feira pela CAF (Confederação Africana de Futebol) como o melhor jogador e ficou à frente de Mohamed Salah e de Victor Osimhen, que eram os outros dois finalistas.

Além de Achraf Hakimi, destaque também para Bubista, selecionador de Cabo Verde, que venceu o prémio de melhor treinador, num ano em que ajudou a garantir a qualificação histórica do conjunto africano para o Mundial 2026.

Além destes dois prémios, a CAF distinguiu ainda Doha El Madani [melhor jovem jogador feminina], Othmane Maamma [melhor jovem jogador masculino], Chiamaka Nnadozie [melhor guarda-redes feminina], Yassine Bounou [melhor guarda-redes masculino] e Ghizlane Chebbak [melhor jogadora feminina].

Mário Cagica Oliveira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Numa terra em que Paulo Fonseca tenta ser rei, há príncipes cada vez mais aclamados | Sporting 1-0 Moreirense

Alvalade assistiu na última noite de sábado à estreia de Paulo Fonseca como técnico do Sporting, a nova cara do projeto verde e branco, vestindo-se a rigor. Um treinador com tarimba, oriundo das Big 5, com duas missões a curto prazo: colocar os leões e a ganhar e a praticar um futebol distinto ao de Rui Borges. Frente ao Moreirense, Paulo Fonseca colocou praticamente as mesmas peças no papel lançadas pelo anterior treinador contra o Casa Pia, saiu apenas Pedro Lima para dar entrada a Issa Doumbia. Apesar da estrutura (palavra que Paulo Fonseca gosta) ser a mesma, baseada num 4x3x3, os jogadores possuem missões ligeiramente diferentes. Antes de mais, há que referenciar que os atletas contaram com pouco tempo de trabalho com o seu novo técnico, não permitindo uma revolução total, algo sem sentido, uma vez que este plantel está talhado para jogar de uma ou de outra forma, não tem profundidade (principalmente nos perfis dos médios) para grandes variações, algo a ter em conta para janeiro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.