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Rio Ave em profunda mudança com uma série de despedimentos

Diogo Lagos Reis · 1 min

Sotiris Silaidopoulos Rio Ave
Foto: Rio Ave

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Vários despedimentos assolam o Rio Ave nos últimos tempos. Clube da Vila do Conde vive uma fase complicada.

O Rio Ave atravessa uma fase mais complicada e avança com uma série de despedimentos, numa política de contenção de custos transversal a todos os departamentos. Vai desde treinadores de escalões de formação, departamento satélite, observação/scouting, marketing e comunicação.

No fundo, o objetivo do Rio Ave é reduzir o quadro de funcionários: uma decisão tomada por Evangelos Marinakis, investidor maioritário que possui 80% do capital da SAD. Entretanto, há grandes mudanças no Rio Ave e Alexandrina Cruz, presidente da SAD do clube, tem recebido críticas.

Quanto ao futebol, o Rio Ave está atualmente no 11.º lugar da Primeira Liga, com 13 pontos. Leva os mesmos pontos do que o Estoril Praia.

Diogo Lagos Reis

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Alvalade assistiu na última noite de sábado à estreia de Paulo Fonseca como técnico do Sporting, a nova cara do projeto verde e branco, vestindo-se a rigor. Um treinador com tarimba, oriundo das Big 5, com duas missões a curto prazo: colocar os leões e a ganhar e a praticar um futebol distinto ao de Rui Borges. Frente ao Moreirense, Paulo Fonseca colocou praticamente as mesmas peças no papel lançadas pelo anterior treinador contra o Casa Pia, saiu apenas Pedro Lima para dar entrada a Issa Doumbia. Apesar da estrutura (palavra que Paulo Fonseca gosta) ser a mesma, baseada num 4x3x3, os jogadores possuem missões ligeiramente diferentes. Antes de mais, há que referenciar que os atletas contaram com pouco tempo de trabalho com o seu novo técnico, não permitindo uma revolução total, algo sem sentido, uma vez que este plantel está talhado para jogar de uma ou de outra forma, não tem profundidade (principalmente nos perfis dos médios) para grandes variações, algo a ter em conta para janeiro.

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