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Cartão roxo apresentado no Oliveirense x Portimonense: entende a regra ativada após o desmaio de Mo Dauda

Manuel Nascimento · 1 min

Portimonense, Felgueiras
Foto: Edmilson Monteiro / Bola na Rede

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O susto provocado pelo desmaio de Mo Dauda no embate entre a Oliveirense e o Portimonense forçou uma substituição médica imediata. Este incidente motivou a exibição do cartão roxo.

O triunfo do Portimonense no terreno da UD Oliveirense (2-1), em jogo a contar para a 28.ª jornada da Segunda Liga, ficou marcado por um susto que motivou a amostragem de um raro cartão no futebol português.

À passagem do minuto 61, Mo Dauda, jogador da formação algarvia, foi atingido, com violência, na cabeça pela bola e acabou mesmo por perder os sentidos no relvado. A gravidade da situação obrigou à rápida intervenção médica e à substituição do avançado ganês por Welinton Júnior dois minutos depois, levando o delegado do Portimonense a exibir o cartão roxo.

Introduzida em 2025 ao abrigo do artigo 4.º do Regulamento das Competições da Liga («Procedimento em caso de substituição por concussão»), esta é uma medida estritamente médica utilizada para gerir substituições provocadas por concussões cerebrais graves. Ao contrário dos tradicionais cartões disciplinares, o cartão roxo não é mostrado pelo árbitro, mas sim pelo delegado da equipa afetada para justificar a saída por lesão craniana.

A exibição deste cartão permite que ambas as equipas ganhem o direito a uma substituição extra regulamentar.

Manuel Nascimento

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